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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Minhas 20 favoritas: Pato Fu - Especial "Bom gosto musical"

Minhas 20 favoritas do
Pato Fu






Um Ponto Oito


Licitação


Simplicidade


Prato do dia


Mamã Papa


Spoc


Pra Qualquer Bicho


Vida Imbecil


Vida De Operario


Vida diet


Agua


Tribunal de causa realmente pequenas


O processo da criação vai de 10 até 10000


Ninguém


Perdendo os dentes


Eu


O Filho Predileto Do Rajneesh


Ninguém Mexe Com O Diabo



Sobre o tempo



Canção para viver mais


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No post de hoje do "Bom Gosto Musical" tem Minas Gerais na veia.
Depois de quatro gaúcho, agora serão dois mineiros(as) em seguida.
Se bem que a Takai é do Amapá, igual o RRR tá em todas.

Pato Fu é a segunda banda que mais me fez sair de casa para ver show ao vivo.

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Pato Fu (Rock in Rio, 2001) Show completo
Neste show tava rolando uns problemas de transmissão lá em casa. Retirado bravamente de uma fita VHS mofada, sorry.


SHOW DO PATU FU NO HOT PARK
Realizado no Hot Park do Rio Quente Resorts em 06-10-2001

Ensaio | Fernanda Takai | 21/05/2008
Neste programa, Fernando Faro recebe Fernanda Takai. Em seu primeiro trabalho solo, a cantora do Pato Fu, faz uma homenagem a Nara Leão interpretando músicas do repertório da artista. 


Pato Fu (Ensaio, TV Cultura, 2002)




Pato Fu (Bem Brasil - 2002)


Estadão + Música | Pato Fu



PATO FU #MINHABRASILIA com JOHN ULHOA

FERNANDA TAKAI no #MINHABRASILIA



Por Trás do Som | John Ulhoa
Conversa com John Ulhoa no backstage de um dos shows da turne do album "Gol de Quem?" em 2012.


Fernanda Takai no Segue o Som
A voz doce e o perfil multifacetado de Fernanda Takai são os assuntos deste episódio de Segue o Som. A cantora fala de como é se desdobrar entre a banda Pato Fu e sua carreira solo, a qual ela conduz desde 2007. 

Fernanda Takai sobre paixão musical: "a gente só tem uma carreira"

Luiza Possi entrevista Fernanda Takai ao vivo no Estúdio NOVA

Pato Fu no Estúdio Showlivre 2007 - Showlivre Classics - Apresentação na íntegra

Cultura Livre | Fernanda Takai | 13/11/2018

ESQUEMA NOVO ENTREVISTA: FERNANDA TAKAI


Pato Fu | Bazar Maravilha




The Noite (13/03/15) - Entrevista com Pato Fú


Sempre um Papo - Fernanda Takai







Fernanda Takai Acoustic Japan Tour 2016 SHOW COMPLETO



Pato Fu Luau Mtv 2003


Fernanda Takai Ao Vivo no R7 completo



TV Queijo Elétrico 7 - John Ulhoa
Em nossa sétima edição John Ulhoa guitarrista do Pato Fu e produtor de artistas como Arnaldo Baptista e Zélia Duncan falando da cena atual. Cafa comemorando a independencia do Brasil em festa patrocinada pelos italianos. E no primeireza um pouco de rock n roll com a banda Ram.


Pato Fu - Simplicidade (John Ulhoa)


Fernanda Takai - Sem Censura (05/10/12)


Pato Fu (Alto-Falante - 1999)


PAUSA DRAMÁTICA ENTREVISTA: PATO FU



PATO FU ENXERGA O FUTURO

O Pato Fu é uma banda independente do conceito à forma. Depois de sucessos nas rádios, clipes vanguardistas e prêmios, a banda mineira nunca abandonou suas referências. Este mês, lança seu nono disco, Daqui Pro Futuro, apostando na distribuição independente e no formato digital.

Fernanda Takai falou à Revista O GRITO! como mãe, cantora, esposa. “Sou pós-graduada em gerenciamento de múltiplas rotinas”

Por Gilberto Tenório

O GRITO! – Você afirmou em recente entrevista: “melhor ser a maior banda independente do país do que ser a menor do mainstream”.Como você analisa essa nova fase do Pato Fu?
FERNANDA TAKAI – Hoje é mais divertido e ágil ser independente. Temos estúdio, editora, produtora de shows, uma facilidade de gerenciar tudo que envolve nosso nome. Acho que foi um caminho de volta natural, amparado claro, por 15 anos de muito trabalho.

Fale um pouco sobre o novo esquema de distribuição dos CDs da banda.
Lançamos para download mais de um mês antes do lançamento do disco físico com exclusividade na UolMegastore, que hoje é um dos maiores distribuidores de música digital do país. Existe um público que não consome mais música de forma convencional e ainda quer pagar por um álbum ou uma canção legalizada. Sei que o disco já está disponível no Orkut e em vários sites que compartilham arquivos por aí, mas é algo que não podemos lutar contra. De um jeito ou de outro nossa música está chegando às pessoas. Agora no fim de agosto sai o CD distribuído aqui e lá fora pela Tratore, que é uma empresa que já estávamos namorando há um tempinho. Eles são muito competentes e interessados em fazer um bom trabalho. Acho que fizemos a escolha certa!

“A banda está num momento criativo forte, além de manter a saúde nos relacionamentos pessoais. Foi um dos discos mais desestressados que gravamos”

Você acredita que a venda de CDs no estilo tradicional das grandes gravadoras está com os dias contados? Qual sua opinião sobre downloads?
Eu faço downloads, mas ainda compro CDs. Sou parte da virada de público que está vivendo esses novos tempos. Eu não deixo de comprar os discos de meus artistas preferidos, coleciono mesmo. Não dá pra ir contra isso e ficar reclamando. Só espero que a gente consiga continuar a viver de música de alguma forma. O mais difícil é a questão autoral, pois nem todos criadores tem a renda de show pra se manter.

A história da banda sempre esteve ligada à da MTV, onde vocês fizeram alguns projetos, além da participação constante dos videoclipes do Pato Fu na programação. Você acha que a decisão da emissora de abolir a exibição de vídeos na maior parte de sua programação atrapalha a divulgação do trabalho das bandas?
Nós gostamos genuinamente de fazer videoclipes e não vamos deixar de fazê-los porque o espaço diminuiu. A MTV foi importante pra nossa geração do início dos anos 90 porque a internet ainda não tinha essa força toda e além de raríssimas exceções no rádio, só a MTV dava espaço aos novos artistas.

Como foi o processo de criação deste novo CD?
Foi bem convencional. Bloquinho de idéias, violão na mão. Risca, rabisca. Cuidamos mais das composições na origem para só então ir pro estúdio. Gravamos e mixamos aqui em casa durante a turnê do “Toda Cura
” que começou em julho de 2005 e só agora vai entrar em fase de transição com a nova porque não paramos. Foi muito bom perceber que a banda está num momento criativo forte, além de manter a saúde nos relacionamentos pessoais. Foi um dos discos mais desestressados que gravamos. Acho que dá pra perceber pela suavidade do disco inteiro.

A versão de “Cities in Dust”, do grupo inglês Siouxsie & The Banshees, quer mostrar um Pato Fu mais “punk-gótico”? De quem foi a sugestão desta música para integrar o repertório?
Não que seja isso literalmente. Acho que nossa fase mais inglesa-dark foi o Ruído Rosa. Siouxsie & The Banshees é parte importante do conjunto de artistas que ouvíamos muito quando adolescentes. O rock inglês é uma influência comum a todos nós aqui no Pato Fu. A idéia surgiu quando fomos tocar em Londres no ano passado e resolvemos colocar uma canção que pudesse nos aproximar de um público que talvez não soubesse nada sobre a gente. Nos discos anteriores sempre fizemos versões de outras músicas que gostamos e sempre de forma bem diferente da original.

Certamente sua maternidade influenciou neste último trabalho. Como a “mamãe” Fernanda Takai anda atuando em família?
Na prática, influencia no meu tempo mais limitado porque gosto de acompanhar de perto os passos de minha filha. Gosto de cozinhar, de cuidar da nossa casa, dos bichos e ainda preciso atender à toda a demanda que ser uma vocalista de banda me exige. Tenho entrevistas todos os dias, seja pessoalmente, por telefone ou email. Viajo muito a trabalho, então acho que estou me tornando pós-graduada em gerenciamento de múltiplas rotinas (risos). Fiquei feliz por poder ter escrito algumas canções deste disco e acho que a maternidade me fez uma pessoa mais atenta ao que acontece à minha volta.

Você e o John, assim como os demais integrantes da banda parecem nunca brigar. Houve alguma divergência quanto ao novo caminho tomado?
A gente discute sempre quando tem alguma decisão a tomar, mas nossos objetivos musicais nunca divergiram muito. Às vezes demoramos mais a definir a cor da nova camisa da banda, foto de divulgação, cardápio do almoço, mas sobre os rumos da nossa música e carreira, temos uma ótima sintonia.

O que você tem ouvido ultimamente? O que destacaria nessa nova safra de cantores do rock-pop mundial?
Sem dúvida, a Érika Machado daqui de BH, a Luísa Maita de São Paulo, os Supercordas do Rio. Em casa ouço sempre os meus favoritos: Suzanne Vega (que acabou de lançar disco), Aterciopelados, Pizzicato Five, Nara Leão, Roberto Carlos. Mais música calma.

O Pato Fu já pode ser considerada uma banda veterana. O que você acha que mudou ao longo da trajetória da banda?
Espero que tenhamos nos tornado melhores compositores, músicos e cantores, no mínimo. Lançamos 9 álbuns, 3 DVDs, temos uma carreira cheia de bons momentos. A banda é a mesma, tentamos evoluir no conceito das idéias que temos sobre o que é fazer um disco, montar um show pra correr o Brasil e o mundo, se possível. Temos mais clareza sobre como é viver de música, por isso acreditamos mais do que nunca em nossa banda.

“Demoramos mais a definir a cor da nova camisa da banda, foto de divulgação, cardápio do almoço, do que sobre os rumos da nossa música e carreira”

Quais os planos para uma nova turnê do Pato Fu?
Ela deve estrear em setembro, quase num “crossfade” entre a antiga. Já estamos tocando algumas músicas novas nos shows e também ensaiando algumas coisas que ficaram de fora de outras turnês. Tomara que tenha muito trabalho pela frente.

Como você vê o Pato Fu “Daqui pro Futuro”?
Sempre trabalhando no ritmo que escolhemos para o momento. Se a gente vai continuar a lançar mais discos e mostrar nossas canções ao vivo a todos, só vai depender de nossa vontade. Hoje ela existe com muita força.



1) Qual avaliação que vocês fazem desses 10 anos de carreira que estão completando agora?

Foram anos muito produtivos pra gente. Lançamos 7 discos, rodamos praticamente todo o país, participamos de importantes festivais, estivemos no palco e estúdio com artistas que admiramos, fizemos alguns trabalhos nos EUA e Inglaterra. O mais importante é o fato de vivermos da música que sabemos fazer.

O grupo mostrando toda sua sintonia

2) Fale pra gente sobre o mais recente trabalho da banda, o "MTV Ao Vivo ".

Como o aniversário de 10 anos é muito significativo, resolvemos comemorar com muito trabalho: produzindo um disco e dvd ao vivo, com gosto de novidade. Os arranjos das músicas antigas foram quase todos refeitos e colocamos 4 músicas novas. Acredito que a escolha do local, o Museu de Arte da Pampulha, foi muito importante na atmosfera diferente que tem o projeto. Os ensaios foram exaustivos, mas tudo valeu a pena enfim. Os três músicos convidados (Lulu, Hique e Nico) trouxeram sonoridades que nunca havíamos experimentado no palco.

3) Por Perto é a música de vocês de trabalho e se caracteriza por um pop perfeito. Isso quer dizer que na atual fase, vocês estão concentrados num trabalho mais pop do que rock?

Não. Outra música nova "Me Explica" é mais rock. "Não Mais" tem uma carga mais séria e dramática. "Nada Pra Mim" vem num arranjo meio Burt Bacharach. Cada uma delas, dessa fase mais atual, tem sua característica.

4) Você considera este novo álbum o mais importante da carreira do Pato Fu ?

De forma alguma.Um disco ao vivo é difícil de ser comparado aos outros.

A banda se apresentando no Acústico MTV

5) E por que?

Nosso processo de criação é muito diferente do que usamos para este projeto. Geralmente fazemos tudo no computador, gravamos nossos takes de forma fragmentada e montamos as músicas. Só depois de tudo pronto, aprendemos a tocar como banda. São poucos os ensaios pra cairmos na estrada. Dessa vez a gente tinha que definir tudo bem antes e estar apto a executar tudo durante a gravação, com o menor quociente de erro possível. Em estúdio tudo é aproveitado, há menos pressão. Gosto muito do Ruído Rosa.

6) Mas vocês buscam alguma tendência em relação a sonoridade?

A gente nunca soube fazer um trabalho com uma tendência só. Claro que o que é mais pop acaba saltando e sendo mais executado que as outras. Mas na origem, consideramos as canções como idéias que tem apenas a estética sonora diferente, sem preocupação com o rótulo que levará.

7) Como vocês se sentiram sendo aclamado, em 2001, como um dos dez melhores grupos do mundo na atualidade pela revista "Time" ao lado de Radiohead, U2, Aterciopelados e Orishas, entre outros?

Ficamos orgulhosos por nossa música ter sido notada por críticos estrangeiros, sem ao mesmo termos lançado um disco em inglês ou espanhol! Além disso, somos muito fãs das outras bandas que estão naquela lista. Toda lista é discutível e até mesmo subjetiva, mas não podemos deixar de ficar felizes.

8) E por falar nisso, a carreira internacional não está nos planos da banda?

Na última semana acabamos de receber a notícia de que vamos ser lançados oficialmente em Portugal, EUA e toda a América Latina. Acho que aproveitarão o fato de nosso DVD vir com legendas em inglês e espanhol para que seja mais prático divulgar uma banda como o Pato Fu, que não faz um som típico exportação. Seria muito bom tocar em terras estrangeiras, só dá um pouco de receio deixar o Brasil por um tempo...

9) Como assim?

Aqui se você não está aparecendo a toda hora na tv, revistas etc, parece que não existe mais. Se bem que não faz muito o nosso estilo, ter uma exposição pública exagerada.

10) Deixe uma mensagem final pra todo o publico que acompanha o Pato Fu desde longa data.

Obrigada pelo crédito de longo prazo que vocês tem nos dado! Queremos fazê-lo valer por mais tempo ainda! Abraços.
Fernanda Takai, 31 anos, vocalista do Pato Fu.

A vocalista Fernanda Takai dando seu recado final !




Entrevista: John Ulhoa, Pato Fu
25, julho, 2012Marcelo Costa


por Tiago Agostini

Em 2012 o Pato Fu comemorou 20 anos de carreira com uma temporada de quatro shows tocando na íntegra o disco “Gol de Quem?”, no Sesc Belenzinho, em São Paulo. “Eu escuto os primeiros discos do Pato Fu com um sorriso meio maquiavélico, de “como essa porra deu certo?”. É um som muito improvável, umas tosqueiras”, diz o guitarrista John sobre a experiência de rever a obra da banda para a série de shows especiais.

Nos 20 anos de carreira, O Pato Fu construiu a reputação de ser uma das bandas mais inventivas do rock nacional. Inicialmente um trio, formado por Fernanda Takai, John Ulhoa e Ricardo Koctus, a banda logo ganhou comparações com Os Mutantes, fosse pela formação ou pelo gosto pelas experimentações com anárquicas com teor pop. A gênese da banda pode ser exemplificada pelas bandas favoritas do casal líder: enquanto John é fã de Devo, Fernanda idolatra o Duran Duran.

Com ótimos e versáteis músicos – a banda acrescentaria ao longo do caminho Lulu Camargo e Xande Tamietti –, o Pato Fu possui no casal John e Fernanda uma espécie de pilar. Enquanto o guitarrista é o mentor intelectual da brincadeira, Fernanda sempre foi, de certa forma, a cara da banda, a doçura que contrapôs desde o início a loucura sonora que o Pato Fu pode se tornar em alguns momentos. A união destes opostos fez do Pato Fu um dos grupos mais importantes da história na música brasileira.

Para marcar os 20 anos da banda, o Scream & Yell conversou com o guitarrista John Ulhoa sobre os shows do “Gol de Quem?, relembrou a primeira fase da banda, e avisou: “Queremos fazer um outro disco de inéditas”. Fala John:



O convite para o show com o repertório do “Gol de Quem?” veio do Sesc?

Sim, mas acho que tem a ver, é a escolha correta. Apesar de não ter sido nosso álbum mais popular, o que mais vendeu, para muita gente que começou a ouvir a gente nos 90, boa parte do nosso público dos 30 pra cima, o “Gol de Quem?” foi o primeiro, a porta de entrada. Isso faz dele um clássico para uma grande parte do nosso público. Eu escuto as bandas que eu gosto desde adolescência e não é o primeiro disco que bate, é o primeiro que eu ouvi.

Já tinham pensado em recriar algum dos discos?
Quando relançamos o “Rotomusic de Liquidificapum” até pensamos ligeiramente em fazer isso, mas ele é um disco muito obscuro. As pessoas falam bastante dele, mas é muito pouco ouvido.

E imagino que ele seja bem mais difícil de executar também.
Mais ou menos. É quase igual ao “Gol de Quem?”. Ele é mais rock, mais violento, mais pesado, mas não mais difícil. Os dois são esquizofrênicos pra caralho. Acho massa que, quando a gente colocou a noticia por aí, a resposta foi do caralho. Eu ficava pensando se a gente tem essa representatividade das pessoas quererem ouvir um álbum, mas foi do caralho, porque assim que anunciaram (os shows), apareceu aquele monte de gente falando pra tocar em outras cidades.

E vocês pensam em fazer em outras cidades? Titãs e Paralamas começaram no Sesc esse projetos, com o “Cabeça Dinossauro” e o “Selvagem?” e já expandiram.
Vamos sentir a pegada agora. Os ingressos desses dias se esgotaram muito rápido, foi um sinal de que isso pode funcionar em outras cidades, fora do esquema Sesc. Queremos muito. Não acho que a gente vá fazer uma turnê do “Gol de Quem?”, mas serve como comemoração. Estamos fazendo 20 anos agora, acho legal.

E como está a preparação? É o último disco com bateria eletrônica, como é voltar a ele depois de 17 anos e recriar ele ao vivo?
Eu pus alguns aparelhinhos meus velhos aqui pra funcionar e eles funcionaram, o que já uma pequena vitória. Mas a gente vai usar bastante dos timbres originais desse troço. Estamos remontando aquele padman e o martelinho de “Ring My Bell”, que usávamos na época, que são coisas bem típicas do show que a gente fazia. Por outro lado, vamos tocar com baterista e teclado. Então faremos aqueles arranjos como eram, mas com essa versão anos 2000 mesmo. Acho que os timbres vão estar bem representados ali. O dado pitoresco é que passei por uma cirurgia no ombro, então estou fazendo tudo com uma mão só. É um puta trabalho de recuperação, mal estou conseguindo tocar guitarra, mas na hora vai rolar.

Até o show você vai estar recuperado?
Tenho feito shows do “Música de Brinquedo”, que é sentadinho. Até o dia do show não estou recuperado, estou fudido. Vamos tocar assim mesmo. A cirurgia é tranquila, mas a recuperação é lenta. O mais difícil não vai ser nem o show, mas ter que ensaiar, produzir tudo, que me toma horas. Vamos dar um jeito. O padman, por exemplo, se eu não conseguir tocar, o Xande toca.



E você falou o negócio de tocar com teclado, lembrei que em um show do Sesc, com o Dudu (Tsuda), vocês tocaram “Mamãe Ama Meu Revólver” porque ele pediu e vocês brincaram que ele ia ter que inventar alguma coisa, porque a música não tem teclado. (risos) O Lulu está tendo muito trabalho?
Ele vai fazer mais ou menos isso. As músicas que tinham algum teclado ele está tirando, mas as que não tinham ele acha alguma coisa pra fazer.

Você costuma ouvir a discografia do Pato Fu?
Não, é raro. Acabo ouvindo porque, como produzo as coisas aqui em casa, escuto como referência se alguém me pede algum som. Mas é muito raro eu botar essas coisas pra ouvir de verdade, por prazer.

E quando pegou o “Gol de Quem?’, teve alguma música que rolou uma nostalgia de tocar?
Cara, escuto os primeiros discos do Pato Fu com um sorriso meio maquiavélico, de “como essa porra deu certo?”. É um som muito improvável, umas tosqueiras. A Fernanda sempre cantou bem, mas eu e o Rica cantamos desafinados, muito de qualquer jeito, e aquela porra foi assim mesmo. Então acho legal que a gente tenha preservado isso com uma certa inocência. Me dá a sensação de que era uma boa ideia. Em especial, tem uma música chamada “Onofle” que o Lulu brincava nos últimos tempos, quando a gente imaginava a lista de um show novo, que tínhamos que tocar (risos). Eu sabia que ele estava brincando, porque é uma música muito
 Ela é toda
 Na época tocávamos com bateria eletrônica, e eu sempre tentava fazer uma música que fosse muito exagerada no andamento, algo de “vamos tocar isso aqui no máximo”. No primeiro disco foi “Rotomusic”, no segundo foi “Onofle”, no terceiro “Capetão”. Era botar efeito na voz, acelerar a música, letra fora da métrica, essas coisas. E “Onofle”, de todas, é a mais samba do criolo doido.

E se você pudesse recriar outro disco do Pato Fu, qual seria?
Outro pra fazer assim ao vivo? Realmente, nunca pensei em fazer isso. O “Ruído Rosa” tem umas músicas (“Day After Day’ e “Que Fragilidade”) que acho muito legais, e que na turnê não tocamos. Algumas eram muito complexas, precisavam de muita coisa de estúdio, e naquela época já tínhamos muita música. Quando começa uma turnê nova é difícil tocar todas as músicas de um disco, fica um monte de música que as pessoas querem ouvir de fora. Na nossa carreira a gente sempre pôs muita música nova nos shows, mas esse eu achava o disco todo legal e algumas que eu queria a gente não tocou ao vivo.

E além das músicas do “Gol de Quem?”, vai ter mais coisa no show?
Sim, se não é um show curto demais. Acho que vamos pesar mais nas coisas de época, músicas que eu canto. Quem está a fim de ver o “Gol de Quem?” tem essa nostalgia da época que eu cantava mais. Ainda não temos certeza de como vamos completar o show, mas acho que é o espírito do “Rotomusic” e coisas dessa época.

A Fernanda já disse que vocês estão pensando em disco novo. Como está isso?
Bem, esse ano temos um bando de coisas para trabalhar. A Fernanda está divulgando o disco com o Andy (Summers), ainda esse ano terá shows. Estamos pensando em um disco novo, temos outro projeto secreto que vai ser feito com o Giramundo ainda este ano e temos músicas inéditas, mas é mais provável que esse disco saia no início de 2013. E queremos fazer alguma espécie de pacote da alegria que junte os 20 anos, essa data cabalística. Até talvez a turnê do “Gol de Quem?” possa ser isso, ainda estamos matutando. Mas nosso próximo projeto não é o “Música de Brinquedo 2”, apesar de um monte de gente pedir. A não ser que tenhamos alguma ideia mutcho loca, que não tive ainda, mas a princípio queremos fazer um outro disco de inéditas.


Minhas 20 músicas preferidas - Bom gosto musical - Introdução - Índice

Vou abrir mais uma série de Posts - O Tudo é um assunto só ainda vai continuar - Vou só começar outra. Criei também uma Comunidade no G+: Comunidade Minhas 20 músicas favoritas do...

Essa série eu já imaginava colocar no Blog a algum tempo, desde que recebi essa piada:

===================== Início da piada =======================


A EVOLUÇÃO DA MÚSICA ROMÂNTICA BRASILEIRA
/2010

Veja como a música romântica brasileira evoluiu em sessenta anos.

Década de 30:
Ele, de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta:
"Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa!
Do amor por Deus esculturada.
És formada com o ardor da alma da mais linda flor, de mais ativo olor,
que na vida é a preferida pelo beija-flor...."
 
Década de 40:
Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira, escreve para a Rádio Nacional e
manda oferecer a ela uma linda música:
"A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua, costuma se embriagar.
Nos seus olhos eu suponho, que o sol num dourado sonho, vai claridade buscar"
 
Década de 50:
Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa:
"Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça.
É ela a menina que vem e que passa,
no doce balanço a caminho do mar.
Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema.
O teu balançado é mais que um poema.
É a coisa mais linda que eu já vi passar."

 
Década de 60:
Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço, ajeita a calça Lee e coloca na vitrola uma música papo firme:
"Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor, nem mais bonito...”
 
Década de 70:
Ele chega em seu fusca, com tala larga, sacode o cabelão, abre a porta prá mina entrar e bota uma melô jóia no toca-fitas:
"Foi assim... como ver o mar... a primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar... Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar..."
 
Década de 80:
Ele telefona pra ela e deixa rolar um:
"Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki, máscara.
Choque entre o azul e o cacho de acácias, luz das acácias, você é mãe do sol. Linda linda sabe viver você me faz feliz...."

Década de 90:
“Agora vem pra perto vem vem depressa vem sem fim dentro de mim que eu quero sentir o teu corpo pesando sobre o meu vem meu amor vem pra mim, me abraça devagar, me beija e me faz esquecer. “
 
Ainda na Década de 90:
Ele liga pra ela e a convida para um rala rala
e curtir:
Bota a mão no joelho E dá uma abaixadinha Vai mexendo gostoso, Balançando a bundinha
Agora mexe vai, Mexe, mexe mainha Agora mexe, Mexe, mexe lourinha Agora mexe, Mexe, mexe neguinha Agora mexe Balançando a poupancinha Mexe, mexe, pro lado Mede, mexe, pro outro Vai mexendo embaixo Vai mexendo gostoso "Ah, que beleza, que maravilha, isso eh magnífico, mãe!"
 
Em 2001:
Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail:
"Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão.
Vou te jogar na cama e te dar muita pressão!
Vem...
“Vem Tchutchuca! Linda, senta aqui com seu pretinho vou te pegar no colo e ti fazer muito carinho...
 
Em 2002:
Ele pára o chevetinho 81, rebaixado, e no mais alto volume solta o som:
Abre as pernas, faz beicinho, vou morder o seu grelinho....
Vai Serginho, vai Serginho....
Abre as pernas, faz beicinho, vou morder o seu grelinho....
Vai Serginho, vai Serginho...."
“Abre a boca num si ispanta, vô gozá na tua garganta...."
 
Em 2003: 
Ele oferece uma música no baile:
"Vou mandando um beijinho Prá filinha e prá vovó Só não posso esquecer Da minha Eguinha Pocotó Pocotó, pocotó, pocotó, pocotó Minha eguinha Pocotó! Pocotó, pocotó, pocotó, pocotó Minha eguinha POCOTÓ...."
 
Em 2004:
Ele a chama p/ dançar no meio da pista:
“Ah! Que isso? Elas estão descontroladas! Ah! Que isso? Elas Estão descontroladas! Ela sobe, ela desce, ela da uma rodada, elas estão descontroladas! Ela sobe, ela desce, ela da uma rodada, elas estão descontroladas!...”
 
Em 2005:
Ele resolve mandar um convite para ela, através da rádio:
“Hoje é festa lá no meu apê, pode aparecer, vai rolar bunda lelê!!! Hoje é festa lá no meu apê, tem birita até ao amanhecer”
 
Em 2006:
Ele a convida para curtir um baile ao som da música mais pedida e tocada no país:
“Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha!!! Calma, calma foguetinha!!! Piriri Piriri Piriri, alguém ligou p/ mim, Piriri Piriri Piriri, alguém ligou p/ mim !!!”
 
Ainda em 2006:
Se você pensou que aquela poderia ser a ultima, mas já lançaram outra.
Vai da tapinha na bundinha Vai que eu sou sua cachorrinha Vai que eu to muito assanhada vamos da uma lapadinha só se for na rachadinha E toma gostosa lapada na rachada Você pede e eu te dou lapada na rachada e ai ta gostoso? Lapada na rachada Toma,Toma,Toma...

 
Será que ainda pode vir mais que isso?!!!

2010:
Agora é ela que envia para ele o link do You Tube da Gaiola das Popuzuda, com esse extraordinário som:
"A guerra já começou,
E isso me excita.
O Alvo é minha buceta,

O fuzil é tua pica"
===================== Fim da piada =========================


Bom, nunca achei que a virtude fosse por culpa da idade da música. 
Sempre imaginei o seguinte: A qualidade da música vai definir o tempo que ela sobreviverá... Músicas boas são cantadas por décadas... Músicas excelentes são eternas... Músicas ruins duram dois anos, ou dois meses ou os quatro dias de carnaval...

Na década de trinta tinha músicas ruins... Como não sobreviveu até hoje não as conhecemos...

Músicas ruins que conhecemos hoje só aquelas que ouvimos no curto período em que elas existiram(na boca do povo ou nas sintonias do rádios), por isso a impressão que as antigas são melhores...

E hoje é criada muita música de qualidade... É só não ter preguiça de procurar...

Apesar de achar que antes tinha tanto lixo quanto hoje, o lixo só não sobreviveu, não quero mostrar isso... Quero só mostrar que hoje tem tanta qualidade quanto antes... 

Por isso vou colocar artistas/grupos de antigamente alternados com grupos e artistas da atualidade, mostrando minhas 20 músicas preferidas de cada... e eventualmente com uma historinha de cada um, vídeos interessantes sobre ele, site oficial se tiver, alguma curiosidade...

Somente por questões ideológicas: Vou tratar aqui somente da música brasileira! Não tem nenhum outro motivo além da vontade de somente falar de música brasileira. Não é preconceito, não é pós-conceito. É apenas a decisão de conhecer primeiro a música brasileira para depois conhecer a música estrangeira... Como ainda não cheguei a conhecer nem 10% da música nacional... não sei se vai dar tempo para conhecer o restante... 

Vou atualizar esse tópico com os posts que já criei...
===============================================



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