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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Game On - São Paulo recebe exposição interativa sobre games

São Paulo recebe exposição interativa sobre games

O MIS - Museu da Imagem e do Som - apresenta a exposição interativa Game On. Inédita no Brasil, a mostra explora a história, cultura e o futuro dos videgames.

Concebida no Reino Unido pelo Barbican Centre, patrocinada pela Cultura Inglesa e exposta em mais de dez países, a exposição transforma o espaço em uma zona dinâmica, experimental e interativa. O público poderá jogar mais de 120 títulos, incluindo os mais antigos, como Penny Arcades, Pinball, Pachinko, Space Wars e Computer Space, além das mais novas tecnologias em realidade virtual (Halo 3, Wii Sports Resort, Rock Band etc.).

Seções
Os visitantes farão uma imersão no universo dos games através de 11 seções: kids, com uma seleção dos games favoritos das crianças; trilha sonora para jogos; novas tendências; cultura do videogame em diferentes países; multiplayer games, em que vários participantes podem jogar ao mesmo tempo; personagens marcantes, como Super Mario e Sonic; entre outras.

Um dos grandes destaques é o espaço dedicado aos primórdios dos videogames, com jogos de Arcade (como Pac-Man, Defender e Donkey Kong) e outros consoles antigos, desde o ano de 1972.

Atividades paralelas
A programação do Game On contará ainda com um ciclo de palestras e debates com alguns dos maiores especialistas da indústria de games do Reino Unido e do Brasil, que abordarão temas como roteirização, design e animação de personagens, trilha sonora e inteligência artificial. Os encontros, que têm o apoio do British Council, serão abertos ao público mediante inscrição prévia (lugares limitados). A programação completa será divulgada em breve.

 

Exposição Game On contará a história dos games e o visitante poderá também jogar jogos clássicos em máquinas de fliperama

Publicação Info Exame - 11/11/2011 12:45 - Repórter Monica Campi
Fliperamas
Visitantes poderão jogar em aparelhos antigos como Fliperamas e Atari, bem como também utilizar os mais recentes consoles no mercado
São Paulo – O Museu da Imagem e do Som (MIS), na cidade de São Paulo, recebe pela primeira vez a exposição internacional e interativa Game On.
 
A mostra, idealizada no Reino Unido pelo Barbican Centre, existe há 10 anos. Nela os aficionados por games terão a disposição 120 aparelhos que permitirão que o visitante explore a história e evolução dos videogames. Os visitantes poderão jogar em aparelhos antigos como Fliperamas e Atari, bem como também utilizar os mais recentes consoles no mercado como o Playstation 3, Nintendo Wii e Xbox 360.
Tudo será organizado em ordem cronológica, trazendo dados como ano de lançamento e inovações usadas em sua concepção, para que o visitante além de interagir, também possa aprender sobre a evolução dos games.
Além dos aparelhos, os jogos em si também terão destaque. Os visitantes poderão verificar a evolução dos gráficos e ter acesso a games antigos como Tetris, Asteroids e Pac Man, além dos mais recentes como Rock Band 3, Dance Dance Revolution e Grand Turismo 4.
Os visitantes poderão também se reunir para jogar em rede, disputar jogos de dança, tocar Guitar Hero, passar o tempo jogando com um Game Boy ou com o bicho virtual Tamagochi, que foi sucesso na década de 1990, e visitar espaços dedicados a personagens como Mario, Sonic e Donkey Kong.
A exposição teve início ontem (10/11) e vai até o dia 08/01/2012. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e é aberto para todas as faixas etárias.
 

Game On: exposição interativa em SP conta a história dos videogames

Mostra internacional explora história, cultura e futuro dos games, com 120 jogos de diferentes épocas. Evento acontece até janeiro de 2012
Publicação Olhar digital - 07 de Novembro de 2011 | 17:35h
Divulgação
Exposição Game On
O Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, vai apresentar uma exposição sobre a história e o futuro dos videogames. A Game On, criada no Reino Unido, desembarca pela primeira vez no Brasil no dia 10 de novembro, após passar por mais de dez países.

Com um total de 120 jogos de diversos consoles, a exposição irá focar na cultura, história e futuro dos games. Diversos aparelhos estarão disponíveis para o público, desde o Atari 2600 (de 1977) até os dispositivos da nova geração, como o Xbox 360, por exemplo. Na lista de jogos estão títulos como Halo 3 e Space Wars.

Os visitantes vão poder conhecer e jogar os games em 11 seções diferentes. Algumas delas serão: kids (com uma seleção dos jogos favoritos das crianças), trilha sonora para jogos, novas tendências, cultura do videogame em diferentes países, multiplayer games (em que vários participantes podem jogar ao mesmo tempo), personagens marcantes e muito mais.

De acordo com a organização, um dos grandes destaques é o espaço dedicado aos primórdios dos videogames, com jogos de fliperama como Pac-Man, Defender e Donkey Kong, além de consoles antigos, desde 1972.

Entre as atividades paralelas está um ciclo de palestras e debates com especialistas da indústria de games do Reino Unido e do Brasil, que irão abordar temas como roteirização, design e animação de personagens, trillha sonora e inteligência artificial. Os encontros serão abertos ao público mediante inscrição prévia - os lugares são limitados. A programação completa ainda será divulgada.




‘Games são uma forma de arte’, diz secretário da cultura de São Paulo

Andrea Matarazzo participou da abertura da exposição Game On. Evento traz história dos videogames no mundo, além de raridades.

Amanda Demetrio Do G1, em São Paulo 10/11/2011 15h09 - Atualizado em 10/11/2011 16h01
André Sturm, diretor-executivo do MIS, joga "Space Invaders" (Foto: Amanda Demetrio/G1)André Sturm, diretor-executivo do MIS, joga
"Space Invaders" (Foto: Amanda Demetrio/G1)
Os videogames são uma forma de arte eletrônica e gráfica, segundo Andrea Matarazzo, secretário de Estado da Cultura de São Paulo. Matarazzo visitou, nesta quinta-feira (10), a abertura da Game On, exposição que promove uma imersão na história e na cultura dos games.
“Os games fizeram uma revolução nas artes gráficas e eletrônicas, além de mudar as formas de lazer. Desenhar essas histórias é sensacional”, disse o secretário, que revelou não ter nenhum jogo favorito, porém ser bastante interessado em design de games. “A secretaria da Cultura está ligada à economia criativa e à criação de games. Estamos estudando formas de fomentar essa cultura.”
André Sturm, diretor-executivo do MIS, concorda com a visão dó secretário. “O videogame é uma forma de criação artística que ainda não é muito reconhecida. A exposição é uma oportunidade de valorizar isso”, afirma. Na Game On, o visitante conhece desde os primeiros fliperamas, como o "Pong" (primeiro fliperama feito pela Atari, em 1972), até elementos que representam as tecnologias mais avançadas na área de games, como o jogo "Child of Eden" (2011) para Kinect, acessório que permite que o corpo seja usado para controlar as ações do jogo.
“A gente queria fazer uma exposição que mostrasse o caráter vivo do museu. Descobrimos a exposição em Londres e decidimos trazer”, conta Strum. A Game On foi concebida no Reino Unido e já passou por países como Estados Unidos, Austrália, Holanda e França.
“Por todos os países em que passamos, a exposição foi popular. Cada lugar tem características específicas de games, mas há algo de universal”, segundo Patrick Moran, que viaja o mundo como consultor da Game On. “A exposição é, basicamente, a mesma em todo o mundo, mas nós fazemos algumas atualizações, como o 'Child of Eden', que foi lançado este ano”, explica o consultor. Segundo ele, o game para Kinect é um exemplo ótimo de trilha sonora e gráficos.
Patrick Moran, consultor da Game On, entre os fliperamas exibidos na exposição (Foto: Amanda Demetrio/G1)Patrick Moran, consultor da Game On, entre os fliperamas exibidos na exposição (Foto: Amanda Demetrio/G1)
Por dentro da Game On, o usuário encontrará peças histórias como o Space War e o Computer Space, considerados uns dos primeiros jogos eletrônicos. Além disso, estão expostos fliperamas com títulos como Pac Man e Space Invaders. “São todas máquinas originais. Uma das razões pelas quais eu viajo com a exposição é para poder consertá-las, porque elas quebram bastante”, afirma Moran.
Também está presente o Magnavox Odyssey, de 1972, considerado um dos primeiros consoles feitos para serem usados na casa do usuário –quando o videogame deixou de estar somente no fliperama, em locais públicos, e se voltou para as residências. O Brown Box, protótipo que levou ao Magnavox, também é exibido.
Além disso, é possível ver jogos feitos para crianças e o curioso Steal Batallion, que traz uma grande quantidade de botões e pretende colocar o usuário dentro de um robô. A maioria dos jogos pode ser jogado pelos visitantes.
A Game On fica no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, até 8 de janeiro de 2012. Os interessados podem visitar de terças a sextas, das 12h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
 


Exposição Game On
Período: de 10/11 até 8/1.
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)
Endereço: Av. Europa, 158, Jardim Europa. 2117-4777
Horários: Terça a sexta, das 12 às 20h; dom., sáb. e feriados, das 11 às 21h

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Memória Roda Viva




Memória Roda Viva é um novo canal de pesquisa na internet, voltado para estudantes, professores e público em geral.
Resultado de uma parceria entre a Fundação Padre Anchieta, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por meio de seu Laboratório de Estudos Avançados de Jornalismo (Labjor) e Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (Nepp), este canal oferece aos internautas um espaço para pesquisa de grandes temas nacionais e internacionais, a partir dos debates exibidos no Roda Viva.

Os usuários têm acesso às transcrições integrais das entrevistas, realizadas pelo Roda Viva nos últimos 22 anos, além de um trecho de vídeo do programa e verbetes informativos.
Quase quatrocentas das principais entrevistas estão disponíveis para consulta e pesquisa. Semanalmente são inseridos outros programas, até que todos estejam no site. 

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Tendo como objeto o acervo do programa Roda Viva, da TV Cultura, o projeto Memória Roda Viva é uma iniciativa conjunta da Fundação Padre Anchieta, da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por meio de seu Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) e do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (Nepp).
Desde 29 de setembro de 1986, o programa Roda Viva apresenta, semanalmente, entrevistas com personalidades, brasileiras e estrangeiras, de diferentes áreas e tendências político/ideológica, com total liberdade de opinião e de escolha dos entrevistados e entrevistadores, só possível numa emissora pública como a TV Cultura, o que transformou o Roda Viva num importante painel do pensamento contemporâneo.
Serão disponibilizadas, na íntegra, todas as entrevistas feitas pelo programa em seus quase 21 anos de existência, bem como aquelas que serão realizadas no futuro, permitindo que pesquisadores, estudantes, telespectadores e internautas acessem seu conteúdo no formato texto, acrescidos de verbetes, referências, fotos e pequeno vídeo. Um sistema de navegação simples permite que se encontre rapidamente um determinada entrevista, e um mecanismo de busca e a divisão por cinco grandes temas, visa a facilitar pesquisas mais específicas.
A publicação das entrevistas, em formato de texto, cria um registro importante na história recente, assegura sua preservação definitiva, possibilita acesso livre a todo o conteúdo e reconstrói o processo de formação da agenda pública brasileira nas duas últimas décadas, quando se deu a discussão das questões mais relevantes de nossa atualidade, bem como a sua continuidade futura.
O Memória Roda Viva permitirá, ainda, retroalimentar a pauta do programa, a partir de críticas e sugestões, que poderão ser registradas no site, sistematizando temas e questões que estão no cerne de uma agenda pública de discussão dos problemas brasileiros e internacionais.

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O Roda Viva é um dos mais importantes programas de entrevista da televisão brasileira. Desde 1986 segue a orientação da TV Cultura de realizar jornalismo público de qualidade ao oferecer aos telespectadores a possibilidade de conhecer o pensamento e o trabalho de personalidades nacionais e estrangeiras com profundidade.
O programa realizou mais de mil entrevistas em seus 23 anos. Um acervo precioso que revela muito além do que o perfil do entrevistado. Retrata momentos e fatos importantes das mais diversas áreas do conhecimento: artes, política, economia, cultura, esportes, educação e saúde. Os convidados que participam do programa colocam-se diante de jornalistas e especialistas convidados para expor suas opiniões e esclarecer questões relevantes para a sociedade.
Esse acervo representa um patrimônio que faz do Roda Viva um marco no debate democrático e reflexivo em torno de temas e idéias. E o programa, que desde a sua origem traz como diferencial a participação do telespectador, por meio de envio de perguntas - via telefone ou email -, abre-se ainda mais ao público. No momento em que as novas tecnologias ampliam as possibilidades de interação, o Roda Viva assume a experimentação e inova.
Em maio de 2008, traz para seus estúdios convidados para realizar coberturas colaborativas usando o Twitter - recurso que possibilita envio e troca de mensagens instantâneas na internet. A partir de março de 2009, além da ferramenta já implantada, passa a explorar ao máximo as potencialidades da rede. Inaugura na IPTV Cultura, a webTV da Fundação Padre Anchieta, as transmissões participativas. O programa passa a ser exibido on-line , antes de ser transmitido na televisão.
Além disso, promove interação por meio de um canal de bate-papo, usa conteúdos multimídia para contextualizar o tema em debate e abre três transmissões simultâneas do programa para que o telespectador tenha acesso a múltiplos ângulos. Trata-se da consolidação de um modelo de transmissão que integra TV e internet que vem sendo desenvolvido no Roda Viva desde setembro de 2008 em caráter experimental.
Equipe:
apresentação: Heródoto Barbeiro
chefe de redação: Sérgio de Castro
editores: Helio Soares e Vicente Lomonaco
coordenadora de produção: Lúcia de Mendonça
assistente de produção: Eduardo Petrella
estagiário: Valter Hugo Muniz
chargista: Paulo Caruso




quarta-feira, 5 de outubro de 2011

http://www.google.com/pacman/

Quantos aqui, antigamente se acotuvelava ao redor de uma máquina de fliperama para Ver/Jogar PACMAN, uma bolinha com boca comendo tracinhos e pírulas, correndo de fantasminhas... de vez em quando aparecia uma maçã?


http://www.google.com/pacman/

O Google sabendo dessa nostalgia toda, talvez por estarem trabalhando lá pessoas que passaram por essa época, colocou nesse endereço aquele software das máquinas antigas, para aqueles garotos crecidos que já gastaram demais comprando aquelas fichas de fliperama!