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terça-feira, 14 de novembro de 2017

A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.


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Carta ao povo brasileiro

O Brasil quer mudar. Mudar para crescer, incluir, pacificar. Mudar para conquistar o desenvolvimento econômico que hoje não temos e a justiça social que tanto almejamos. Há em nosso país uma poderosa vontade popular de encerrar o atual ciclo econômico e político.

Se em algum momento, ao longo dos anos 90, o atual modelo conseguiu despertar esperanças de progresso econômico e social, hoje a decepção com os seus resultados é enorme. Oito anos depois, o povo brasileiro faz o balanço e verifica que as promessas fundamentais foram descumpridas e as esperanças frustradas.

Nosso povo constata com pesar e indignação que a economia não cresceu e está muito mais vulnerável, a soberania do país ficou em grande parte comprometida, a corrupção continua alta e, principalmente, a crise social e a insegurança tornaram-se assustadoras.

O sentimento predominante em todas as classes e em todas as regiões é o de que o atual modelo esgotou-se. Por isso, o país não pode insistir nesse caminho, sob pena de ficar numa estagnação crônica ou até mesmo de sofrer, mais cedo ou mais tarde, um colapso econômico, social e moral.

O mais importante, no entanto, é que essa percepção aguda do fracasso do atual modelo não está conduzindo ao desânimo, ao negativismo, nem ao protesto destrutivo.

Ao contrário: apesar de todo o sofrimento injusto e desnecessário que é obrigada a suportar, a população está esperançosa, acredita nas possibilidades do país, mostra-se disposta a apoiar e a sustentar um projeto nacional alternativo, que faça o Brasil voltar a crescer, a gerar empregos, a reduzir a criminalidade, a resgatar nossa presença soberana e respeitada no mundo.

A sociedade está convencida de que o Brasil continua vulnerável e de que a verdadeira estabilidade precisa ser construída por meio de corajosas e cuidadosas mudanças que os responsáveis pelo atual modelo não querem absolutamente fazer.

A nítida preferência popular pelos candidatos de oposição que têm esse conteúdo de superação do impasse histórico nacional em que caímos, de correção dos rumos do país.

A crescente adesão à nossa candidatura assume cada vez mais o caráter de um movimento em defesa do Brasil, de nossos direitos e anseios fundamentais enquanto nação independente.

Lideranças populares, intelectuais, artistas e religiosos dos mais variados matizes ideológicos declaram espontaneamente seu apoio a um projeto de mudança do Brasil.

Prefeitos e parlamentares de partidos não coligados com o PT anunciam seu apoio. Parcelas significativas do empresariado vêm somar-se ao nosso projeto. Trata-se de uma vasta coalizão, em muitos aspectos suprapartidária, que busca abrir novos horizontes para o país.

O povo brasileiro quer mudar para valer. Recusa qualquer forma de continuísmo, seja ele assumido ou mascarado. Quer trilhar o caminho da redução de nossa vulnerabilidade externa pelo esforço conjugado de exportar mais e de criar um amplo mercado interno de consumo de massas.

Quer abrir o caminho de combinar o incremento da atividade econômica com políticas sociais consistentes e criativas. O caminho das reformas estruturais que de fato democratizem e modernizem o país, tornando-o mais justo, eficiente e, ao mesmo tempo, mais competitivo no mercado internacional.

O caminho da reforma tributária, que desonere a produção. Da reforma agrária que assegure a paz no campo. Da redução de nossas carências energéticas e de nosso déficit habitacional. Da reforma previdenciária, da reforma trabalhista e de programas prioritários contra a fome e a insegurança pública.

O PT e seus parceiros têm plena consciência de que a superação do atual modelo, reclamada enfaticamente pela sociedade, não se fará num passe de mágica, de um dia par ao outro. Não há milagres na vida de um povo e de um país.

Será necessária uma lúcida e criteriosa transição entre o que temos hoje e aquilo que a sociedade reivindica. O que se desfez ou se deixou de fazer em oito anos não será compensado em oito dias.

O novo modelo não poderá ser produto de decisões unilaterais do governo, tal como ocorre hoje, nem será implementado por decreto, de modo voluntarista. Será fruto de uma ampla negociação nacional, que deve conduzir a uma autêntica aliança pelo país, a um novo contrato social, capaz de assegurar o crescimento com estabilidade.

Premissa dessa transição será naturalmente o respeito aos contratos e obrigações do país. As recentes turbulências do mercado financeiro devem ser compreendidas nesse contexto de fragilidade do atual modelo e de clamor popular pela sua superação.

À parte manobras puramente especulativas, que sem dúvida existem, o que há é uma forte preocupação do mercado financeiro com o mau desempenho da economia e com sua fragilidade atual, gerando temores relativos à capacidade de o país administrar sua dívida interna e externa. É o enorme endividamento público acumulado no governo Fernando Henrique Cardoso que preocupa os investidores.

Trata-se de uma crise de confiança na situação econômica do país, cuja responsabilidade primeira é do atual governo. Por mais que o governo insista, o nervosismo dos mercados e a especulação dos últimos dias não nascem das eleições.

Nascem, sim, da graves vulnerabilidades estruturais da economia apresentadas pelo governo, de modo totalitário, como o único caminho possível para o Brasil. Na verdade, há diversos países estáveis e competitivos no mundo que adotaram outras alternativas.

Não importa a quem a crise beneficia ou prejudica eleitoralmente, pois ela prejudica o Brasil. O que importa é que ela precisa ser evitada, pois causará sofrimento irreparável para a maioria da população. Para evitá-la, é preciso compreender que a margem de manobra da política econômica no curto prazo é pequena.

O Banco Central acumulou um conjunto de equívocos que trouxeram perdas às aplicações financeiras de inúmeras famílias. Investidores não especulativos, que precisam de horizontes claros, ficaram intranquilos. E os especuladores saíram à luz do dia, para pescar em águas turvas.

Que segurança o governo tem oferecido à sociedade brasileira? Tentou aproveitar-se da crise para ganhar alguns votos e, mais uma vez, desqualificar as oposições, num momento em que é necessário tranquilidade e compromisso com o Brasil.

Como todos os brasileiros, quero a verdade completa. Acredito que o atual governo colocou o país novamente em um impasse. Lembrem-se todos: em 1998, o governo, para não admitir o fracasso do seu populismo cambial, escondeu uma informação decisiva. A de que o real estava artificialmente valorizado e de que o país estava sujeito a um ataque especulativo de proporções inéditas.

Estamos de novo atravessando um cenário semelhante. Substituímos o populismo cambial pela vulnerabilidade da âncora fiscal. O caminho para superar a fragilidade das finanças públicas é aumentar e melhorar a qualidade das exportações e promover uma substituição competitiva de importações no curto prazo.

Aqui ganha toda a sua dimensão de uma política dirigida a valorizar o agronegócio e a agricultura familiar. A reforma tributária, a política alfandegária, os investimentos em infra-estrutura e as fontes de financiamento públicas devem ser canalizadas com absoluta prioridade para gerar divisas.

Nossa política externa deve ser reorientada para esse imenso desafio de promover nossos interesses comerciais e remover graves obstáculos impostos pelos países mais ricos às nações em desenvolvimento.

Estamos conscientes da gravidade da crise econômica. Para resolvê-la, o PT está disposto a dialogar com todos os segmentos da sociedade e com o próprio governo, de modo a evitar que a crise se agrave e traga mais aflição ao povo brasileiro.

Superando a nossa vulnerabilidade externa, poderemos reduzir de forma sustentada a taxa de juros. Poderemos recuperar a capacidade de investimento público tão importante para alavancar o crescimento econômico.

Esse é o melhor caminho para que os contratos sejam honrados e o país recupere a liberdade de sua política econômica orientada para o desenvolvimento sustentável.

Ninguém precisa me ensinar a importância do controle da inflação. Iniciei minha vida sindical indignado com o processo de corrosão do poder de comprar dos salários dos trabalhadores.

Quero agora reafirmar esse compromisso histórico com o combate à inflação, mas acompanhado do crescimento, da geração de empregos e da distribuição de renda, construindo um Brasil mais solidário e fraterno, um Brasil de todos.

A volta do crescimento é o único remédio para impedir que se perpetue um círculo vicioso entre metas de inflação baixas, juro alto, oscilação cambial brusca e aumento da dívida pública.

O atual governo estabeleceu um equilíbrio fiscal precário no país, criando dificuldades para a retomada do crescimento. Com a política de sobrevalorização artificial de nossa moeda no primeiro mandato e com a ausência de políticas industriais de estímulo à capacidade produtiva, o governo não trabalhou como podia para aumentar a competitividade da economia.

Exemplo maior foi o fracasso na construção e aprovação de uma reforma tributária que banisse o caráter regressivo e cumulativo dos impostos, fardo insuportável para o setor produtivo e para a exportação brasileira.

A questão de fundo é que, para nós, o equilíbrio fiscal não é um fim, mas um meio. Queremos equilíbrio fiscal para crescer e não apenas para prestar contas aos nossos credores.

Vamos preservar o superávit primário o quanto for necessário para impedir que a dívida interna aumente e destrua a confiança na capacidade do governo de honrar os seus compromissos.

Mas é preciso insistir: só a volta do crescimento pode levar o país a contar com um equilíbrio fiscal consistente e duradouro. A estabilidade, o controle das contas públicas e da inflação são hoje um patrimônio de todos os brasileiros. Não são um bem exclusivo do atual governo, pois foram obtidos com uma grande carga de sacrifícios, especialmente dos mais necessitados.

O desenvolvimento de nosso imenso mercado pode revitalizar e impulsionar o conjunto da economia, ampliando de forma decisiva o espaço da pequena e da microempresa, oferecendo ainda bases sólidas par ampliar as exportações.

Para esse fim, é fundamentar a criação de uma Secretaria Extraordinária de Comércio Exterior, diretamente vinculada à Presidência da República.

Há outro caminho possível. É o caminho do crescimento econômico com estabilidade e responsabilidade social. As mudanças que forem necessárias serão feitas democraticamente, dentro dos marcos institucionais.

Vamos ordenar as contas públicas e mantê-las sob controle. Mas, acima de tudo, vamos fazer um compromisso pela produção, pelo emprego e por justiça social.

O que nos move é a certeza de que o Brasil é bem maior que todas as crises. O país não suporta mais conviver com a idéia de uma terceira década perdidas.

O Brasil precisa navegar no mar aberto do desenvolvimento econômico e social. É com essa convicção que chamo todos os que querem o bem do Brasil a se unirem em torno de um programa de mudanças corajosas e responsáveis.

Luiz Inácio Lula da Silva

São Paulo, 22 de junho de 2002



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“Comunicado aos cidadãos do Brasil:

Nos últimos dias o Dr. Adolfo Sachsida foi apresentado pela imprensa como o “conselheiro” do deputado Jair Bolsonaro. Conforme nota já divulgada, houve sim conversas com o talentoso economista.

Também entendemos o interesse da sociedade pela equipe de acadêmicos e profissionais que estão integrando nosso time.

Nesse sentido, podemos antecipar que já contamos com um sólido grupo, composto por professores de algumas das melhores universidades do Brasil e da Europa. Indivíduos que são referência na academia, com vários papers publicados em revistas ranqueadas, com larga experiência profissional e sem máculas em seus respectivos históricos.

Evidentemente que nenhum dos membros de nossa equipe defende ideias heterodoxas ou apreço por regimes totalitários.

Sabemos que estamos lidando com a vida e o futuro de centenas de milhões de pessoas. Assim, afirmamos que, absolutamente, todas as propostas serão pautadas pelo respeito aos contratos, respeito às leis e pelo TOTAL respeito à Constituição Brasileira.

Um amplo trabalho vem sendo desenvolvido há alguns meses e já existiram dezenas de reuniões. Não se tratando de algo rápido ou superficial.

Sabemos do momento dramático pelo qual o Brasil atravessa e estamos cientes que o nome de Jair Bolsonaro representa esperança de dias melhores para mais de duzentos milhões de brasileiros. Todavia, pedimos um pouco mais de paciência a todos, para que tudo seja feito de forma profissional, séria e ética. Como sempre será feito!


Brasil acima de todos e Deus acima de tudo.”


COMUNICADO AOS CIDADÃOS DO BRASIL:


Seguindo a construção de uma pauta propositiva moderna, dentro de parâmetros profissionais e éticos, decidimos emitir nosso 2º comunicado sobre um assunto que já é ponto pacífico em nossa equipe:
O Brasil precisa de um Banco Central independente!
No tripé macroeconômico (taxa de câmbio flutuante, metas de inflação e superávits primários), o Banco Central é responsável por dois dos três pilares.
Com sua independência, tendo mandatos atrelados a metas/métricas claras e bem definidas pelo Legislativo, profissionais terão autonomia para garantir à sociedade que nunca mais presidentes populistas ou demagogos colocarão a estabilidade do país em risco para perseguir um resultado político de curto prazo.
O exemplo recente é a desastrosa condução da inflação sob o mandato de Dilma Rousseff. Como se não bastasse, ainda havia a discussão de como gastar as reservas internacionais para, sob a orientação dos “sábios” conselheiros do PT, estimular a politica “desenvolvimentista”. O impeachment evitou que quebrassem completamente o Brasil!
A produção acadêmica internacional deixa claríssimo o benefício de ter um banco central independente. São os países que adotam tal modelo os que conseguem ter uma inflação mais baixa, juros menores, serem os mais ricos e estáveis do mundo. Assim, que tal nos inspiramos em países que estão no rumo certo, como Canadá, Japão, Grã-Bretanha, Israel, EUA, Austrália, México, Chile, Peru, entre outros? Há também uma alternativa, que são os países que não o têm: Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, Paquistão, etc. O menor risco de ingerência política gera, comprovadamente, menor inflação e redução dos juros de longo prazo. Precisamos construir as condições para que o Brasil tenha juros baixos de forma sustentável e estruturada. Basta de querer baixar os juros na canetada!
Quanto aos populistas de plantão, que irão argumentar que o Banco Central poderá manter os juros elevados para beneficiar os banqueiros, explicamos que um banco não ganha dinheiro aplicando seu próprio capital. Banco ganha com o spread! O capital serve de garantia para a intermediação. Quando os juros sobem, a inadimplência aumenta e os lucros caem.
Atualmente, com a Selic próxima de seus mínimos históricos, o lucro dos bancos é recorde e as ações dos bancos se valorizaram. O problema no Brasil é que este é mais um setor onde o PT/PSDB permitiu a concentração do mercado, diminuindo a concorrência. Monopólios e oligopólios capturam o excedente do consumidor. Traduzindo: os juros do Banco Central caíram, os juros do consumidor não! O lucro dos bancos subiu com juros baixos!
“...mas isso é o oposto do mostrado pela propaganda de Dilma em sua campanha...”
Sabemos que iremos enfrentar grupos organizados sem escrúpulos que, novamente, “farão qualquer coisa” para vencer as próximas eleições. Nossa arma será a verdade! Enquanto a esquerda prefere gurus do Nacional Socialismo como Joseph Goebbels: "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade"; nós ficamos com Galileu Galilei: eppur si muove! Todavia, a convicção que venceremos vem de João 8:32 “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
Basta de mentiras!!!
Voltando à economia e olhando para um horizonte mais distante, o Brasil precisa ter instrumentos modernos e voluntários para elevar sua poupança interna. Juros é o preço do crédito. Exatamente como qualquer outro produto, desde tomates até carros, pouca oferta e muita demanda resultam em um preço elevado. No Brasil temos pouca poupança interna (pouca oferta de crédito) e enormes demandas reprimidas (muita demanda por crédito) com investimentos óbvios em infraestrutura ou o potencial de crescimento do consumo de bens duráveis, educação superior, habitacional, etc.
Como se não bastasse, ainda aparece o governo pegando uma parte deste escasso crédito para financiar despesas operacionais (déficit primário). Os economistas chamam tal movimento de crowding out. Por último, os juros são elevados para nós cidadãos normais! Os amigos do rei têm o BNDES.
Hoje, após o desastre em que Lula nos deixou, com seus ungidos Dilma/Temer, nossa taxa de investimento é baixíssima. Há uma enorme capacidade ociosa e nossa pequena poupança interna nos atende. Mesmo assim, o déficit em transações correntes prova que o financiamento do déficit do setor público vem do exterior. Quando voltarmos a crescer, teremos o mesmo problema de sempre: trazer poupança do exterior, o que é volátil! Qualquer problema global e paramos de crescer. Precisamos libertar o Brasil de sua dependência do capital internacional! Como fez o Chile!
O primeiro passo é um BC independente, com mandato e metas de inflação claras, aprovadas pelo Congresso Nacional, para nunca mais um populista colocar em risco o orçamento das famílias brasileiras. A missão de um governo sério é proteger as pessoas. A percepção de risco, embutida nos juros das dívidas mais longas, será reduzida, viabilizando investimentos e o crescimento de nosso Brasil.
Para finalizar, informamos que este será nosso canal de comunicação e esperamos enviar um próximo comunicado em breve. Acreditamos que esse formato institucional evitará que pessoas desqualificadas e mal intencionadas ganhem com especulações, boatos e as conhecidas Fake News.
O Brasil é a pátria dos brasileiros! E não a terra de ladrões, corruptos e de quadrilhas organizadas como o Foro de São Paulo. Pessoas que venham para somar são bem vindas, mas desde que tenham humildade e estejam pensando no bem de nossos irmãos brasileiros.
Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.
Abraham Weintraub
Arthur Bragança Weintraub e

Equipe de Jair Bolsonaro
Rio de Janeiro, 13 de Novembro 2017

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O voto 'BolsoLula': 
eleitores de Lula indicam Bolsonaro como segunda opção
Pesquisa também identifica migração de votos do deputado para o petista

Jornal O Globo 22/10/2017


https://oglobo.globo.com/brasil/o-voto-bolsolula-eleitores-de-lula-indicam-bolsonaro-como-segunda-opcao-21977329


A uns dias atrás O Globo publicou como sempre uma matéria em seu jornal em que a manchete diz uma coisa e o seu conteúdo diz outra.
Na manchete diz existir o eleitorado BolsoLula, aqueles eleitores do Lula que caso ele não concorra às eleições votariam no Bolsonaro; o que fere frontalmente qualquer senso crítico da realidade ao ver que Bolsonaro ataca Lula dia sim e dia também e tem 95% de seu eleitorado formado pelos "insatisfeitos com o que temos aí". 

Lendo o conteúdo da matéria descobrimos que 94% dos eleitores do Lula não votariam em Bolsonaro.

Se eu fosse chutar um número eu chutaria 95% dos eleitores do Lula não fariam isso de maneira nenhuma!!

Está bom, 95% é o que eu imaginei, 94% é o que diz a matéria, deve estar dentro da margem de erro... Temos que aceitar que existem pessoas de tudo quanto é tipo, incluindo aquelas que não gostam de "perder" o voto, então votam no primeiro. E se o primeiro não for concorrer? Então eu voto no segundo...


Trecho da matéria:

"Nas simulações em que ele [Lula] não aparece, 6% dos seus apoiadores afirmam que escolheriam o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). 

No sentido contrário, a migração é maior: até 13% dos eleitores que votariam no parlamentar (sem Lula na disputa) responderam que apoiariam o petista caso ele estivesse no páreo."


Pois bem... nem tudo é mentira na manipulação do jornal Global...
Menos de um mês depois da matéria, no dia 13/11/2017 Jair Bolsonaro divulga em suas redes sociais um "Comunicado aos cidadãos do Brasil";  não escrita por ele, que pelo título é bem parecido com a "Carta ao povo brasileiro" supostamente escrita pelo Lula mais de 15 anos antes em 22 de junho de 2002.

O que tem de comum entre esses dois candidatos, aparentemente diferentes em tudo e que dá para perceber nessas duas cartas?

1) Negam tudo o que o seus antecessores fizeram.

2) Dizem exatamente o que o eleitor que ouvir que é: !!Vamos mudar tudo isso aí!!

3) São palavras que não saíram da cabeça dos seus garotos propagandas, que são (para quem viu Homem de ferro 3) apenas o Mandarim repedindo o escrito pelo verdadeiro vilão.

4) Apesar de gritar por mudanças os dois defendem a continuidade do que está aí, um utiliza as palavras: "(...)o respeito aos contratos e obrigações do país(...)"; o outro usa as palavras:
"(...)
um Banco Central independente(...)";
traduzindo as duas falas é o seguinte:
Não se preocupem, que no  interesse de vocês eu não vou mexer, vocês ficam aí ganhando na especulação que eu fico aqui com os 21% do orçamento fazendo uma ou outra galera feliz.


5) Os dois prometem reduzir os juros somente "de forma consistente" , que traduzindo é: segura aí negada, nós vamos reduzir, mas espera aí uns 20 aninhos...

6) Nos dois casos é o melhor discursos capaz de angariar votos avisando para a galera: vou mudar um monte de coisa, mas esses financistas/Capital especulativo/Banqueiros, nem adianta pedir,  pois já me conciliei.

Esse povo que fica ganhando bilhões por não cumprirem seu papel social , que são responsáveis por 1 dos 4 trilhões(com T de Tapioca) da dívida pública brasileira, que mantem consistentemente a taxa de juros maior que a rentabilidade média dos negócios produtivos, são esses que travam o crescimento do país e são eles que não escolhe a ideologia do presidente ventríloco tipo mandarim da vez. Eles querem é metade do orçamento e abrem mão de 21% para o presidente fazer o que quiser:




Você pode de novo cair na mesma esparrela (Sinônimo de esparrela: ardil, cilada, embuste. Se ouvir alguém dizendo essa palavra, já sabe o que é). 

Mas não pode mais falar que eu não avisei...




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comentário sobre a cartinha do Bolsonaro:

Pronto. Beijou a cruz do rentismo brasileiro.... quando ele estava indo para os EUA ele postou uma fala dizendo que queria baixar a SELIC para 2%. Eu comentei no post dele: "Ele está indo para os EUA e na volta ele vai desistir dessa idéia." 
Está aí:
Depois de uma visitinha no império ele volta com a idéia do colonizado feliz: O banco central deve ser independente do voto popular. Ao deixar o banco central independente você pode votar na rainha da Inglaterra que você quiser pois o tripé macro econômico neo liberal será o mesmo. Façam o que quiser que os 21% do orçamento e deixe os 50% dos bancos a quem sabe em qual "paradaise papers" investir o dinheiro dos seus impostos.

(Se não entendeu a referencia você deveria ver esse post ou essa CPI)

Agora oficialmente os dois principais candidatos a presidência em 2018 estão com a cruz do rentismo brasileiro beijados. São oficialmente mais do mesmo. O ponto em comum a Lula e Bolsonaro é que nenhum dos dois vão confrontar quem manda de verdade no Brasil...
Quando o Lula em 2002 escreveu aquela cartinha aos (banqueiros ) brasileiros, eu ainda não tinha entendimento político o suficiente para saber o que ele estava fazendo. Nessa cartinha aos banqueiros brasileiros do Bolsonaro eu já tenho total compreensão do que está escrito aqui...

O meu candidato eu não sei mas o critério já está dado: será o candidato com maiores chances de ganhar que publicamente se comprometer com a "Auditoria cidadã da dívida pública"; que é o inverso de deixar o banco central independente do voto popular.

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Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, propina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...




A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?



Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)


O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*


As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.



UniMérito - Assembleia Nacional Constituinte Popular e Ética - O Quarto Sistema do Mérito 

Jogos de poder - Tutorial montado pelo Justificando, os ex-Advogados Ativistas
MCC : Movimento Cidadão Comum - Cañotus - IAS: Instituto Aaron Swartz

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Mais desse assunto:

O que tenho contra banqueiros?! Operações Compromissadas/Rentismo acima da produção

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Comentários políticos com Bob Fernandes. 

Quem vamos invadir a seguir (2015) - Michel Moore


Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...

Melhores imagens do dia "Feliz sem Globo" (#felizsemglobo)

InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social



Sobre Propostas Legislativas:

Manifesto Projeto Brasil Nação

A PLS 204/2016, junto com a PEC 241-2016 vai nos transformar em Grécia e você aí preocupado com Cunha e Dilma?!

A PEC 55 (antiga PEC 241). Onde as máscaras caem.

Em conjunto CDH e CAE (Comissão de Direitos Humanos e Comissão de Assuntos Econômicos)

Sugestão inovadora, revolucionária, original e milagrosa para melhorar a trágica carga tributária brasileira.


Debates/Diálogos:

Debate sobre Banco Central e os rumos da economia brasileira...

Diálogo sobre como funciona a mídia Nacional - Histórias de Luiz Carlos Azenha e Roberto Requião.

Diálogo sobre Transparência X Obscuridade.

Plano Safra X Operações Compromissadas.

Eu acuso... Antes do que você pensa... Sem fazer alarde...talvez até já tenha acontecido...


Depoimento do Lula: "Nunca antes nesse país..." (O país da piada pronta)
(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)

Democratizando a mídia:

Entrevistas e mais entrevistas na TV 247


Entrevistas e depoimentos na TVT/DCM


Um ano do primeiro golpe de estado no Brasil no Terceiro Milênio.

Desastre em Mariana/MG - Diferenças na narrativa.

Quanto Vale a vida?!

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!


Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez

Resposta ao "Em defesa do PT" 

Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!



Questões de opinião:

Eduardo Cunha - Como o Brasil chegou a esse ponto?



Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?


Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.


CPI da Previdência


CPI da PBH Ativos


Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.


Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.


Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.



Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países? 


Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 


Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos


Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.



Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!


Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.



Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos 



Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K


A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!



Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 




Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 





Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo



Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)

Acompanhando a CPI do Futebol XIV - Mais sobre nosso legislativo do que nosso futebol



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I

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