Magazine Luiza

Bem Vindo ao Blog!

Pesquise no Google:


http://sites.google.com/site/jogosdinheirointernet/magazineemocione
Anuncie aqui - Planos a partir de R$200,00 por mês.

1 ano : R$2.400,00 (R$200,00 mensais)
6 meses : R$1.350,00 (R$225,00 mensais)
3 meses : R$750,00 (R$250,00 mensais)
2 meses : R$550,00 (R$275,00 mensais)
1 mês : R$300,00

Mostrando postagens com marcador Lançamentos 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lançamentos 2012. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de março de 2013

Dishonored - O jogo antimacetes



Dishonored (jogo eletrônico)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Dishonored
Desenvolvedora Arkane Studios
Publicadora(s) Bethesda Softworks
Projetista Harvey Smith
Raphaël Colantonio
Motor Unreal Engine 3 (modificado)
Plataforma(s) Microsoft Windows
PlayStation 3
Xbox 360
Data(s) de lançamento América do Norte 9 de outubro de 2012[1]
Europa 12 de outubro de 2012[1]
Austrália 11 de outubro de 2012[1]
Gênero(s) Stealth, acção-aventura, tiro na primeira pessoa
Modos de jogo Um jogador
Classificação Inadequado para menores de 18 anos  PEGI (Europa)
Portal Portal  • Página do projeto WikiProjeto Entretenimento
Dishonored é um jogo de ação e stealth e tiro na primeira pessoa desenvolvido pela Arkane Studios e publicado pela Bethesda Softworks, lançado em outubro de 2012 para Microsoft Windows, PlayStation 3 e Xbox 360. Harvey Smith, conhecido pelo seu trabalho passado sobre a franquia Deus Ex e Thief: Deadly Shadows, e Raf Colantonio que trabalhou em Arx Fatalis e Dark Messiah of Might and Magic, são os designers do jogo.

Sinopse

És o antigo guarda-costas de confiança da Imperatriz. Injustamente culpado pelo seu assassinato, e movido pela vingança, terás de te tornar um infame assassino, conhecido apenas pela perturbadora máscara que se tornou o teu cartão-de-visita. À medida que vagueias por um mundo destroçado pela peste e oprimido por um governo armado com estranhas tecnologias, a verdade por detrás da tua traição é tão obscura como as águas que rodeiam a cidade. As tuas escolhas determinarão o destino do mundo, mas, o que quer que aconteça, a tua antiga vida desapareceu para sempre.
 
Descrição oficial da Bethesda Softworks.[3],


 
DISHONORED » O jogo antimacetes  
Alardeado como uma das grandes inovações de 2012, título de ação furtiva não se contenta com fórmulas batidas e se baseia na escolha


Publicação: Jornal Estado de Minas 14/03/2013 Caderno Inform@tica Repórter: Bruno Silva

 (sansung unpacted 2013 episode 1/divulgação)
 Dishonored não tem sido comparado com Bioshock à toa. Assim como o consagrado jogo de Ken Levine, o título de ação furtiva é incensado como um sopro de inovação em um setor que precisa muito de novidades – no ano passado, os 10 jogos mais vendidos foram sequências. Crises de criatividade da indústria de games (e do entretenimento de forma geral) à parte, o jogo da Bethesda e da Arkane Studios merece o status que alcançou com os fãs de videogame.

O jogo é uma história de vingança em Dunwall, um ambiente baseado na Inglaterra vitoriana, que mistura magia e tecnologia em suas piores faces – o local sofre com extremas desigualdades sociais, poluição e uma infestação de ratos que têm diminuído a quantidade de habitantes. O jogador entra na pele de Corvo, o guarda-costas responsável pela segurança da imperatriz que controla a cidade-estado. Entretanto, em um golpe de estado, a regente é morta, a princesa é sequestrada e o protagonista é acusado injustamente como culpado.

Meses depois, Corvo escapa da prisão (que convenientemente serve de tutorial do jogo) com o auxílio de um grupo de resistência. Ele planeja encontrar a princesa e devolvê-la ao trono. Mais do que restaurar o status quo, o protagonista é motivado principalmente pela vontade de acertar as contas com as pessoas que o colocaram atrás das grades. O herói também é agraciado com poderes sobrenaturais por uma entidade extraterrena e, com isso, um arsenal de armas e magias para suas missões. Espadas, pistolas, flechas e bombas se unem a poderes como teletransporte, controle do vento ou dos ratos que infestam a cidade. Tudo, claro, pode ser melhorado por meio de itens encontrados no cenário, com o auxílio de uma máquina similar a um coração, ou moedas que compram upgrades instalados por Piero, o cientista do grupo de resistência.

Da história à jogabilidade, todos os elementos de Dishonored são voltados para a tomada de decisões. Em vez do preto no branco, Dishonored opta por variados tons de cinza: não há caminhos predeterminados, nem poucas opções sobre como o jogador pode se comportar durante as missões. Você pode invadir furtivamente ou dizimar qualquer um que cruze o seu caminho, mas nenhuma das duas é claramente diferenciada – e tampouco é fácil.

Caso você vá pelo caminho furtivo, os soldados conseguem detectá-lo facilmente, mesmo na dificuldade normal. E, se você preferir enfrentar todo mundo, será difícil se livrar de três ou mais guardas sem que sua barra de vida chegue a um estado crítico. Dishonored é o jogo antimacete: ao contrário da maioria dos títulos vendidos no mercado, ele não se contenta com fórmulas fáceis de aprender e pede que o jogador preste atenção no que está fazendo a quase todo momento.

Da mesma forma, você também não é obrigado a matar ninguém, nem mesmo os vilões. Assim como há opções de armas que podem derrotar o oponente sem tirar sua vida, a trama do jogo sempre apresenta situações em que Corvo – e, principalmente, você – será obrigado a ponderar se aquele vilão realmente merece ser eliminado.

SANGUE E VIOLÊNCIA E, como em todo jogo em que há escolha, também há consequência, aqui a Arkane também preferiu optar pelo método menos convencional. Em vez de colocar sua moral como “do bem” ou do “mal”,as decisões são medidas pelo ambiente: caso você derrame sangue, os animais e as pessoas infectadas se tornam mais violentos – e, por consequência, a opressão social aumenta, para separar os ricos dos pobres doentes. Suas ações também interferem de forma interessante nos caminhos para o desfecho da trama.

A brilhante combinação entre ação e furtividade, de modo que um não se sobrepõe ao outro, é o grande trunfo de Dishonored. Seu sistema de jogo reflete o contexto em que o título da Arkane está situado e manda o recado para outras grandes produtoras: não é necessário repetir fórmulas consagradas (mas batidas) para garantir boas vendas e um bom game. É a prova de que a inovação ainda compensa.





Análise: Dishonored

Pablo Raphael Do UOL, em São Paulo 23/10/2012 
 
Considerações
Terceiro jogo do Arkane Studios, "Dishonored" mostra do que um time formado por desenvolvedores experientes é capaz: veteranos de "Thief", "Deus Ex" e "Half-Life", seus criadores constroem um novo mundo fascinante, injetando uma bem vinda dose de novidade nesse final de geração, mais comumente marcado pelos episódios anuais de franquias estabelecidas.

O game surpreende também pela liberdade de ação oferecida ao jogador, que pode optar por combates diretos, assassinatos frios, uso inteligente de poderes mágicos ou encarar o desafio de ser extremamente furtivo, atravessando toda a aventura praticamente sem ser visto.

Assim como os demais títulos no currículo de seus produtores, e também "BioShock", "Dishonored" mostra que os games de tiro em primeira pessoa podem sair da mesmice de guerras modernas e batalhas futuristas.

Introdução

Em "Dishonored" você é Corvo Attano, guarda-costas da Imperatriz de Dunwall, acusado injustamente do assassinato da regente. Para limpar seu nome, Corvo se une a um grupo de nobres conspiradores e você pode decidir como será a vingança: sutil ou sangrenta, justa ou impiedosa. A aventura, toda em primeira pessoa, pode ser jogada de diversas maneiras e é aí que reside boa parte do charme de "Dishonored".

Pontos Positivos

  • Evolução do FPS
  • "Dishonored" é uma mostra clara de como um dos gêneros mais saturados dos games, os shooters com visão em primeira pessoa, estão evoluindo. Ao invés de combates descerebrados ou ação frenética, o jogo da Arkane se apóia em títulos como "Deus Ex", "BioShock" e, principalmente, "Thief", para construir uma narrativa inteligente e, especialmente, mecânicas de jogo envolventes.

    Ao longo do jogo, Corvo adquire vários poderes e equipamentos, que possibilitam muitas abordagens. O combate direto é divertido: Attano é um ótimo espadachim e consegue bloquear e finalizar adversários com ferocidade. Você também pode ser sorrateiro e eliminar vítimas pelas costas ou mesmo caindo sobre elas.

    Corvo utiliza também uma pistola e uma besta. Esta possui vários tipos de virotes, inclusive valiosas setas soníferas, indispensáveis para quem quer evitar mortes desnecessárias. O assassino também conta com magias, desde a viciante Blink, que permite teleportes curtos - e abre todo um leque de atalhos para explorar - até a possessão, com a qual você controla ratos e eventualmente outras pessoas.

    O melhor de "Dishonored" é que não há um método certo para jogar. Você pode atravessar o game em cerca de 6 horas, rasgando gargantas e mandando bala em todos, mas se optar por parar e explorar meios alternativos, descobrirá vários segredos e toda a história de Dunwall, a praga de ratos que assola a cidade e seus habitantes fascinantes.

    Ainda que não tenha o brilho da narrativa de um "BioShock" ou "Half-Life 2", "Dishonored" é um descendente digno desses títulos, que pega o que fizeram de melhor em termos de mecânica e leva um passo adiante.
  • Ambientação original
  • "Dishonored" se passa em Dunwall, uma cidade fictícia em uma realidade 'steampunk' - pense nos livros de Júlio Verne, mas adicione o cinismo e a sujeira da estética punk. A metrópole é inspirada na Londres vitoriana, mas com elementos dignos de ficção-científica e uma peste de ratos infestando todos os cantos. É um palco para muitas histórias, dentre elas a saga de vingança de Corvo.

    Os personagens que o cercam, desde o grupo de conspiradores até os vários vilões e outros personagens secundários são bem desenvolvidos, ainda que apegados a arquétipos clássicos: o ferreiro prestativo, o militar resoluto em cumprir seu dever e assim por diante.

    Boa parte de seu carisma se deve ao estilo artístico de "Dishonored", com traços levemente exagerados e cores que dão um aspecto de pintura ao jogo. Outro elemento importante na caracterização dos personagens é o excelente trabalho de voz, que envolve nomes famosos como Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia, de "Star Wars"), Susan Sarandon (de "Thelma & Louise") e John Slattery (de "Mad Men"), entre outros.

    A cidade é muito bem construida: você parte de uma estalagem, esconderijo de Corvo e seus companheiros, para vários distritos. Dunwall é feita de detalhes e ao explorar suas ruas e apartamentos decadentes você vai conhecendo mais e mais sobre o mundo de "Dishonored".

    Com amuletos e runas mágicas escondidas em pontos de difícil acesso, cofres que exigem fuçar quartos e ler cartas para descobrir suas combinações, "Dishonored" estimula a exploração e o retorno do jogador para locações já visitadas.
  • Vale a pena jogar de novo
  • "Dishonored" oferece muita liberdade de ação e cada objetivo pode ser alcançado de diversas maneiras. A vingança, ao menos neste game, não é um prato que se come frio. Muitas vezes, você poderá escolher quem poupar ou que castigo dar a um inimigo, alguns deles piores do que uma morte rápida. Essas escolhas afetam o andamento do jogo e resultam em finais diferentes.

    Ao invés de gerar vários 'saves' e repetir trechos do jogo para ver cada possibilidade, é melhor terminar a campanha e retornar, começando tudo de novo com uma nova abordagem e descobrindo aos poucos as consequências dos seus atos.

Pontos Negativos

  • Falta de orientação
  • "Dishonored" tem poucos problemas. O mais perceptível deles é a falta de orientação durante o game. Não há um mapa, por exemplo, apenas indicadores da direção em que estão seus objetivos. Com tantos poderes disponíveis para Corvo ao longo do game, é estranho que o personagem não tenha um mapa para ajudar a se localizar.

    Com tantas possibilidades de ação, é fácil se perder e cometer enganos cruciais e até mesmo fazer vítimas indesejadas.

    Em alguns casos, o jogo até apresenta algumas alternativas, logo no começo da missão, mas todas essas indicações e sugestões desaparecem. Um jogador experiente vai avançar com cautela, tornando a experiência quase tática. Mas essa é uma lição aprendida com o tempo e não algo claro desde o começo em "Dishonored".
  • Herói sem personalidade
  • De todos os personagens de "Dishonored", Corvo é um dos menos desenvolvidos. Você joga com ele e sabe o quanto o sujeito é durão e habilidoso, mas isso não parece fazer diferença no grande desenrolar das coisas.

    Diferente de um Ezio Auditore, Corvo não possui uma motivação clara para sua vingança. Ele quer resgatar a princesa e acertar as contas com seus inimigos, mas todas as missões para as quais é enviado vem de motivações terceiras. Toda a liberdade oferecida durante a ação é tosada na narrativa, dando a impressão de que Corvo é um 'office-boy' de luxo.

    O fato do protagonista ser mudo, entre tantos personagens bem representados, acaba por diminuir a importância do herói diante de seus companheiros.

    No fim do dia, Corvo é um assassino habilidoso, dotado de poderes mágicos sinistros e muito estilo, mas o protagonista de "Dishonored" ainda carece de uma alma.

Dishonored: A Primeira Meia Hora [BR]





    Lute por vingança em uma das melhores surpresas de 2012

    Por Felipe Gugelmin em 11/10/2012 - 08:48  Site Baixaki
     
    Em um momento em que os lançamentos para a geração atual de consoles são constituídos em sua maioria por sequências de títulos consagrados, Dishonored surge como uma verdadeira rajada de ar fresco. Apresentando um universo completamente inédito, o game tem como cenário principal a cidade fictícia de Dunwall, um local em que as ruas infectadas pela praga são tão podres quanto os políticos responsáveis por sua administração.
    Você assume o papel de Corvo Attano, ex-protetor do reino que é acusado de traição após ter falhado em defender a imperatriz de um ataque perpetuado por traidores. Ajudado por rebeldes e uma entidade misteriosa, o herói parte em busca de vingança, perpetuando uma série de assassinatos que tentam reestabelecer a antiga dinastia.
    Img_normal
    Apresentando uma mistura de ação, furtividade e até mesmo estratégia, o game chegou aos PCs e consoles no dia 9 de outubro deste ano. O BJ passou algumas horas com o título e traz para você uma análise completa do mais novo projeto desenvolvido pelo Arkane Studios.

    Aprovado

    Liberdade
    Ao contrário de outros títulos com a designação AAA lançados recentemente, Dishonored é uma experiência marcada pela liberdade de escolha. Fora a área inicial do título, todos os demais mapas apresentam diversos caminhos alternativos responsáveis por propiciar diferentes maneiras de lidar com o objetivo proposto ao protagonista.
    Img_normal
    Exemplo disso é a primeira missão do game, em que você deve matar um alto membro do clero. Desde o momento em que você é jogado no mapa, fica clara a indicação do caminho que você deve seguir para chegar até seu alvo — porém, em nenhum momento o jogador é forçado a tomá-la imediatamente.
    Em vez de simplesmente eliminar o político, você pode explorar o ambiente e descobrir bilhetes deixados por membros de famílias arrasadas pela praga ou missões secundárias que rendem frutos bastante interessantes, incluindo melhorias para suas habilidades e armamentos. Em geral, se infiltrar em uma destilaria e infectar depósitos de vinho com veneno se mostra uma atividade tão ou mais desafiante e divertida do que entrar em um palácio cercado por guardas.
    Sistema de caos
    Assim como em games como Deus EX: Human Revolution (do qual Dishonored tira muitas influências), você pode optar por agir ou não de maneira letal durante os combates. Caso opte pelo caminho passivo, é possível enforcar inimigos e deixá-los inconscientes ou usar dardos paralisantes para tirá-los do caminho.
    Já quem gosta de mais violência tem à sua disposição armas de fogo, armadilhas capazes de fatiar uma pessoa em segundos, granadas e a lâmina afiada manejada por Corvo. Apesar de o jogo claramente priorizar comportamentos mais discretos, quem gosta de partir diretamente para o combate também conseguirá atingir seus objetivos, mesmo que tenha que sofrer mais para isso.
    Img_normal
    A parte inteligente desse sistema é que, quanto mais violento você for, maior o nível de caos que se espalha pelas ruas. Políticos cientes de que seus parceiros estão sendo mortos violentamente vão empregar um número maior de seguranças, e as notícias de que um assassino mascarado está sendo avistado pelas ruas faz com que a população entre em pânico e comece a agir de maneira mais irracional.
    As habilidades do personagem também refletem esses diferentes tipos de aproximação: enquanto jogadores mais furtivos podem optar por se teleportar e ver através de paredes, quem for mais agressivo tem a possibilidade de criar verdadeiras tempestades de vento ou invocar um exército de ratos assassinos. Para tornar tudo mais divertido, você pode voltar a fases anteriores a qualquer momento na tentativa de encarar desafios de maneira diferente.
    Estilo de arte impressionante
    Assim que você entra no universo de Dishonored, a primeira impressão é a de que fomos lançados em uma versão alternativa do mundo de BioShock. Felizmente, apesar da similaridade entre os dois títulos, o game da Arkane Studios consegue ter personalidade própria, apresentando um mundo decadente em que robôs gigantes convivem pacificamente com carabinas antigas.
    Img_normal
    O que é mais surpreendente não é exatamente o visual dos personagens, que parecem ter sido retirados diretamente da era vitoriana, mas sim os ambientes em geral. A cidade de Dunwall realmente parece um local que foi vítima de uma praga, algo que fica evidente em suas ruas cheias de cadáveres e de casas caindo aos pedaços.
    Outro aspecto que chama a atenção é a maneira como as cores são utilizadas para dar vida ao ambiente do jogo. A impressão que fica é a de que os modelos dos personagens e ambientes foram pintados como aquarelas, algo que faz com que o título se destaque em um meio cada vez mais marcado por games que usam uma mistura de marrom e cinza na tentativa de construir universos mais realistas.
    Duração apropriada
    Jogadores dedicados que decidirem partir com tudo para cima dos inimigos poderão terminar Dishonored em questão de seis horas. Porém, caso você prefira explorar atentamente cada cenário e atuar de forma mais furtiva, esse valor pode dobrar ou até mesmo triplicar.
    Img_normal
    Essa disparidade se deve ao fato de que, cientes dos diferentes tipos de jogadores que existem, a Arkane Studios criou um título versátil que não se prolonga desnecessariamente em nenhum momento. Quando você chega ao final da aventura, a sensação que fica é a de que ela durou exatamente o que necessário, algo raro de presenciar atualmente.
    Apesar de não existir um modo multiplayer, quem termina o game ainda tem muito a fazer. Todas as fases podem ser exploradas com os poderes que Corvo acumulou durante sua jornada, o que permite tentar completá-las de maneira totalmente silenciosa e coletando todos os itens secretos existentes no cenário — caso você queira um desafio maior, é possível ajustar a dificuldade do título a qualquer momento.

    Reprovado

    Pequenos tropeços gráficos
    Quem está acostumado com títulos como Battlefield 3 e Call of Duty: Black Ops 2 pode achar que Dishonored é um jogo com um visual antigo para o gênero de primeira pessoa. Isso se deve ao fato de que, apesar de ele ter uma direção de arte primorosa, fica evidente que a Unreal Engine 3 já não é mais a opção mais poderosa da indústria.
    Img_normal
    Entre os defeitos notados pela equipe do Baixaki Jogos está o uso de texturas em baixa resolução, além da presença de modelos de personagens que parecem bastante estranhos com suas mãos gigantes. O fato de muitos serem exatamente idênticos entre si também faz com que a imersão na aventura seja diminuída em vários minutos, fazendo você lembrar de que não é Corvo, mas sim alguém jogando um game sentado em frente à uma televisão ou monitor.
    História com pontas soltas
    Embora em geral a história de Dishonored seja bem conduzida e renda um final satisfatório, não é possível deixar de notar algumas pontas soltas nela. Exemplo disso é a figura misteriosa que dá os poderes a Corvo, cujas origens e propósitos nunca ficam realmente claros. Em um universo tão rico quanto o criado pela Arkane Studios, esses conflitos não resolvidos acabam soando como mera falta de cuidado dos desenvolvedores.
    Controles complicados no PC
    Assim como outros games desenvolvidos para a geração atual de consoles, Dishonored sofre alguns problemas em sua transição para o PC. Apesar de não ser exatamente impossível de ser dominada, a configuração-padrão de teclas adotada pelo título não é exatamente intuitiva, fazendo com que você se perca muitas vezes para realizar alguma ação.
    Img_normal
    O mesmo problema não foi sentido quando um controle do Xbox 360 foi conectado à máquina, já que, nesse caso, o mapeamento de botões se mostrou bastante confortável. Dessa forma, caso o computador seja sua plataforma preferencial, recomendamos o uso de um joystick auxiliar ou que você passe algum tempo ajustando a configuração do título às suas preferências pessoais.

    Vale a pena?

    Entre os diversos lançamentos grandiosos que devem surgir durante o período final de 2012, Dishonored se destaca por não apelar para velhas fórmulas ou para personagens famosos como forma de chamar a atenção. Entre os aspectos que se destacam no game estão seu estilo de arte que mistura elementos antigos e futuristas, sua história intrigante e a opção por um estilo de jogabilidade que funciona muito bem.
    Poucas sensações são melhores do que, após explorar cuidadosamente um ambiente, detectar o ponto ideal para sufocar ou matar um inimigo. Felizmente, o protagonista conta com poderes interessantes o bastante para propiciar diferentes táticas de jogo, seja você alguém que prefere adotar estratégias mais silenciosas ou partir para o combate direto.

    Claro, o game não é exatamente perfeito, como bem comprovam os gráficos um tanto quanto antiquados, que em muitos momentos apresentam modelos de personagens com animações simplificadas e texturas em baixa resolução. Porém, isso não chega a ser exatamente um problema, já que esses defeitos podem ser ignorados facilmente.
    Todas as qualidades apresentadas por Dishonored fazem com que ele seja um jogo bastante memorável e que com certeza vai ser lembrado nas eleições para o melhor lançamento de 2012. Depois dele, o Arkane Studios finalmente deve ter o lugar que merece entre os nomes que se destacam na indústria.

    sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

    Retrospectiva 2012




    Retrospectiva 2012
    Má Oliveira

    Nem sei como o mundo não acabou!!!!
    Pois foi um ano onde tanta coisa mudou!!!!

    O Palmeiras despencou.
    Renato Teixeira, finalmente desabouuuu!
    A Luiza, do Canadá, voltou!

    Bombeiros acharam que fazer greve,
    não era nada demais...
    afinal, até a policia federal faz...

    O Coringão, a Libertadores ganhou e,
    para confirmar que haveria o fim do mundo,
    o mundial ele também levou.

    Depois de quase dez anos de namoro,
    a Dali com o Vagner se casou!!!

    O Tchê tchê rerê, foi duro de aguentar!!!
    A falsa grávida de Taubaté, para a policia teve que se explicar!
    E o fenômeno levou uma "grana" para da barriga se livrar!

    Whitney Houston e Vando, show no céu foram fazer,
    Chico Anisio, Neil Armstrong e Marcos Paulo não quiseram perder,
    pois a Hebe Camargo avisou que seria uma gracinha e lindo de viver!!!
    Millôr Fernandes, uma nota no jornal celestial colocou.
    Afinal foi o Niemeyer, quem o teatro, reformou.

    Um pombo, a nobreza de espírito de Eugênio Sales, simbolizou!

    Carminha, na Avenida Brasil, deve ter tentado as Empreguetis contratar,
    pois o Brasil parou para ver como isso tudo ia acabar!

    Mas entre as travessuras deste ano ninguem melhor soube inovar,
    Francesco Schettino, a ordem de voltar a bordo decidiu ignorar,
    sem se preocupar com as vidas, que com o Costa Concordia,
    estavam a afundar...
    Nasceu ali, um covarde, que nunca poderemos perdoar!

    Enquanto os dois filhos de Francisco suas intimidades expunham ao País,
    nas Olimpíadas, os dois filhos de Touro Moreno, fizeram o Brasil feliz!
    As meninas do vôlei são tudo o que o País sempre quis!
    E teve muito mais, Adriana Araújo, o bronze arrematou e Sarah Menezes,
    Terezina parou e o Brasil inteiro comemorou!!!
    Mas ninguem queria saber das empadinhas, pois os canibais de Pernambuco,
    com esse prato nos enojou!

    Sandy na grande vilã se transformou,
    destruiu as Bahamas e, na escola com este nome, o massacre de crianças,
    o mundo chocou! 

    Mas se nos E.U.A o Batman leva a matar,
    por aqui, esse apelido, ao nosso herói, decidimos dar
    e Joaquim Barbosa aprendemos a admirar!

    Quanto ao Cachoeira, com essa água é melhor ninguém se misturar...
    Já o "Zé Dirceu"...
    o Lula teima em apoiar!

    Para Eliza Samudio, ainda não houve justiça,
    mas Macarrão recebeu sua pena, após o Bruno dedurar...
    vai ver ele se cansou do "pepino", do Bruno, segurar...

    E se o "caso das sacolinhas" agitou a população contra a poluição,
    na Índia, Anil Barela encontrou a solução,
    levou um peixe para morar no seu pulmão!

    Para alivio da humanidade, George Solitário, não foi a extinção
    pois seus genes, em 17 indivíduos estão!

    Foi um ano de chacinas, ônibus queimados e militares assassinados!
    secas e inundações,
    sem falar das baixarias das eleições...

    Em Sorocaba/SP, o muro da Cianê desabou,
    e sete filhos desta cidade levou...
    Em Além Paraíba/MG as chuvas de janeiro,
    em destroços, a cidade deixou...
    Na Estação Comandante Ferraz, na Antártida,
    um incêndio, um de nossos militares ceifou.

    "Estou sozinha nessa porcaria aqui",
    a Doutora Angela Tenório, desabafou
    soltando o grito, de indignação com a saúde pública,
    que durante anos em nossas gargantas ficou!

    Sopa e Pipa, grito de liberdade na internet, virou
    e o mascote "Fuleco", do nome, ninguem gostou!
    "Para Nossa Alegria", um hit se transformou.
    50 Tons de Cinza, se consagrou!
    E, na Marcha das Vadias, a mulherada protestou!

    E tem gente jurando que o "Esse cara sou eu"
    em 2013 vai chegar, só não informaram ainda,
    qual o horário que a nave espacial vai aterrissar...
    só espero que ele não seja coreano e chegue cantando
    GANGNAM STYLE

    E já que o mundo não acabou...
    simbora o Treze encarar e que ele venha para nos provar
    que é pura credince essa coisa de que esse numero dá azar...


    putz!
    acabei de uma unha quebrar e café no teclado derramar...

     
    Publ. Recanto das Letras -26/12/12- Cód do texto: T4053719

    quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

    Os Vídeos mais assistidos do YouTube esse ano

    O YouTube divulgou a lista dos vídeos que mais se destacaram durante este ano no Brasil e no mundo.
    “Os vídeos selecionados foram baseados num conjunto de fatores como número de visualizações, compartilhamentos, buscas e comentários, entre outros, ao longo de 2012″, publicou o Google.
    Enquanto o sucesso “Gangnam Style”, do rapper sul Koreano, PSY, ficou no topo da lista global ao chegar perto de um bilhão de visualizações em todo o mundo, o clipe, Camaro Amarelo, da dupla sertaneja Munhoz & Mariano, foi o campeão local.
    Psy, no entanto, conseguiu garantir o segundo lugar no Brasil. Já a família Barbosa, conhecida também como “Para nossa alegria”, ocupou a terceira colocação.
    Veja abaixo a lista completa dos vídeos que fizeram mais sucesso em 2012 no YouTube
    TOP Mundo
    1. PSY – GANGNAM STYLE (강남스타일) M/V
    2. Somebody That I Used to Know – Walk off the Earth (Gotye – Cover)
    3. KONY 2012
    4. “Call Me Maybe” by Carly Rae Jepsen – Feat. Justin Bieber, Selena, Ashley Tisdale & MORE!
    5. Barack Obama vs Mitt Romney. Epic Rap Battles Of History Season 2.
    6. A DRAMATIC SURPRISE ON A QUIET SQUARE
    7. WHY YOU ASKING ALL THEM QUESTIONS? .. #FCHW
    8. Dubstep Violin- Lindsey Stirling- Crystallize
    9. Facebook Parenting: For the troubled teen.
    10. Felix Baumgartner’s supersonic freefall from 128k’ – Mission Highlights
     Brasil
    1. MUNHOZ & MARIANO – CAMARO AMARELO – OFICIAL
    2. PSY – GANGNAM STYLE (강남스타일) M/V
    3. VÍDEO OFICIAL: Para nossa alegria =)
    4. MC Boy do Charmes – Onde Eu Chego Paro Tudo
    5. MC Guime – Plaque de 100 (Clipe Oficial – HD) – (Prod. DJ Wilton)
    6. Luan Santana – Te Vivo (Clipe Oficial)
    7. MC Rodolfinho – Como é Bom Ser Vida Loka – Clipe Oficial HD
    8. Luan Santana – Você de Mim Não Sai
    9. Fiorino – Gabriel Gava OFICIAL
    10. MC Danado – Top do Momento (Videoclipe Oficial)
    E aproveite para assistir o vídeo “Retrospectiva 2012″ do YouTube com a participação especial dos principais criadores de vídeos.

    Eu particularemente não gosto nem da metade das indicações, para mim quantidade de clicks/visualizações não é prova de qualidade... até porque não sou fã desses cantores/músicas...

    Eu prefiro "perder" meu pouco tempo  de youtube vendo outros vídeos como esses:
     

    E ainda tem gente dizendo que o ser humano, não melhorou!!!!
     
     Numa praia do Brasil! Inacreditável
    Trata-se de furo de filmagem acontecido às 8 horas da manhã do dia 05 de março de 2012 na Praia de Arraial do Cabo, litoral do Rio de Janeiro.
    Este vídeo está circulando pelo Mundo inteiro, deixando a todos maravilhados com a paisagem e mais ainda com a atitude positiva de brasileiros anônimos!
    Vídeo já visto por mais de três milhões de pessoas em pouco mais de apenas duas semanas. Um verdadeiro “hit”, portanto!
     

     
     
     
     
     

    MOMENTOS

    Numa noite normal com o passado largado da memória, um homem reencontra, no lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu.

    Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha, surgem como apontamentos de esperança de um presente que não voltará a ser o mesmo.
     

    sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

    Forza Horizon - Jogo de Corrida

    Infinita highway  
    Série aposta em mundo aberto, com características do universo de tunagem e festivais de rock


    Publicação: Jornal Estado de Minas 13/12/2012 caderno Inform@tica repórter: Bruno Silva
     

    As montadoras adoram associar seus novos modelos ao conceito de liberdade, colocando-os para rodar em avenidas amplas e estradas vazias, cercadas de belas paisagens. Outro exemplo clássico da publicidade automotiva é a  exaltação ao veículo: sua potência e beleza são exibidas em enquadramentos próximos e jogadas de câmera. Principal representante das corridas de simulação nos games, a série Forza sempre foi mais do segundo time, cultuando os bólidos. Entretanto, o mais recente título da franquia, Forza horizon, vai na contramão e prefere adotar a primeira filosofia.

    Horizon se situa no centro do espectro de jogos de corrida, que tem em uma ponta os Forzas anteriores e seu principal concorrente, a série Gran turismo, que priorizam direção técnica e simulação, e na outra os arcades, como Burnout e Need for speed, mais voltados à diversão e adrenalina em detrimento do realismo. Fruto de uma parceria entre a Turn 10 (produtora original da franquia) e a Playground Games, o jogo tenta a tarefa mais difícil: balancear elementos de cada estilo para agradar a cada tipo de fã.

    Enquanto os Forzas anteriores, em suas recepções elegantes, o tratavam como um ricaço ao entrar numa concessionária de luxo, como uma BMW ou Mercedes-Benz, Horizon literalmente o joga direto na pista: primeiro, na pele de um campeão de corridas e, depois, na de um novato que precisa correr para alcançar a última vaga no campeonato que leva o nome do jogo.

    O torneio Horizon parece um Lollapalooza das corridas: sempre em estado de festa, gente por todo lado, música alta rolando o tempo todo. O jogo mistura a pegada competitiva de filmes como Velozes e furiosos e o clima de um grande festival de rock. O certame se passa no estado norte-americano do Colorado, e as corridas são dispersas por toda a extensão do mapa. Mas, em vez de circuitos fechados, o game se passa em um mundo aberto (outro elemento clássico das corridas-arcade), e você deve pegar a estrada para chegar a cada competição.

    Como manda a tradição dos jogos de corrida em mundo aberto, o mapa é como um parque de diversões. Há corridas de voltas ou ponto a ponto, carros escondidos em armazéns, eventos especiais do naipe de disputar um pega contra um teco-teco ou um balão. Além de chegar em primeiro lugar, manobras arriscadas e derrapadas garantem dinheiro na sua conta. Há, inclusive, eventos especiais envolvendo essas habilidades, que são opções divertidas ou diferentes: passar por um radar em determinada velocidade, ou levar o carro a um local específico e tirar a melhor foto possível.

    Tudo é norteado por um senso de progresso – mais vitórias garantem pulseiras que dão a você acesso a competições mais exclusivas (e difíceis). À medida que avança, seu corredor fica conhecido pelo campeonato, tanto nas transmissões de rádio quanto por outros competidores, que eventualmente o desafiam para corridas de um contra um.

    O único elemento que liga minimamente Horizon às tradições de seus antecessores é a física. O comportamento dos carros segue o padrão de qualidade da série à risca, tanto nos níveis de realismo que fizeram a série conhecida como pela variação de ajustes de dificuldade baseada no tipo de assistências: frenagem, estabilidade do carro, tracejado da pista, e por aí vai. Os modos on-line também são praticamente os mesmos de Forza 4.
     

    Forza Horizon

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
     
     
    Forza Horizon
    Arte da capa da edição brasileira de Forza Horizon, apresentando o Viper GTS e o Festival Horizon no fundo
    Desenvolvedora Playground Games
    Turn 10 Studios
    Distribuidora Microsoft Studios
    Plataforma(s) Xbox 360
    Data(s) de lançamento Japão 25 de outubro de 2012
    América do Norte 23 de outubro de 2012
    Europa 26 de outubro de 2012
    Austrália 23 de outubro de 2012
    Gênero(s) Jogo de corrida
    Série Forza Motorsport
    Modos de jogo Single-player, multiplayer online
    Classificação Permitido para todas as idades DEJUS (Brasil)
    Inadequado para menores de 13 anos ESRB (América do Norte)
    Inadequado para menores de 12 anos PEGI (Europa)







    Forza Horizon é um jogo de corrida exclusivo para o console Xbox 360. Desenvolvido principalmente pela desenvolvedora britânica Playground Games em associação com a estadunidense Turn 10 Studios, o jogo faz parte da franquia Forza Motorsport, porém é mais considerado um spin-off ao invés de um membro da série principal.

    Jogabilidade

    Forza Horizon é um jogo em mundo aberto baseado em um festival fictício chamado de Festival Horizon que ocorre no estado do Colorado nos Estados Unidos. O jogo incorpora muitos aspectos de jogabilidade de títulos anteriores da série Forza Motorsport, como a ampla variedade de carros, físicas realistas e gráficos em alta definição. O objetivo é progredir no jogo para obter pulseiras por pilotar depressa, destruir propriedade, vencer corridas e outras excentricidades de pilotagem. Horizon apresenta as físicas de Forza Motorsport 4, otimizado para trabalhar com as 65 varientes de terreno presentes no jogo. Os jogadores são capazes de dirigir a qualquer lugar que seus carros possam chegar, como campos e planícies, embora muitas estradas usem muretas ou cercas para limitar o jogador.
    Vários tipos de corrida estão incluídos, de drift a rally, passando por corridas ponto a ponto. O tráfego da inteligência artificial está presente nas estradas, o que proporciona uma nova dinâmica ao sistema de corrida de Forza.Os jogadores também podem desafiar outros pilotos do Festival Horizon que encontrarem para uma corrida um contra um em um local determinado. O local é sempre aleatório e a inteligência artificial tem a capacidade de cortar caminho para tirar vantagem. As corridas ocorrem em tempos diferentes ao longo do ciclo de dia e noite incluído no jogo, incluindo corridas noturnas. O sistema de habilidade está implementado no jogo para que os jogadores ganhem credibilidade nas ruas durante as corridas por dirigirem perigosamente. Atos como drifting, saltos sobre obstáculos e fazer com que o carro fique em duas rodas contribuem para o aumento da credibilidade. Isto pode ser feito em sequência num combo, que por sua vez afeta o dinheiro pago no final da corrida. A credibilidade também afeta o nível de popularidade do jogador no jogo. Conforme a popularidade do jogador aumenta, novos eventos especiais chamados de Eventos de Exibição são desbloqueados, tais como corridas contra helicópteros e aviões.
    As armadilhas de velocidade estão presentes no jogo e os jogadores podem desafiar entre si pela velocidade máxima de uma área. As câmeras gravam os tempos do jogador, que pode depois ser compartilhados entre os rivais. Estes rivais podem então tentar quebrar o tempo compartilhado. Um modo de foto também está incluído. Além das corridas, os jogadores podem procurar carros em celeiros—carros que estão abandonados por muito tempo—, restaurá-los e, em seguida, adicioná-los a sua garagem.

    Desenvolvimento

    Forza Horizon foi desenvoldido pela britânica Playground Games, que é composta por funcionários que trabalharam formalmente em vários estúdios renomados nos primeiros títulos de séries de corrida como Project Gotham Racing, Driver, Colin McRae: Dirt, Colin McRae Rally, Race Driver: Grid e Burnout. Quando questionado sobre a participação da Playground Games, Dan Greenawalt, chefe da Turn 10 Studios, disse, "Não confiaria nessa parceria tanto quanto eu confio se eu não esperasse que eles surpreendessem a mim e aos nossos jogadores. Tenho respeito por sua capacidade de vir com grandes ideias. Então eu acho que sim, estão sendo desafiados pelos consumidores da mesma forma que iremos surpreendê-los com inovação. É assim que eles se veem, é assim que os vemos, é como eles nos veem. É de fato uma meta compartilhada."
    O desenvolvimento do ambiente começou com uma pesquisa em quase 30 locais do mundo real. Após a pesquisa inicial, o diretor criativo Ralph Fulton declarou que havia "um único vencedor", Colorado, nos Estados Unidos.Foram feitas viagens ao estado para tiragem de fotos e mais de 50 mil foram feitas para referência. O objetivo, declarou Fulton, era "construir a nossa visão própria do Colorado". O design inicial do mundo começou com um layout 2D e depois evoluiu para múltiplas áreas criadas com modelos 3D. O jogo apresenta vários tipos de paisagens, incluindo estradas de montanhas cobertas de neve, planícies, colinas e uma área inspirada no Red Rocks Park do Colorado. Tudo isto está apresentado de forma fictícia juntamente com o local do Festival Horizon no jogo. Os desenvolvedores afirmaram que encontrar meios de transição entre estas áreas foi um dos maiores desafios.A flora e a fauna também são visíveis no jogo para aumentar o realismo e a profundidade.



    Forza Horizon - Analize do Baixaki

    A série Forza Motorsport é reconhecida como uma das grandes expoentes do mundo dos simuladores de corrida. Para variar um pouco as coisas, a Microsoft resolveu dar uma cara um pouco diferente à franquia com a ajuda das desenvolvedoras Playground Games e Turn 10, já veterana na franquia.
    O resultado desse esforço conjunto é Forza Horizon, game que torna a competição muito mais despojada e coloca o jogador no centro de um festival de velocidade e carros turbinados. Com clima de show e uma jogabilidade de mundo aberto, o game ecoa a jogos como Need for Speed e deve agradar muito àqueles que gostam de sentar ao volante apenas para diversão.

    Aprovado

    Uma rave motorizada
    Tudo em Forza Horizon é vivo e a jogabilidade permeia todos os aspectos do game. Mesmo que você decida não competir em prova alguma e ficar apenas passeando pelo cenário, será recompensado sempre que atingir velocidades altas, evitar acidentes, destruir placas ou passar por radares. Praticamente todas as ações valem pontuação e levam o usuário para a frente.
    Andando pelo vasto mundo do game, é possível encontrar competidores rivais e torcedores que vibram com a sua passagem ou reagem a acidentes ou bobagens feitas ao volante. O mesmo vale para as estações de rádio, que, além de músicas, reproduzem também as principais notícias do festival Horizon e repercutem as suas façanhas nas provas principais.
    Img_normal
    Durante todo o tempo, a sensação é de estar realmente em um grande evento e ter todos os olhares voltados a você. Isso traz uma gigantesca sensação de recompensa a Forza Horizon e incentiva o jogador a avançar cada vez mais no game, liberando novos veículos e encarando oponentes cada vez mais habilidosos e rápidos.
    Calibrado direitinho
    A decisão de reduzir a contagem de frames por segundo de Forza Horizon gerou controvérsia na imprensa. A escolha da Turn 10 pelos 30 fps foi feita para garantir a vastidão das pistas do game, que não apresentam popins ou problemas de carregamento. Tudo está sempre aberto para ser explorado e os loadings aparecem apenas ao início de cada evento.
    A vastidão do mundo de Forza Horizon também esconde uma grande variedade e mostra o cuidado visual de seus desenvolvedores. Ao contrário da maioria dos sandboxes de corrida, o título exclusivo para Xbox 360 apresenta grandes mudanças de cenário, exigindo atenção do jogador e controle total dos veículos.
    Img_normal
    Em um momento, você estará em uma grande e plana estrada, correndo a muitos quilômetros por hora. A seguir, porém, chega a um trecho montanhoso e desolado, no qual as sinuosas pistas nem mesmo contam com asfalto. Por fim, chega a um local nevado, onde derrapagens são constantes e sua habilidade ao volante é o que conta. Tudo acontece de maneira orgânica, sem quebras claras de ritmo, e transforma cada corrida em uma novidade.
    E como já é tradição, os modelos de veículos de Forza dispensam até mesmo elogios. Tanto no Photo Mode quanto no game normal, carros aparecem belíssimos, com texturas de alta qualidade e reflexos sensacionais, que deixam tudo muito mais bonito. Nas corridas noturnas ou de fim de tarde, é difícil não ficar impressionado com o contraste entre as luzes e as sombras. Correr em direção ao pôr do sol é uma das melhores experiências de Horizon.
    Saiba escolher a sua máquina
    Apesar de focar exclusivamente em provas competitivas – sem as famosas competições de Drift ou Drag encontradas em muitos jogos de corrida –, Forza Horizon traz variedade por meio de eventos específicos ou modificações de pistas. Em alguns casos, a melhor escolha é um veículo com tração nas quatro rodas, enquanto em outros, apenas carros japoneses podem competir.
    Isso exige que os jogadores estejam sempre variando as máquinas utilizadas e comprando novas para seguirem competitivos. Também obriga mudanças no estilo de pilotagem e um aprendizado constante ao longo de todo o game. Dirigir no asfalto é bem diferente de guiar na terra e saber lidar com cada ambiente e tipo de adversário pode garantir uma vitória mais fácil para você.
    Completamente em português
    Img_normal
    Continuando sua tradição, a Microsoft traz Forza Horizon ao Brasil totalmente em português, com legendas e dublagens. É possível reconhecer vozes famosas dos filmes da TV e se divertir com a adaptação bem feita de piadas ou termos exclusivos do mundo da velocidade. Mesmo a canastrice de alguns dos atores acrescenta um toque divertido, e não esquisito, ao título.
    Apesar de conter alguns erros, não dá para minimizar o ótimo trabalho realizado aqui. A versão nacional não deve em nada à original e quem não entende inglês pode jogar e aproveitar a experiência completamente. Nada de problemas de interpretação por aqui.
    Ótima trilha sonora

    Ainda falando sobre a parte sonora, a trilha de Forza Horizon merece destaque especial. Afinal de contas, seria bem estranho um game que retrata um grande festival não conter uma seleção musical de qualidade. Estão aqui faixas de artistas como Prodigy, The Black Keys, Artic Monkeys e diversas outras bandas da atualidade, que vão embalar as provas do game e fazer com que você esqueça a falta de variedade nos sons dos motores.
    Não são raros os momentos em que você vai se ver torcendo para que uma corrida não acabe para poder ouvir uma faixa até o final. A escolha de trilha feita pela Turn 10 também varia de acordo com o rival enfrentado, evidenciando ainda mais o estilo de pilotagem diferente de cada um deles.

    Reprovado

    Como bolas de pinball
    Como todo jogo que adota um estilo mais voltado para o arcade, Forza Horizon adota um sistema de jogabilidade mais amigável e bastante simples. Apesar de ainda ser possível sentir a diferença entre dirigir um carro esporte ou um jipe com tração nas quatro rodas, os pilotos de primeira viagem não devem ter problemas na maioria das provas.
    Na hora de tornar tudo menos realista, porém, a Turn 10 e a Playground perderam a mão em alguns aspectos físicos. O principal problema está no sistema de colisão, que é bastante irreal e pode prejudicar sua corrida.
    Img_normal
    Tocar em veículos adversários, por exemplo, pode gerar todo tipo de reação, desde um correto balanço no veículo e perda de controle até o disparo do  carro do jogador para o outro lado da pista, fazendo com que ele rode. Em diversos momentos, é possível passar por cima de carros do tráfego como se eles não fossem nada, enquanto placas de trânsito são capazes de destruir completamente o seu carro e gerar um capotamento.
    Sombras serrilhadas

    Em Forza Horizon, todo o foco da parte gráfica está nos cenários e veículos, que aparecem bonitos e muito bem representados. Em contrapartida, os modelos humanos sofrem com texturas pobres, sombras serrilhadas e expressões faciais bastante estranhas durante as cenas de corte.
    É claro, o foco de um game de corrida está efetivamente nas provas. Ainda assim, essa falta de balanceamento visual gera uma discrepância enorme e aparece de forma bem esquisita aos olhos do jogador. Os seres humanos não precisam ser tão bonitos quanto os carros, mas, por outro lado, também não dá para esquecer que atrás de todo volante há sempre um piloto.

    Vale a pena?

    Img_normal
    Se você sente falta dos bons tempos do PlayStation 2, Forza Horizon pode ser o jogo ideal para você. É impossível não pensar em Need for Speed Underground 2 durante a jogatina. Não devido à repetição de conceitos, e sim pela sensação de envolvimento, recompensa, variedade e, principalmente, os belos gráficos.
    Desde o começo, o título se propôs a passar longe do mundo dos simuladores. E foi exatamente isso que os desenvolvedores conseguiram, criando uma jogabilidade divertida, um mundo aberto extremamente variado e um título com alto fator replay. Esse é um festival que você não vai querer que acabe tão cedo. Bem vindo a Horizon.

     
     
     

    Forza Horizon - Análise da InfoExame - games

    Novo Forza inova com história e mundo aberto

    Publicação: Site Infoexame, Repórter: Lucas Patricio sexta, 26 de outubro de 2012
     
    Foto: Divulgação

    Forza Horizon Forza Horizon Forza Horizon Forza Horizon Forza Horizon

    Nossa avaliação

    ///
    prós Visuais incríveis, ótima trilha sonora, variedade de carros
    contras Sistema de física pode não agradar todos
    conclusão Uma das surpresas do ano e certamente um dos melhores jogos de corrida da geração

    Ficha técnica

    ///
    • Desenvolvedora: Turn 10 Studios, Playground Games
    • Produtora: Microsoft Studios
    • Lançamento: 23 de outubro de 2012
    • Plataformas: Xbox 360


    Forza sempre foi sinônimo de simulação automobilística. O título que em poucos anos conseguiu superar o tão aclamado Gran Turismo é uma das principais franquiais exclusivas do Xbox 360. Só que para entender Forza Horizon é preciso esquecer tudo que você conhece sobre a série. Ou quase tudo.
    Em Forza Horizon, você assume o controle de um personagem que acaba de entrar em um festival de corridas - e o evento celebra toda a cultura dos apaixonados por velocidade. No meio das estradas do Colorado, Estados Unidos, são realizados shows, exibições e corridas das mais variadas categorias. Nesse ambiente, você precisa provar o seu valor e ganhar espaço na competição.
    Pela primeira vez, a série ganha uma história, com direito a cenas de corte e diversos personagens. O enredo é descompromissado e tem o intuito de reforçar a principal característica do game: fazer com que o jogador sinta na pele como é participar de um evento como esses.
    Divulgação
    Forza Horizon
    Para progredir em Horizon é preciso ganhar diferentes pulseiras coloridas. Cada uma dá acesso a diferentes níveis de competições – sempre lideradas por um “figura” que poderá ser desafiado quando você “subir de nível”.
    É impossível não comparar Horizon com Need for Speed, até porque os jogos realmente seguem o mesmo estilo. A jogabilidade, aliás, foi simplificada para atender todos os tipos de jogadores. Os mais experientes ainda poderão desligar todas as assistências, mas não fugirão do sistema de física que privilegia a diversão à simulação.
    O mapa é aberto e você pode decidir a qual dos eventos deseja ir. No caminho, todas as maluquices que fizer contarão pontos para um ranking dos corredores mais populares. O divertido é que mesmo no caminho de uma corrida para outra existem incentivos para não usar as opções de viagem rápida, como radares que fazem um ranking instantâneo da velocidade que você e seus amigos passaram. Incentivos como esse, claramente inspirados no ótimo Burnout Paradise, preenchem os espaços entre os eventos de forma divertida. Afinal de contas, quem não gosta de estar na frente dos amigos em uma leaderboard?
    A variedade das corridas é ditada pelas diferentes classes de carros. Existem eventos para carros classe D e outros para classe A. O que determina a classe, entre outras coisas, é a potência de cada caranga. No geral, é sempre muito divertido competir – principalmente porque os eventos variam muito entre os estilos de carros a serem usados.
    Divulgação
    Forza Horizon
    Na região central do evento Horizon, existem algumas opções para aprimorar o seu carro, melhorando o desempenho dos motores, amortecedores, pneus etc. Esses upgrades são feitos usando o dinheiro ganho nas corridas. Assim como em Forza 4, é possível criar layouts para os carros alterando a pintura, adesivos e muito mais. Personalizar nosso fusca como o Herbie (do filme Herbie, Se Meu Fusca Falasse, de 1969) foi uma das coisas mais divertidas que fizemos no jogo.
    A parte técnica de Horizon é intocável. Os visuais são esplêndidos, com efeitos de mudança de horário em tempo real. Algumas corridas começam sob o pôr-do-sol e terminam já de noite, com a lua iluminando a pista e um parque de diversões colorido ao fundo. É uma das experiências visuais mais incríveis já proporcionadas por um jogo de corrida, mesmo com a taxa de frames tendo sido reduzida de 60 quadros por segundo para 30.
    A trilha sonora é espetacular e conta com três rádios diferentes, variando entre música eletrônica, indie e rock. É divertido escutar os narradores de cada estação falando em português e usando gírias e sotaques. O trabalho de localização, aliás, ficou muito bem feito.
    Divulgação

    Forza Horizon
    Horizon ainda conta com uma modalidade multiplayer interessante para quem gosta de competir à moda antiga, só que a quantidade de carros diminui de 16 para 8, comparando com Forza 4.
    Forza Horizon nos surpreendeu. A Turn 10 fez algo totalmente diferente, mas sem perder o preciosismo pelos detalhes. É uma experiência agradável para todos os tipos de públicos e imprescindível para quem gosta de alta velocidade.