Magazine Luiza

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

In Memorian: Teori Zavascki



Inacreditável!!!... Um EHM, ex-colega do John Perkins, ataca novamente... Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins http://goo.gl/Fuduj2 In Memorian: Lucas Gomes Arcanjo http://goo.gl/tK0fcz http://jogosdinheirointernet.blogspot.com.br/2014/08/ich-e-agora-com-morte-da-terceira-opcao.html

Realmente como tem repetido e repetido o ex-marido da Patrícia Pillar,
o Brasil não é para amadores...

Segue em pé a proposta que fiz no dia dos vazamentos do áudio Lula/Dilma:
http://jogosdinheirointernet.blogspot.com.br/2016/03/muito-parecido-porem.html

Tem algum cineasta por aí?!
Topa uma parceria para escrever o roteiro de um filme?
Jorge Furtado?!
José Padilha?!

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https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/01/19/o-que-se-sabe-sobre-a-queda-do-aviao-em-que-estava-teori-zavascki.htm


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Pleno - Posse do ministro Teori Zavascki 


Fala do Ministro do Teori Zavascki na Unidade de Ensino Superior Dom Bosco

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http://gaucha.clicrbs.com.br/rs/noticia-aberta/ministro-teori-enviou-video-aos-filhos-antes-de-morrer-em-acidente-186712.html

Essa foi a última mensagem que Teori mandou para seus filhos:

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Tudo isso são imagens e comentários da internet que peguei após saber da notícia:



Os áudios vazados das conversas de Jucá com Machado era [sic] a construção de um plano para salvar os políticos mergulhados em corrupção. Nestas conversas foi dito que era necessário:

1) Tirar a Dilma (dito e feito)
2) Colocar Michel (dito e feito)
3) Entregar o Cunha (dito e feito)
4) Blindar o Renan - que seria o próximo alvo depois do Cunha (dito e feito)
5) Parar o Teori (dito e, hoje, feito)
Os áudios terminavam aqui... de agora em diante o que vai acontecer, nós não sabemos..."





  1. Lava Jato acaba com a credibilidade do governo petista após escândalos de corrupção
  2. Mesmo com o PMDB e PP liderando a lista de políticos envolvidos, a principal imagem atingida é a do PT por estar no poder
  3. PMDB deixa o governo
  4. impeachment é orquestrado e deve passar
  5. Vaza áudio deixando claro a vontade dos políticos do PMDB em frear a investigação
  6. Dilma (PT) caí, Temer assume, mantendo o PMDB no poder
  7. PT sofre derrota enorme nas eleições municipais, enquanto o PMDB, PP, PSDB, e DEM crescem em vários lugares do país, provando que, para o brasileiro, a lava jato ficou concentrada na imagem do PT
  8. Delações são feitas e prometem entregar toda a classe política e mostrar a real proporção da LJ
  9. o homem que iria homologar as investigações e decidir o futuro político no país, considerado uma "pessoa fechada", morre em acidente de avião
  10. Temer (PMDB) deve anunciar um substituto

A última de esperança de que a lava jato investigaria os verdadeiros articuladores da corrupção morre junto com Teori Zavascki

Sem Zavascki, novo relator da Lava Jato poderá ser indicado por Temer


Ligue os pontos
Episódio de Hoje: Morre Teori Zavascki em "acidente".
1- Temer e vários ministros do governo golpista delatados;
2- O áudio do Jucá mostra que o Teori não deu brecha pra "diálogo". Os caras viram que ele não ia entrar no esquema;
3- Teori divulga que em março homologa as delações da Odebrecht que implodem o governo golpista;
4- "Cai" o avião do Teori. Assim como caíram os aviões do Roger Agnelli, da Vale, e do Eduardo Campos.
5- Quem é que vai escolher o novo ministro que será o relator da Lava Jato no lugar do Teori? Sim, ele mesmo, MICHEL TEMER!













http://www.poder360.com.br/brasil/carlos-alberto-dono-do-emiliano-levou-jovem-massoterapeuta-no-aviao/



Olha só os grossos pingos de chuva caindo na água atrapalhando a visibilidade...







Tragédia no mar de Paraty: os bastidores do acidente de Teori Zavascki


André Barcinski
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Às 13h50 da tarde de quinta-feira, quando o avião transportando o ministro Teori Zavascki e mais quatro pessoas caiu no mar próximo à cidade de Paraty, chovia torrencialmente.
Por volta de 15h, a chuva parou, e resolvi fazer um passeio de barco com a família. Fomos para uma praia a cerca de dois quilômetros da Ilha Rasa, local da tragédia. Quando retornamos, por volta de 17h, havia umas 70 ligações da “Folha de S. Paulo” no meu celular. O editor informou o ocorrido. Saí correndo de casa e fui até o local em um pequeno barco de pesca.
Nas proximidades da Ilha Rasa havia oito barcos da Marinha, Defesa Civil e Polícia Militar, além de quatro ou cinco barquinhos de pescadores e um barco maior, verde, que um pescador disse pertencer “a um dos mortos” (possivelmente o empresário Carlos Alberto Filgueiras). Dava para ver parte da fuselagem do avião para fora da água, suspensa por grandes tanques de plástico.
O clima era tenso. Tentei falar com dois ou três oficiais, mas todos disseram que não podiam comentar nada. Ninguém confirmava o número de mortos.
Sem me identificar como jornalista, parei meu barco junto a dois barquinhos de pescadores, ancorados ao lado do barco verde. Na popa deste barco, um mergulhador do Corpo de Bombeiros, usando sabonete e um balde, tentava tirar o querosene que lhe cobria o corpo e que havia jorrado do avião.
Logo depois chegou um barco da Polícia Militar e parou junto a nós. Certamente sem imaginar que eu era jornalista, os ocupantes começaram a conversar sobre o acidente. Descobri que os mortos eram cinco (e não quatro, como diziam as primeiras informações) e que estavam todos ainda dentro do avião.
Entrevistei um pescador de 23 anos chamado Wallace, que relatou que um dos passageiros, uma mulher, estaria viva quando o socorro chegou: “Ela tava viva bem depois do acidente”. Achei a história pouco provável, até que ouvi um oficial dizendo para outro: “Dava pra ver a mulher pedindo socorro dentro do avião!”. Perguntei ao oficial quanto tempo depois do acidente isso teria acontecido, e ele respondeu: “Pelo menos quarenta minutos”. A passageira, infelizmente, não conseguiu resistir e teria morrido afogada antes que pudesse ser retirada do avião.
Wallace contou que, cerca de duas horas depois do acidente (atenção: DUAS HORAS depois, quando já não havia possibilidade de sobreviventes, e bem depois dos primeiros socorros prestados por mergulhadores), dois barcos de pesca chegaram a içar metade do avião para fora da água. Segundo Wallace, uma ordem veio para que o avião não fosse tocado até que chegasse a perícia da Aeronáutica, e a aeronave foi novamente colocada no local em que caiu. O pescador tinha provas: um vídeo feito com o celular.
Saí do local do acidente por volta de 20h30, já escuro. Passei no Corpo de Bombeiros de Paraty, onde não obtive nada além do protocolar “Não podemos dizer nada, por favor ligue para a assessoria de imprensa”. Depois fui para a portaria de uma marina na entrada da cidade, local do QG dos grupos de resgate. Saí de lá às 3 da manhã, depois que três corpos – incluindo o do ministro Teori Zavascki – foram levados de rabecão para o IML de Angra dos Reis. A informação era de que os trabalhos de resgate dos outros dois corpos começariam às 7 da manhã do dia seguinte.
SEXTA, 20
Às 6h30, o fotógrafo Ricardo Borges, da “Folha”, e eu já estávamos no mar, a cerca de 300 metros do local do acidente, esperando a equipe de resgate. Em um dia normal, àquela hora, a Baía de Paraty estaria cheia de barcos de pesca, mas naquela manhã estava vazia. Logo descobrimos a razão: barcos da Marinha expulsavam qualquer um que tentasse se aproximar. A área onde teríamos permissão para ficar era tão longe do local do acidente que seria impossível ver ou fotografar qualquer coisa.
Fui para o cais de Paraty tentar achar algum barqueiro que tivesse visto o acidente. Não foi difícil. Falei com Célio de Araújo, 50, um barqueiro conhecido por “Pelé” (“Sou branco, mas jogava bola bem e me deram esse apelido”), que disse ter presenciado tudo. Segundo ele, o avião teria soltado uma fumaça branca da asa esquerda antes de perder o controle, fazer uma acentuada curva para a direita, e cair no mar.
Mais impressionante ainda foi o relato de Ademilson de Alcantara Mariano, 34, conhecido por Mino. Ele estava com um grupo de 20 turistas nas proximidades do local, quando recebeu um telefonema do cunhado, também barqueiro, avisando sobre o acidente. Mino contou o ocorrido aos turistas, que concordaram em ir ao local ajudar no que pudessem.
Segundo Mino, eles chegaram à Ilha Rasa por volta de 14h, dez minutos depois do acidente. Junto com eles chegou uma lancha da Capitania dos Portos, mas não havia mergulhadores. Os homens da Capitania se limitaram a recolher os pedaços do avião que boiavam no mar, incluindo, segundo Mino, uma roda.
O barqueiro Ademilson de Alcantara Mariano, o Mino, com o pé de cabra usado para tentar socorrer a passageira do avião
O barqueiro Ademilson de Alcantara Mariano, o Mino, com o pé de cabra usado para tentar socorrer a passageira do avião
Ainda segundo Mino, barcos dos Bombeiros e da Defesa Civil chegaram ao local entre 14h25 e 14h30, ou seja, 35 a 40 minutos depois do acidente. Ninguém tinha dúvida de que todos os passageiros do avião estavam mortos: “O avião parecia uma folha de papel, todo rasgado e amassado. Era impossível alguém ter sobrevivido”. Foi aí que o barco da Defesa Civil se aproximou do avião, e um oficial viu uma mão batendo no vidro do avião. “Ele gritou: Rápido! Tem alguém vivo aqui!”.
Os Bombeiros e a Defesa Civil pediram ajuda a Mino para usar seu barco, uma traineira chamada Caribe, com capacidade para 25 pessoas, para levantar o avião. Um mergulhador dos bombeiros passou uma corda por baixo do avião e dois grupos de pessoas, cada um de um lado da proa do barco de Mino, puxaram o avião para cima. Conta Mino:
“Dava para ver a mão de alguém batendo no vidro. Depois ouvimos os gritos, era uma voz de mulher: ‘Pelo amor de Deus, me tira daqui, não aguento mais!’. Os Bombeiros e a Defesa Civil usaram uma marreta para tentar quebrar o vidro, mas não conseguiram, aquilo nem trincou. Aí um bombeiro pegou um pé de cabra no meu barco e conseguiu abrir um buraco pequeno na fuselagem, para passar um tubo de oxigênio. Assim que ele abriu o buraco, deu para ver um dedo saindo de dentro. Foi uma coisa terrível, um desespero. O bombeiro enfiou a mangueira de oxigênio pelo buraco e bateu no avião para ver se a mulher estava viva. Mas não ouvimos mais nada.”
A notícia divulgada na quinta, de que a mulher teria sobrevivido por 40 minutos depois do acidente, estava errada. Segundo Mino, somando o tempo que os Bombeiros e a Defesa Civil chegaram e o tempo que eles passaram tentando abrir o buraco no avião, passaram-se cerca de 70 minutos.
P.S.: Lendo os comentários, percebi que não havia deixado claro, na primeira versão de meu texto, um fato importante: o avião foi içado duas vezes. A primeira, durante a tentativa de salvamento da passageira, e a segunda, por dois barcos pesqueiros, içamento este interrompido por ordens da Aeronáutica. Nesse segundo içamento já não havia possibilidade de sobreviventes. Peço desculpas pela confusão.


247 – O jornalista Claudio Julio Tognolli, um dos principais repórteres investigativos do País, relata, em seu canal no Youtube, uma das primeiras linhas de investigação da Polícia Federal sobre a morte de Teori Zavascki.
Segundo ele, há uma base de dados que permite consultas sobre todas as aeronaves do mundo e o jato que caiu no litoral recebeu 1.885 consultas no dia 3 de janeiro deste ano.
"Conspiração ou não, é uma linha de investigação da PF", diz Tognolli.







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O XADREZ DO GOLPE

O Xadrez da Lava Jato com a morte de Teori

SEX, 20/01/2017 – 18:57
ATUALIZADO EM 20/01/2017 – 18:59

Por Luis Nassif, no Jornal GGN.
Figura curiosa, a do Ministro Teori Zavascki.
No cargo, personificou a figura do magistrado, com as virtudes públicas da discrição, da firmeza, em tempos em que Ministros passaram a se comportar como celebridades e figuras públicas se confundem com perfis de Facebook e, para se tornar presidenciável basta cometer frases como “não se mude do Brasil, mas mude o Brasil”.
Em um país em que a única forma de julgamento é midiático, Teori foi discreto ao extremo, no trabalho e na vida pessoal. Tanto que passou a ideia de um ser sisudo e, pelos depoimentos de amigos e parentes, aparece o cidadão bem-humorado, com a ironia fina e o afeto discreto dos tímidos, que cativou de Gilmar Mendes a Eugênio Aragão, de Dilma e Lula a Joaquim Barbosa.
Era capaz de transmitir gentileza nos menores gestos. E de não ceder um milímetro ao deslumbramento que acometeu muitos de seus colegas, dos jovens aos decanos imaturos.
Foi a peça central da Lava Jato, a segurança técnica, a maturidade, contrapondo-se ao histrionismo dos procuradores paranaenses, ao deslumbramento do juiz Sérgio Moro e à falta de pulso do Procurador Geral Rodrigo Janot.
Na Lava Jato, seus maiores conflitos foram justamente com Janot.
Na primeira leva de denúncias encaminhada ao Supremo, comentou com o filho sua estranheza pelo fato de Janot ter proposto a absolvição do senador Aécio Neves contra quem, segundo Teori, havia evidências muito mais fortes do que contra outros políticos denunciados.
Quando as arbitrariedades da Lava Jato atingiram o ápice – com a condução coercitiva de Lula – havia a esperança da montagem de uma aliança liberal no Supremo, capaz de segurar os abusos e restaurar o estado de direito.
Hipoteticamente, seriam Teori, Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio de Mello, Luiz Edson Fachin, Celso de Mello e Rosa Weber. Um a um pularam fora, constrangidos pela virulência da opinião pública e pelos ataques da mídia e através das redes sociais. Escracho na frente de sua casa, ameaças anônimas denunciadas pelo próprio filho, certamente contribuíram para arrefecer a resistência de Teori.
Cometeu fraquezas e praticou inconstitucionalidades, como o pedido de prisão do então senador Delcídio do Amaral e o reconhecimento da ilegalidade do vazamento das conversas de Lula e Dilma, não acompanhado das sanções devidas.
Mesmo com essas fraquezas, foi o que mais resistiu à pressão de uma opinião pública que comprara a tese do direito penal do inimigo. Tornou-se o único elo de toda a cadeia da Lava Jato de quem se podia esperar alguma espécie de isenção, o acatamento de argumentos jurídicos. E, certamente, a severidade isenta na hora de analisar as delações, sem, se curvar à parcialidade flagrante do PGR.
Era chocante, aliás, a diferença de dimensão entre ele e outros personagens da Lava Jato, como o deslumbramento provinciano de Sérgio Moro nos regabofes de João Dória ou nos eventos da American Society, ou do Procurador Geral Rodrigo Janot em Davos, se anunciando como pró-mercado, dois jecas na corte do Rei Arthur.
Da teoria conspiratória à conspiração
Apostar em teoria conspiratória é tão irresponsável como negar a possibilidade de conspiração. Se foi acidente ou não, apenas investigações criteriosas dirão.
De qualquer modo, a morte de Teori abre um leque inédito de possibilidades estratégicas para a Lava Jato que estão sendo analisadas pelos ínclitos Michel Temer e Eliseu Padilha, o político notório que, com a determinação férrea dos grandes comandantes e a falta de sutileza total dos que conhecem a natureza humana, conseguiu comprar toda imprensa com toneladas de publicidade.
Há três possibilidades:
1. Temer escolhendo um Ministro que mate no peito. Baixa probabilidade, dada a sua falta de legitimidade.
2. A presidente do STF Carmen Lúcia procedendo a uma distribuição isenta dos processos sob análise de Teori.
3. O que é mais provável, um arranjo político no âmbito do próprio STF.
No Judiciário, há uma distribuição eletrônica dos processos através de sorteios definidos por algoritmos. Esses sorteios podem e são manipulados.
Na história recente, há inúmeros exemplos dessa manipulação, como no sorteio de Gilmar Mendes para relator das contas de Dilma Rousseff e do PT no TSE, tendo como presidente Dias Toffoli.
Nem se pense em nada mais desabonador para o Supremo, do que o receio dos bons Ministros em pegar esse rabo de foguete. O último que pegou – Marco Aurélio de Mello – ficou ao relento. A proatividade no STF resume-se a Gilmar Mendes.
Em março de 2015, já ocorrera um primeiro movimento estratégico no STF, quando Dias Toffolli solicitou e foi autorizado a mudar da 1a para a 2a Turma – justamente a que iria mais à frente julgar a Lava Jato.
Até agora, a 2a Turma era composta por Gilmar Mendes (presidente), Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Teori e Toffoli. Com Teori, estava assegurada a maioria contra conchavos. Quem assumirá o seu lugar na 2a Turma?
Além disso, qual dos atuais Ministros teria condições de assumir a relatoria da Lava Jato? Dias Toffoli e Gilmar, com sua flagrante parcialidade? Barroso, que muda de pomba a falcão ao primeiro berro da besta? Celso de Mello que já expôs publicamente seu partidarismo em um shopping center? Luiz Fux, o homem de Sérgio Cabral Filho?
Trata-se de uma época tão ingrata para o Supremo, que o acidente que vitimou Teori tornou-se simbólico: o mais discreto e sisudo dos Ministros do Supremo morre em uma viagem a passeio no avião particular de um empresário famoso por ser um grande farrista.
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Quem ganha com a morte de Teori?

Escrito por ,
A internet hoje está cheia de gente que inicia o texto falando que não gosta de teoria de conspiração, e que, logo em seguida, lança um monte de teoria de conspiração.
Eu, por exemplo, sou um deles.
É inevitável. Primeiramente, o ambiente político brasileiro não poderia ser mais favorável a teorias de conspiração.
A imprensa não é confiável. O jornalismo brasileiro está morto e enterrado há muito tempo, e hoje é dominado por dois ou três grupos de mídia comprometidos profundamente com o golpe.
Teori Zavascki não é santo. Em primeiro lugar, ele também foi golpista, pela simples razão de ter removido Eduardo Cunha da presidência da Câmara apenas depois de Cunha ter conduzido e aprovado a votação do impeachment.
Em segundo lugar, Teori chancelou a prisão de um senador da república, o que foi um dos movimentos mais importantes para a criação da atmosfera de profunda instabilidade política que antecedeu ao golpe. Foi uma chantagem contra os senadores: um impulso para que eles se organizassem para tirar Dilma para “estancar a sangria” e “parar essa p…”, nas palavras de Jucá.
Em terceiro lugar, Teori reagia com críticas insuficientes aos crimes de Sergio Moro, como o caso da interceptação ilegal dos telefones de Dilma e Lula, seguida de vazamento criminoso para a Globo.
Entretanto, para usar a gíria, golpista virou capim. Não tem um no STF que se salva, até porque eles não conseguem resistir às agressões e chantagens da mídia.
Um ministro do STF responde ideologicamente ao presidente que o indica somente enquanto depende de sua indicação. A partir do momento que ele toma posse e se torna juridicamente independente de quem o indicou, ele passa a responder à única instância que pode lhe atingir: a mídia.
Com isso, o STF tornou-se um puxadinho jurídico da Globo.
Há uma pergunta no ar que vale para quem acredita e para quem não acredita em teorias de conspiração. É a famosa expressão latina: cui prodest? A quem interessa? Quem lucra com a morte de Teori Zavascki?
O grande ganhador é Michel Temer, que tem a prerrogativa de indicar um novo ministro do STF.
Um presidente ilegítimo, golpista, traidor, vai indicar um ministro do STF que ficará lá até completar 75 anos. Lembremos que os golpistas, antes do impeachment, aprovaram a PEC da Bengala que estende a aposentadoria compulsória de juiz de 70 para 75 anos, justamente para impedir que Dilma indicasse novos ministros. Após o golpe, a PEC virou um problema para eles, porque eles queriam indicar nomes, que lhes dessem segurança na guerra institucional em curso, mas não havia nenhuma vaga aberta.
É importante termos consciência de que o golpe foi articulado por três núcleos: o político, o midiático e a burocracia jurídica.
O político era um aglomerado meio confuso de gente do governo, dispostos a trair, e da oposição, sequiosos para se vingar das derrotas eleitorais. Eduardo Cunha foi a bucha de canhão, descartado logo depois do golpe: é afastado pelo STF da presidência da Câmara e, em seguida, preso. Michel Temer é um marionete, que pode ser igualmente afastado a qualquer momento, caso haja interesse. Para isso serve o processo de cassação no TSE, cozinhado por Gilmar Mendes ao fogo da ocasião: serviu para gerar manchetes contra Dilma, mas agora se tornou apenas um instrumento de coação para manter o governo na linha.
Há o grupo midiático, hegemonizado pela Globo, que articulou a narrativa, fator essencial para levar adiante o golpe.
Há o grupo burocrático, que montou um cinturão de blindagem em torno da Lava Jato. É talvez o mais perigoso e temível, porque pretende implementar uma espécie de ditadura judicial.
Os dois últimos, o midiático e o burocrático, são os verdadeiros líderes do golpe e detêm mais poder que o primeiro, o político.
O núcleo político, porém, mesmo sendo o mais fraco, tem algumas cartas interessantes na manga, porque exerce relativo controle sobre o processo legislativo. Essa é a razão pela qual os núcleos burocráticos e midiáticos mantém o núcleo político permanentemente sob ataque. O TSE pode cassar o governo a qualquer momento. A “mega-delação” da Lava Jato pode derrubar ministros, o próprio presidente, e dar carta branca para o núcleo burocrático prender deputados e senadores. Luiz Fux, recentemente, anulou todo um longo e complicado processo de votação das chamadas 10 leis contra a corrupção (porque teria sido “desvirtuada”), o que foi simplesmente uma brutal demonstração de poder, um recado aos congressistas: vocês só podem votar o que nós, da burocracia, entendemos ser o correto.
Os três grupos estão unidos pelo golpe. As declarações de Carmen Lucia em favor da PEC 55, o artigo de Barroso em favor da privatização da universidade pública, e a incrível pusilanimidade com que Lewandowski conduziu o processo de impeachment, deixam claro que não é possível esperar nada de bom ou progressista do judiciário. Recentemente, o STF aprovou uma nova mudança no código penal para facilitar a prisão em segunda instância, ou seja, reduzindo ainda mais as liberdades individuais, conferindo mais poder a um judiciário profundamente conservador e punitivista e piorando a crise dos presídios.
Mas há, evidentemente, atritos entre os grupos. Os grupos burocráticos e midiáticos tem uma grande afinidade um pelo outro: ambos não dependem da política. Ambos desprezam a política e o processo democrático, visto como sujo. Com isso, formou-se um bloco de dois contra um: burocratas e mídia X políticos.
Uma liderança do judiciário não precisa de doações de campanha para se articular politicamente. Conforme vimos nessa campanha pelas “10 leis contra a corrupção”, o MPF dispõe de recursos públicos ilimitados para patrocinar suas ações políticas. Até mesmo empresas de marketing são contratadas. Janot e seus asseclas viajam de primeira classe ou em jatinhos fretados para os Estados Unidos, Europa, para onde desejarem, com tudo pago pelo contribuinte. Os políticos precisam articular “esquemas” para bancar suas atividades.
Os grupos de mídia, por sua vez, em virtude de concentração de propriedade existente no Brasil, representam a classe dos bilionários e rentistas. Muito se fala que a mídia brasileira é um oligopólio de seis famílias. Isso é impreciso, porque o poder da família Marinho é infinitamente superior ao poder dos outros grupos. De maneira que não temos um oligopólio, e sim um monopólio real. A Globo determina a narrativa central que todos os outros grupos terão de seguir. SBT, Record, Folha, Estadão, Veja, ninguém pode se afastar das orientações dadas pela Globo.
Se eu fosse adepto de teorias de conspiração, portanto, e se achasse que a morte de Teori foi um atentado, eu diria que é preciso ficar atento: quem lucra? Acima, já respondi que foi Michel Temer. Mas há nuances. Quer dizer, Temer pode usar a morte para beneficiar outros grupos. Apenas saberemos quem realmente lucrará com a morte de Teori quando tivermos um novo ministro do STF. Se Temer indicar Sergio Moro, por exemplo, os ganhadores serão os núcleos burocráticos e midiáticos, que em troca darão proteção a Temer.
Se Temer indicar alguém hostil a um dos outros grupos: alguém, por exemplo, hostil à burocracia jurídica, e que pretenda impor limites à Lava Jato, então o ganhador será o núcleo político do golpe, como o próprio Michel Temer, Eduardo Cunha, Sergio Cabral, Jucá, Padilha, Moreira Franco, Aécio. Há muitos graúdos da política presos, e que podem ter pressionado o núcleo político a tomar uma atitude mais drástica para reduzir o poder dos burocratas.
Todos os elementos dessa conjuntura apontam para a transferência de poder para o PSDB, porque é o partido preferido dos burocratas e da mídia.
Os tucanos, porém, enfrentam uma dificuldade. Os seus principais candidatos vem caindo nas pesquisas de intenção de voto. Lula, por sua vez, está crescendo. Sua rejeição também vem declinando rapidamente, mesmo depois do espetáculo patético do power point da Lava Jato, apontando Lula como “comandante máximo” do esquema de corrupção da Petrobrás.
Este é mais um fator de instabilidade, assim como a crise econômica. Os burocratas não entendem de economia. O instrumento de poder de que dispõem é fechar empresas, prender pessoas, afastar políticos, cassar candidaturas, vazar informações confidenciais para a mídia. Eles não sabem fazer nada que tenha como resultado a geração de emprego, o aumento dos investimentos em infra-estrutura.
A solução para o Brasil é reduzir o poder dos burocratas, começando pelo corte de todas as mordomias, aumentar o poder da classe política, independente se é de direita ou esquerda, porque só ela tem filtros de interação democrática, e democratizar a mídia, porque um regime democrático é absolutamente incompatível com a existência de um monopólio tão monstruoso como a Globo.

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http://www.brasil247.com/pt/247/poder/275962/Com-pressa-Planalto-avisa-a-Moreno-do-Globo-que-indicar%C3%A1-sucessor-de-Teori.htm
Um dos assessores mais próximos a Michel Temer, Moreira Franco acaba de dizer que o Palácio do Planalto indicará "imediatamente" o novo ministro do Supremo Tribunal Federal, que, de acordo com as regras da casa, será o novo relator da Lava Jato; morto num acidente aéreo nesta quinta-feira, Zavascki estava prestes a homologar 77 delações da Odebrecht; na primeira delas, a do executivo Cláudio Melo Filho, Temer foi citado 43 vezes; também foram delatados vários ministros e assessores de Temer, como José Serra, Eliseu Padilha e o próprio Moreira Franco, que indicou a pressa do Planalto, em conversa com Jorge Bastos Moreno, jornalista do Globo

247 – "O presidente Temer acaba de me dizer que pretende indicar imediatamente o sucessor do ministro  Teori. Será um nome ligado às tradicões jurídicas do país, afirmou agora ao Blog do Moreno Moreira Franco", publicou em seu blog o jornalista Jorge Bastos Moreno, do Globo, que é o mais próximo a Michel Temer.

Morto num acidente aéreo nesta quinta-feira, Zavascki estava prestes a homologar 77 delações da Odebrecht.

Na primeira delas, a do executivo Cláudio Melo Filho, Temer foi citado 43 vezes.

Também foram delatados vários ministros e assessores de Temer, como José Serra, Eliseu Padilha e o próprio Moreira Franco, que sinalizou a pressa do Planalto, na conversa com Moreno, do Globo.


No entanto, há também a possibilidade de o STF indicar o novo relator da Lava Jato, diante da urgência do caso.


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Luiz Flávio Gomes é personagem do É tudo um assunto só
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Notícia do dia 23/03/2016:
 http://www.cartacapital.com.br/blogs/parlatorio/apos-contestar-moro-teori-e-hostilizado

Após contestar Moro, Teori Zavascki é hostilizado

Lobão divulga endereço de filho de Teori Zavascki no Twitter
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Notícia do dia 04/10/2016:




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Saudades de Teori Zavascki.
Ele era um Juiz, com "J" maiúsculo. Dele nunca se ouviu um pio sobre causas julgadas ou por julgar. Só se manifestava nos autos e tinha uma disciplina extraordinária. Era metódico e quando entrava em sessão, já conhecia pormenorizadamente a pauta de julgamento. Ninguém o iludia. Olhava atrás das linhas escritas, de cada palavra.

Mas sua maior virtude era o ser humano, a alma doce e amiga que morava nele. Incapaz de ofender, incapaz de se exaltar. Tratava todos e todas com distinção. Respeitava seus semelhantes e por seus semelhantes era respeitado.

Dizem que ninguém é insubstituível. De fato, não o somos por uma fatalidade: todos vamos um dia e o mundo continua. Mas Isso não pode valer para os que tornam o mundo mais pobre sem sua presença entre nós. Teori era e continua insubstituível, principalmente nestes tempos de decadência de hábitos da vida publica e de deterioração da cultura política e institucional. O Brasil precisa chorar seu passamento e choro com ele.
- Eugênio Aragão


Eugênio Aragão é personagem do É tudo um assunto só.


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Ciro Gomes é personagem do É tudo um assunto só:
Aqui
e
Aqui

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http://ano-zero.com/teori-lava-jato/

SE QUEREM ACABAR COM A LAVA JATO, A HORA É AGORA
O ministro do STF e relator da Lava Jato, Teori Zavascki, acaba de ter sua morte confirmada em um acidente de avião. Além disso, era relator do processo de descriminalização das drogas.

Teori Zavascki, ministro do STF, acaba de ter sua morte confirmada em um acidente de avião. Afora o desejo de que a família encontre paz depois dessa merda e as teorias de conspiração (que vão durar um tempo), o que me parece essencial é pensar no futuro.

O regimento do Supremo é surreal: o novo ministro que o suceder herdará seus processos (uma regra que parece feita exatamente pra estimular o assassinato de ministros…). Dentre esses processos está: a Lava-Jato.

Se Temer e toda a classe política têm um interesse em tentar acabar com a operação Lava Jato, essa é uma oportunidade de ouro. Basta enrolar a indicação, botar algum laranja que abafe tudo, e esperar que cole.

Se tem algo que possa impedir isso, é a fraqueza do governo Temer e pressão popular. O presidente já deu diversas demonstrações de que é líder de uma gestão frágil, que sente a pressão midiática e da população. Sobram exemplos dele voltando atrás: na indicação de ministros, na extinção do MinC, etc.

É essencial uma mobilização pesada a partir disso. A Lava-Jato tem bilhões de problemas, mas é uma operação inédita no país, que de alguma forma está impactando a casta política e a maneira de fazer “negócios” por aqui. A ruptura por ela gerada e a chance de desmembrar as entranhas do poder e analisar o que vive lá dentro já são o suficiente para que seja interessante “defendê-la” de possíveis tentativas de destruí-la.

É bom lembrar aqui que a classe política está unida contra a Lava Jato: o governo Dilma foi acusado de tentar convencer ministros do STF a interferir nas delações, o governo Temer é um saco de ratos igualmente, e nos famosos áudios do Jucá ele comentava que o ideal seria melar a operação e “salvar todo mundo” — inclusive o Lula, aliás.

Assim sendo, acho que o Temer não pode ter paz nessa escolha. Qualquer tentativa levemente suspeita de colocar algum laranja pra abafar a operação deve ser respondida com protestos, quebradeira, parar o país mesmo.

Que o Temer se vire pra achar algum indicado acima de qualquer suspeita, e que ele sofra 100x o que a Dilma sofreu se não o fizer. Qualquer coisa menos do que isso vai ser dar carta branca pra um líder medíocre e patético, numa jogada de sorte, voltar o relógio e interromper um dos poucos momentos inesperados de ruptura e transformação no Brasil. Não é pouca coisa.


O Ano zero é personagem do É tudo um assunto só.
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Notícia de 16/10/2015:
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/10/os-tres-trabalhos-de-teori-zavascki-como-o-ministro-do-stf-ajudou-dilma-e-lula.html

Os três trabalhos de Teori Zavascki: como o ministro do STF ajudou Dilma e Lula
Em quatro dias, o ministro do STF tomou três decisões importantes. Todas ajudam, direta ou indiretamente, dupla de petistas
MARCELO MOURA

16/10/2015 - 22h47 - Atualizado 16/10/2015 22h47


O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki passou o feriadão do dia 12 de outubro com a família, em Porto Alegre.  Voltou em forma. Teori – tido por seus pares como um juiz dedicado, capaz de trabalhar até tarde da noite e passar fins de semana ralando em Brasília – tomou três das decisões mais críticas do Tribunal neste ano em apenas quatro dias úteis. Três decisões que, direta ou indiretamente, favoreceram o governo Dilma Rousseff e seu principal patrocinador, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, precisamente os dois atores políticos que mais têm a perder com o agravamento inexorável da crise em que arde Brasília.

INDEPENDÊNCIA

Teori, com a toga preta usada pelos ministros do Supremo. Ao vestir a capa, o juiz deve despir-se de simpatias pessoais (Foto: Ag. Senado)
Na terça-feira, dia 13, Teori suspendeu provisoriamente o rito adotado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, para encaminhar processos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. A lei diz que cabe ao presidente da Câmara deflagrar ou recusar a abertura de processos de impeachment. Na falta de regras específicas sobre o assunto, Cunha decidiu que o plenário da Câmara, por maioria de votos, poderia derrubar sua decisão. Foi o mesmo procedimento adotado em 1999, na análise de um pedido de impeachment apresentado pelo PT contra o presidente Fernando Henrique Cardoso, recusado pelo presidente da Câmara, Michel Temer, hoje vice de Dilma.

Teori e a ministra Rosa Weber atenderam a três pedidos de liminar feitos por parlamentares governistas. Agiram rápido: os pedidos chegaram ao Supremo na sexta-feira anterior, véspera do feriado. Ao suspender o rito determinado por Cunha, Teori justificou a decisão com o argumento de que em “processo de tamanha magnitude institucional” não pode haver “qualquer dúvida de ordem jurídica”. A prudência pode ser justificável politicamente, mas juízes precisam ater-se a princípios jurídicos – e expô-los claramente em suas decisões. Na visão de ministros e ex-ministros do Supremo, além de juristas, a decisão de Teori não foi devidamente fundamentada. “O Supremo só pode intervir paralisando um processo se houver ofensa ao preceito constitucional”, disse a ÉPOCA o ex-ministro do STF Carlos Velloso. “Não vi esse dispositivo de ofensa da parte do presidente da Câmara.”

A suspensão dos pedidos de impeachment foi uma decisão de caráter liminar, que precisará ser votada pelo plenário do Supremo – sem prazo para isso acontecer. Provavelmente, em novembro. Se a decisão de Teori foi juridicamente uma bola dividida, politicamente foi um golaço para o governo Dilma. O Planalto ganhou tempo para (tentar) recompor sua base de apoio na Câmara e enfrentar um cada vez mais provável processo de impeachment. Está precisando. Foi derrotado na Câmara e no Senado, sucessivas vezes, mesmo após a reforma ministerial, quando entregou sete ministérios ao PMDB. A esta altura, somente com decisões judiciais o governo consegue se segurar no Congresso.

A suspensão do rito de impeachment, decidida por Teori, dá tempo ao governo Dilma para se recompor
Dois dias depois, Teori foi ainda mais célere. Às 22 horas, poucas horas depois de receber um pedido da Procuradoria- Geral da República – um documento de 37 páginas –, o ministro determinou a abertura de um inquérito para investigar contas abertas em bancos suíços e atribuídas a Eduardo Cunha. Determinou também que o processo correrá sem sigilo de Justiça, com todos os documentos públicos. A ausência de sigilo torna a investigação mais transparente – ao contrário do que acontece com os inquéritos contra os ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Edinho Silva (Comunicação) e aliados do governo. Horas depois da decisão contra Cunha, já na sexta-feira, Teori mandou soltar Alexandrino Salles de Alencar, ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht. Alexandrino foi preso em junho por Sergio Moro, juiz federal à frente da Operação Lava Jato, por suspeita de participar do esquema de corrupção que envolve políticos da base de apoio do governo, executivos da Petrobras e  empreiteiras. Alexandrino era o mais frequente interlocutor do ex-presidente Lula na direção da Odebrecht, a maior empreiteira envolvida no escândalo do petrolão. A Polícia Federal registrou um telefonema de junho entre Alexandrino e Lula, no qual os dois se dizem preocupados com “assuntos BNDES”. Lula é alvo de uma investigação do Ministério Público Federal  (MPF) por suspeita de tráfico de influência em favor da Odebrecht na obtenção de contratos de obras no exterior e financiamentos do BNDES. Na véspera da decisão de soltura de Alexandrino, Lula se apresentou voluntariamente para prestar depoimento no inquérito do MPF.

Ao soltar Alexandrino, Teori escreveu, em sua decisão, que a liberdade do executivo da Odebrecht não interfere nas investigações. Os responsáveis pela Lava Jato discordam. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se manifestou contra a liberação. Ao decretar a prisão preventiva, Moro disse que Alexandrino tinha papel “relevante” no pagamento de propina da Odebrecht. Em dezembro, Teori também concedeu habeas corpus a Renato Duque,  ex-diretor de Serviços da Petrobras indicado pelo PT. Moro pediu novamente a prisão de Duque por novas acusações, e Teori cedeu. Em julho, Duque fechou um acordo de delação premiada.


“O PT está decidindo o que acontece no STF”, disse o jurista Hélio Bicudo, fundador do PT e autor de um dos pedidos de impeachment. As regras de funcionamento do Supremo alimentam as suspeitas de atuação política. Apesar de ser um colegiado com 11 ministros, a última instância do Poder Judiciário toma diversas decisões de forma monocrática, pelo julgamento de um único magistrado. Isso concentra poderes nas mãos do juiz encarregado de cada caso, assim como também aumenta a pressão política sobre ele.

Os juízes só chegam às mais altas instâncias do Judiciário por indicação do Poder Executivo. Dos 11 ministros atuais do STF, três foram indicados por Lula e cinco por Dilma. Formado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1971, Teori passou num concurso para advogado do Banco Central, em Porto Alegre. Daí em diante, sua carreira no Judiciário foi guiada por indicações. Foi nomeado juiz do Tribunal Regional Federal em 1989, pelo presidente José Sarney, por recomendação do então ministro do STF Paulo Brossard (conforme Sarney fez questão de registrar num telegrama enviado a Brossard, reproduzido ao lado). Em 2003, Teori ascendeu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) por indicação do presidente Fernando Henrique Cardoso e nomeação do presidente Lula. Chegou ao Supremo Tribunal Federal em 2012, pelas mãos da presidente Dilma, durante o julgamento do mensalão. Em sua ascensão, Teori contou com a amizade do ex-deputado e ex-ministro do STF Nelson Jobim, que foi integrante dos governos de Fernando Henrique e Lula. Hoje, Jobim atua como advogado de empreiteiras envolvidas na Lava Jato. Jobim foi apontado como um dos inspiradores do desmembramento das ações da Lava Jato, aprovado pelo STF, que retirou processos das mãos do juiz Sergio Moro.


No caso do mensalão, o Supremo, atuando de forma colegiada, deu mostras de independência. A corte já era majoritariamente formada por indicados de Lula e Dilma quando condenou cardeais do PT, como José Dirceu e José Genoino. Pedidos de impeachment e a Operação Lava Jato manterão o Supremo sob pressão política. Teori – e seus colegas – terão bastante trabalho nas próximas semanas.


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http://jornalggn.com.br/noticia/a-atuacao-de-teori-zavascki-no-supremo-tribunal-federal

A atuação de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal

Jornal GGN - Teori Zavascki entrou para o Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2012, nomeado por Dilma Rousseff para o cargo. Escolhido por seu perfil "técnico", que fugia aos holofotes, Zavascki recebeu em troca o julgamento de casos polêmicos. Entrou na Corte em meio ao mensalão e deixou em plena Operação Lava Jato.
Chegou ao Supremo com experência no trabalho judicial, com notória conduta discreta e rigorosa como desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre, até o STJ (Superior Tribunal de Justiça), onde atuava desde maio de 2003.
Entre suas obras de literatura jurídica, se destacaram o "Processo Coletivo", um estudo reconhecido por juristas com visões dos direitos coletivos e da tutela coletiva. Também escreveu "Antecipação de Tutela", apontando uma busca pessoal pela Justiça qualificada e célere. 
Iniciou em um turbilhão: no ápice do mensalão, assumia desde o início muitos processos. Enquanto três ministros destinavam-se à análise de temas eleitorais, naquele ano de 2012, além de Cezar Peluso, seu antecessor, outro ministro estava prestes a se aposentar: Carlos Ayres Britto.
Teria apenas seis breves anos de atuação no Supremo, antes de atingir a idade de aposentadoria compulsória para os ministros da Corte, então aos 70 anos. Mas uma mudança em maio de 2015 estendeu a passagem de Zavascki no Supremo: aumentando em mais cinco anos a aposentadoria.
Dentro da Operação Lava Jato, iniciou uma das principais tentativas de descentralizar os casos sob o poder de um único magistrado do Paraná, Sérgio Moro. Foi sob a sua relatoria e decisão histórica, em setembro de 2015, que os ministros do STF concordaram em restringir a Lava Jato ao esquema de corrupção da Petrobras, impedindo que Sergio Moro avançasse em sua atuação polêmica.
Foi a primeira paralização do ministro contra abusos de Moro. A partir de então, recursos e casos de réus de Moro que não guardavam relação com a Petrobras e chegavam ao STF eram desmembrados pelos ministros, encaminhando-os a outras Justiças Federais.
Seguindo esse exemplo, no acumulado de ações, também se negou a ser o ministro que assumiria o poder das palavras finais em todas as relatorias da chamada Lava Jato no Supremo. Assim como determinou para as instâncias inferiores, decidiu que diferentes ministros julgariam os casos desmembrados.
De perfil garantista aos direitos dos réus, Teori Zavascki também brecou o juiz de primeira instância, quando ele vazou a interceptação telefônica de Luiz Inácio Lula da Silva com a então presidente Dilma Rousseff. Em despacho ordenando que o caso fosse levado à última instância, que detinha a competência para essa análise, criticou duramente Sérgio Moro. 
Nesse momento, foi chamado de "traidor" e "pelego do PT" por manifestantes. Também foi Zavascki quem rejeitou ações de partidos contra a posse de Lula como ministro da Casa Civil. Foi ainda mais criticado por oposicionistas.
Se por um lado, impediu que o cassado Eduardo Cunha avançasse nas manobras para acelerar o impeachment contra Dilma Rousseff, ainda em outubro de 2015, por outro, o ministro foi o responsável por negar os recursos da ex-presidente contra o julgamento  que afastou a sua nomeadora da Presidência da República. 
Num balanço da Operação Lava Jato, em dezembro do último ano, Zavascki decidiu 102 ações cautelares do Ministério Público Federal (MPF) por desvios na Petrobras, entre elas, prisões preventivas, quebras de sigilos e buscas e apreensões, também homologou 24 das 25 colaborações premiadas que chegaram até o fim do ano passado no STF. Foram mais 83 Habeas Corpus já decididos de um total de 91. Outras 37 reclamações de 45 propostas. 
Entre as 16 denúncias da Procuradoria-Geral da República no caso, Teori aceitou cinco, enviou dois à primeira instância por perda de mandato parlamentar, e estava analisando outros quatro processos para concluir se tornava os investigados réus do Supremo. Mais quatro precisavam das alegações finais da defesa. Ainda, de três ações penais, duas também voltaram para a primeira instância, e uma segue tramitando. 
Nesses turbilhões de decisões, Zavascki também abarcou outros temas polêmicos. No ano passado, suspendeu o mandato de Eduardo Cunha como deputado da Câmara; negou uma pedido que reduzia exigências para porte de armas por juízes; acabou com os efeitos da Operação Métis, da Polícia Federal, e determinou a soltura de presos.
E deixou pela frente outras análises, que considerou precisarem de maior apuração, pedindo vistas: a decisão sobre o pagamento de férias, décimo terceiro e indenizações a prefeitos e vice-prefeitos; pediu explicações a senadores sobre o Projeto de Lei das Telecomunicações; a decisão sobre a descriminalização do porte de drogas; e também buscou analisar a entrega de medicamentos de alto custo a brasileiros por via judicial.

Em um de seus últimos objetivos dentro do Supremo Tribunal Federal e da Lava Jato, queria que seus juízes auxiliares escutassem cada um dos delatores, para confirmar se as colaborações da Odebrecht foram prestadas por livre e espontânea vontade e se foram cumpridas todas as previsões legais. A medida ocorreria antes das homologações. 
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http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/relembre-outras-trag%C3%A9dias-que-mudaram-o-quadro-pol%C3%ADtico-nacional-1.1425365
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Isso eu acho que é besteira... ele disse depois do acidente, ainda não tinha a confirmação, mas foi depois do acidente...


Já este foi trinta minutos antes do acidente...
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Esse sujeito pouco apareceu aqui no meu blog...
Mas hoje vou dar uma cutucada:
Poucas horas depois do acidente com o Teori:


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Essa aqui foi legal... Teorias da conspiração sempre vai existir, mas temos que ter bom senso, saber os dados, informações corretas para podermos afastar as viagens na maionese...





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Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, proprina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...





A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?



Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)


O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*


As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!



Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.


Seminário Nacional - Não queremos nada radical: somente o que está na constituição.

Seminário de Pauta 2015 da CSB - É tudo um assunto só...

UniMérito - Assembleia Nacional Constituinte Popular e Ética - O Quarto Sistema do Mérito 

Jogos de poder - Tutorial montado pelo Justificando, os ex-Advogados Ativistas
MCC : Movimento Cidadão Comum - Cañotus - IAS: Instituto Aaron Swartz

A PLS 204/2016, junto com a PEC 241-2016 vai nos transformar em Grécia e você aí preocupado com Cunha e Dilma?!

A PEC 241. Onde as máscaras caem.

Seminário "O petróleo, o Pré-Sal e a Petrobras" e Entrevista de Julian Assange.

O que tenho contra banqueiros?! Operações Compromissadas/Rentismo acima da produção

Uma visão liberal sobre as grandes manifestações pelo país. (Os Oligopólios cartelizados)

PPPPPPPPP - Parceria Público/Privada entre Pilantras Poderosos para a Pilhagem do Patrimônio Público

Depoimento do Lula: "Nunca antes nesse país..." (O país da piada pronta)
(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)



As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

Foi o "Cirão da Massa" que popularizou o termo "Tattoo no toco"

A minha primeira vez com Maria Lúcia Fattorelli. E a sua?

As aventuras de uma premiada brasileira! (Episódio 2016: Contra o veto da Dilma!)  

A mídia é o 4° ou o 1° poder da república? (Caso Panair, CPI Times-Life)

O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado

Quem inventou o Brasil: Livro/Projeto de Franklin Martins (O ex-guerrilheiro ouve música)

Eugênio Aragão: Carta aberta a Rodrigo Janot (o caminho que o Ministério público vem trilhando)


Luiz Flávio Gomes e sua "Cleptocracia"



Comentários políticos com Bob Fernandes. 

Quem vamos invadir a seguir (2015) - Michel Moore


Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...

Melhores imagens do dia "Feliz sem Globo" (#felizsemglobo)

InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social

Pedaladas Fiscais - O que são? Onde elas vivem? Vão provocar o impeachment da Dilma?

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!


Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez

Resposta ao "Em defesa do PT"

Sugestão inovadora, revolucionária, original e milagrosa para melhorar a trágica carga tributária brasileira.



Desastre em Mariana/MG - Diferenças na narrativa.

Quanto Vale a vida?!


Questões de opinião:

Eduardo Cunha - Como o Brasil chegou a esse ponto?



Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?


Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.


Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.


Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.


Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.



Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países? 


Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 


Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos


Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.



Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!


Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.



Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos 



Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K


A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!



Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 




Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 





Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo



Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)

Acompanhando a CPI do Futebol XIV - Mais sobre nosso legislativo do que nosso futebol



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I