Magazine Luiza

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Sugestão inovadora, revolucionária, original e milagrosa para melhorar a trágica carga tributária brasileira.

Sugestão para melhorar a carga tributária brasileira.
A carga tributária brasileira é altíssima. Segundo o instituto Millenium é a maior da América Latina 
(http://www.institutomillenium.org.br/blog/brasil-tem-maior-carga-tributria-da-amrica-latina/)
Em % do PIB é comparável com boa parte das economias parecidas com a nossa,
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_carga_tribut%C3%A1ria

E olhando para esse estudo do IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento e tributação, nesses 31 anos seguidos de governos civis a carga tributária saiu de 22,39% em 1986 para 35,42%. do PIB.




E esse estudo feito pela OCDE mostra que na América Latina o Brasil e Argentina revezam-se na posição de primeiro no Ranking da maior carga tributária do continente. Dados de 1990-2010.




Os dados são até 2010, recentemente a Argentina nos ultrapassou
(http://www.metrojornal.com.br/nacional/economia/carga-tributaria-brasileira-e-a-2a-maior-da-america-latina-58666)

E sobre esse estudo da OCDE vou fazer um comentário no final do Post, depois que eu expor toda a minha proposta.

Esse resultado final é apenas a resultantes de uma altíssima e insana carga tributária e uma cultura hiper-sonegadora que existe na população brasileira, desse o mais simples trabalhador que compra recibos médicos para diminuir o imposto de renda no final do ano, passa pelos empresários que preferem não crescer(ou simular que não cresceu) para não ter que subir o grau do seu simples/super simples, aqueles comerciantes que emitem nota fiscal com 1/3 do preço correto (não vai aí nenhuma indireta a político tucano) para pagar menos ICMS, oferecem o mesmo serviço com dois preços diferentes: um se for com nota e outro menor se for sem nota, chegando até as mais elaboradas contabilidades criativas utilizando ágio interno como escancarado na CPI do CARF
(Acompanhando a Operação Zelotes XXI (CPI do CARF II): Entrando no mérito da questão: Ágio Interno.
Acompanhando a Operação Zelotes XXIII (CPI do CARF II): Quem faz/fez contabilidade criativa no Brasil?!).

A sonegação fiscal existe e é apenas instinto de sobrevivência. Pois da forma que está planejada (planejada?!) nenhuma empresa, do menor bar da esquina até a maior multinacional existente, nenhuma sobreviveria pagando todos os impostos regulares definidos em lei no país.  Se magicamente acabássemos com toda a sonegação existente no Brasil, imagine para onde iria chegar esse número % da carga tributária/PIB?

Será que passaria dos 100%?! 

Uma verdadeira tragédia!

Outro problema da nossa carga tributária é a alta regressividade(ou baixa progressividade), o que significa que os que possuem mais condições pagam menos impostos proporcionais a sua renda e os que possuem menos condições pagam mais, problema esse que já tinha tratado nesse post: Olha só o que a universidade de Brasilia está ensinando!... 
E que mostra esse estudo do IPEA( Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada):
Considerando a média mundial, o Brasil está muito abaixo considerando os impostos sobre a renda e muito acima considerando os impostos sobre o consumo, como mostra essa reportagem do jornal Nexo:
https://www.nexojornal.com.br/grafico/2016/06/13/Como-%C3%A9-composta-a-carga-tribut%C3%A1ria-de-diferentes-pa%C3%ADses
Gosto dessa imagem no Estudo do IPEA que mostra como compõe a renda final de um cidadão qualquer,
diferenciando "Renda Original", "Renda Inicial", "Renda Disponível", "Renda pós Tributação" e "Renda Final".

O Problema da falta de progressividade da tributação Brasileira é o excesso dos impostos indiretos (sobre o consumo entre a "Renda Disponível" e a "Renda pós Tributação") tendo menor predominância os impostos diretos (entre a  "Renda Inicial" e a "Renda Disponível" ).


As leis que definem essa carga tributária toda chegou nesse nível absurdo não foi à toa. Vários fatores: 

* A  cultura hiper-sonegadora dos cidadãos brasileiros (Veja aqui)

combinado com 

* Os muitos direitos a serem entregar para a população definido na constituição de 1988 (Veja aqui)

Combinado com

* O alto endividamento herdado do milagre do crescimento brasileiro na ditadura militar (Veja aqui)

combinado com 

*A ação dos assassinos econômicos norte–americano que deixou ao estado brasileiro uma buraco muito grande (Veja aqui)

Tudo isso tem que ser coberto por uma alta carga tributária. 
E que para sobreviver as empresas sonegam...
É um ciclo vicioso que tem que ser quebrado.



Precisamos de uma reforma tributária ampla, mas enquanto isso não vem, vamos de pouco em pouco, arremedo a arremedo, aumentando um pouquinho todo ano. Ao invés de uma ampla e planejada reforma tributária seguimos alterando a conta-gotas gerando um quadro tributário complexo e nada funcional.



Darei aqui uma ideia inovadora para quebrar esse ciclo vicioso, um caminho para realizar a reforma tributária séria com uma transição tranquila e que ao final diminua a sonegação, diminua a carga tributária, aumente a progressividade e justiça dos tributos cobrados e ainda faça o milagre de aumentar a arrecadação.


Vamos lá. Vou começar com a parte ruim da história. Aumentar a progressividade, justiça e arrecadação não tem outra forma a não ser fortalecer os impostos progressivos como imposto de renda, imposto sobre lucro líquido e o finado CPMF, que na minha ideia deixa de ser CP(contribuição provisória) para virar I (Imposto): IMF: Imposto sobre as movimentações financeiras. 

Esse imposto é importante porque cobra mais de quem movimenta mais, cobra menos de quem movimenta menos,  é um valor importante de arrecadação  ( quando ele foi instinto estava na casa de 80 bilhões ) e é  também uma importante arma fiscalizadora contra os sonegadores.
O imposto de renda hoje tem um teto máximo de 27.5% na minha ideia eu iria criar mais duas alíquotas de 35% e 45% para aqueles que tiveram rendas anual acima de R$1.000.000,00 e R$10.000.000,00 respectivamente.
E o imposto sobre lucro líquido das pessoas jurídicas iria ter exatamente as mesmas alíquotas das pessoas físicas, portanto no final do ano não importaria se a pessoa é física ou jurídica, o imposto que ele vai pagar, seja imposto de renda ou sobre lucro líquido será o mesmo.


Porra !! Você me enganou com o título: falou que a idéia seria inovadora e revolucionária
E você vem com mais do mesmo... 
ideia de aumentar alíquotas e voltar com a CPMF tem aos montes e por todos os lados... 
Não tem nada de inovador nisso!!!


Calma... eu falei que iria começar com a parte ruim da história. 
A parte boa começa agora é ela é a parte revolucionária da minha ideia.
Eu iria acrescentar um novo desconto para o imposto de renda e o imposto sobre lucro líquido onde pessoas físicas ou jurídicas podem abater até 75% do valor a pagar no fim do ano.
Hummm 75% não... melhor: um desconto à ser aplicado após todo o cálculo do valor a pagar no fim de ano no teto máximo de 80% do valor a pagar.
De tal forma que o PJ que hoje paga 100, vou triplicar a alíquota ele passa a ter que pagar 300, mas se ele usar o teto do novo revolucionário e inovador desconto de 80% ele passa a ter que pagar 60. 
Portanto uma diminuição de 40% do que se paga hoje.


A ideia começou a melhorar?
Então agora a ideia:
Pessoa jurídica e pessoa física poderão descontar no imposto de renda e imposto sobre lucro líquido ao final de ano 100% dos outros impostos pagos durante o ano inteiro. Contando IPTU, IPVA, ICMS, PIS, COFINS, todo o imposto incidente na folha de pagamento, o CPMF que passará a ser IMF; impostos sobre circulação de mercadoria e serviços. 

Toda carga tributaria que se pagar durante o ano será como se fosse um adiantamento do que seria pago no final do ano.
Estariam excluídos do desconto somente o próprio imposto de renda (ou imposto sobre lucro liquido) e pagamentos atrasado de impostos cujo vencimento seria em exercício anteriores, para não premiar os atrasados. Só valem impostos pagos no exercício atual cujo vencimento seria nesse exercício, ficando de fora portanto qualquer Refis ou outro refinanciamento qualquer da dívida ativa.
Qual é o pulo do gato?  

O pulo do gato é que aquela pessoa física ou jurídica que passa o ano inteiro de forma pensada através do planejamento tributário ou se forma deliberada sonegando o imposto mesmo, no final do ano vai perder todo o trabalho feito para pagar menos impostos pois o desconto será menor e o aumento da alíquota(de 15% para 45% ) vai pega-los em cheio.
O objetivo dessa ideia inovadora será: 
A alíquota do imposto de renda e sobre lucro líquido só aumentará efetivamente para aqueles contribuintes que não contribuem.
A alíquota do imposto de renda e sobre lucro líquido irá diminuir efetivamente para aqueles contribuintes que contribuem regularmente.

O imposto no final do ano vai corrigir o que foi feito durante o ano.

Exemplo prático fictício.
Imaginemos 4 empresas de áreas diferentes porém com o mesmo faturamento: 
as quatro terminam o ano com lucro líquido de R$10.000.000,00 para que eu exemplifiquei o caso de maior aumento de alíquota da minha proposta:
Empresa A, B, C, e D. As quatro tem Lucro Liquido R$10.000.000,00. Hoje pagam 15% de imposto portanto ao final do ano pagam: R$ 1.500.000,00. Com o aumento da alíquota na minha proposta passarão a pagar R$ 4.500.000,00.
Três vezes mais. Sem considerar os desconto mágico e inovador.
80% de R$4.500.000,00 dá R$3.600.000,00. Esse é o teto máximo do mágico desconto. Portanto o mínimo que elas pagariam seria R$900.000,00. 40% a menos do que é hoje.
Mas vamos aplicar o mágico desconto caso a caso:

A empresa A possui uma contabilidade competentíssima recolhe todos os impostos direitinho, e não tem nenhum interesse em alterar o rumo dos negócios com o objetivo de diminuir a carga tributária. O foco é o seu negócio, o que tiver que ser pago ao estado será.
Somando o que foi pago no exercício do novo IMF, os encargos da folha, os repasses de impostos de circulação de mercadorias e serviços e todos os outros essa empresa acumulou no exercício vigente o pagamento de R$ 3.700.000,00 de impostos. Como ele pode deduzir até 80% do a pagar do lucro líquido então a empresa paga apenas R$900.000,00 de imposto sobre lucro líquido. O mínimo para o lucro que obteve no ano. 20% de 45% que dá somente 9% do lucro do ano.

A empresa B não tem uma contabilidade tão competente, não quer agir errado, mas simplesmente não tem competência e/ou conhecimento  e/ou atualização necessária para acompanhar as leis; além de não ter o controle corretos para realizar os pagamentos a tempo e no valor correto deixando para pagar atrasado parte do que deveria ser pago esse ano. A empresa B acumulou assim R$3.100.000,00 de impostos pagos durante o ano. Como essa não ultrapassou o limite máximo de desconto ela utiliza todo o valor para deduzir no a pagar no fim do ano: paga assim R$1.400.000,00 no fim do ano. Menos do que pagaria se fosse com as regras atuais.
A empresa C é um pouco diferente. Ela tem um departamento de contabilidade  que além de ser competentíssima tem a ordem explícita e direta para realizar o chamado planejamento tributário. São contadores e advogados especialistas em descobrir o que a empresa tem que realizar para legalmente pagar menos impostos. A competente equipe de contabilidade faz a empresa pagar apenas R$2.200.000,00 nesse exercício. Esse valor iria ser totalmente deduzida no ISLL e ele pagaria no fim do ano R2.300.000,00. Essa aí o aumento da alíquota pesou mais do que o mágico desconto e ela teria que pagar mais de 50% do que pagaria nas regras atuais.
A empresa D é diferente dessas três. Com o mesmo objetivo da empresa C de pagar menos impostos possível, essa empresa utiliza subterfúgios ilegais para a sonegação, como emitir nota com 1/3 do valor real pago à mercadoria ou serviços; Paga por fora seus funcionários para diminuir o imposto sobre a folha de pagamento; movimenta parte do seu capital de giro em bancos suíços para ocultar capitais: possui uma empresa aberta em um país que é paraíso fiscal( no Panama por exemplo) essa empresa compra produto ou serviço dela mesma por valores baixíssimo e revende também para si próprio no Brasil com valores altíssimo dando prejuízo à empresa brasileira e lucro para a empresa em paraísos fiscal; tem preços diferenciados para um mesmo serviço realizado o menor preço desde que n o serviço seja executado sem nota. Essa empresa acumulou durante o exercício o pagamento de R$1.300.000,00 no ano. Vai pagar no fim do ano R$3.200.000,00. Um aumento de mais de 100% do que pagaria com as regras atuais.
Empresa A: R$ 900.000,00
Empresa B: R$ 1.400.000,00

Empresa C: R$ 2.300.000,00
Empresa D: R$ 3.200.000,00

Perceberam que o pulo do gato é dividir mais a carga tributária entre os contribuintes? 
Aquele que pagou menos durante o ano paga mais no fim do ano e vice-versa.
Empresas do mesmo porte passarão a pagar praticamente o mesmo imposto no ano independente de sua organização interna de funcionamento.
Importante 1: A dedução só será aplicada para as empresas que quitarem seu imposto com no máximo 1 mês de atraso. Qualquer uma delas que perder o prazo de pagamento com desconto terá que pagar os R$4.500.000,00 originais sem o mágico, inovador e colossal desconto! 
E seria proibido, expressamente e terminantemente proibido revogar essa regra de ouro. 
Pagou em dia tem desconto milionário. 
Deixou para pagar depois perdeu os milhões de desconto sem a chance de recupera-los.
Dessa forma, com o tempo, aqueles 2 trilhões ( R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?) que estão marcados para serem recebidos no dia de São nunca, um dia irá acabar–se. Ninguém vai querer perder esse desconto monstruoso.
E o melhor: A empresa vai fazer as contas e perceber que é melhor utilizar seu tempo, competência e criatividade para melhorar seus processos internos ou produtividade ou marketing ao invés de esforçar–se para sonegar impostos e pagar tudo que sonegou no final do ano.  

Com o tempo a cultura de sonegação vai diminuindo...
Outra coisa importantíssima: 

Importante 2: O desconto do imposto não será declarado ou calculado pelo contribuinte e sim calculado pela receita federal. Acabou o ano a receita calcula e divulga o valor máximo de desconto que cada CPF ou CNPJ terá baseado tão somente nos pagamentos feitos no ano passado. Pessoas ou empresas terão até 1 mês para reclamar algum erro que por ventura possa ter tido, mas fora erros de fato o valor do desconto quem informará será a receita federal.
Com essa ideia funcionando a melhor estratégia dos auditores fiscais é usar todas suas equipes para fiscalizar tão somente esses dois impostos. Toda empresa teria pelo menos uma visita anual de Um auditor fiscal que irá estudar e conferir a documentação contábil. Uma visita anual agendada e transparente sem essa coisa de chegar de surpresa para pegar o sonegador com a boca na botija. O estado não pode funcionar na desconfiança. Ele vai confiar no contribuinte e agir com ele na maior transparência e correção possível.  Só assim,  na base da confiança e respeito mútuo, baseado tão somente nas regras e leis vigentes é que o estado vai poder ter a moral necessária para cobrar a regra igual para todos.


Já convenci?

Tem mais uma vantagem. Com o passar dos anos a transição da reforma tributária de cada vez mais tributar renda e patrimônio ao invés do consumo será mais fácil, menos traumática porque qualquer renúncia de alíquota será parcialmente compensada com a diminuição do desconto mágico.
Liberdade para que a reforma tributária seja feita a conta-gotas como tem sido feita desde 88.
Vai diminuir aqueles Lobistas pedindo isenção de impostos para o setor A ou B, porque a isenção de impostos qualquer vai ser anulado no final do ano.
E vamos poder fazer a reforma tributária planejada com uma transição tranquila e sem pressões.


A Carga tributária é alta e concentrada?
Essa proposta tem como mérito desconcentrar a carga tributária.

Se você diz que paga muito imposto e paga mesmo, então você deveria levantar a bandeira porque vai diminuir a carga tributária para o seu lado.

Se você diz que paga muito imposto e está dizendo isso pelos outros porque você sonega mesmo, então você deveria calar a boca seu hipócrita e deixar que nós melhoremos o Brasil, seu criminoso! 
Sonegação é crime! Auto-defesa é o cara!h*!







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Sobre o Estudo da OCDE que coloquei na introdução do Post com Dados de 1990-2010.
Percebam qual é o país com a menor carga tributária.
Venezuela...

Venezuela?!...

Pois é... Venezuela! Aquele país fedorento que não tem nem papel higiênico! (Sic)
(Notícia Globo - Notícia InfoMoney)

Tem uma galera aí que me enchia muito o saco, mas que desde o dia que eu dei o prazo a eles de 150 anos para construir um hospital lá em Melgaço (veja aqui) eles largaram do meu pé...

Para eles a América latina só tem dois países: Cuba e Venezuela  e eles vivem ameaçando com a frase: o Brasil pode tornar – se uma Venezuela/Cuba. (70% das vezes eles falam Cuba, 30% Venezuela).

Eu não quero que o Brasil vire Cuba e nem Venezuela.

Essa mesma turminha defende que a carga tributária do país deveria ser a menor possível, pois assim a mão mágica do mercado resolverá todos os problemas.

A carga tributária da Venezuela é 13%, quais os problemas que foram resolvidos por lá ?!

Pera aí!!

Eu olhei uma tabela que você mostrou hoje e tem uma coisa que não bate!
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_carga_tribut%C3%A1ria

A carga tributária da Venezuela é 35% do PIB segundo a heritage.org é 35% do PIB!!

Qual é a incongruência?!

Está no asterisco do estudo da OCDE:
* Nos dados da CEPAL e do CIAT, taxas cobradas sobre a produção de hidrocarbonetos são
tratadas como receitas não tribtarias.

Basicamente eles estão desconsiderando o que a exploração do Petróleo gera de renda ao governo do país. E se você entendeu o estudo da OCDE o foco não é o estado como arrecadador e sim a carga tributária como pressão para a sociedade. Explorando o Petróleo o governo Venezuelano mantem o welfare state de sua população ser sobrecarrega-los com alta carga tributária.

Qual o problema disso?

Se a mão mágica do mercado faz o preço do barril de petróleo ser U$120,00 o país bomba.
Se a mão mágica do mercado faz o preço do barril de petróleo cair para U$40,00 a diferença entre importações/exportações explode e a economia vai no buraco.

E é muito arriscado ficar nas mãos mágicas do mercado livre (que se diz sediado na escola austríaca, mas na verdade sua sede é nos States); afinal o preço do barril de petróleo é um preço bem sensível e controlado pela mão mágica do mercado livre como conta  o engenheiro Paulo Metri fica por aí dando entrevistas e falando do assunto, claro só onde lhe dão voz...

http://cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FPolitica%2FO-petroleo-a-Petrobras-e-a-geopolitica-Entrevista-com-Paulo-Metri-%2F4%2F32822

Ele tem blog:http://paulometri.blogspot.com.br/

Desde os anos 60 a mão mágica do mercado livre já perceberam que fica mais fácil e barato
infiltrar-se no pacto das elites do país alvo do que invadi-los com tanques e aviões...
Isto já está confessado e bem explicado pelo John Perkins(http://goo.gl/Fuduj2) de forma bem detalhada, afinal foi isso que ele fez por 30 anos em sua vida profissional.


Aqui no Brasil a Petrobrás sofre da mesma dependência de exportação de petróleo bruto que sofre a Venezuela.

Agora, o Brasil é inteligente e suficiente para fazer a Petrobrás sobreviver com o preço do petróleo nesse patamar... basta nos industrializarmos na área da petroquímica. Mas aí não! A mão invisível do mercado não vai deixar que nossas petroquímicas fiquem prontas sem antes atacarem com todos mísseis do tipo "alvos da corrupção sistêmica" que assolou o país inteiro...
menos na cidades administrativa do Aécio...



Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, proprina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...





A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?



Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)


O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*


As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!


Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.


Uma visão liberal sobre as grandes manifestações pelo país. (Os Oligopólios cartelizados)


Depoimento do Lula: "Nunca antes nesse país..." (O país da piada pronta)
(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)


Seminário Nacional - Não queremos nada radical: somente o que está na constituição.

Seminário de Pauta 2015 da CSB - É tudo um assunto só...

UniMérito - Assembleia Nacional Constituinte Popular e Ética - O Quarto Sistema do Mérito 

Jogos de poder - Tutorial montado pelo Justificando, os ex-Advogados Ativistas
MCC : Movimento Cidadão Comum - Cañotus - IAS: Instituto Aaron Swartz


As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

As aventuras de uma premiada brasileira! (Episódio 2016: Contra o veto da Dilma!)

A mídia é o 4° ou o 1° poder da república? (Caso Panair, CPI Times-Life)

O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado

Quem inventou o Brasil: Livro/Projeto de Franklin Martins (O ex-guerrilheiro ouve música)



Luiz Flávio Gomes e sua "Cleptocracia"



Comentários políticos com Bob Fernandes.

Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...



PPPPPPPPP - Parceria Público/Privada entre Pilantras Poderosos para a Pilhagem do Patrimônio Público

Pedaladas Fiscais - O que são? Onde elas vivem? Vão provocar o impeachment da Dilma?

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!


InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social

Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez

Resposta ao "Em defesa do PT"

Melhores imagens do dia "Feliz sem Globo" (#felizsemglobo)



Desastre em Mariana/MG - Diferenças na narrativa.

Quanto Vale a vida?!


Questões de opinião:

Eduardo Cunha - Como o Brasil chegou a esse ponto?




Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?

Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.


Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.


Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.


Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.



Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países?

Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 

Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos

Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.





Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!

Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.

Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos


Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K

A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!

Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 

Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 

Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo



Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I