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segunda-feira, 4 de março de 2019

Minhas 20 favoritas: Titane - Especial "Bom gosto musical"

Minhas 20 músicas favoritas de:

Titane



Sá Rainha

Os Outros Românticos 

Templo

A página do relampago elétrico

Tiro de misericórdia

Dionisíaca 

Olha, Maria

E daí?

Paula e Bebeto

Felicidade


Zenzinder

Viola Cósmica

Dança

Canto


Tereza

O amor

Noites do sertão

Aboio Oracular

Uma confábula
Estrela natal



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Depois de vários "Cantautores", grandes compositores, volto a um post sobre uma intérprete.

Nesse post trago uma conterrânea da minha mãe. As duas nascidas em Oliveira, ouvi pela primeira vez Titane(o CD "Inseto raro") na casa da minha tia, irmã mais velha da minha mãe (15 anos mais velha).
Através dela conheci o Luiz Tatit (que já tem o seu post aqui). 
Ela é uma das grandes inspirações para os artistas (que hoje chamamos de ) independentes. Muito antes do Lobão lançar seu CD independente a Titane já fazia isso e fazia muito sucesso, não com as massas, mas em todos que tinham contato com ela.

Essa "independência" gerou uma liberdade de encontros incríveis. No decorrer de sua carreira ela mostra parcerias múltiplas e diversas. Desde o violinista mineiro Gilvan de Oliveira em seu mais emblemático CD "Inseto raro" até o compositor e violinista baiano Elomar em seu último trabalho.
Dentre esses encontros destaco o com Maurício Tizumba, Sérgio Pererê e sua aproximação com a Geração Reciclo (veja aqui), aproximando de artistas como o Makely Ka, Amaranto e Patrícia Ahmaral(Os dois primeiros também já tem post aqui, a terceira fico devendo para o futuro) e gravou o CD ANA(que em 2009 eu divulguei aqui).

Nessa seleção tem músicas de Milton, Chico, Caetano e muita qualidade. Conheçam!

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Em 1979, começou sua carreira no grupo Mambembe, no qual permaneceu por dois anos, até o ano de 1981, quando como integrante deste grupo participou do disco "Música de Minas", ao lado do grupo Uakti e Coral Ars Nova, entre outros. Nesse mesmo ano, de 1981, participou do disco "Travessia", produzido pela Fundação Clóvis Salgado, juntamente com Celso Adolfo, Marcus Viana e Sagrado Coração da Terra, e Marco Antonio Araújo. Ainda em 1981, participou do primeiro LP do grupo Mambembe e passou a integrar o grupo Curare. No ano seguinte, em 1982, participou em duas faixas, "Tropeiro de cantigas" e "ABC do amor", do disco de Rubinho do Vale. No ano de 1985, gravou o disco "Arraial - Eugênio, Osias e Danilo na voz de Titane", com composições de Eugênio Gomez, Osias Neves e Danilo S. Pereira. No ano posterior, em 1986, lançou o LP "Titane". O disco contou com as participações especiais do Grupo Uakti;  do grupo Curare e ainda do grupo de Congado Guarda de Moçambique da N. Sra. Do Rosário. Em 1987, Zé Coco do Riachão lançou o disco "Voo das garças", no qual a cantora fez participação especial na faixa "Canela de arubu". Anos depois, o disco foi relançado em CD pela Lapa Discos, com produção de Titane. Nesse mesmo ano de 1987, ao lado de vários intérpretes e diversos grupos de congado e folia-de-reis, gravou o disco "Ternos cantadores", com produção do Sesc/MG. No ano de 1990 lançou seu segundo disco intitulado "Verão 2001", pela gravadora Eldorado, que contou com as participações de Duo Fel, Grupo Zonazul e Alemão. O disco foi lançado em CD pela gravadora Lapa Discos pouco tempo depois. Também em 1990  participou do CD "Empório Brasil", de Rolando Boldrin, pela gravadora RGE, no qual interpretou a faixa "Canção da lua nova". Em 1992, fez a produção do CD "Os negros do Rosário (Congado Mineiro)", registro pioneiro do congado mineiro por seus próprios grupos rituais. Dois anos depois, em 1994, participou do CD "Bateia", ao lado de Juarez Moreira, Sérgio Santos e Paulinho Pedra Azul, entre outros. Ainda em 1994, Saulo Laranjeiras gravou o disco "Sal", no qual participou na música "Desenredo", de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro. No ano seguinte, em 1995, participou do CD de Flávio Henrique, lançado pela gravadora Velas. No ano seguinte, em 1996, gravou ao vivo, no Teatro Casa da Ópera, em Ouro Preto, o disco "Inseto raro", lançado pela Atração Fonográfica. Com esse disco, fez longas temporadas pelas cidades brasileiras. No ano posterior, em 1997 seguinte, participou da coletânea "Prato feito", ao lado de vários artistas mineiros como João Bosco, Sérgio Santos, Maurício Tizumba, Regina Sposito, grupo Pato Fu, Uakti e Marina Machado. Nesse mesmo ano de 1997, teve seu nome incluído como revelação dos anos 90, no livro "MPB - a história de um século", de Ricardo Cravo Albin, em edição internacional da Funarte. Em 1998, interpretou "Cirandinha" no disco "Tawaraná", de Pereira da Viola e participou da coletânea "Simples", reunião de vários artistas mineiros e viajou em turnê lançando o disco "Inseto raro", apresentando-se em algumas cidades da Europa, como Frankfurt, Bonn, Colônia, Darmastadt e Berlim, na Alemanha, Trento, Rovoreto e Milão, na Itália, e Nida e Juodekrant, na Lituânia. No ano seguinte, em 1999, pelo Selo Tom Brasil, foi lançado o CD "Edvaldo Santana", do cantor e compositor paulista, no qual participou da faixa "Canção pequena". Neste mesmo ano, interpretou a música "Prucututundá" no CD "Viola cósmica", de Pereira da Viola. Como convidada especial, atuou em shows de Chico César, Luiz Tatit, Nelson Sargento, Edvaldo Santana e Paulinho Pedra Azul. Em 2000, lançou pela gravadora Lapa Discos o CD "Sá rainha", no qual contou com as participações especiais de Chico César, em "Dança" (Chico César), Maurício Tizumba, em "Sá rainha" (Mauríco Tizumba), e Pereira da Viola, em "Boi da beira" (Giordano Mochel), além de músicas inéditas de Zeca Baleiro e Paulo Leminski, Edvaldo Santana e Ademir Santana, e de Chico César em parceria com a poeta Alice Ruiz. O CD foi gravado em estúdios de Belo Horizonte e Turim, na Itália e lançado em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro através de vários shows, dirigido por seu marido, o diretor de teatro João das Neves. No ano de 2012 lançou o DVD "Titane e o Campo das Vertentes", gravado ao vivo no palco do teatro Palácio das Artes, em Belo Horizonte, com direção cênica e iluminação de João das Neves; direção musical de Rogério Delayon, Sérgio Pererê e da própria cantora. No trabalho interpretou as composições "A mulher do pajé", "Kivôa", "Na fé", "Estrela natal", "Velhos de Corôa", "Sovone Aoshaia", "Mais samba e menos lágrimas", "Estrela maior" e "Aroeira", todas de autoria de Sérgio Pererê, e ainda, "Pode chorar", "Dói coração", "Tem mironga" e "Canário cantador", faixas de domínio público do congado mineiro. No DVD foram incluídas também "Aboio oracular", "A outra cidade" e poemas do livro "Egoxêntrico", músicas e poemas de autoria de Makeley Ka, além de "Balaim de fulô" (Maurício Tizumba), "Tiro de misericórdia" (João Bosco e Aldir Blanc), "Toré" (Zé Neto), "Olha Maria"(Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Chico Buarque), "Felicidade" (Luiz Tatit), "Sem ganzá não é coco"(Chico César), "Templo" (Chico César, Tata Fernandes e Milton de Biasi), "Tereza" (Zé Neto) e "Menina Ilha dos Olhos D'água" (Makely Ka e Cristina Brasil). No ano de 2015 lançou o livro "Titane e o Campo das Vertentes", com prefácio de João das Neves, com textos de Ludmila Ribeiro, Kristoff Silva e João das Neves e ainda fotografias de João Castilho e Daniel Iglesias.

Titane pesquisa e experimenta a música e suas interfaces com o corpo, as artes cênicas, a ecologia e o contato com o coletivo. Se auto produz e se apresenta sempre em sintonia com os bons tempos. Sua carreira é consistente e diversificada, marcada por fortes parcerias e pelo primor estético. Contemporânea, a cantora Titane surpreende pela personalidade, pela inovação em seu trabalho e pela integração das artes em seu processo criativo. Com espetáculos grandiosos, como o Titane e o Campo das Vertentes, ou mesmo experimentais, como o show do disco Ana, que traz intervenções audiovisuais e sonoras, Titane é uma referência do Brasil com trabalho de repercussão internacional.


Dona de belíssima voz, a cantora Titane é dessas artistas que parece ter nascido para o palco. Tem uma forte presença cênica e grande capacidade de comunicação. Em poucos minutos de show, o público já canta os refrões de seu repertório. Completa esse ano 30 anos de carreira.



Titane, Tizumba e Sérgio Pererê participam do programa Almanaque Brasil e se apresentam no Estúdio Musical Flávio Henrique. Veiculado na FM 100,9.


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Sites:

Site Oficial: http://www.titane.com.br
Youtube: https://www.youtube.com/user/titanemedia/
Facebook: https://www.facebook.com/oficialtitane/
Twitter: https://twitter.com/titane_oficial
Letras.mus: https://www.letras.mus.br/titane/
Vagalume: https://www.vagalume.com.br/titane/
Spotify: https://open.spotify.com/artist/1jfZuGNMap4MI1b2zsIh7c
Deezer: https://www.deezer.com/en/artist/6153960
Napster: https://br.napster.com/artist/titane
Caleidoscópio: http://www.caleidoscopio.art.br/titane/
Dicionário MPB:  http://dicionariompb.com.br/titane/
Last FM: https://www.last.fm/pt/music/Titane
Google Play: https://play.google.com/store/music/artist/Titane?id=A4av2cbnx72hzgh7ji27idc3tvm
soundcloud: https://soundcloud.com/titane-campo-das-vertentes

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Entrevista:



Entrevista de Titane ao jornalista Eduardo Tristão Girão. Publicada no Jornal Estado de Minas, caderno “Pensar”, no dia 27 de junho de 2009



No disco “Ana” você se cercou de novos compositores mineiros e novas tecnologias, além de recursos até então inéditos em shows seus. Que rumos a sua música está tomando? 

O “Ana” é um exercício de desprendimento. A transfiguração da música sempre existiu. Sempre que uma geração se apropria de uma obra clássica, promove uma releitura desta obra. O que as novas tecnologias fazem é permitir que estas novas versões se façam em quantidade e velocidade espantosas, quase instantâneas, antes mesmo que a versão original seja conhecida e assimilada por uma comunidade maior. Ou seja, a possibilidade da perda da autoralidade é real. 

Exemplificando: “Tirana da Rosa”, uma das canções mais importantes do meu repertório, aprendi com Frei Chico e Lira Marques, que aprenderam com alguém bem velhinho do Jequitinhonha, que aprendeu com seu avô que vivia em sabe-se lá que fim de mundo e, neste fim de mundo de sertão, cantando, certamente existiu alguém... de Portugal... e por aí vai. Cada um de nós tirou, colocou, reeditou, alterou coisas ao intuir sua versão. Mas, isto levou séculos, gerações. Minha versão é de 1992. Já ouvi arranjos corais, de cordas, e até de solistas, construídas a partir da minha gravação que tem alteração de melodia, de compassos e escolhas harmônicas muito particulares (feitas em colaboração com Gilvan de Oliveira). Talvez, os autores destas outras versões nem conheçam aquela que prá mim era o original, ou seja, a versão do povo do Jequitinhonha. 

Já em 2008, com o “Ana” (produzido por Renato Villaça) tudo é mais radical. A música já foi lançada na rede para download imediato e é logo apropriada por uma geração que copia, recorta, cola, envia, sem maiores pudores. Resolvi me lambuzar um pouco, entrar na confusão. E a tecnologia neste caso é fundamental. É o que permite a brincadeira. Gravamos lindos sons, lindas performances de instrumentistas e, mesmo assim, com a cumplicidade de todos, adulteramos tudo dentro da máquina. Vão nascendo timbres novos, freqüências e ruídos inesperados que são incorporados à música. Adoro. As músicas já podem ser baixadas. Vou disponibilizar daqui a pouco os ruídos, linhas de guitarras, fragmentos da minha voz. Sempre me ocupei das coisas que não conheço. Nunca me prendi ao já conquistado, ao feito já garantido. Minha música é minha forma de viver e sempre seguirá o rumo dos meus novos desejos. 

Você está ligada ao congado mineiro e, ao mesmo tempo, lida com jovens compositores e tecnologia. Como é feito o equilíbrio entre tradição e modernidade na sua carreira? 

Tradição e modernidade parecem coisas opostas. Mas, pelo menos dentro de mim, não são. Isto me parece mais uma falsa questão ou, no mínimo, uma contradição superada. Vivo, sinceramente, envolvida por uma simultaneidade de tempos, de culturas, de significados que chega a me sufocar. Chego a duvidar da existência de uma força gravitacional em meio a tantos fragmentos se movimentando em tantas direções. Minha carreira ganha com isto um público que, mesmo querendo se entreter, se divertir, quando me ouve, aciona o seu lado que é inquieto e curioso como eu. 

Qual é a sua relação com as gerações mais novas da música mineira? Quem admira? 

Para alegria e conforto do meu coração de artista, muitos importantes músicos, mais jovens que eu, conhecem meu trabalho de cabo a rabo, chegando ao nível dos pequenos detalhes. Os que vou citar não são os únicos grandes. Patrícia Ahmaral e Marina Machado, pela impulsão, pelo vigor técnico, pelo domínio de diferentes timbres vocais (mesmo que não plenamente utilizados em seus discos). Kristoff Silva, por quebrar barreiras entre a composição, o canto, a execução de instrumento, a performance de palco, a intuição e a alfabetização musical. Makely Ka, pelo domínio impressionante da palavra, pela coragem de expor o caos. Seu primeiro disco solo deve ocupar a primeira prateleira dos amantes do rock`in roll e compor o repertório de cantores de qualquer tendência musical. Vários instrumentistas, muitos promovendo uma revolução através de instrumentos tradicionais como a viola caipira e o acordeon. Cito a sanfoneira Cimara Fróis que cresce sempre. Sua performance faz lembrar a dos sanfoneiros dos catupés do congado de Oliveira. Para eles, sem o movimento (entenda-se dança), a sanfona não chacoalha apropriadamente. Temos jovens instrumentistas que garantem a qualidade da linhagem mineira (de Weber Lopes, Ivan Correa, Gilvan de Oliveira, Uakti, Neném). São emblemáticos o talento e a capacidade produtiva de Rafael Martini – para citar apenas um entre vários instrumentistas-arranjadores em atividade na cidade. Têm conhecimento da música popular brasileira e outras tantas músicas, dominam a escrita musical, arranjando para coro, orquestras, instrumentos preparados e outras formações inusitadas. 

Como vê e como explica o crescente interesse do público pelos tambores mineiros? Qual sua relação com esse fenômeno? 

Inevitável o envolvimento do público. O congado é nossa maior manifestação popular. Integro a geração que protagoniza um momento de reencontro da arte com suas matrizes ancestrais, religiosas. É polêmico, é delicado. Cada conquista é acompanhada de muitas perdas. Este assunto é longo, pertinente, merece muitas páginas de discussão. Desde o início de minha carreira em 80, vivencio esta questão. Produzi um disco em 86, gravado ao vivo pelos próprios congadeiros durante os rituais da Festa em Oliveira. Naquele momento, o disco pensado junto com eles só interessou às próprias comunidades. Nem governo, nem partido político progressista, nem Igreja, Movimento Negro, ninguém se interessava. Mais de 20 anos depois, quando Tizumba e o Tambolelê nos convocaram para o primeiro Mil Tambores, apesar de trabalhar muito pelo reconhecimento da presença do congado nas nossas vidas, confesso que me surpreendi ao ver 10 mil pessoas dançando exatamente como se deve dançar ao serem tomadas pelo “serra-abaixo”, batido complexo e maravilhoso de nossos moçambiqueiros. 

Quando e como o congado e as manifestações populares entraram em sua vida? Que importância tudo isto tem na sua música? 

Desde sempre. Mas fui uma criança que observava a Festa do Rosário à distância. Escondia atrás do portão para ver os negros de São Benedito passarem vestidos de roxo em frente ao meu jardim. Adulta, já cantando e morando longe de Oliveira, os tambores voltaram a minha memória e, por causa deles, voltei prá casa. Fui procurá-los e eles me guiaram por caminhos que davam um bom caso de psicanálise. Encontrei dentro da Festa parte da minha família. A história de meu pai, pro lado do meu avô, sempre me soou nebulosa, desconhecida, coisa evitada. Eram moçambiqueiros, e eu não sabia. Sou filha de um conflito. A sociedade escravocrata é mais recente do que se imagina e a psicologia humana evolui muito lentamente. As marcas, as evidências daquele tempo são fortes, são uma realidade. Sou mestiça e nenhuma mestiçagem se dá sem conflitos, agressões, injustiças, guerras. As piores são as interiorizadas. Descobri tudo isto e muito mais dentro da Festa do Rosário, sob a proteção dos tambores. Eles sempre estarão na minha música, em qualquer delas. Mesmo que invisíveis ao público, soando em compasso 6 x 8 dentro de mim. 

Você é casada com o dramaturgo João das Neves. Qual é a sua relação com o teatro? O teatro está presente de alguma forma na sua arte? 

Fui aluna de Klauss Vianna e ele me deixou em paz com minha forma de cantar. Ele me instrumentalizou, me fez desenvolver recursos corporais que sustentam e ampliam minha voz. E no meu jeito “klaussvianna”de cantar o corpo está constantemente em trabalho de abertura e desentupimento de canais de força e redirecionamento ósseo. Este esforço é muito expressivo. É mesmo muito dramático no sentido teatral da coisa! Talvez por isto, desde que li uma entrevista do João das Neves anos antes de conhecê-lo, me apaixonei pelo cara e achei que ele poderia me entender, me dirigir. Trabalhamos juntos, vivemos juntos. O teatro invadiu minha casa. Admiro os atores e acho que eles são capazes de coisas misteriosas que não tenho a mínima condição de vivenciar, de repetir... Vivo do palco, como eles, mas meu ponto de partida é sempre o do som, o da música, não o da representação, da palavra. 

Você começou em 1979, com o grupo Mambembe, certo? O que era ser artista naquela época e o que é ser artista hoje? 

Comecei no Mambembe que existia sob influência direta do PCdoB. Minha primeira fase como cantora foi em plena campanha da Anistia, com bombas, repertórios de shows censurados, apresentação para os sensores antes da estréia. Muito músico nos olhava dizendo que a gente não tinha futuro porque estava mais preocupado com política do que com música. O grupo, pela sua qualidade exatamente musical, me garantiu a entrada para a música pela porta da frente. Permaneci. Vieram anos de trabalho no interior de Minas, praticamente em praças públicas. O Vale do Jequitinhonha era e ainda é minha meca cultural. Eu já apostava na linguagem percussiva que invadiu o mundo nos anos 90, mas as rádios tocavam músicas “em inglês” ou os novos sucessos do novo rock brasileiro. A Inconfidência,“A Brasileiríssima” foi muito importante neste momento. O espaço nos jornais custou a chegar. Perdíamos fácil a matéria se existisse qualquer um outro cantor “de fora” cantando na cidade. Eu vivia entre os numerosos amigos dos Encontros Populares de Cultura que defendiam que a cultura não devia ser reduzida a linguagem artística e devia ser um ponto central de abordagem da sociedade. Na prática, significava que sindicatos e partidos políticos deveriam ter políticas culturais claras e que encontros culturais deveriam incorporar pessoas, grupos, artistas ou não, comunidades diversas, culturas distintas, sindicatos e associações diversas. Só a gente pensava assim. Tanto que foi este pensamento que me desligou do PCdoB, do qual fui militante um pequeno mas fértil período da minha vida. Quando subia no palco, me sentia muito sozinha. Tinha poucos músicos e parceiros artistas com quem pudesse dividir minhas ansiedades estéticas. Por isto, hoje, me sinto vivendo em um grande centro de criação, integrando um dia a dia movimentado de artistias. Minas mudou muito, o mundo mudou. Tudo se fragmentou e o futuro está em todos os lugares. Temos aqui estúdios, festivais internacionais, vídeo, danças, música, teatro, polêmicas leis de incentivo, profissionais diversos que cobrem as diferentes frentes da produção artística. Produzimos muito. Produziremos cada vez mais.

Com o disco “Inseto Raro” você excursionou por várias cidades da Europa. Como foi esta experiência? Há espaço para a música mineira no exterior? 

A Europa conhece e gosta da música brasileira. Mas é uma visão dos segmentos relacionados ao carnaval e à bossa nova, principalmente. Quando viajei pela primeira vez, ficou evidente o interesse deles pelo que fazíamos. Mostramos a eles um outro Brasil. Escreviam dizendo que era inventivo e espontâneo como tudo que é brasileiro, mas que tinha um trabalho técnico diferenciado. Na verdade, se interessavam também por nosso temperamento mais “misterioso”, com alguma introspeção e “melancolia” e harmônicamente sofisticado. Identificaram em nós uma alegria que não era exatamente a da euforia carnavalesca carioca. Faziam muitas perguntas tentando nos identificar. Nossas respostas nos situavam culturalmente, em Minas. Quando falávamos “Milton Nascimento, Toninho Horta”, eles começavam a nos categorizar, e nos entendíamos melhor. Cheguei cantando em eventos abertos de verão e no ano seguinte fui programada no outono, em teatros fechados. Nosso diferencial ficou claro e passei a não competir com os ídolos do carnaval baiano. Não tenho dúvidas do espaço que existe no mundo para a música produzida em Minas. 

Qual é o seu objetivo com a criação da Associação Campo das Vertentes? 

Garantir um espaço permanente de troca entre todos que querem experimentar o cotidiano da criação artística. Refiro-me a profissionais e não profissionais, iniciantes e gente em busca de aperfeiçoamento. Garantir também condições de trabalho mais condizentes que protejam a criação, o esforço daquele que escreve a partitura, faz a pesquisa do texto teatral, fica horas em sala de ensaio para construir um espetáculo. Em geral somos pagos apenas para apresentar um espetáculo. Os recursos dificilmente cobrem as horas de trabalho investidas na criação. Trabalhamos também com a crença de que o interior mineiro, o interior do país, precisa urgentemente se entender não apenas como guardião de culturas tradicionais, mas também como produtor de uma arte contemporânea. Realizamos cursos de formação artística geralmente integrados a uma experiência prática de montagem de espetáculos. Experimentamos procedimentos técnicos procurando estímulos, reflexões que permitam ao grupo permanecer mobilizado e ganhar autonomia mesmo após o encerramento da primeira etapa de trabalho coordenada por nós. Reforçamos o poder do individuo, alimentamos o direito inalienável à liberdade de expressão, apostando na força do processo coletivo. Existem dois trabalhos em circulação frutos deste processo. O primeiro estreou no Palácio das Artes. Chama-se “Titane e o Campo das Vertentes”, com participação de Sérgio Pererê e de dois grupos que surgiram dentro de nossas oficinas, hoje com vida autônoma, O Grupo Rosa dos Ventos e o Grupo dos Dez (que estreará seu primeiro espetáculo dias 1 e 2 de agosto no Festival de Musicais de Belo Horizonte). O outro é a peça teatral “A Santinha e os Congadeiros”, fruto de trabalho realizado em conjunto com as Irmandades de congado de Contagem, que estreou ano passado com o apoio decisivo da Prefeitura local e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. O elenco é composto apenas por membros de comunidades congadeiras que integraram nossas oficinas formatadas especialmente para eles. O texto é uma adaptação de João das Neves de um dos mitos fundadores do congado mineiro, que narra o encontro dos congadeiros com Nossa Senhora do Rosário. É lindo, muito popular, um auto de rua. Este elenco se prepara agora para dedicar-se à contação de histórias afro-mineiras em escolas públicas. Gostaríamos de ajudar a construir centros de produção artística no interior de Minas, com artistas e técnicos experientes formando músicos, atores, iluminadores, cenotécnicos. 

O que te vem a cabeça quando pensa na expressão música mineira? 

Uma música versátil produzida em quantidade e qualidade no estado de Minas Gerais, em franco diálogo com diferentes culturas do planeta. Sem eleger um segmento único de mercado, é também música autônoma, que existe independentemente de outras manifestações, a exemplo do carnaval. Cultivamos hoje uma linhagem especial de cantoras e cantores que trabalham em colaboração direta com instrumentistas, arranjadores e compositores de muita competência e personalidade musical. Nosso público, sempre crescente, cúmplice e fiel, existe à revelia da mídia de massas. Há muito somos referência musical para o mundo e temos tudo para ampliar definitivamente e em bloco nosso espaço no grande mercado da música, já aberto pelo Clube da Esquina, Uakti, Skank, Pato Fu, Jota 

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Uma resposta poética à tragédia de Mariana. Um espetáculo produzido pela Rede Minas que une música e reflexões sobre a atividade mineradora. As gravações foram realizadas na cidade de Congonhas, tendo como cenário de fundo o patrimônio cultural, material e imaterial, mas também as maiores mineradoras no Brasil em seu entorno. 

Em Paixão e Fé, especial produzido pela Rede Minas, o músico e compositor Túlio Mourão e a cantora Titane apresentam um repertório que retrata a violência da ação das grandes instituições em contraponto com a fragilidade e vulnerabilidade das regiões e minorias exploradas. O especial conta com depoimentos da poeta Adélia Prado, do jornalista João Paulo Cunha, da militante Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM)  Raiara Pires, do diretor de meio ambiente e saúde da União das Associações Comunitárias de Congonhas (Unaccon)  Sandoval de Souza, e do diretor do Museu de Congonhas Sérgio Rodrigo Reis. A direção do especial Paixão e Fé foi feita pela diretora de teatro Papoula Bicalho.

A Rede Minas promoveu a parceria entre os artistas, o Museu de Congonhas e a Fundação Municipal de Cultura, Lazer e Turismo (Fumcult). O projeto também contou com a colaboração fundamental da população da cidade mineira, tanto nas gravações das músicas como na produção do tapete de serragem, feito por artistas locais, e que retrata sua vegetação e fauna ameaçadas pela atividade das mineradoras.




Sobre Mariana/Brumadinho:

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



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Breve História

14/07/2015 - Este programa destaca Titane, uma das cantoras mais inventivas da música brasileira e uma das primeiras a construir uma sólida carreira associada à cultura popular. Com 30 anos de carreira, a cantora se destacou com obras que buscam mostrar a cultura brasileira em sua forma mais original, com seus cultos e rituais.





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https://www.revistaforum.com.br/titane-lanca-discografia-completa-em-plataformas-digitais/

Titane lança discografia completa em plataformas digitais
Ao todo serão disponibilizados seis álbuns que revelam as diferentes vertentes dos mais de 30 anos de carreira da cantora

Começa no dia 31 de agosto (sexta) a campanha “Titane Doce Música Guerreira”, que prevê lançamento nacional em plataformas digitais da discografia completa da cantora Titane. O primeiro trabalho a ser disponibilizado é o DVD do espetáculo “Titane e o Campo das Vertentes”, agora convertido em álbum virtual. As canções estarão nas plataformas Spotify, Deezer, Amazon, Apple Music, Youtube, Napster, Claro Música, Google Play. Em abril deste ano a artista também disponibilizou seu mais recente trabalho, “Titane Canta Elomar” (2018).

“Os CDs físicos, assim como os antigos LPs, ficam fora de catálogo rapidamente.  A distribuição digital abre a possibilidade de manter a obra em catálogo permanentemente. Fazer essa campanha de disponibilizar toda minha discografia me dá a oportunidade de observar tudo o que produzi, de poder olhar com distanciamento e perceber que produzi bastante nesses quase 40 anos. E que agora, essas gerações que não teriam acesso aos meus trabalhos mais antigos, poderão acompanhar esse percurso, compreender por onde caminham minhas escolhas artísticas. O digital vem como uma ferramenta para perpetuar essa memória musical”, afirma a artista.

De agosto a outubro de 2018 serão disponibilizados três álbuns lançados pela artista no século XXI. Já a partir de 2019, serão colocados, nas plataformas, três que datam do século XX, propondo ao público um mergulho em obras mais raras da cantora. Confira a sequência: 31 de agosto – “Titane e o Campo das Vertentes” (2012); 28 de setembro – “Sá Rainha” (2000); 26 de outubro – “ANA” (2008); 30 de janeiro de 2019 – “Inseto Raro” (1993); 22 de fevereiro – “Verão de 2001” (1990); 29 de março – “Titane” (1986).

Titane apareceu no cenário musical brasileiro no início da década de 1980, trabalhando na fronteira de gêneros, propondo diálogos e contrastes estéticos, algo raro e pioneiro para os padrões artísticos da época. De perfil artístico indomável, sempre se colocou em risco durante a pesquisa de um novo trabalho, com a intenção de se reinventar e de ventilar suas estratégias de criação. O caráter “híbrido” de sua arte, que veio a vigorar posteriormente na virada do século como uma característica da produção contemporânea, não tinha abertura em palcos e gravadoras. Do primeiro álbum em 1986, ao mais recente, em 2018, desvela-se uma inquietude que perpassa toda sua longeva carreira, que se engrandece como artista brasileira, de forma consistente, atuando por todo o país, mas mantendo-se radicada em Minas Gerais, seu estado de origem.

Por tudo isso, Titane pode ser considerada hoje uma referência na música popular brasileira com trabalho de repercussão internacional. Intérprete por excelência, faz parte da geração que renovou a MPB a partir dos anos 80. Amalgamando canções de domínio público, anônimos, compositores clássicos ou emergentes da música brasileira, a cantora lança mão de diferentes culturas musicais para criar, com segurança e personalidade, seu universo musical. Os mais de 30 anos de estrada são marcados por fortes parcerias e pelo primor estético.


Titane e Patrícia Ahmaral na TV Horizonte
(Patrícia Ahmaral em breve terá seu post aqui:-)













JR News Talentos: Titane
Heródoto Barbeiro recebeu Titane no programa Talentos, da Record News.


EM OFF, participação Titane



OS GRANDES NOMES - Consuelo de Paula e Titane
Mara Ferreira
The wind blows to the World - The beauty of Braziliam Music in the voice of Consuelo de Paula and Titane


Titane, Túlio Mourão e Bala de Troco - Arrumação - ep. 3
14/12/14 - No palco do Programa Arrumação, Saulo Laranjeira recebe Titane e Túlio Mourão, além da banda paulista de samba rock pop, Bala de Troco.


Programa Musicograma - Cantoras mineiras - Titane e Deia trancoso


Titane, Tizumba e Sérgio Pererê | Almanaque Brasil
No dia 2 de fevereiro, a nossa FM completou quatro décadas no ar do dial de Belo Horizonte, mas a comemoração ocorre durante todo o dia desta segunda-feira, 4 de fevereiro.

Titane, Tizumba e Sérgio Pererê participam do programa Almanaque Brasil e se apresentam no Estúdio Musical Flávio Henrique. Veiculado na FM 100,9.



Titane, Ronaldo Miranda e Emiliano Patarra no Metrópolis!


Thiago Delegado, Wagner Tiso e Titane - Especial Sesc Palladium - Noturno 



Pipira, por Titane e Tau Brasil - Sr. Brasil 06/10/2012


Titane no Palácio das Artes, em Belo Horizonte (MG) - 20/04/2010.


Amaranto canta Tirana da Rosa





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Outros posts do especial Bom gosto musical já postados:



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Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, propina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...





A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?



Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?


10 anos de Zeitgeist o documentário mais polêmico do 3° Milênio. (Projeto Vênus) 

Operação Satiagraha - Operação policial de maior relevância política até 2014.

O Oswaldinho está morando nos Estados Unidos, deve ser vizinho do Pateta!

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)


O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*


As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.



UniMérito - Assembleia Nacional Constituinte Popular e Ética - O Quarto Sistema do Mérito 

Jogos de poder - Tutorial montado pelo Justificando, os ex-Advogados Ativistas
MCC : Movimento Cidadão Comum - Cañotus - IAS: Instituto Aaron Swartz

TED / TEDx Talks - Minerando conhecimento humano




Mais desse assunto:

O que tenho contra banqueiros?! Operações Compromissadas/Rentismo acima da produção

Uma visão liberal sobre as grandes manifestações pelo país. (Os Oligopólios cartelizados)

PPPPPPPPP - Parceria Público/Privada entre Pilantras Poderosos para a Pilhagem do Patrimônio Público



As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

Foi o "Cirão da Massa" que popularizou o termo "Tattoo no toco"

A minha primeira vez com Maria Lúcia Fattorelli. E a sua?

As aventuras de uma premiada brasileira! (Episódio 2016: Contra o veto da Dilma!)  

A mídia é o 4° ou o 1° poder da república? (Caso Panair, CPI Times-Life)

O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado




Quem inventou o Brasil: Livro/Projeto de Franklin Martins (O ex-guerrilheiro ouve música)

Eugênio Aragão: Carta aberta a Rodrigo Janot (o caminho que o Ministério público vem trilhando)


Luiz Flávio Gomes e sua "Cleptocracia"



Comentários políticos com Bob Fernandes. 

Quem vamos invadir a seguir (2015) - Michel Moore


Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...

Melhores imagens do dia "Feliz sem Globo" (#felizsemglobo)

InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social



Sobre Propostas Legislativas:

Manifesto Projeto Brasil Nação

A PLS 204/2016, junto com a PEC 241-2016 vai nos transformar em Grécia e você aí preocupado com Cunha e Dilma?!

A PEC 55 (antiga PEC 241). Onde as máscaras caem.

Em conjunto CDH e CAE (Comissão de Direitos Humanos e Comissão de Assuntos Econômicos)

Sugestão inovadora, revolucionária, original e milagrosa para melhorar a trágica carga tributária brasileira.


Debates/Diálogos:

Debate sobre Banco Central e os rumos da economia brasileira...

Diálogo sobre como funciona a mídia Nacional - Histórias de Luiz Carlos Azenha e Roberto Requião.

Diálogo sobre Transparência X Obscuridade.

Plano Safra X Operações Compromissadas.

Eu acuso... Antes do que você pensa... Sem fazer alarde...talvez até já tenha acontecido...


Depoimento do Lula: "Nunca antes nesse país..." (O país da piada pronta)
(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)

Democratizando a mídia:

Entrevistas e mais entrevistas na TV 247


Entrevistas e depoimentos na TVT/DCM


Um ano do primeiro golpe de estado no Brasil no Terceiro Milênio.

Desastre em Mariana/MG - Diferenças na narrativa.

Quanto Vale a vida?!

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!


Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez

Resposta ao "Em defesa do PT" 

Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!



Questões de opinião:

Eduardo Cunha - Como o Brasil chegou a esse ponto?



Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?


Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.


CPI da Previdência


CPI da PBH Ativos


Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.


Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.


Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.



Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países? 


Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 


Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos


Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.


Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!


Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.



Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos 


Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K


A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!



Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 




Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 





Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo


Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)

Acompanhando a CPI do Futebol XIV - Mais sobre nosso legislativo do que nosso futebol



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I



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