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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Expandindo o conceito de "Capitão do mato"






Quando criança nos anos 80, estudante do ensino básico/médio, tive apenas um colega de sala negro que era filho de uma das funcionárias da escola. O nome dele era Raul e bom de bola que só ele! Naquela época aprendi que foi uma brasileira que acabou com a escravidão no mundo. Eu arregalei os olhos impressionado e orgulhoso do meu país...

Mais velho e com alguma consciência dos fatos a mais aprendi como uma informação pode ser manipulada. O tal decreto da princesa Isabel não valia para o mundo inteiro: Valia só para o Brasil. 
E o Brasil não tem o orgulho de terminar com a escravidão no mundo: 
tem a vergonha de ter sido o último país a fazer isso.

Claro que o " Deus mercado " da época não deixaria essa insurgência barato. A escravidão foi substituída pela mão de obra barata.  Na prática manter os escravos vivos e trabalhando sem a "reposição" de novinhos em folha vinda dos navios negreiros passou a ficar insustentável para a agricultura do café e a pecuária do leite, principais fontes de renda dos brasileiros da época. Passaram a então pagar salários e transferiam à mão de obra o "ônus" de sobreviverem. 
É claro que preferia isso à levar chicotadas. Muito melhor a liberdade precária escolhendo as pessoas que eu vou conviver durante a vida do que forçadamente viver ao lado de seus opressores.


Mas se hoje o Caetano Veloso, e seu colega de infância negro, podem poeticamente dizer sobre o massacre de Carandiru: 
"111 PRESOS indefesos!

São quase todos PRETOS!

Ou quase PRETOS!

Ou quase brancos quase PRETOS de tão POBRES! 
E POBRES são como PODRES!
E todos sabem como se tratam os PRETOS!"




Se eles podem escrever linhas poéticas misturando pretos pobres e podres, não é  por falta de mérito da raça, não é porque eles são barrigudos, folgados e preguiçosos. Eles apenas tiveram um início de cidadania do zero muito depois da cidadania já estabelecida daqueles que nasceram em famílias de pele clara.


E isso é óbvio, claro, cristalino, para qualquer pessoa que não tenha uma pedra no lugar do coração.


Mais de um século e pelo menos cinco gerações depois desses fatos, o dia da consciência negra mais do que uma data comemorativa como o natal ou o dia dos namorados, serve para conscientizar sobre os reais motivos do "status quo" de hoje. É um dia em que os negros e toda a sociedade temos que parar para refletir sobre as seguintes questões:

Por que quando aparece um Joaquim Barbosa no STF ele é tão comemorado? 
O porquê das cotas para negros em universidades?
Por que os versos do Caetano&Gil são tão dramaticamente verdadeiros?
Por que você muda de calçada quando a noite percebe que vem três negros caminhando na direção oposta e vai cruzar com você daqui a alguns segundos?

Por que um século depois da lei áurea, eu só tive um colega negro estudando comigo na escola( mesmo assim era filho de uma funcionária), sendo eles mais da metade da população brasileira?
O porquê no filme "Que horas que ela volta?" os papéis de Val e Jéssica, que deveriam ser entregues 
naturalmente a atrizes negras foram entregues a Regina Casé e Camila Márdila?



http://hojeemdia.com.br/horizontes/5-verdades-e-mitos-sobre-a-aboli%C3%A7%C3%A3o-da-escravatura-no-brasil-1.464282

Aqui vemos algumas reflexões sobre isso onde podemos encontrar:

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4 - A Lei Áurea acabou definitivamente com a escravidão no Brasil. Mito.



“Se pensarmos juridicamente, a afirmação pode fazer algum sentido. Afinal, no dia 13 de maio de 1888, foi assinado um decreto que oficialmente proibia a existência dessa podre instituição. Porém, em primeiro lugar, a abolição da escravidão não significava qualquer melhora na vida dos ex-escravizados. O projeto abolicionista não foi seguido de um processo de inserção dos negros na sociedade republicana que, por desigualdade de condições, não conseguiram acessar melhores posições sociais, permanecendo marginalizados. Além disso, ainda hoje existem o que chamam juridicamente de “situações análogas a escravidão”, principalmente em regiões demograficamente isoladas no interior do Brasil, que representam uma permanência de relações de trabalho em que o indivíduo não possui nenhum direito trabalhista. Trabalha para pagar a manutenção de sua existência. Exatamente igual aos escravizados do período colonial e imperial”, afirma Malacco.
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Até agora faz sentido isso tudo para você?
Bom, para o vereador paulista Fernando Holiday não faz sentido... Ele não concorda comigo...

Ele não concorda que precisa ter cotas para negros ou um dia para a consciência negra.
E eu que não sou negro, o máximo que devo fazer é estranhar que um negro seja contra a política de reparação de danos causado aos negros, realidade visível aos olhos de qualquer um...

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https://www.brasil247.com/pt/247/sp247/273682/Vereador-do-MBL-mostra-a-que-veio-fim-das-cotas-e-da-consci%C3%AAncia-negra.htm

Apenas três dias após tomar posse como vereador de São Paulo, Fernando Holiday (DEM),disse que pretende apresentar projetos propondo o fim do Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro, e o fim das cotas raciais em concursos públicos municipais da capital paulista.

Eleito com pouco mais de 48 mil votos, o ativista do Movimento Brasil Livre (MBL), um dos movimentos que deu suporte ao impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff, já havia publicado, em novembro passado, um post nas redes sociais afirmando considerar "um absurdo " a comemoração do Dia da Consciência Negra que "homenageia um homem assassino escravista". A data foi escolhida em homenagem à morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares, considerado um símbolo de resistência contra a escravidão no Brasil.



"Vou ter propostas de várias frentes, algumas delas mais polêmicas, como propor o fim das cotas raciais em concursos públicos municipais em São Paulo. É um debate que há muito tempo venho encampando, contrário às cotas porque acredito que elas reforçam o machismo ao invés de ajudar os negros. Vou propor a mudança da justificativa do Dia da Consciência Negra, que é um feriado complicado, que muitas vezes por atrapalhar esse combate (contra o racismo)", justificou Holiday na TV Câmara.
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Pela enciclopédia dos assuntos populares, a conhecida wikipédia, o capitão do mato é aquele personagem histórico que:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_do_mato

"No Brasil o capitão do mato foi o serviçal de uma fazenda ou feitoria encarregado da captura de escravos fugitivos. Na sociedade brasileira gozavam de pouquíssimo prestígio social e eram suspeitos de sequestrar escravos apanhados ao acaso, esperando vê-los declarados em fuga, para devolvê-los aos donos mediante o pagamento de recompensa.


No final da escravidão, em 1887-88, quando os escravos fugiam em massa das fazendas da Província de São Paulo, os chefes do Exército, ainda gozando do prestígio de combatentes da guerra do Paraguai, recusaram assumir a desprezada tarefa de capturar escravos"



Em resumo, assume o papel de realizar os interesses de seus opressores; sendo ele mesmo, oprimido.
Falar que o Fernando Holiday tem feito o papel de um capitão do mato moderno, é muito óbvio.

Quero expandir o conceito.

Quero retirar a questão cor da pele do assunto e expandir o conceito de "capitão do mato" para todos aqueles que, sendo oprimidos, defendem os interesses de seus opressores contra os interesses dos oprimidos, seus iguais.

Porque esses personagens existem?
Eu vejo apenas duas possibilidades, se você enxergar uma terceira razão para a existência desses personagens, por favor me corrijam:

Ou o cara recebe para ensinar as pessoas aquela ideologia a serviço do opressor para deixar o oprimido mais doce, mais ameno mais tranquilo

Ou o cara acredita mesmo nas palavras que diz e é apenas uma vítima da lavagem cerebral, da manipulação de opiniões, manipulação essa tão bem feita que replica-se espontaneamente através de pessoas que deixam seus interesses de lado e passam a comportar como robôs...


Expandindo o conceito de capitão do mato:

Em 1500 os Portugueses chegaram por aqui, tentaram escravizar os índios que fugiam para a floresta que conheciam melhor que os Portugueses e então esses escravos eram difíceis de domesticar...
Por isso nas décadas seguintes começaram a chegar os navios negreiros para que os escravos negros mais dóceis pudessem extrair daqui da colônia as riquezas naturais e enviar para nosso império.
Dizem os livros de história que a lei Áurea acelerou o processo de independência do Brasil, que já não mais queria submeter-se às ordens do Rei de Portugal. Isso final do Século 19.

A independência veio mas com uma dependência financeira: a dívida que Portugal tinha com a Inglaterra foi transferida para o Brasil (só a dívida não o empréstimo).

Assim mesmo independentes, continuamos transferindo nossas riquezas para o Império Europeu.

Com riquezas sendo transferidas, a miséria aqui foi crescendo, décadas depois quem mais viu de perto toda essa miséria foi Luiz Carlos Prestes, que com sua coluna, na década de 20 do século 20, percorreu boa parte do território nacional e percebeu como éramos miseráveis num tempo que notícias de um lado para o outro corria muito lentamente e viajando e vendo in-loco era a melhor forma de ficar informado.

Luiz Carlos Prestes: Coluna, Olga, PCB, prisão, ALN, ilegalidade, guerra fria... Introdução ao Golpe de 64.

A melhor chance que tivemos de superar essa miséria começou nas décadas de 40 e 50 quando um brasileiro estadista, Getúlio Vargas, auditou a tal dívida que levava nossas riquezas para o estrangeiro e com a verba que ficou por aqui fundou e deixou estatal empresas mineradoras (Vale/CSN) e petrolífera (Petrobrás). "Forças ocultas" fizeram ele suicidar no meio da década de 50 e sua  carta testamento parece que foi escrita ontem.




As "forças ocultas" era um novo império, que deixou de ser Europeu e agora os Norte-americanos estadunidenses quiseram tomar o lugar dos europeus como destinatário das riquezas extraídas no Brasil.

Esse novo imperialismo passou a dar golpes de estado em vários países latinos americanos e asiáticos tomando para sí os governos desses países. Existiam três possibilidades:

Ou ganhavam o governo em troca de propinas.
Falhando essa tentativa derrubava o governo e colocavam no lugar alguém que aceita essas propinas.
(o derrubar o governo tinha duas possibilidades: golpe de estado ou assassinato simples e puramente)
Falhando essa tentativa a terceira possibilidade é invasão do território com tanques, aviões, bombas e tropas militares.

Essa história é contada com detalhes pelo americano ex-assassino econômico, atual ativista ecológico John Perkins em seu livro "Confissões de um assassino econômico".


Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 


Quando João Gulart limitou a remessa de lucros que as multi-nacionais(em sua maioria) norte-americanas poderiam enviar para suas matrizes no estrangeiro os americanos perceberam que via propina não dava, então partiram para o golpe de estado acontecido com sucesso em 1964.

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?

Para que tornássemos boas colônias para o novo império, precisaríamos aqui de energia (hidroelétricas), estradas(para carregar ferro é melhor ferrovia) e portos.
Todo o milagre econômico acontecido entre 64-85 baseou-se no interesse do império de nos transformar em colônia. A realização dos desejos do império colidiam com os interesses da população brasileira oprimida. Nenhum interesse do nosso povo foi prioridade. Morríamos de fome no meio da miséria enquanto cinicamente diziam:
"Temos que fazer crescer o bolo para depois dividir!"

Brasileiros que percebiam isso, que estavam bem informados da situação, tiveram que ser exilados, mortos, torturados, calados, silenciados de alguma forma. (Dentre eles Luiz Carlos Prestes aquele da coluna Prestes).

Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.


Ao entregar o governo a um civil moribundo em 1985 o Brasil tinha na área rural do nordeste uma mortalidade infantil de 101 em cada 1000. Em qualquer lugar do mundo, quando mata-se 1/10 da população de uma certa região da-se o nome disso de "GENOCÍDIO".

O sociólogo Hebert de Souza, conhecido como Betinho, o irmão do Henfil cantado pela Elis Regina nos versos de  Aldir Blanc/João Bosco, um dos silenciados nessa época, voltou ao Brasil após essa época e doou o resto de vida que a hemofilia e a AIDS lhe deixaram para combater a fome que o governo militar de interesses norte-americanos deixou como legado.

https://jornalggn.com.br/blog/joao/conheca-a-historia-de-o-bebado-e-a-equilibrista


Entregar o governo para um civil só poderia ser feito se deixassem um dependência econômica como foi feito um século antes na independência do Brasil. Essa dependência econômica, a dívida externa, quando eu era criança e jogava bola com o Raulzinho filho da funcionária da limpeza na escola que estudava, tinha o apelido de "dívida eterna".

A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?

A consequência dessa dívida eterna é termos uma moeda nacional fraca.
Ter uma moeda nacional fraca significa que trocamos muita riqueza nossas por pouca riqueza do estrangeiro. A nova forma de império-colonialismo.



Com o plano real dolarizamos nossa moeda, fazendo recuperando o valor dela perante o império.

Mas não recuperamos ainda a gestão do nosso Banco Central que mantém a moeda fraca a serviço do opressor.

Continuamos na dependência financeira devido a dívida sem contra-partida como denuncia a premiada brasileira Maria Lúcia Fattorelli.

A minha primeira vez com Maria Lúcia Fattorelli. E a sua?

As aventuras de uma premiada brasileira! (Episódio 2016: Contra o veto da Dilma!)  


Continuamos sendo colonias que fornece para o nosso império(que desde o golpe de 1964 passou a ser os Norte-americanos) petróleo, soja, ferro, nióbio, impostos, inteligencia humana,  e mais o que tivermos aqui de riquezas.

Continuamos sendo oprimidos.

E surgem no meio dessa opressão toda, escolhidos pelo império, alguns personagens que agem pelo interesse dos opressores, contra o interesse dos oprimidos, mesmo esses personagens sendo parte dos oprimidos.

O império não é racista. Os personagens são escolhidos independentes da cor da pele.

Por isso, modernamente, aquele negro que era escolhido para prender os negros fugitivos, hoje não precisa ser negro. Não precisa ser iletrado. Se entregar a Vale com seus minérios, o Nióbio por exemplo, pode comprar apartamento em Paris, dar um apartamento para o filho em Barcelona, não tem problema nenhum...

Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?





Pode ser branquelo, careca que terá uma conta bancária gorda na Suíça.




Mas tem que defender o interesse do estado americano dentro do território brasileiro.
Tem que entregar o petróleo para exploração do império, por propina, intoxicação ideológica ou invasão do território por tropas.



A existência da briga  "direita" x "esquerda" aqui nesse país oprimido desde sempre com breves e pequenos suspiros de soberania, está bastante deturpado.
O estado nacional existe um para cada país e é uma organização supra-partidário, criado pelo conjunto da população para resolver os problemas dessa população.

Como "EMA-EMA-EMA! Cada um com seus problemas!" o tamanho do estado tem que ser proporcional ao tamanho dos problemas a serem resolvidos naquela nação.

A direita prega o menor estado possível. A esquerda prega o estado mais poderoso possível.

Os americanos pregam o liberalismo para todos os países do mundo. menos um: Eles próprios.
A instituição "Estado Norte-Americano" é a maior instituição do planeta. Em orçamento e em poder.
As empresas que eles disfarçam como instituições privadas estão em total sintonia aos interesses do Estado empoderado que é o principal cliente/financiador dessas "empresas privadas".
Eles deveriam ser considerados os maiores esquerdistas do mundo, os mais radicais, pois possuem o maior estado do mundo.

Porém eles pregam para o resto do mundo a liberdade.
O estado pequeno e inoperante perante ao poder dos privados poderosos.
No território americano, livre mercado para chines comprar empresa americana é proibido.
Livre mercado para multi-nacional brasileira vender aço no território americano é sobre taxado(somente as multi-nacionais) para que a eficiência brasileira fique equiparado a ineficiência americana.

Trump proíbe compra de empresa americana por estatal chinesa
https://exame.abril.com.br/negocios/trump-proibe-compra-de-empresa-americana-por-estatal-chinesa/

Sobretaxa dos EUA vai afetar 1/3 das exportações brasileiras de aço 
https://g1.globo.com/economia/noticia/eua-impoem-sobretaxa-de-25-ao-aco-importado-e-10-ao-aluminio.ghtml


Liberalismo para os outros. 

Conhecem a historinha da ilha de pescadores que descobriu petróleo?

O que fazer se em uma pequena nação, um pequeno estado proporcional a essa nação, descobre petróleo? Ora: entrega esse petróleo nas mãos dos poderosos privados estrangeiros que eles sabem o que fazer com esse petróleo.

Conhecem essa historinha? Não?! Então vá estudar na escola liberal!!
Que tem modernamente no seu maior representante de  difundir a teoria neo-liberal a escola austríaca do Mises.

Coloco o artigo aqui em baixo se quiser se intoxicar ideologicamente.

Mas já está avisado desde o início que:

10 anos de Zeitgeist o documentário mais polêmico do 3° Milênio. (Projeto Vênus) 


Isso é o exemplo de globalização.

Os interesses americanos sendo defendidos no mundo inteiro pela escola austríaca.

Essa historinha da ilha de pescadores que encontraram petróleo pode ser lida, sem disfarces, sem cerimônia, desavergonhadamente, de forma tranquila e transparente em seus artigos.

Você lê a seguinte doutrinação ideológica:
"assegurando aos investidores estrangeiros a total liberdade de investimentos e a total segurança para seus investimentos, além do total direito à repatriação de lucros." 


Coisa que João Gulart fez o contrário e caiu um ano depois.
João Gulart, dono de fazendas, defendia a reforma agrária.
Não defendia interesses próprios e sim da nação que ele vivia.

O contrário dos Capitães-do-mato.

Que defendem os interesses do opressor contra os interesses da nação.
Por propina.
Ou por intoxicação ideológica.

Não tem terceira possibilidade.


Quais são os interesses dos oprimidos?

Re-industrializar o país.
Dar empregos aos nosso povo ao invés de atender a indústria do nosso opressor.
Ao invés de vender petróleo cru e comprar gasolina, produzir a gasolina aqui com o nosso petróleo.
Ao invés de exportar conhecimento humano e importar 80% dos insumos da industria da saúde, produzir os insumos aqui com nossa gente e nossa riqueza natural.

Não é xenofobia. Podemos receber em nossas terras quem quer que seja.
Mas nos respeite como povo/nação e não nos explore.

Que tal votar para presidente em alguém que não seja capitão do mato?

As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

Foi o "Cirão da Massa" que popularizou o termo "Tattoo no toco"






Artigo do Mises sobre uma pequena ilha que encontrou Petróleo.
https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2477

A mesmíssima história você lê aqui:
https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1087

Troque "um pequeno e pobre país isolado no meio do Pacífico" para Brasil, e troque "Uma excursão de geólogos" por Petrobrás.


A pequena ilha
Imagine um pequeno e pobre país isolado no meio do Pacífico, com uma economia baseada predominantemente na pesca e na agricultura de subsistência. Um belo dia, uma excursão de geólogos descobre vastas reservas de petróleo nesse país. Imediatamente após essa descoberta, os investimentos estrangeiros começam a afluir em massa para esse lugar.
Como o país até então não possuía uma infraestrutura avançada, esse investimento estrangeiro terá de construir basicamente tudo: poços petrolíferos, refinarias e oleodutos. Terá também de construir estradas para escoar a produção, bem como um porto, onde embarcar o produto. Para fazer todas essas construções, toneladas de equipamentos e materiais de construção terão de ser levados a esse país, bem como quantidades substanciais de bens de consumo para prover os trabalhadores dessas construções. 
Todos esses materiais, todos esses bens, constituem importações. Mais ainda: eles representam a contrapartida física de todo o dinheiro de investimentos que está entrando na conta capital e financeira dessa ilha. O aumento do investimento estrangeiro possibilitou um aumento das importações.
A pergunta é: teria como esse país evitar um déficit na balança comercial? Nem se ele exportasse todos os peixes, verduras, cocos e vacas que seus habitantes possuem. E o principal: ele não teve de exportar absolutamente nada para pagar por essas importações — o petróleo só começará a jorrar daqui a vários anos, quando tudo isso estiver construído e operante. 
Logo, essa balança comercial deficitária ("desfavorável", segundo economistas) e todo o investimento estrangeiro que a gerou representaram, na verdade, um desenvolvimento econômico extremamente favorável para a economia local. Difícil imaginar algo mais favorável do que esse arranjo.
Porém, um economista desenvolvimentista olharia para os números e lamentaria o déficit na balança comercial. "Puxa, se ao menos vacas, peixes e cocos estivessem sendo mandados para fora para atenuar esse déficit comercial...".  
O desenvolvimentista realmente acredita que os habitantes desse país estariam em melhor situação caso abrissem mão de suas vacas, peixes e cocos, mandando-os para o estrangeiro e, em troca, alimentando-se de capim. Para ele, o que importa é a balança comercial. Quanto menor o déficit, melhor.
Já um economista um pouco mais sensato reconheceria que o atual arranjo econômico desse país realmente é benéfico para sua população; ele reconheceria que investimentos estrangeiros produtivos necessariamente geram déficits na balança comercial, pois investimentos precisam da importação de bens de capital — se não precisassem da importação de bens de capital, então poderiam ser realizados por nativos.  
Investimentos estrangeiros e o déficit na balança comercial que eles geram representam acumulação de capital para o país em questão.

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O dia em que Fernando Holiday descobriu que é preto
https://www.brasil247.com/pt/colunistas/neggotom/359029/O-dia-em-que-Fernando-Holiday-descobriu-que-%C3%A9-preto.htm

Alguns dos capitães do mato moderno (eu excluiria o Boechart)




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Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, propina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...




A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?



Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)


O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*


As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.



UniMérito - Assembleia Nacional Constituinte Popular e Ética - O Quarto Sistema do Mérito 

Jogos de poder - Tutorial montado pelo Justificando, os ex-Advogados Ativistas
MCC : Movimento Cidadão Comum - Cañotus - IAS: Instituto Aaron Swartz

TED / TEDx Talks - Minerando conhecimento humano




Mais desse assunto:

O que tenho contra banqueiros?! Operações Compromissadas/Rentismo acima da produção

Uma visão liberal sobre as grandes manifestações pelo país. (Os Oligopólios cartelizados)

PPPPPPPPP - Parceria Público/Privada entre Pilantras Poderosos para a Pilhagem do Patrimônio Público



As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

Foi o "Cirão da Massa" que popularizou o termo "Tattoo no toco"

A minha primeira vez com Maria Lúcia Fattorelli. E a sua?

As aventuras de uma premiada brasileira! (Episódio 2016: Contra o veto da Dilma!)  

A mídia é o 4° ou o 1° poder da república? (Caso Panair, CPI Times-Life)

O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado




Quem inventou o Brasil: Livro/Projeto de Franklin Martins (O ex-guerrilheiro ouve música)

Eugênio Aragão: Carta aberta a Rodrigo Janot (o caminho que o Ministério público vem trilhando)


Luiz Flávio Gomes e sua "Cleptocracia"



Comentários políticos com Bob Fernandes. 

Quem vamos invadir a seguir (2015) - Michel Moore


Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...

Melhores imagens do dia "Feliz sem Globo" (#felizsemglobo)

InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social



Sobre Propostas Legislativas:

Manifesto Projeto Brasil Nação

A PLS 204/2016, junto com a PEC 241-2016 vai nos transformar em Grécia e você aí preocupado com Cunha e Dilma?!

A PEC 55 (antiga PEC 241). Onde as máscaras caem.

Em conjunto CDH e CAE (Comissão de Direitos Humanos e Comissão de Assuntos Econômicos)

Sugestão inovadora, revolucionária, original e milagrosa para melhorar a trágica carga tributária brasileira.


Debates/Diálogos:

Debate sobre Banco Central e os rumos da economia brasileira...

Diálogo sobre como funciona a mídia Nacional - Histórias de Luiz Carlos Azenha e Roberto Requião.

Diálogo sobre Transparência X Obscuridade.

Plano Safra X Operações Compromissadas.

Eu acuso... Antes do que você pensa... Sem fazer alarde...talvez até já tenha acontecido...


Depoimento do Lula: "Nunca antes nesse país..." (O país da piada pronta)
(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)

Democratizando a mídia:

Entrevistas e mais entrevistas na TV 247


Entrevistas e depoimentos na TVT/DCM


Um ano do primeiro golpe de estado no Brasil no Terceiro Milênio.

Desastre em Mariana/MG - Diferenças na narrativa.

Quanto Vale a vida?!

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!


Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez

Resposta ao "Em defesa do PT" 

Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!



Questões de opinião:

Eduardo Cunha - Como o Brasil chegou a esse ponto?



Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?


Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.


CPI da Previdência


CPI da PBH Ativos


Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.


Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.


Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.



Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países? 


Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 


Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos


Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.


Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!


Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.



Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos 


Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K


A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!



Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 




Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 





Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo


Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)

Acompanhando a CPI do Futebol XIV - Mais sobre nosso legislativo do que nosso futebol



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I



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