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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Dedo na Ferida - Premiado Documentário de Sílvio Tendler




Nas véspera do anuncio dos indicados ao Oscar 2019, indico para vocês um premiado filme documentário brasileiro, de um premiado documentarista brasileiro Silvio Tendler.
Nos ajuda a entender aquela questão que eu, você, o Duplo Expresso e a premiada brasileira de nome Maria, tentamos entender:
sobre o porque o Brasil, um país que já foi a sexta(quase a quinta, hoje é a nona) maior economia capitalista do mundo é ao mesmo tempo a 75° pais no IDH (Índice de de desenvolvimento Humano). 







Dedo na Ferida


"Dedo na Ferida" trata do fim do estado de bem-estar social e da interrupção dos sonhos de uma vida melhor para todos em um cenário onde a lógica homicida do capital financeiro inviabiliza qualquer alternativa de justiça social. Milhões de pessoas peregrinam em busca de melhores condições de vida enquanto a perversão do capital só aspira a concentração da riqueza em poucas mãos. Neste cenário de tensões sociais, artistas e intelectuais lutam para transformar o mundo levantando temas como o fim dos direitos sociais, o desemprego, o mercado e o consumo. A arte se converte em ferramenta de mudança social provocando discussões que não interessam aos 1% mais ricos.

Entrevistamos o cineasta Costa-Gavras; Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia; Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil; os intelectuais Maria José Fariñas Dulce (Universidade Carlos III, Espanha) Boaventura de Sousa Santos (Universidade de Coimbra), entre outros.


Ficha Técnica:
Direção: Silvio Tendler
Produção Executiva: Ana Rosa Tendler Produção: Maycon Almeida
Assistente de Produção: Dayane Hamada Diretora Assistente: Lilia Souza Diniz
Roteiro: Silvio Tendler
Fotografia: Lúcio Kodato, Maycon Almeida, Tao Burity
Edição: Francisco Slade
Coordenação de Pós-Produção: Tao Burity
Assistente de Pós-Produção: Taynara Mello
Edição de Som e Mixagem: Alexandre Jardim
Videografismo: Renato Vilarouca e Rico Vilarouca


Festivais:


Melhor Filme Documentário Festival do Rio/2017

Seleção Oficial do Festival de Havana/2017

Melhor Filme Documentário - Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental/2018



Documentário Sílvio Tendler - Dedo na Ferida


Exibição e Bate-Papo sobre o Documentário Dedo Na Ferida



O cineasta Silvio Tendler consegue em seu último filme, "Dedo na Ferida", lançado em 2017, apresentar abertamente os motivos que impõem governos controlados pelo capital financeiro. O documentário foi exibido no dia 17 de janeiro de 2018 pela Secretaria de Política e Formação do SINDIPETRO-RJ, na sede do Sindicato, seguido de debate com a presença de Lilia Souza, que integra a equipe de produção do filme. Neste vídeo, te convidamos a assistir ao filme - disponível no Canal da Caliban Cinema e Conteúdo e reproduzimos o debate que aconteceu logo após a exibição do filme com a presença de pelo menos 35 pessoas e mediação do diretor do Sindicato e da FNP, Luiz Mário Nogueira Dias. Assista e compartilhe!

Vale destacar que "Dedo na Ferida" já conquistou os prêmios de Melhor Filme Documentário no Festival do Rio/2017; Seleção Oficial do Festival de Havana/2017 e Melhor Filme Documentário - Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental/2018.




Silvio Tendler no Voz Ativa
Cinema, política, sistema financeiro e imprensa em pauta no Voz Ativa com Silvio Tendler.



TUTAMÉIA entrevista cineasta Silvio Tendler



TUTAMÉIA entrevista professor Ladislau Dowbor



Silvio Tendler - O destino da democracia está muito em jogo nessas eleições
Silvio Tendler, mestre do documentário político e diretor do longa "Dedo na Ferida", que discute o capitalismo hoje no mundo.



Ana Borges Entrevista: Silvio Tendler
O cineasta Silvio Tendler passa por Nova Friburgo e exibe seu novo filme Dedo na Ferida no FriCine 2017. A jornalista Ana Borges, em entrevista exclusiva, conversou com o diretor sobre o ato de fazer documentários políticos hoje em dia.



Metrópolis | 21/06/2018
Neste programa, confira um filme entre as estreias, o documentário "Dedo na ferida". Além disso, nossa dica de quadrinhos da semana é um álbum do Marcello Quintanilha.



Programa Balaio de Gatos entrevista, Silvio Tendler



https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Cinema/O-dedo-na-ferida-do-mundo-e-do-Brasil-/59/38866


O dedo na ferida do mundo - e do Brasil
No filme de Silvio Tendler 'Dedo na Ferida', os protagonistas são Costa Gavras, Yanis Varoufakis, Celso Amorim, João Pedro Stédile, Paulo Nogueira Batista, Raquel Rolnik, Laura Carvalho e mais onze companheiros mostrando como as grandes corporações se tornaram governos sombra ao sequestrar o estado de bem estar e a justiça social


Por Léa Maria Aarão Reis  30/05/2018 19:08

"Tempos sombrios. O mundo se depara com a perda progressiva de direitos sociais e com o ressurgimento de movimentos de extrema-direita", ressalta a produção do documentário Dedo na Ferida*, de Silvio Tendler, que estreia  amanhã no Rio de Janeiro e, logo em seguida, em Brasília, São Paulo,  Fortaleza e Porto Alegre. Eleito pelo público como Melhor Documentário no Festival do Rio de 2017, participante da mostra competitiva do Festival de Havana, ano passado e Menção Especial no conceituado festival argentino FICIP, o Festival Internacional de Cinema Político, o filme de Tendler, um campeão de bilheteria de documentário brasileiro, discute o retrocesso ideológico a posições neoconservadoras e o empobrecimento da classe média pela falência dos Estados e pelo desemprego.

Sua proposta é mostrar como "grandes corporações, às vezes, detêm orçamentos mais robustos do que o de alguns Estados e atuam como um governo sombra, com políticas públicas que favorecem a maximização dos lucros".


Dedo na Ferida fala do fim do estado de bem-estar social em um cenário onde a lógica homicida do capital financeiro inviabiliza a justiça social.

"Neste momento, no Brasil", afirma Tendler, "a situação se agrava. A crise de desabastecimento que estamos vivendo é resultado da chave de rim que deram no Estado imobilizado diante da ganância desse capitalismo selvagem. Durante o processo de impeachment eles falavam em doze milhões de desempregados; hoje reconhecem 24 milhões. Os bancos já não sabem o que fazer com tanto dinheiro e o desgoverno é total".


Dois dos mais combativos atores da resistência política à ditadura do (des) governo atual do Brasil, o Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro e a Federação Interestadual de Engenheiros (Fisenge) são os produtores que permitiram ao diretor botar na rua mais esse, um dos 80 documentários de sua autoria.

O filme amplia a dimensão política. É um registro contundente do ambiente caótico  internacional criado pelas políticas ultra neoliberais dos grupos arquimilionários transnacionais que cooptaram a política em praticamente todos os cantos do planeta.

Em particular, o filme é o retrato do Brasil 2017/2018 no qual a luta de classes, que nunca deixou de existir, explodiu com violência destilando o ódio trancado no armário desde sempre e onde as máscaras das políticas neoliberais expuseram a realidade do protofascismo, da intolerância, safadeza e da mediocridade.

O documentário de Tendler e dos bravos engenheiros brasileiros põe o dedo na ferida do drama político, social e econômico vivido aqui e lá fora. Para intitular o seu trabalho, o diretor se apropriou da antiga e popular expressão utilizada pelo economista Paulo Nogueira Batista, um dos dezoito entrevistados.

No Festival do Rio, em setembro passado, Dedo na ferida ganhou o Troféu Redentor. Foi escolhido pelo Júri Popular o melhor documentário de longa metragem e saudado pelos espectadores, nas sessões lotadas, com gritos de 'bravo' No seu discurso de agradecimento, na ocasião, Silvio se referiu a Glauber Rocha. "Mais fortes são os poderes do povo", dizia o cineasta baiano.

Os poderes que valem.

Os entrevistados de Tendler são cientistas políticos, professores, economistas e escritores - do Brasil, da França, Espanha, Estados Unidos, Grécia e Itália. Eles participam do filme numa sequência ágil, mas mantida a consistência dos comentários e das suas observações por força da montagem segura e serena de Francisco Slade.

Às vezes, parecem estar conversando uns com os outros: Constantino Costa Gavras, David Harvey, Yanis Varoufakis, ex-ministro de Finanças da Grécia, Gianni Tognoni, do Tribunal Permanente dos Povos, na Itália; João Pedro Stédile, do MST, Keith Cattley, economista, empresário e co-roteirista, o ex-chanceler Celso Amorim, Guilherme Melo, da Unicamp e Paulo Nogueira Batista, ex-vice-presidente do Banco dos BRICS.

Também Lasdislau Dowbor, professor de economia da PUC/SP, a professora de Arquitetura e Urbanismo da USP Raquel Rolnik, Guilherme Boulos, do MTST e Boaventura de Sousa Santos, sociólogo da Universidade de Coimbra. E o brilhante sindicalista boliviano Oscar Oliveira, a professora de Filosofia e Direito Maria José Dulce, da Universidade de Madri, Laura Carvalho, professora de economia da USP e o jornalista Luiz Nassif.

Fazendo de fio condutor do filme ele traz para o Brasil a vida cotidiana com sua falta de perspectivas, a difícil rotina do podólogo Anderson Marinho, que sai de casa, em Japerí, município mais atrasado do estado do Rio de Janeiro, (menor índice de desenvolvimento humano, o IDH), às cinco da manhã e cerca de duas horas depois de penar em trem e metrô, desembarca em Copacabana, diariamente, para trabalhar na zona sul da cidade. Ele reforça, como um exemplo, as observações dos entrevistados teóricos, e reitera, com a sua existência, o abandono histórico da classe dos pobres, no Brasil: trabalhadores (os que ainda têm empregos, cada vez mais precários) e os da ralé, no dizer do professor Jessé Souza.

O diretor Constantino Costa Gavras, de Paris, abre a galeria de entrevistas. Vai direto ao ponto: a primeira religião é o dinheiro, ele diz. "Vivemos um período particular na história da humanidade que está negando o que foi feito antes, no plano social e no plano humano. Foi tudo anulado por grupos muito poderosos que dirigem a economia mundial em favor de seus acionistas e detêm a maior parte dos bens deste mundo".

Ao que a professora Maria José Dulce, em Madri, replica: o discurso da ideologia da austeridade econômica e da teoria do "temos que cortar para recuperar" é falso. "É uma mentira. Fala-se das políticas de austeridade econômica como se fosse algo técnico quando não é. É um projeto e plano ideológico que desemboca no aumento da desigualdade e na perda de direitos em retrocesso".

Varoufakis completa: "Há uma tentativa de botar o custo (das crises) nos ombros dos mais fracos, das populações das periferias européias. O resultado é o reerguimento das fronteiras, da misantropia, das cercas e do racismo".

A professora Laura Carvalho lembra: "A população é convencida que tem que se sacrificar e se comportar 'bem'. Dizem a ela: 'Não dá. Você não pode querer isto'".

Costa Gavras anota: "A classe média está sendo destruída. E o poder político é transferido para o poder dos endinheirados e para os bancos em especial, o que significa o começo do fim da democracia".


Início do reino dos governos sombra, como diz Tognoni. "Em Bruxelas, um exército permanente de lobistas garantem a continuidade de determinadas leis nas comissões de modo que os governos possam responder, direta ou indiretamente, às corporações".

Stédile faz coro: "E mesmo havendo voto, os direitos fundamentais - trabalho, escola, moradia, terra - não foram democratizados. Vedados esses direitos não existe democracia".

O sindicalista boliviano Oscar Oliveira também põe o seu dedo na ferida e sem anestesia: "O banco é um lugar de ladrões, um espaço no qual há pessoas pensando como podem ser cada vez mais ricas, como podem se apropriar dos nossos bens comuns, do nosso território, dos nossos recursos naturais. Eliminam a possibilidade de se construir vida. O banco é um lugar onde se fabrica dinheiro e introduz essa cadeia criminosa de consumismo no norte e de miséria no sul".

Varoufakis, Amorim, Nogueira Batista, Costa Gavras e  companheiros estão de acordo: as populações não têm mais o direito de definir os caminhos do seu país; eles já estão definidos a priori. A democracia não está mais autorizada a mudar políticas econômicas. A participação das corporações influencia os processos econômicos de uma nação. O capitalismo de hoje, por ser especulativo, é um 'capitalismo de cassino', segundo a professora Dulce, na Espanha.

Sobre o direito à moradia, a professora Rolnik, em São Paulo, arremata: "Nossas cidades se tornaram máquinas de produzir sem-tetos".

Quem põe o dedo na ferida original é Nogueira Batista, na entrevista que deu a Tendler pouco antes de deixar, forçado, o banco dos BRICS: "O dedo na ferida não foi colocado na crise de 2008, na financeirização que mostra a resiliência do poder financeiro: por isto ele passa por crises terríveis, mas sempre volta!".

Cobrindo a sua fala, as imagens de catadores de guimbas de cigarros nas ruas e o cartaz: "Somos gregos ou a Grécia é o Brasil?".

O documentário de Silvio Tendler é uma janela de ar aberta sobre um mundo apodrecido. Deve ser mostrado e discutido em universidades, sindicatos, seminários, debates, diretórios de estudantes, reuniões de partidos políticos e de movimentos sociais. Em todos os locais onde haja pessoas interessadas em lancetar a ferida, lutar e resistir ao oceano de mentiras e de desfaçatez como ocorre no Brasil atual supostamente governado (?) por quem não tem o que perder - exceto os foros privilegiados da justiça.

"Para não desvalorizar as ações da Petrobrás em Nova Iorque, para os acionistas não perderem dinheiro, nós cidadãos desembolsaremos cinco bilhões para repassar para um bando de espertos. Se estivéssemos em um Estado democrático a Petrobrás agiria de acordo com os interesses do país e não de acordo com os dos que especulam na bolsa de valores", acentua Tendler.

Ele termina o documentário com um comovente conjunto musical de Japerí tocando uma canção cujo refrão pede: "Vamos sonhar, gente".

Ainda será legítimo contar com o ''vamos sonhar'' do pessoal de Japerí.

Fazemos coro ao alerta do cineasta: "Mais que nunca é preciso sonhar. Baixar a guarda, jamais. Sem sonho não enfrentaremos a realidade".



https://rotacult.com.br/2017/09/silvio-tendler-lanca-documentario-dedo-na-ferida-no-festival-do-rio/

Silvio Tendler lança documentário, “Dedo na Ferida”, no Festival do Rio

No momento em que o mundo se depara com a perda progressiva de direitos sociais, rendidos aos interesses do sistema financeiro, Silvio Tendler vai direto ao ponto que atinge toda a sociedade, independente de posicionamento político, com o lançamento de “Dedo na Ferida”. O documentário, patrocinado pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro e a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros, selecionado para a mostra competitiva do Festival do Rio, traça um panorama do cenário contemporâneo com depoimentos de economistas que estão em ou que já estiveram em cargos importantes no mundo e pensadores respeitados.

Para traçar um paralelo entre essas análises e o cotidiano dos afetados pelos poderio econômico, Silvio usa como fio de ligação a viagem de trabalho de um podólogo que mora em Japeri – cidade que tem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado do Rio de Janeiro – até Copacabana, onde exerce sua profissão.

– O tempo de deslocamento dele todo dia é o tempo de uma sessão de cinema. É o tempo que ele não vai ao cinema. Enquanto ele vai de Japeri à Copacabana poderia estar assistindo ao filme. “Dedo na Ferida” discute uma sociedade na qual ele é um cidadão à margem, ele não tem uma conta no banco, ele não vai ao cinema, nem ao teatro. Não tem uma vida ativa, é um cara que trabalha para sustentar a família.

“Dedo na Ferida” discute o retrocesso ideológico a posições neoconservadoras pautado pelo empobrecimento da classe média, pela falência dos Estados e pelo desemprego. Examina de que forma o capitalismo deixou de ser produtivo para se tornar meramente especulativo, motivado pela aposta na geração de dinheiro fácil.“Dedo na Ferida” discute o retrocesso ideológico a posições neoconservadoras pautado pelo empobrecimento da classe média, pela falência dos Estados e pelo desemprego. Examina de que forma o capitalismo deixou de ser produtivo para se tornar meramente especulativo, motivado pela aposta na geração de dinheiro fácil.

O sistema financeiro, que deveria servir ao propósito de levar recursos dos setores superavitários para os deficitários interessados em investir em produção, abandonou o papel de “atravessador” e se assumiu como fim principal das transações econômicas. Os governos nacionais perdem autonomia e passam a lutar contra massas de capital que circulam livremente pelo globo. Grécia, Espanha, Portugal, Brasil e tantas outras nações veem seus destinos definidos pelos interesses da esfera financeira. Grandes corporações, que, por vezes, detém orçamentos mais robustos do que o de alguns Estados, atuam como um “governo sombra”, guiando políticas públicas que favorecem à maximização de seus lucros.Consideradas importantes demais para falir, grandes corporações envolvidas diretamente na crise que atingiu o sistema econômico internacional em 2008 não foram responsabilizadas pelo estrago causado na economia produtiva. Operando dentro da lei e socorridas com dinheiro público, seguem acumulando um capital volátil, transnacional, pouco produtivo e guardado em paraísos fiscais. E elas estão prontas para lucrar na próxima crise.

Entre os depoimentos da obra estão os de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia; Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil; Paulo Nogueira Batista Jr, vice-presidente dos banco dos Brics; o cineasta Costa-Gavras; os intelectuais Boaventura de Sousa Santos (Universidade de Coimbra, Portugal), David Harvey (University of New York, Estados Unidos) e Maria Jose? Farin?as Dulce (Universidade Carlos III, Espanha); os economistas Ladislau Dawbor (PUC-São Paulo), Guilherme Mello (Unicamp) e Laura Carvalho (USP), entre outros pensadores que interferem no mundo contemporâneo.




https://www.greenme.com.br/viver/arte-e-cultura/6763-dedo-na-ferida-documentario-silvio-tendler

DEDO NA FERIDA, DOCUMENTÁRIO DE SILVIO TENDLER VENCE GRANDE PRÊMIO NA MOSTRA ECOFALANTE
15/6/18
atualizado: 15/6/18 por Gisella Meneguelli

Se você gosta de cinema e nunca ouviu falar de Silvio Tendler, essa é a hora de você começar a mergulhar na cinematrografia desse premiado cineasta brasileiro.


Silvio Tendler ficou conhecido por filmar documentários sobre personalidades como Jango, Marighella, Milton Santos, JK, Castro Alves, dentre outros. Em 1981, ele fundou uma produtora especializada em biografias históricas de cunho social, a Caliban Produções. Durante a sua trajetória, consagrou-se como um dos maiores documentaristas do país.

Alguns de seus longas que merecem destaque e que você não pode deixar de ver são:

• Jango
• Castro Alves – Retrato Falado do Poeta
• Os Anos JK – Uma Trajetória Política
• Milton Santos, pensador do Brasil
• Glauber o Filme – Labirinto do Brasil

Mais uma vez o cineasta nos surpreende com outra grande obra: "Dedo na Ferida", que acaba de ganhar a Competição Latino-Americana da 7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. O documentário foi premiado com o troféu Ecofalante no dia 13 de junho, em São Paulo.

Na noite da premiação, Tendler disse que “Dedo na Ferida” destina-se a todas as pessoas, porque tem uma linguagem bastante clara, o que facilita a comunicação direta com diferentes públicos: “Acho que qualquer espectador que queira entender o mundo em que ele vive tem que assistir esse filme e discutir com os amigos”.

O documentário de 90 minutos trata do fim do estado de bem-estar social e da consequente ruptura de uma perspectiva de vida melhor ancorada na justiça social, devido à especulação do capital financeiro. Num cenário de tensões sociais, artistas e intelectuais tentam, através da arte, promover uma mudança social fomentando discussões que não interessam àquele 1% mais rico.

A Mostra Ecofalante
A Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental é considerada o festival audiovisual mais importante da América do Sul dedicado a temáticas socioambientais.


Este ano, o evento prestou homenagem a Chico Mendes, ambientalista, sindicalista e líder seringueiro assassinado, em 1988, em uma emboscada dentro de sua casa a mando de um grileiro de terras. Também foi promovida a retrospectiva Werner Herzog: Homem x Natureza, o que não deixa de ser, também, uma homenagem ao polêmico e instigante cineasta alemão. O festival contou, ainda, com sessão dedicada ao público infantil, seminários e oficinas sobre educação e cinema e debates sobre temas contemporâneos, como campo, cidades, povos e lugares, preservação e trabalho, consumo.

Confira, abaixo, a lista dos demais vencedores:

Competição Latino-Americana:
Dedo na Ferida (2017), Silvio Tendler
Prêmio do Público: Ser Tão Velho Cerrado (2018), André D'Elia

Menção Honrosa (Longas):
Estado de Exceção (2017), Jason O’Hara

Melhor Curta:
Abigail (2016), Isabel Penoni & Valentina Homem

Menções Honrosas (Curtas)
Berta Vive (2016), Kátia Lara
Sob a Pata do Boi (2018), Márcio Isensee e Sá

Melhor Filme do Concurso Curta Ecofalante (Estudantes):
Xavante: memória, cultura e resistência (2016), Gilson Costa - Universidade Federal do Mato

Prêmio do Público:
Xavante: memória, cultura e resistência (2016), Gilson Costa - Universidade Federal do Mato

Menção Honrosa (Estudantes):
Dos antigos aos filhos do amanhã (2017), Leonardo Gelio, PUC Rio de Janeiro

Agora é torcer para que "Dedo na Ferida" seja distribuído o mais rápido possível para que possamos logo vê-lo!


http://dowbor.org/2018/08/silvio-tendler-dedo-na-ferida-2018-1h30.html/


Silvio Tendler – Dedo na Ferida – 2018 – 1h30

Ladislau Dowbor > Bons Filmes > Silvio Tendler – Dedo na Ferida – 2018 – 1h30


Está disponível no youtube o documentário do Silvio Tendler, “O Dedo na Ferida”, sobre como o sistema financeiro nos explora e a generalização da agiotagem que navega nas novas tecnologias, no dinheiro virtual, no cartão de crédito no nosso bolso. O documentário traz entrevistas que incluem David Harvey, Boaventura de Souza Santos, Yánis Varoufákis, Costa-Gavras e outros na área internacional; e sobre a dinâmica brasileira, Paulo Nogueira Batista Jr., Guilherme Mello, Laura Carvalho, este que vos fala, entre outros. Aproveite e aprenda se divertindo.


https://www.papodecinema.com.br/filmes/dedo-na-ferida/



SINOPSE
Ao abordar o sistema financeiro e suas contradições, o documentário faz um questionamento a respeito de um dos principais discursos das autoridades financeiras: de que não podemos gastar mais do que arrecadamos. Através de diversas entrevistas, faz um panorama de como o capital pode influenciar a política e os governos.


CRÍTICA
A polifonia de Dedo na Ferida constrói uma retórica sólida. Ela dá conta da constatação alarmante do sistema financeiro como o grande vilão social contemporâneo. Recorrendo a especialistas, professores de economia e até ao cineasta grego Costa-Gavras, cuja obra combativa e engajada serve para lhe tornar, de toda maneira, uma espécie de autoridade, Silvio Tendler pretende expor os verdadeiros detentores do poder mundial. A produção cumpre com louvor a função de desmembrar conjunturas, revelando, por exemplo, o quão danosas podem ser a especulação e as transações escusas do mercado, e de que formas os conglomerados concentram recursos para suplantar as autoridades estatais, então tornadas reféns da esfera privada no mundo inteiro. Do ponto de vista cinematográfico, há, por um lado, o roteiro que consegue promover encadeamento satisfatório dos dados com a intenção de desnudar a conjuntura escondida pelos meios de comunicação, e, por outro, a reiteração de procedimentos, o engessamento do registro dos depoimentos, além de desperdícios pontuais.

Tendler mostra um morador de Japeri, município do estado do Rio de Janeiro, testemunhando enquanto se desloca de trem e metrô, num itinerário diário que dura praticamente duas horas por trecho até o trabalho no bairro de Copacabana. Ao invés de utilizar tal viagem, cujo viés extenuante deflagra bem as dificuldades cotidianas da parcela menos privilegiada da população, como linha-mestra, o realizador prefere o inverso, ou seja, torna-la apenas coadjuvante no desenho da trama. O essencial ao tecido narrativo do filme é a sucessão de falas dos homens e das mulheres de nacionalidades e, portanto, vivências distintas, que expõem a relação promíscua entre política e interesses particulares. É apresentado e comprovado, com números, o que promove o enriquecimento dos já abastados e o consequente empobrecimento dos necessitados, passando pela aniquilação crescente das classes médias. Dedo na Ferida lança mão de alguns recursos visuais, como as animações, na tentativa de tornar seu percurso menos cansativo. Mas o intento não é totalmente alcançado.

Dedo na Ferida se torna gradativamente pantanoso aos que não possuem bom interesse prévio na pauta. Embora reduza a imprescindibilidade do domínio do “economês”, linguagem que dá conta de fundos de investimento, aplicações, rentabilidades, riscos e demais particularidades da estrutura capitalista, mesmo assim o longa-metragem restringe determinados aprofundamentos aos iniciados nos pormenores mercadológicos, justamente por não depura-los. Tendler ensaia levar a discussão para outras áreas, amplia-la, como quando aborda a situação de um grupo teatral fluminense. Premiada em diversos festivais nacionais e internacionais, a trupe enfrenta severas dificuldades por falta de dinheiro. Porém, o cineasta logo devolve aos estudiosos o protagonismo do filme, subaproveitando a aproximação com a realidade que, por si, denuncia o descaso governamental com áreas essenciais, tais como a cultura. Em prol do acúmulo de dados – absolutamente relevantes, diga-se – há submissão a um esqueleto que permite somente circunstanciais fugas.

Dedo na Ferida é contundente e bem-sucedido como veículo de conhecimento. Todavia, falta-lhe o ímpeto de aproximar-se genuinamente da camada mais sofrida, a fim de transformar a frieza atrelada ao sistema financeiro em consequências práticas, bem como suficientemente claras. Próximo do encerramento, os depoentes oferecem alternativas ao domínio dos bancos, trazendo a experiência de instituições cooperativas responsáveis por atenuar uma hegemonia extremamente prejudicial à constituição de qualquer sociedade que almeje ser minimamente igualitária. Não falta opinião de gente renomada, pelo contrário, o que confere ao documentário uma autoridade valiosa quanto aos temas, sem a qual dificilmente teria semelhante impacto. Mas, o fluxo de materiais colocados à disposição do espectador frequentemente provoca uma sensação de cansaço, sobretudo em virtude da ausência de vigor da linguagem calcada mais na transparência e menos na invenção. Ao privilegiar o entendimento, lesiona-se outras possibilidades, ainda que a causa seja ótima.


https://guia.folha.uol.com.br/cinema/2018/06/documentario-dedo-na-ferida-mostra-poder-do-dinheiro.shtml



'Dedo na Ferida' é imperdível e deveria ser obrigatório nas escolas
Documentário de Silvio Tendler cumpre sua função de nos causar revolta


DEDO NA FERIDA
Quando Estreia nesta quinta (21)
Classificação não informada
Produção Brasil, 2017
Direção Silvio Tendler

Num dos textos que Inácio Araujo escreveu sobre "Tropas Estelares" (1997), a subestimada obra de Paul Verhoeven (que agora entrou na moda), o crítico da Folha falava em "espírito de recusa" para elogiar a sátira de ficção científica que o diretor holandês fez à globalização.

Pois é um forte espírito de recusa que move este "Dedo na Ferida", novo documentário de Silvio Tendler.


É um filme que tem tudo a ver com o mote do cineasta, destacado na página de sua produtora: "Faça do cinema uma arma de luta, uma arma de reflexão, uma arma de pensamento". E por isso deveria ser exibido em todas as escolas e universidades.

Procurando identificar de que modo o dinheiro passou a ser "a primeira religião", e de que modo as grandes corporações, sobretudo os bancos, dominam o mundo e relegam populações ao empobrecimento ou à miséria, o longa de Tendler é didático e contundente.

Por meio de entrevistas com economistas, professores, um presidenciável e até mesmo o cineasta Costa-Gavras, velho combatente do cinema engajado, o diretor tece sua rede de forma clara, construindo uma peça sólida de combate, um grande "não" à vilania do hipercapitalismo.

Há espaço também para gráficos didáticos, como o que nos informa que, de 2010 a 2015, a riqueza dos mais pobres diminuiu 38% e a fortuna dos mais ricos aumentou 45%. Ou seja, foi promovido o aumento da desigualdade social, passaporte para um mundo mais perigoso e violento.

O mecanismo é cruel. A crise faz com que os mais ricos do mundo ganhem muito dinheiro. Os assalariados, ao contrário, trabalham muito para ganhar trocados, tendo pouco tempo e energia para serem politizados.

"Dedo na Ferida", por seu discurso, é imperdível, e deveria mesmo ser obrigatório no currículo escolar. Mas é bom cinematograficamente?

A resposta é positiva. As imagens de arquivo são bem inseridas, o aspecto didático quase sempre funciona e o filme cumpre sua função de nos causar revolta.

Adota uma forma discreta e já muito batida, mas a desenvolve com bom senso de ritmo e tom.




https://oglobo.globo.com/rioshow/critica-dedo-na-ferida-22734126

Neste novo trabalho, Silvio Tendler se mostra bastante preciso. Aborda a concentração de poder econômico nas mãos de muito poucos, o lucro crescente dos bancos, num contexto em que a desigualdade social aumenta cada vez mais. A estrutura abrangente do documentário, que entrelaça planos diversos, não torna o resultado disperso. Ao contrário, o filme soa algo repetitivo em certos momentos ao reiterar as consequências da radicalização do sistema capitalista. Seja como for, Tendler cumpre o que promete no título: coloca o dedo na ferida.



O diretor expõe o quadro de crise aguda por meio de entrevistas com personalidades artísticas (o cineasta Costa-Gavras) e políticas (os ex-ministros Celso Amorim e Yanis Varoufakis), além de economistas e professores. Não permanece, porém, em distante esfera analítica. Revela a realidade de Anderson em seu longo trajeto diário de casa — em Japeri, região com o pior índice de desenvolvimento humano do Estado do Rio de Janeiro, mas onde está sediado um destacado grupo de teatro, o Código, que, evidentemente, enfrenta enormes dificuldades para sobreviver — até o emprego — em Copacabana. E também registra pessoas em situação de abandono nas ruas da cidade.

No campo formal, Tendler demonstra preocupação em dinamizar as imagens, realçadas pela voz em off de Eduardo Tornaghi, ao não se restringir à apresentação de uma sucessão de depoimentos. A contundência do painel descortinado na tela sensibilizou o público no Festival do Rio de 2017: o documentário ganhou o prêmio do júri popular na Première Brasil. Responsável por realizações marcantes — “Os anos JK” (1981), “Jango” (1984) e “Glauber o filme, labirinto do Brasil” (2003) —, Tendler segue contribuindo com uma importante função informativa ao manter fidelidade a um cinema pautado por apuração consistente.


https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2018/06/silvio-tendler-ampliou-discurso-historico-do-cinema-brasileiro.shtml


Silvio Tendler ampliou discurso histórico do cinema brasileiro
Documentarista completa 50 anos de atividade e estreia nesta quinta (21) 'Dedo na Ferida'


O cineasta Silvio Tendler, em foto de 2013 - Zulmairir Rocha - 9.out.2013/UOL

Silvio Tendler completa meio século de atividade como um dos mais marcantes e prolíficos documentaristas da história do cinema brasileiro.

Infelizmente, seu gesto fílmico inaugural, uma entrevista em 1968 com o líder da Revolta da Chibata, o "almirante negro" João Cândido (1880-1969), nem chegou a se tornar filme, pois seus negativos foram queimados em 1969 a partir do recrudescimento da repressão pela ditadura militar.

'Dedo na Ferida'

A obra de Tendler foi fundamental para a afirmação do documentário de longa-metragem no Brasil, duas décadas antes da consolidação do formato em novo patamar com a eclosão da revolução digital na década de 1990.

Após retornar em 1976 ao país, depois de passar por Chile e França, Tendler fez em oito anos três filmes de imenso impacto: "Os Anos JK - Uma Trajetória Política" (1980), "O Mundo Mágico dos Trapalhões" (1981) e "Jango" (1984).

Por um lado, o trio demonstrou a existência de um público para produções não ficcionais brasileiras --chegou a alcançar 1 milhão de espectadores em salas. Simbolicamente, Tendler antecipou aqui em quase uma década o papel de desbravador do mercado representado por Michael Moore nos EUA com "Roger & Me" em 1989.

Por outro, ainda em plena ditadura, seus documentários iniciais ampliaram corajosamente o discurso histórico do cinema brasileiro. "Os Anos JK" apresentavam um balanço positivo do mais bem-sucedido governo democrático do período 1945-1964, celebrando uma personagem maldita para os militares.

"Jango", por sua vez, a um só tempo recuperava para as novas gerações o processo de deposição do último presidente civil daquele ciclo democrático, João Goulart, e homenageava o líder trabalhista falecido no exílio.

Já "O Mundo Mágico dos Trapalhões" ousava retratar em filme o mais popular quarteto humorístico da história de nossa TV e de nosso cinema, numa época de rígidas hierarquias culturais.

Formado assumidamente tendo por mentores um triunvirato de documentaristas socialistas formado por Chris Marker, Joris Ivens e Santiago Alvarez, Tendler desenvolveu uma variada filmografia, estruturada de maneira geral a partir de narrações em off, depoimentos inéditos e materiais de arquivo. São mais de 70 títulos, entre longas, médias e curtas-metragens, além de produções para a televisão.

Grosso modo, sua produção se divide entre retratos históricos e ensaios militantes.

Os primeiros buscam sempre uma visão orgânica entre o personagem e sua circunstância histórica: políticos como Carlos Marighella e Tancredo Neves, poetas como Castro Alves (com inédita pegada ficcional) e Ferreira Gullar, cientistas sociais como Josué de Castro e Milton Santos, cineastas como Glauber Rocha e, em pré-produção, o cubano Santiago Alvarez.

A vereda do ensaísmo crítico impôs-se sobretudo a partir de meados da década passada, tendo por vetor temático a denúncia do capitalismo globalizado: as duas partes do ecológico "O Veneno Está na Mesa" (2011 e 2014), "Privatizações: A Distopia do Capital" (2014), "Dedo na Ferida", lançado nesta quinta (21) em São Paulo, sobre a radicalização mundial das desigualdades sob o império contemporâneo do capital financeiro.

Cinquenta anos passados, Tendler anuncia agora, aos 68 anos, uma guinada autobiográfica, com a produção de "Nas Asas da PanAm".

Nenhum surpresa: esta já se anunciava em duas obras mais filosóficas de sua filmografia recente, "Utopia e Barbárie" (2009) e o ainda inédito "Alma Imoral", uma jornada global pelo existencialismo judaico guiada pelo rabino Nilton Bonder. É chegada a hora de o homem da câmera voltá-la para si mesmo.


"Que nem visita", musica 'Dedo na ferida' (2018), documentário Silvio Tendler



Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, propina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...




A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?



Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?




A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)


O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*


As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.



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A PLS 204/2016, junto com a PEC 241-2016 vai nos transformar em Grécia e você aí preocupado com Cunha e Dilma?!

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(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)

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CPI da Previdência


CPI da PBH Ativos


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Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.



Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!


Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.



Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos 



Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K


A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!



Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 




Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 





Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo



Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)

Acompanhando a CPI do Futebol XIV - Mais sobre nosso legislativo do que nosso futebol



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I