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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A revolução nos sistemas de pagamento digitais (vulgo Paypal)


A primeira postagem que fiz sobre o Paypal data de 2009... Hoje é o que é...

Retirei essa postagem do Blog do Luis Nassif, grande economista...

A revolução nos sistemas de pagamento digitais


Um dos grandes fenômenos da Internet foi o sistema de pagamentos Paypall, talvez o mais conhecido sistema de pagamento digital do planeta.
A Paypall nasceu há quinze anos, no boom da Internet, como uma ferramenta de envio de pagamento através da agenda pessoal do Palm - a primeira agenda eletrônica da Internet. Com o dinheiro fácil da época, seus criadores levantaram mais de US$ 350 milhões.
Acabou sendo adquiridos pelo site de leilões EBay, para resolver o problema da transferência de pagamento entre duas pessoas - o vendedor e o comprador. Oito anos atrás abriu capital como empresa independente, quando as transações da Internet passaram a exigir cada vez mais a moeda digital.
***
A empresa cresceu em cima de dois conceitos: segurança e praticidade.
Em vez de competir com os cartões de crédito, o Paypall tornou-se uma carteira de cartões de crédito. O usuário cadastra seus cartões no sítio do Paypall e efetua as compras de modo simplificado, meramente usando a senha do sistema para gerenciar as compras de todos os seus cartões.
As fraudes com cartões ocorrem quando os dados transitam pela Internet e são capturados pelos hackers. No caso do Paypall, na abertura da conta o cliente cadastra seus diversos cartões. Depois, em cada compra basta colocar a senha do Paypall e dar ok.
Para aumentar o conforto do cliente, a Paypall decidiu assumir as perdas totais dos clientes decorrentes de fraudes. Bancou a aposta depois de constatar que as fraudes respondiam por 1,2% a 1,5% do faturamento total.Essa proteção ao consumidor estendeu-se também aos produtos. Se não receber o produto em até 45 dias, o consumidor recebe seu dinheiro de volta.
***
O segundo ponto é a praticidade. Em qualquer loja virtual, há muitos passos entre colocar os produtos no carrinho e pagar. Na Paypall basta um clique. Na média de mercado, apenas de 25 a 35 em cada cem saem com cartão aprovado na primeira vez. Na Paypall a média sobe para 60%.
***
O telefone caminha para ser o acessório indispensável das pessoas. Estudos recentes mostram que 75% das pessoas dormem com o celular ao lado; 25% levam para o banheiro; e 88% para todo o tempo a uma distância máxima de 1,20 metro.
A nova fronteira da competição no setor, agora, é valer-se do celular para o chamado pagamento invisível. Em algum tempo haverá transferência de numerário através do próprio celular, com a moeda digital
***
Esse modelo tornou-se particularmente relevante no Brasil devido aos buracos do sistema 3G, com a linha caindo seguidamente, muitas vezes no meio do procedimento.
Nos sistemas de táxi por celular, quando termina a corrida o taxista passa o celular ao freguês, coloca o valor da corrida e o passageiro limita-se a colocar os três últimos dígitos do seu CPF para transferir o pagamento.
***
A Paypall entrou há quatro anos no Brasil. Hoje em dia possui 3 milhões de contas ativas, 150 funcionários. 20 grandes players contam com 80% do volume de transações da Internet brasileira. A Paypall responde por mais da metade das transações.
Para clientes menores, há a concorrência de serviços brasileiros, como o sistema similar da UOL. Mas nas grandes redes, que exigem sistemas de segurança mais parrudos, o Paypall reina absoluto.







quinta-feira, 19 de abril de 2012

Entrevistas com Mário Mello - Presidente da PayPal no Brasil

Eu faço parte da estatística dos 1 milhões de clientes brasileiros que estavam na PayPal Norte-Americano antes deles abrirem escritório no Brasil. Quando essa novidade foi anunciada eu mais temi do que vibrei, pois a burocracia das leis e quantidade impostos brasileiros é maior do que os Americanos, seguramente maior que a maior parte dos países do mundo. O meu temor foi justificado pois várias empresas desistiram do PayPal ou devido o aumento das taxas ou por terem preguiça de se adaptarem as mudanças e novas ferramentas que o Paypal Nacional passou a oferecer (substituindo as existentes até então). Mas por um lado isso foi muito positivo pois limpou do mercado aquelas empresas que são sérias daquelas aventureiras. Hoje, um ano depois já temos várias empresas bem adaptadas e o PayPal crescendo cada vez mais...
Hoja saiu uma entrevista no Estado de Minas com o Presidente brasileiro Mário Mello. E estou acrescentando outras entrevistas mais antigas para a Veja e Olhar digital...

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Segurança a cada passo da compra


Publicação: Jornal Estado de Minas 19/04/2012Caderno Inform@tica Repórter Ataíde de Almeida Jr .

Para Mario Mello, a melhor propaganda são os 200 milhões de clientes da empresa (PayPal/Divulgação )
Para Mario Mello, a melhor propaganda são os 200 milhões de clientes da empresa
 O presidente do PayPal – a maior empresa de transações financeiras on-line do mundo – no Brasil falou ao Informátic@ sobre o primeiro ano de total operação da empresa no país e a questão da segurança em compras virtuais e avaliou o mercado brasileiro de comércio eletrônico. Segundo ele, o Brasil é prioridade para a empresa por conta do aumento do número de internautas e pela importância econômica do país.

Como o senhor avalia o e-commerce no Brasil?
Vejo três dimensões para impulsionar esse setor aqui. Primeiro, a infraestrutura: as pessoas estão comprando mais computadores e há investimento em acesso à internet. Segundo, o estilo de vida: o trânsito, por exemplo, está piorando de forma agressiva. Terceiro, há cada vez mais oferta e as pessoas querem experimentar novos serviços, como ocorreu nos últimos dois anos com as compras coletivas. Essas três características são vetores aceleradores do e-commerce. As pessoas estão indo menos às lojas das ruas, pois querem conveniência e rapidez. Há uma migração.

Os brasileiros ainda estão resistentes a fazer compras on-line, principalmente por conta da segurança. Como convencê-los de que é seguro?
Segurança em compras na internet não é só estar escrito “seguro” ou ter o cadeado no navegador. Segurança é ter de digitar o número do cartão apenas uma vez para todas as operações e compras. É preciso ter em mente que, a cada página em que se adquire algum produto, os dados do cartão estarão armazenados. A informação está espalhada. Por isso, é melhor uma empresa guardando os seus dados do que várias. Somos a única empresa no Brasil com certificação da Payment Card Industry (PCI), que garante a total segurança dos dados. O nosso grande desafio no Brasil é o que chamamos de experimentação. Depois que mostramos como funciona e a pessoa realiza a primeira compra, ela não quer saber de outro sistema. Temos depoimentos mostrando que indivíduos se irritam quando não encontram a opção do PayPal, pois têm de preencher cadastros gigantescos. Focamos na conveniência. Nenhuma empresa de aviação, por exemplo, faz propaganda dizendo que é segura, mas sim que é rápida ou confortável. Conosco ocorre o mesmo. Seguros nós somos, mas queremos mostrar que é prático comprar com o PayPal. A melhor propaganda são os 200 milhões de clientes no mundo cadastrados e nenhum registro de problemas com a segurança.

A classe C vai ser responsável por aumentar as vendas do comércio virtual. Qual o impacto dessa classe para o PayPal?
Por enquanto, nossa primeira fase é de ganho de mercado. Hoje, o foco é como demonstrar para o cliente e os vendedores que existe uma forma mais segura para comprar. Quando olhamos para a classe C, vemos que ela está comprando mais computadores e pela internet e, assim, ela virá por consequência. Não temos uma estratégia específica para esse público.

Em pouco mais de um ano de operações, qual balanço o senhor faz do PayPal no Brasil?
Estamos muito satisfeitos. Tínhamos uma base de 1 milhão de clientes cadastrados antes de começar a operar. São pessoas que abriram contas no site norte-americano e migraram para o sistema brasileiro. Hoje, estamos com 3 milhões de usuários. Começamos também com poucos comércios eletrônicos parceiros e hoje temos mais de 30 mil utilizando os serviços. Há ainda as grandes empresas que nos procuraram para utilizar a plataforma, como a Vivo, na qual é possível fazer recargas de celular pré-pago, e varejistas.

Quais as vantagens para as empresas utilizarem o sistema do PayPal?
De maneira geral, a conveniência. Em sites que não utilizam o sistema, é preciso digitar todas as vezes o número do cartão de crédito. No PayPal, esse processo é feito uma única vez. Com isso, reduzimos o abandono das compras e as fraudes. Em média, a cada 100 clientes que entram em sites para fazer compras, 60 as concluem quando utilizam o PayPal. Quando o nosso sistema não está presente, esse número cai para 25. Outras pesquisas mostram que 50% das pessoas desistem de adquirir produtos por causa do cadastro demorado e cheio de informações. Transformamos seis passos em apenas dois, o que aumenta o lucro para o vendedor.

O Brasil é prioridade para o PayPal?
Sim, primeiro por conta do índice de aumento do número dos internautas no Brasil. Segundo, por causa do potencial de crescimento econômico e do e-commerce, de cerca de 30%. Continuamos crescendo lá fora com índices de 17% por ano. Mas, quando olhamos para cá, o potencial é bem maior. Vemos uma distribuição do poder de comércio virtual saindo dos países mais maduros e indo para mercados emergentes. Há três anos, o Brasil não tinha infraestrutura para receber o PayPal. Agora, já podemos investir fortemente aqui.

Antes de o PayPal chegar por aqui, já havia empresas com a mesma proposta. Como fica a concorrência?
Costumo dizer que nunca um país teve tantas soluções PayPal. Tem as do Uol, do Mercado Livre… Mas nenhuma oferece o nível de segurança igual ao nosso. Elas não têm aceitação internacional e, com o mercado brasileiro se tornando global, não há como estrangeiros utilizarem essas plataformas.

Algumas empresas aceitam pagamentos por meio do smartphone. Quando o PayPal vai entrar nesse mercado no Brasil?
Há duas vertentes que devem ser exploradas. A primeira é a criação de sites para comércios que facilitam a compra dos clientes. Há três anos, a empresa tinha quase zero de retorno nos meios móveis, e no ano passado chegamos a US$ 4 bilhões de faturamento com aquisições feitas por celular. Há um crescimento enorme desse canal. O que mostramos é que com o PayPal não é preciso digitar o número do cartão naquelas teclas pequenas ou no touchscreen do aparelho. As informações estão gravadas no sistema. Em breve, vamos anunciar parecerias com comércios no Brasil que criaram grandes sites de mobile com PayPal. O segundo ponto é viabilizar o pagamento por meio do celular para autônomos e profissionais liberais. Assim, um motorista de táxi, por exemplo, pode aceitar pagamento por cartão de crédito por meio do smartphone. Nos Estados Unidos, um dos mercados que mais crescem nesse tipo de comércio, lançamos o Here, que viabiliza qualquer celular como uma plataforma de pagamento. No Brasil, para isso funcionar, é preciso que o hardware tenha leitura de chip e estamos trabalhando para viabilizar essa solução.

E quanto às startups brasileiras, quais os planos da empresa para esse segmento?
Eles são o nosso coração. Vivemos dos pequenos e médios empresários. Fizemos parcerias com as empresas de hospedagem de e-commerce no Brasil. Temos também, mensalmente, encontros para mostrar os desafios e fomentar as melhores práticas do comércio virtual para pequenos empreendedores. Hoje, diria que a PayPal está trabalhando com pelo menos 50 startups com projetos de comércio virtual.


Entrevista na Revista Veja 30/08/2011 às 7:00 

‘Brasil será um dos cinco maiores mercados do PayPal’

Recentemente, o Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) revelou que o Brasil tem cerca de 12 milhões de consumidores on-line, o equivalente a 19% do total de usuários de internet no país. Esse número, é claro, tende a crescer. O PayPal, maior plataforma de pagamento on-line do mundo, quer abocanhar parte da montanha do dinheiro que esses brasileiros gastam. Criada em 1998 por Peter Thiel e Max Levchin, a empresa possui mais de 100 milhões de cadastrados no planeta, o que proporcionou um faturamento de 97 bilhões de dólares em 2010, fruto da comissão (que varia de 5,4% a 6,4%) calculada a partir do valor das operações de compra e venda e cobrada do vendedor. No Brasil, são 2,5 milhões de cadastrados, sendo que o país já registra o maior crescimento de usuários do serviço em todo o planeta. “Nosso objetivo é ser uma das cinco principais filiais do PayPal no mundo”, diz Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Confira a seguir a entrevista que ele concedeu ao site de VEJA:
Qual é a situação do PayPal no Brasil? O Brasil está em franca expansão e segue como o país que registra o maior crescimento do PayPal no mundo. No ano passado, quando nos instalamos oficialmente no país, tínhamos dois funcionários. Hoje, cem pessoas distribuídas em dois escritórios na capital paulista são profissionais do PayPal. E continuamos em processo de contratações neste momento. Nosso princípio é o mesmo da matriz americana: transformar tecnologia em valor agregado ao cliente. O que nos faz ter cada vez mais adeptos é a proteção total ao usuário. Figuramos entre os 20 maiores mercados da empresa. Em quatro ou cinco anos, nosso objetivo é ser uma das cinco principais filiais do PayPal no mundo.
O próximo desafio é trabalhar com pagamentos em dispositivos móveis? Em todo o planeta, o PayPal pensa em duas novas perspectivas – mobilidade e social, uma realidade existente nos Estados Unidos e que, nos próximos anos, desembarcará no Brasil com maior intensidade. Dois em cada dez americanos que usam o Ebay (proprietária do PayPal) usam dispositivos móveis para realizar compras. Nossas últimas operações (a empresa adquiriu a ferramenta de compras locais Milo e o aplicativo de iPhone, RedLaser) deixam evidente nossa estratégia.
Como garantir que o cliente não perderá seu dinheiro, caso compre em alguma loja virtual que use o PayPal? No Brasil, somos a única empresa a ter o nível de segurança 4 (o PCI – Payment Card Industry Data Security Standard). No mundo, esse leque de empresas é maior – a Amazon, por exemplo, está no nível 4. Caso ocorra algum problema, nós garantimos o ressarcimento ao cliente.
Recentemente, o Google entrou no segmentos de pagamento on-line. É seu principal rival? O Google é um competidor de alto nível, que respeitamos muitos, mas ainda somos a empresa mais segura no setor em todo o mundo. Eu não me espantaria se outras grandes companhias como Apple e Facebook criassem modelos semelhantes ao nosso. Hoje, qualquer desenvolvedor pode criar um sistema de pagamento eletrônico. O grande problema é garantir total segurança ao usuário – anualmente, uma auditoria analisa os investimentos em infraestrutura e determina o nível de segurança dessas empresas: em 2010, apenas 0,18% do faturamento do PayPal foi perdido em fraudes.
Como o PayPal trabalha com os sites de compras coletivas? Esse segmento se tornou, em tão pouco tempo, uma nova vitrine para a empresa. Sua popularidade nos atraiu e nossos serviços estão disponíveis nos principais sites de compras coletivas. Nos últimos meses, no entanto, fizemos uma única modificação no sistema de pagamento nos modelos de crowdfunding, que começam a ganhar terreno. Para atender à demanda, guardamos a informação de quem faz o pagamento, uma vez que a fatura só irá cair, de fato, se o projeto for aprovado e conseguir obter o dinheiro suficiente.
Depois do pedido de boicote feito pelos crackers do LulzSec e Anonymous (segundo os grupos, o PayPal colaborou com o FBI, fornecendo dados de seus usuários), houve uma queda de uso? Mesmo com um pedido maciço de dois grupos crackers, o PayPal não sofreu nenhuma alteração ou queda em seu sistema.
Ao viabilizar pagamentos on-line, o PayPal pretende aposentar a antiga carteira? Acredito que não. A internet não extinguiu o rádio ou a TV, por exemplo. Em curto prazo, aposto que o PayPal não substitui a carteira física. Mas, com a penetração cada vez maior de smartphones no Brasil, posso garantir que o PayPal vai buscar a popularização do pagamento on-line no país.
O senhor acredita que o mercado de tecnologia pode viver uma bolha, como a ocorrida em 2000? Hoje, vivemos outro momento. No início do século XXI, o terreno da web não era desbravado por muitos usuários – era uma cidade interligada quase sem população. Portanto, o retorno financeiro era irrisório. Hoje, a internet se tornou um economizador de tempo: muitos já fazem compras diretamente do computador. De fato, a relevância do comércio eletrônico é alta e, com o uso cada vez mais intenso de dispositivos móveis, vai permitir a criação de novos negócios no setor.


Entrevista no Olhar digital no dia 18 de Setembro de 2011 | 15:46h




Entrevista com Mario Mello, presidente do PayPal blog da Kauplus - Abril 2012 http://blog.kauplus.com.br

Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil


Esta semana conversamos com o Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Fomos super bem recebidos em seu escritório na região da Av. Paulista e trocamos figurinhas sobre a evolução do e-commerce no Brasil. O Kauplus tem crescido bastante e o PayPal tem se mostrado um importante parceiro para nós e para nossos lojistas.

Esta entrevista é uma ótima oportunidade para que você conheça mais sobre: Mario Mello, e-commerce, PayPal e meios de pagamento no Brasil.


Nós sabemos que sua carreira cresceu em ritmo acelerado e temos curiosidade de conhecer mais sobre a sua história. Quem é o Mario Mello?

Eu sou um pai, um marido, tenho duas filhas. Na vida pessoal, eu gosto muito de cozinhar e de viajar. Minha formação acadêmica é em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP e tenho 22 anos de experiência profissional. Eu sempre tive muitas oportunidades em minha carreira. Eu costumo brincar que eu tive muitos chefes loucos que me deram oportunidades muito cedo. Por exemplo, comandei as operações de cartões no Bank Boston com 26 anos e fui vice-presidente executivo da Visa para a América Latina com 34.

Hoje, como chefe, você também oferece essas oportunidades para os seus funcionários?

Sim, eu tenho um processo de autocrítica grande com relação a isso. Eu costumo avaliar se as oportunidades que estou oferecendo são tão agressivas quanto as oportunidades que recebi. De uns tempos pra cá, percebi que existem certas competências que as pessoas desenvolvem muito cedo e independem de idade. Eu tento encontrar essas competências e oferecer avenidas para que elas possam percorrer um caminho mais rápido.

No meu caminho, eu também fui diretor do Banco Real e criei a área de varejo do Banco Safra, e há 2 anos recebi a oportunidade de liderar o PayPal no Brasil.

Ao entrar no PayPal, você deixou a área financeira e mergulhou em e-commerce. Como você encarou essa mudança?

Eu sempre tive um viés muito forte em produtos e pagamentos. O PayPal queria alguém com perfil especializado em pagamentos no mercado brasileiro e que tivesse experiência com gestão de P&L (profit and loss, ou, em português, lucro e prejuízo). Era preciso alguém com competências para gerir o negócio e encontraram essas características em mim. O e-commerce realmente era uma novidade para mim, mas lidei muito bem com todos os desafios que surgiram.

Além dos desafios com e-commerce, quais têm sido os principais desafios em assumir o PayPal?

Nós temos um grande desafio de evangelização, queremos mostrar que é possível comprar de forma rápida e segura na Internet. Os brasileiros e os comércios estão acostumados a um processo de checkout pré-histórico, com passos complexos e pedidos de senhas e informações desnecessárias. O PayPal tem uma tecnologia que permite fazer tudo isso em dois cliques, aumentando conversão e faturamento de vendas.

Nós nos importamos muito com a questão da segurança e os consumidores sabem disso. Segurança, para nós, é o cliente digitar seu número de cartão apenas uma vez e poder fazer compras onde quiser. Com isso, os riscos envolvidos em transações com esse cartão são muito menores. Se o consumidor tiver que digitar o número de seu cartão várias vezes, ele estará expondo suas informações financeiras em diversos pontos na Internet e isso se torna um risco.

Além do grande desafio de evangelização, também temos desafios comuns, como busca de talentos, comando de operação (passando de 2 funcionários para 100) e articulação de plano estratégico.

Falando mais sobre o PayPal, quais seriam as principais vantagens de usá-lo no Brasil?

Nós temos que separar esta pergunta em duas partes: vantagens para o comprador e para o vendedor.

Para o comprador, a experiência de compra é a mais segura e o PayPal é o único sistema com nível 1 de segurança no mundo. Com isso, podemos oferecer um benefício exclusivo: o PayPal é o único sistema de pagamentos no Brasil que oferece proteção ao comprador* em contrato. Se o comprador não receber o produto em até 45 dias, ele tem seu dinheiro de volta. Nestes casos, o PayPal absorve o prejuízo.

Para o vendedor, também oferecemos a proteção ao vendedor* em contrato, em que nos comprometemos a enviar o dinheiro ao vendedor mesmo que ocorra algum problema com o pagamento após sua aprovação. E não é uma promessa de marketing, é um procedimento contratual. Além disso, pelo fato da nossa tecnologia ser segura, podemos oferecer um checkout muito mais simples. Conseguimos transformar um processo de compra de 6 ou 7 etapas em apenas 2, aumentando muito a conversão de vendas. Nós temos números que mostram que a cada 100 produtos que entram em um carrinho de compras, apenas 25 são de fato comprados. Com o PayPal, esse número aumenta para 60.

Temos vários exemplos de comércios que estão impressionados com nossa conversão e é por isso que Peixe Urbano, Ponto Frio, Vivo, Polishop e outras grandes empresas estão escolhendo PayPal como solução diferenciada de pagamentos. Quem entende de segurança e de conversão, escolhe PayPal. Por isso acreditamos muito na nossa parceria e ficamos honrados com o Kauplus ter nos escolhido como parceiro.

* observe todas as condições dos contratos caso se interesse pelos benefícios

Uma dúvida comum de nossos vendedores é a respeito das taxas do meio de pagamento. Nos Estados Unidos, o PayPal cobra taxa de transação de cerca de 3% e no Brasil de 6,4%. Gostaríamos de entender o motivo desta diferença e como essa taxa é formada.

Isso me lembra uma conversa que tive com um grande vendedor de computadores. Ele dizia "eu quero a taxa dos Estados Unidos" e eu falava "tudo bem, mas então você me vende computador pelo preço de lá". Eu estou falando isso para dar uma preliminar da resposta. Essa é uma pergunta inteligente e por isso a resposta é complexa.

Em primeiro lugar, o Brasil é o único país do mundo que cobra impostos sobre a tarifa de transação. Segundo, no Brasil é comum repassar o dinheiro para o vendedor 30 dias após o recebimento do pagamento, e, nos Estados Unidos, o comum é repassar em 48 horas. Como o PayPal repassa o dinheiro para o vendedor em 24 horas, existe o custo de antecipação do pagamento. Além disso, a ocorrência de fraudes no Brasil é superior à dos Estados Unidos e como o PayPal protege a transação, existem custos maiores.

A taxa no Brasil é formada pelos 3% americanos + impostos + fundo de antecipação de pagamentos + controle de fraudes. No Brasil, a taxa final é tão competitiva quanto a taxa americana é competitiva nos Estados Unidos.
John Donahoe, CEO do Ebay Inc.

Qual a importância do Brasil para o PayPal?

O Brasil é crítico para o PayPal. Para se ter uma ideia, o John Donahoe, CEO do Ebay Inc. (controladora do PayPal), veio ao Brasil para lançar as operações brasileiras. Eu lembro que ele falou "o que é mais difícil? dinheiro, recursos ou o meu tempo?". Os dias que ele dedicou para iniciar as operações brasileiras demonstram o foco do PayPal. O nosso objetivo é ser líder no mercado brasileiro e temos recursos e prioridades da matriz americana para executar um plano ambicioso.

Quais são os maiores mercados do PayPal e como o Brasil vem crescendo?

Nosso maior mercado é os Estados Unidos, em segundo a Inglaterra e em terceiro a Alemanha. O Brasil tem uma curva de crescimento muito forte e sobe no ranking quase todo dia, mas estamos operando aqui há apenas 1 ano. Estamos trabalhando para nos próximos 3 anos sermos um dos 5 maiores mercados do PayPal no mundo.

Você poderia revelar alguns números do PayPal no Brasil e no mundo?

Hoje temos mais de 3 milhões de compradores no Brasil e mais de 200 milhões no mundo. Estamos com 30 mil lojas operando com PayPal no Brasil e mais de 30% dos maiores vendedores brasileiros já aceitam PayPal. Estamos com boa presença com os grandes varejistas, com o empreendedor digital e com o long tail, no qual o Kauplus tem ajudado bastante.

No mundo, fizemos cerca de 112 bilhões de dólares em movimentações financeiras e crescemos mais de 17% ano a ano. Uma tendência que estamos observando é que transações via celulares e smartphones estão crescendo e já representam cerca de 4% do nosso faturamento, sendo que há poucos anos era zero.

Nossa última pergunta é sobre Social Commerce. Sabemos que a forte chegada do Facebook no Brasil impulsionou ainda mais este mercado. Como você enxerga Social Commerce e as oportunidades que estão surgindo para vendedores?

Eu acho que as interações mercantis são geradas através de interações sociais. Isso acontece desde o início das civilizações e está presente na natureza das interações humanas. Então, quanto mais interações sociais um vendedor gerar, mais oportunidades de transações mercantis vão surgir.

O desafio neste momento é encontrar formas inteligentes de apresentar produtos em relações sociais. No Ebay, um exemplo que funcionou bem foi: quando uma pessoa estava em dúvida sobre qual produto comprar, ela pedia a opinião dos amigos e se sentia mais segura para concluir a compra.

Social Commerce é algo muito novo e tem oportunidades enormes de se desenvolver. Minha recomendação é que o vendedor se alie a especialistas que entendam desse meio, e o Kauplus é um deles. Se você quer vender alguma coisa, você não pode não estar presente nas redes sociais.

O Kauplus agradece a oportunidade de entrevistar o Mario Mello. Se tiver mais questões que gostaria de ver respondidas ou sugestões para futuras entrevistas, deixe-nos seu comentário.


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Aqui um Faq sobre o PayPal




Depoimentos de comerciantes do PayPal: sobre segurança


Proteção ao comerciante e ao comprador


“O PayPal tem o compromisso de garantir a segurança das transações. Isto realmente parece transmitir confiança aos compradores."
—Kurt Denke, BlueJeansCable.com


“O sistema do PayPal mantém meu índice de fraude praticamente em zero.”
—Floyd Hacker, FlashlightsUnlimited.com


"Com o PayPal, o valor da fraude é bem mais baixo... o que me poupa dinheiro."
—Dan Pritchett, LowCarbChocolates.com


“O PayPal foi uma das poucas empresas dispostas a tirar a segurança completamente dos nossos ombros e, mais importante, a ajudar a proteger nossos clientes.”
—Tim Schuler, RotoWire.com


“O PayPal ajuda a tornar os estornos uma parte mínima do nosso negócio… Os compradores sabem que o PayPal é a forma de pagamento em que podem confiar.”
—Lonny Paul, TigerDirect.com


"O bom do PayPal é que você não precisa de um servidor seguro presente no subsolo de sua empresa."
—Marla Cilley, FlyLady.net



Kurt Denke, BlueJeansCable.com

Kurt Denke e sua esposa Pam apreciam a segurança oferecida pelo PayPal tanto à sua empresa como aos seus clientes. Como o PayPal armazena as informações financeiras de todos os clientes em um servidor seguro, a bluejeanscable.com não precisa se preocupar com o risco associado ao manuseio dos números de cartão de crédito dos clientes.

Kurt faz questão de enfatizar para os clientes a segurança associada ao uso do PayPal. "Dizemos a eles que, quando decidimos configurar nosso próprio gateway de pagamento, tivemos de nos tornar especialistas em segurança da noite para o dia. Mas o PayPal tem seu negócio todo preso a pagamentos na web e está comprometida a garantir a segurança das transações. Isto realmente parece transmitir confiança aos compradores."


Floyd Hacker, FlashlightsUnlimited.com

À medida que aprendia os segredos do trabalho de comerciante on-line, Floyd veio a apreciar o modo como o PayPal mantinha um nível reduzido de estornos. “As pessoas me perguntam o tempo todo: ‘Você pode receber meu pagamento pelo telefone?’ Para ser franco, prefiro não fazer isso, porque os índices de fraude no crédito para pedidos pelo telefone estão crescendo cerca de 18% ou 20%. O sistema do PayPal mantém meu índice de fraude praticamente em zero.”

Floyd acredita que o processo de verificação de endereços confirmados e não confirmados do PayPal é fundamental para manter os índices de fraude reduzidos e deixar que ele gerencie o risco. “Quando o endereço [do comprador] não é confirmado, eu fico sabendo e aí quero falar com alguém antes de fazer a remessa. Provavelmente 90% do tempo eu consigo verificar esses endereços não confirmados e posso despachar os produtos.”

Floyd continua a confiar na segurança do PayPal. “O PayPal é mais seguro do que tentar eu mesmo administrar as transações com cartões de crédito. É mais seguro para meus clientes e, como resultado, eles se sentem mais seguros. Na verdade, para aqueles que me ligam e perguntam a respeito, eu digo: ‘Eu nem vejo as suas informações do cartão de crédito. Elas ficam armazenadas no servidor seguro do PayPal.’ ”


Dan Pritchett, LowCarbChocolates.com

Com a Política de proteção ao vendedor e os procedimentos de notificação do PayPal, Dan tem mais chance de reduzir as fraudes. “O processo de [lidar com] estornos e reclamações de compradores é mil vezes melhor com o PayPal, porque o PayPal trabalha tanto com o cliente quanto com o comerciante.”

Em contrapartida, Dan sente que o processo de estorno através de contas do comerciante o deixa de mãos atadas. "Quando ocorre um estorno através do fornecedor da conta de comerciante, chega uma carta pelo correio semanas depois e eles fornecem muito poucas informações. Isso me deixa com muito poucas opções."

“Mas, com o PayPal, eu não apenas recebo notificação imediata sobre a reclamação de um comprador, como também tenho a oportunidade de entrar em contato diretamente com ele. Como eu sei quem são e o que compraram, posso entrar em contato com eles ou enviar a eles o pedido de substituição, em vez de ter o dinheiro automaticamente retirado da minha conta.”

Para Dan, a Proteção ao vendedor do PayPal o ajuda a melhorar o serviço e reduzir os custos. ”O PayPal me dá a flexibilidade de cuidar melhor dos meus clientes. E com o PayPal, o valor da fraude é bem mais baixo... o que me poupa dinheiro."


Tim Schuler, RotoWire.com

Durante todo o processo de avaliação, o diretor de tecnologia da RotoWire.com havia insistido que não queria assumir o risco de armazenar as informações do cartão de crédito dos clientes. O PayPal foi a melhor opção para coletar e armazenar todas as informações dos clientes com segurança. "Para nós, o principal fator foi que o PayPal foi uma das poucas empresas dispostas a tirar a segurança completamente dos nossos ombros e, mais importante, a ajudar a proteger nossos clientes."


Lonny Paul, TigerDirect.com

Vários meses após a implementação, Lonny começou a notar uma tendência em suas transações do PayPal. Apesar de a TigerDirect.com tradicionalmente ter enfrentado índices de fraude on-line de 0,09%, o índice entre os compradores do PayPal era de apenas 0,05%.

“Analisando os estornos, os números do PayPal são mesmo extremamente baixos. Outros métodos de pagamento não têm nem de longe a tecnologia que o PayPal integrou aos seus serviços para nos proteger contra fraudes. O PayPal ajuda a tornar os estornos uma parte mínima do nosso negócio."

A Proteção contra fraude do PayPal também ajudou a aumentar as vendas da TigerDirect.com. "As pessoas que normalmente evitam transações on-line por questões de segurança estão usando satisfeitas o PayPal", afirma Lonny. --- Os compradores sabem que o PayPal é o método de pagamento em que podem confiar." E muitos dos que não pagariam diretamente através do nosso site estão satisfeitos em usar o PayPal.”


Marla Cilley, FlyLady.net

Foram os recursos de segurança do PayPal que realmente atraíram Marla. "Quando eu estava começando, conversei com o meu banco sobre a configuração de um servidor seguro que dava tanto problema. "O bom do PayPal é que você não precisa de um servidor seguro presente no subsolo de sua empresa. O PayPal contém os números de cartão de crédito em seu banco de dados. Meus funcionários nunca os veem, então não há nada nos meus servidores com que eu precise me preocupar em termos de proteção."

Para Marla, a segurança do PayPal foi um grande motivo para iniciar um negócio on-line. "Sem o PayPal, eu gastaria milhares de dólares [criando segurança on-line]. As pessoas estão sempre me perguntando como fazer negócios na Internet e eu digo a elas que o 'PayPal é o único caminho'."


sexta-feira, 23 de março de 2012

Quatro provas de Pagamentos no mês de Maio - ClixSense, InfinityBux, Incentria e NeoBux

Mais quatro pagamentos recebidos de sites PTC, recebi dinheiro apenas por ter visto propaganda. O maior deles é uma boa noitícia. InfinityBux.O site estava com dificuldades, parou de trabalhar com o Banco Virtual AlertPay, passou para outro banco virtual menor que não conhecia, mas depois voltou atras. Eu cancelei o pedido de pagamento para o banco SolidTrustPay e pedi novamento para o AlertPay e ele está aí: U$10,00 no dia 20/03/2012.

 
Esse é o segundo pagamento que recebo desse site, no total de U$14,05 (Dollares), dessa forma ele passou para 6º lugar entre os sites que eu mais recebi dinheiro vendo propaganda(estava em 9º Lugar). Considerando o Ranking geral (incluindo todos os sites que já participei, até aqueles que já estão fora do ar), o InfinityBux Passou do 18º Lugar para o 9º Lugar.  
A boa notícia é que eu pensei que o site não iria sobreviver e com ele iria outros 4 que são do mesmo grupo: TVIPTC, PowerfulBux, ForeverBux e BuxSecure.  Nesses eu estou quase conseguindo o mínimo para fazer retirada, se eles morrerem antes ficaria muito triste!...

Cadastre-se no InfinityBux


Ou em um de seus sites parceiros:
TVIPTC
PowerfulBux
ForeverBux  
BuxSecure

O segundo pagamento é do ClixSense, que é o segundo site da minha preferencia,e em pouco tempo ele vai se tornar o segundo em valores recebidos também. Esse foi pagamento o terceiro pagamento que recebi, no valor de U$8,75 (dollares), no dia 19/03/2012 depositado na minha conta do PayPal. Eis o Pagamento:

No histórico total, recebi U$28,01 (dollares) sendo U$12,39 por ter visto as propagandas, U$17,03 pelos meus indicados terem visto propagandas, U$0,45 no jogo loteria ClixGrid (perdendo uma parcela desses ganhos em taxas bancárias). Com esse pagamento o ClixSense que estava em 4º Lugar ultrapassou o Clique.pt e chegou a 3º Lugar dos sites PTC que mais ganhei dinheiro que ainda está ativo(4º Lugar na classificação geral). Eis o Meu histórico no ClixSense:

Cadastre-se no ClixSense
 

O Terceiro Pagamento é de um site menor, com menos publicidade, mas que paga direitinho: mais U$1,00 recebido pelo Incentria no dia 20/03/2012. Eis o Pagamento:
 
No histórico geral o foi o 5º Pagamento recebido no valor total de U$5,02, o que coloca o Incentria em 9º lugar entre os sites ainda ativos e 18º lugar no Ranking geral. U$3,63 ganhei por ver propaganda, U$0,34 devido aos meus indicados terem visto propaganda, U$0,02 por eu ter mostrado o site para outras pessoas(mesmo que elas não tenham se cadastrado.) Eis o meu histórico no Incentria:

Cadastre-se no Incentria





E o quarto pagamento pedi e recebi hoje, do NeoBux, primeiro lugar na minha preferencia, no ranking dos que eu mais recebi e no ranking geral. Melhor site PTC da atualidade. Dia 23/03/2012, valor U$10,56. Eis o Pagamento:


 Histórico geral do NeoBux é 37 pagamentos recebidos, valor total recebido de U$593,47, sendo que investí no site U$180,00 então o lucro líquido é de U$413,47.
Cadastre-se no Melhor site PTC da atualidade: NeoBux






Se você não está acostumado com essa história de pagamentos por ter visto propaganda, entre no mundo dos Sites PTC aqui: Tutorial e ranking dos melhores sites PTC(Receba para clicar)

Estou trabalhando para organizar o ranking dos sites que eu mais recebi nesses três anos de sites PTC. Estou na metado do caminho... se quiser ver esse ranking clique aqui



Fiz também uma coletânea dos Banners dos principais sites, veja aqui. 
  
Tutorial NeoBux - Como se Cadastrar e usar -Retrospectiva de 2011- Entrevistas com o Administrador do site Tudo sobre o NeoBux cliqui aqui.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O caso MegaUpload - A grandes empresas venceram?

O site MegaUpload foi fechado ontem pela FBI americana. Os motivos são obveis: Vários filmes, programas, jogos, livros e músicas para downloads gratuitos. Vou postar uma coletânea de notícias sobre o caso mas antes vou dar a minha opinião e uma das alternativas.
O site funcionava disponibilizando espaço em seus servidores para os usuários compartilharem seus arquivos gratuitamente e ainda pagavam para os usuários por downloads(por usuários únicos) feitos pelo arquivo que foi compartilhado. Muitos e muitos blogs tem quase todo seu conteúdo salvos no Megaupload. E as grandes empresas Sony, Universal, etc... imaginam que fechando o site vai resolver o problema... É claro que os donos do MegaUpload merece a cadeia... Lavagem de dinheiro,fraudes, laranjas, gastança de dinheiro... Já aproveitaram muito do dinheiro que conseguiram atraves do trabalho de outros, de falsificação e N outros crimes...
Mas é só olhar a história do Nasper para saber o que vai acontecer. O Nasper foi o primeiro programa P2P de compartilhartilhamento de arquivos que surgiu. Você compartilha os arquivos que você tem e em troca pode receber os arquivos compartilhados pela comunidade. É claro que você sai no lucro, pois a soma de arquivos de toda a comunidade é maior do parcos arquivos que você tem, por mais arquivos que tenha!! Depois de várias guerras nos tribunais os servidores do programa foram fechados e o sistema saiu do ar. As grandes empresas venceram... venceram mas não levaram. A idéia já tinha nacido, a vontade de se reunir em comunidade e jogar conversa fora, trocar fotos, cantar músicas, ver vídeos, e discutir idéias é uma vontade humana bem anterior as grandes empresas. E a vontade da comunidade gerou vários e vários filhos do Nasper como o Kazaa, eMule, Kademlia, Gnutella ,AudioGalaxy, SoulSeek entre tantos outros... Como vencer? Como diria o Chico Buarque, Todos juntos somos fortes...



(Todos juntos somos fortes Somos flecha e somos arco Todos nós no mesmo barco Não há nada pra temer- ao meu lado há um amigo Que é preciso proteger Todos juntos somos fortes Não há nada pra temer)
Assim vai ser como o MegaUpload. Vários outros já estão funcionando, vários outros vão ocupar esse espaço... E não adianta brigar contra a evolução tecnológica, como vários já se tentaram e nenhum conseguiu.


 A primeira reportagem sobre o caso que selecionei é a nota feita no dia 18/01/2012 pelo The Pirate Bay.

Pirate Bay desafia Sopa e Pipa em nota

“SOPA significa ‘lixo’ em sueco. PIPA significa ‘cano’. Eles querem tornar a internet um cano [de lixo] de mão única.”
NOTA DESAFIA INDÚSTRIA DOS EUA
SÃO PAULO – O Pirate Bay soltou uma nota criticando a Pipa, a Sopa e a indústria cultural que apoia os projetos de lei (que chama de “nossos rivais decadentes”).
—-
Leia a tradução da íntegra da nota abaixo.
INTERNETS, 18 de janeiro de 2012
Há mais de um século, Thomas Edison conseguiu a patente para um aparelho que faria “para o olho o que o fonógrafo fez para o ouvido”. Ele o chamou de cinetoscópio [Kinetoscope]. Edison não foi apenas o primeiro a gravar vídeo, mas foi também a primeira pessoa a ser dono do copyright de um filme cinematográfico.
Por causa das patentes de Edison para filmes cinematográficos, quase foi financeiramente impossível criar filmes de cinema na costa oeste norte-americana. Os estúdios de cinema, assim, mudaram para a Califórnia e fundaram o que hoje chamamos de Hollywood. A principal razão é que ali não haviam patentes.
Não havia também nada de copyright, então os estúdios podiam copiar velhas histórias e fazer filmes a partir delas – como Fantasia, um dos maiores hits da história da Disney.
Portanto, toda a base dessa indústria, que está hoje aos gritos sobre perda de controle sobre direitos não-materiais, é que eles driblaram direitos não-materiais. Eles copiaram (ou, de acordo com sua terminologia,”roubaram”) as obras criativas de outras pessoas sem pagar por isso. Eles o fizeram para obter grandes lucros. Hoje, eles são todos bem-sucedidos e a maior parte dos estúdios está na lista da Fortune das 500 empresas mais ricas do mundo. Parabéns – está tudo baseado em ser capaz de reutilizar criações de outras pessoas. E hoje eles detém os direitos das criações de outras pessoas. Se você quer lançar alguma coisa, você tem que seguir as regras deles. As regras que eles criaram depois de driblar as regras de outras pessoas.
A razão pela qual eles estão sempre reclamando dos “piratas” hoje é simples. Nós fizemos o que eles fizeram. Nós driblamos as regras que eles criaram e criamos as nossas próprias. Nós esmagamos o seu monopólio ao dar às pessoas algo mais eficiente. Nós permitimos que as pessoas tenham comunicação direta entre si, driblando o intermediário lucrativo, que em alguns casos levar mais que 107% dos lucros (sim, você paga para trabalhar para eles).
Tudo se baseia no fato de que representamos competição.
Provamos que a forma atual como existem não é mais necessária. Somos simplesmente do que eles são.
E a parte engraçada é que as nossas regras são muito similares às ideias que fundaram os EUA. Lutamos pela liberdade de expressão. Enxergamos as pessoas como iguais. Acreditamos que o público, não a elite, deveria governar a nação. Acreditamos que leis deveriam ser criadas para servir o público, não corporações ricas.
O Pirate Bay é uma comunidade verdadeiramente interacional. Nossa equipe está espalhada por todo o globo – mas ficamos fora dos EUA. Temos raízes suecas e um amigo sueco nos disse isso:
A palavra SOPA significa “lixo” em sueco. A palavra PIPA significa “um cano” em sueco. É claro que isso não é coincidência. Eles querem tornar a internet um cano de mão única. Eles por cima empurrando lixo cano abaixo para o resto de nós, consumidores obedientes.
A opinião pública nesse assunto é clara. Pergunte a qualquer um na rua e você vai descobrir que ninguém quer ser alimentado com lixo. Por que o governo americano quer que o povo americano seja alimentado com lixo foge à nossa compreensão, mas esperamos que você o impeça, antes que afoguemos todos.
A Sopa não pode fazer nada para brecar o Pirate Bay. Na pior das hipóteses, mudaremos o domínio principal: do atual .org para uma das centenas de nomes que também já usamos. Em países onde estamos bloqueados (os nomes China e Arábia Saudita são os primeiros que vêm à cabeça), eles bloqueiam centenas de nomes de domínios nossos. E adianta? Não muito.
Para consertar o “problema da pirataria” deveria se ir à raiz do problema. A indústria do entretenimento diz que eles estão criando “cultura”, mas o que eles realmente fazem é vender coisas como bonecas caríssimas e fazer meninas de 11 anos se tornar anoréxicas. Seja de trabalhar nas fábricas que criam as bonecas por praticamente salário nenhum, seja por assistir filmes e programas de TV que as fazem pensar que são gordas.
No grande jogo de computador de Sid Meiers, Civilization, você pode construir maravilhas do mundo. Um dos mais poderosos é Hollywood. Com ele, você controla toda a cultura e mídia do mundo. Rupert Murdoch ficou feliz com MySpace e não via problemas com sua própria pirataria até seu fracasso. Agora ele reclama que o Google é a maior fonte de pirataria do mundo — porque ele está com ciúmes. Ele deseja manter seu controle mental sobre as pessoas e está claro que você consegue um visão mais honesta das coisas na Wikipedia e no Google do que na Fox News.
Alguns dos fatos (anos, datas) nesse texto estão provavelmente erradas. O motivo é que não podemos acessar essas informações quando a Wikipedia está fora do ar. Por causa da pressão de nossos rivais decadentes. Pedimos desculpas por isso.
—THE PIRATE BAY, (K)2012


Uma opção para quem quer disponibiliar seus arquivos para download sem o MegaUpload está se  descabelando é o ShareCash

Boas-vindas
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 Melhores Reportagens sobre o Fechamento do MegaUpload


Urgente: FBI tira do ar site Megaupload e indicia funcionários por pirataria

Site/Blog Ceviu  http://www.ceviu.com.br/blog/
A agência de notícias Associated Press divulgou a poucas horas que o site de compartilhamento de arquivos Megaupload saiu do ar depois de uma ação do FBI. Segundo a agência, os funcionários do Megaupload ainda foram indiciados pela justiça e podem ser julgados por crime de pirataria.
Recentemente, o Megaupload já havia enfrentado problemas quando o estúdio Universal Music Group exigiu que o YouTube retirasse do ar um vídeo do Megaupload contendo a imagem de diversos artistas. De acordo com o estúdio, propriedades intelectuais foram desrespeitadas já que alguns dos artistas tinha contrato com o grupo.
Os responsáveis pelo Megaupload inclusive seus funcionários, podem ser processados em 500 milhões de dólares. Mais informações em breve. Vale lembrar que ontem vários sites como Wikipedia e Google protestaram contra o SOPA, lei que tramita no senado americano contra a internet livre.


O fim do Megaupload e a guerra na internet

Por Marcos Elias Picão em 20 de janeiro de 2012 às 05h26 Site http://www.hardware.com.br

Na quinta-feira muita coisa aconteceu no mundo da internet. O mais impactante foi o fim do Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos. Isso justo no dia seguinte ao grande protesto contra o SOPA e PIPA, projetos de lei nos Estados Unidos que poderão censurar a web em boa parte do mundo.
Numa ação com apoio de policiais de outros países, o FBI fechou o site e prendeu alguns dos responsáveis pelo mesmo. Além das acusações indicarem prejuízo de mais de $500 milhões em direitos autorais a grandes gravadoras e produtoras, esse nem era o maior problema. Para a justiça dos EUA o Megaupload foi visto como uma “organização criminosa mundial cujos membros participam de infração de direitos autorais e lavagem de dinheiro em uma escala massiva.”
A resposta da comunidade contrária à ação foi dada por meio de ataques de negação de serviço promovidos pelo Anonymous, que tiraram do ar temporariamente sites de organizações como MPAA, RIAA, Universal Music Group, FBI, Casa Branca e Departamento de Justiça Americano.
Há pouco tempo alguns artistas fizeram uma campanha publicitária para o Megaupload. Entre os nomes estavam Chris Brown, Snoop Dogg, Mary J Blige, P Diddy, Will.i.am, Alicia Keys e Kanye West. Eles apareciam cantando e apoiando o site:
O comercial foi removido do YouTube a pedido da UMG, apesar de não violar nenhum direito autoral dela. Isso abriu uma polêmica no final do ano passado: um acordo entre a UMG e o Google permitiria, em tese, ao grupo mandar remover qualquer vídeo da rede - mesmo que não violasse nenhuma propriedade intelectual ou conteúdo registrado. Isso acabou passando com uma resposta melhor do Google, que afirmou que os parceiros não têm permissão para remover vídeos do site caso não tenham direitos sobre os mesmos (ou acordos de exclusividade com os artistas envolvidos em gravações ao vivo).
Apesar de tudo, o Megaupload já colaborava com remoções de arquivos mediante denúncias com base no DMCA, mas isso não foi o suficiente. A empresa também quis processar a UMG (o que ganhou força com a remoção do vídeo do YouTube). Dadas as circunstâncias e a longa investigação, nem foi necessário ter projetos como SOPA e PIPA, o fechamento do site pelo FBI foi possível usando as leis atuais. Além do próprio megaupload.com, vários outros sites do mesmo grupo também ficaram inacessíveis - talvez para sempre?
O pessoal do site rebate dizendo que a maioria dos arquivos hospedados lá são legítimos (muitos certamente são, mas não dá para fingir que o site não ganhava às custas da pirataria). Se os projetos SOPA e PIPA forem aprovados, casos como esse serão mais comuns, com uma grande diferença: não serão necessários meses de investigação, e muitos sites realmente honestos poderiam pagar a conta.

Os grandes estúdios de música e filme contam com um enorme time de advogados especializados em processar qualquer pessoa que olhe torto para os direitos autorais que eles tanto defendem. Eles passam dos limites algumas vezes, porém nem sempre as pessoas que estão sendo processadas dispõem de tempo e dinheiro para lutar nos tribunais. Mas o Megaupload tem. O famoso site de compartilhamento de arquivos decidiu processar a Universal.
O Megaupload disse ao TorrentFreak hoje que pretende processar a UMG, braço musical da Universal, por censura a um vídeo no YouTube. Esse vídeo, uma propaganda do Megaupload com uma leva de artistas conhecidos, foi tirado do ar na semana passada por supostamente “desrespeitar a lei de DMCA”. Mas diferente do que afirma a UMG, ele não parece infringir muito.
Segundo o Megaupload, nenhuma parte do vídeo tem conteúdo cujo direito autoral pertence à UMG. O site afirma que assinou um contrato com todos os artistas que participam dele, que incluem nomes como Will.I.Am, Alicia Keys e Kanye West, e pediu ao YouTube para restaurá-lo. Mesmo assim, a Universal enviou um novo pedido e o retirou do ar outra vez. O fatídico vídeo você confere logo abaixo, hospedado pelo próprio Megaupload.

A decisão agora cabe à corte americana que receber o processo do site contra a Universal. O CEO do Megaupload, David Robb, até tentou um acordo amigável com a companhia, mas nenhum dos representantes da empresa parece estar muito a fim de responder.
Como alguém que detesta injustiça de qualquer lado e já vê os estúdios abusando do seu poder há algum tempo, eu diria “Vai que é tua, Megaupload!”. Eles não fizeram nada de errado e se a Universal precisa passar por um processo judicial para perceber isso, espero que passem. E que precisem pagar uma indenização monstruosa também. Ao que parece essa é a única língua que os grandes estúdios entendem: a do prejuízo no próprio bolso.


Nova Zelândia manda prender criador do Megaupload

Kim Schmitz teve a prisão preventiva decretada até que seja decidido sobre seu pedido de liberdade sob meio de pagamento de fiança

Site http://exame.abril.com.br repórter  Vinicius Aguiari, de
Getty Images/Sean Gallup
Máscara dos Anonymous
Os Estados Unidos pedem a extradição do criador outros três diretores a fim de julgá-lo sobre o crime de pirataria
São Paulo - A Justiça da Nova Zelândia decretou, nesta sexta-feira (20), a prisão preventiva de Kim Schmitz, fundador do serviço de hospedagens de arquivo Megaupload, também conhecido como Kim Dotcom.

Segundo a agência neozelandesa APNZ, o juiz David McNaughton, do distrito de North Shore, decretou a prisão de Schmitz, que é alemão, e de outros três diretores da empresa (dois alemães e um holandês) até que seja decidido sobre seu pedido de liberdade sob meio de pagamento de fiança. Os Estados Unidos pedem a extradição do grupo a fim de julgá-lo sobre o crime de pirataria. Schmitz é acusado por gravadoras e estúdios de cinema de causar prejuízos superiores a 500 milhões de dólares.
Atualmente, a Justiça americana também exige a extradição do jovem britânico Richard O´Dwyer, de 23 anos. O´Dwyer mantinha um site para o compartilhamento de vídeos protegidos por direitos autorais.
Guerra declarada
Ontem, o FBI retirou do ar o Megaupload. O serviço era utilizado por mais de um bilhão de usuários e permitia que arquivos fossem carregados e compartilhados sem fiscalização a respeito dos direitos autorais.
Em resposta ao bloqueio do Megaupload, o grupo hacker Anonymous tirou do ar, ainda ontem, sites do governo americano e de empresas que apóiam o projeto de lei conhecido como Sopa (Stop Online Piracy Act).
Entre as páginas atacadas pelo Anonymous estão a do FBI, a da Universal Music, da Motion Picture Association of America e da Associação da Indústria de Gravação da América.
O grupo nomeou o ataque de #OpMegaupload e #OpPayback. Segundo informações do próprio Anonymous, cerca de 5 mil hackers participaram da ação, considerada uma vingança ao governo americano.


Entenda a investigação que levou ao fechamento do MegaUpload

FBI fechou serviço de compartilhamento de arquivos ontem (19/01). Em represália, hackers do Anonymous derrubaram diversos sites
20 de Janeiro de 2012 | 12:34h Para o site olhar digital: http://olhardigital.uol.com.br








megaupload
O governo dos Estados Unidos fechou ontem (19/01) o site de compartilhamento de arquivos MegaUpload, acusando o serviço de facilitar a troca de conteúdo protegido por direitos autorais e prendendo seus fundadores e funcionários por incentivar a pirataria.


Apesar do serviço usar servidores nos Estados Unidos, os indiciados pelo FBI não são residentes dos EUA. Em um release disponibilizado pela agência norte-americana, são citados os nomes de Kim Schmitz, o fundador do serviço, que é morador de Hong Kong e Nova Zelândia; Finn Batato, gerente de marketing que mora na Alemanha; Julius Bencko, designer que mora na Eslováquia; Sven Echternach, gerente de negócios residente na Alemanha; Andrus Nomm, programador da Estônia; e Bram van der Kolk, responsável pela rede do MegaUpload que mora também na Nova Zelândia.

Os três que moram na Nova Zelândia foram presos ontem mesmo pela polícia neozelandeza. O site está sendo acusado de dever mais de US$ 500 milhões para detentores de direitos autorais. Os fundadores se defendem afirmando que sempre retiram material ilegal quando é feito um pedido por parte das empresas detentoras do conteúdo.

Investigação

Segundo o GigaOM, o MegaUpload era hospedado principalmente na Virginia, nos Estados Unidos, em um local com mais de 1000 servidores que tinham mais de 25 petabytes de conteúdo enviado pelos usuários do serviço. A Holanda sediava outros mais de 700 servidores que hospedavam os arquivos do site.

Além de enviar arquivos, os usuários do MegaUpload também pagaram mais de US$ 110 milhões para os fundadores via PayPal. O FBI e autoridades internacionais encontraram mais de 60 contas bancárias espalhadas pelo mundo e vários cadastros no PayPal em nome do serviço. Em nome dos fundadores do MegaUpload também existem cerca de 30 carros e motocicletas, incluindo modelos da Mercedes-Benz com placas como GUILTY (culpado, em inglês), MAFIA, HACKER, GOOD (bom) e EVIL (mal).

Segundo arquivos do FBI, os próprios funcionários do MegaUpload se aproveitavam do conteúdo enviado pelos usuários para baixar arquivos ilegalmente. E-mails trocados entre executivos do serviço mostram discussões sobre cópias de diversos álbuns e episódios de séries como The Sopranos baixados a partir de links colocados por membros do site. Em conversas, eles chegaram a afirmar que possuem "um negócio divertido... somos piratas dos tempos modernos."

Anonymous

Em represália ao fechamento do serviço, e também como forma de protesto ao SOPA e ao PIPA, o grupo hacker Anonymous fez a sua maior ação. Em poucas horas, eles derrubaram os sites da RIAA (Record Industry Association of America), da MPAA (Motion Picture Association of America), da Universal Music (responsável pela acusação de pirataria do Megaupload), do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, do US Copyright Office, da Warner Music Group e até mesmo o do FBI. Hoje (20/01), 2 alvos já caíram: a loja da MGM e do Ministério da Justiça da Nova Zelândia.

Durante os ataques do grupo, o tráfego na internet chegou a ficar 24% superior ao normal para o horário.

Megaupload fechado depois de uma investigação pelo FBI



Thursday, 19 January 2012 22:02  Site http://pt.wikinoticia.com Tecnologia - Software


Há relatos de que, devido ao seu impacto, custo muito alto para digerir, especialmente quando afetam os serviços que são amplamente utilizados em coisas que usamos quase diariamente. De acordo com um relatório da Associated Press , Megaupload , um repositório de arquivos populares fechada e seus funcionários foram acusados ​​de pirataria .
A notícia é realmente um impacto (especialmente quando você considera algumas das figuras: 1.000 milhões de usuários, 50 milhões de usuários ativos por dia e tráfego igual a 4% da rede total) e, embora não ter parado muitos dados, o site Megaupload não funciona e, como discutido no Wall Street Journal , teria cobrado sete trabalhadores da pirataria online, e destes, quatro foram detidos desde o resultado da pesquisa realizada pelo FBI por dois anos.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicou uma nota sobre este caso, como discutido em alguns detalhes sobre as prisões e investigações. Como discutido, sete pessoas e duas empresas (específicas dos investidores Megaupload Limited e Limited) ter sido acusado de pirataria em todo o mundo gerando uma perda no valor de 500.000 milhões de dólares aos proprietários dos direitos de propriedade intelectual.
Embora, de acordo com o Wall Street Journal disse, essa ação não tem nada a ver com os movimentos e protestos em todo SOPA , acção levada a cabo pelas autoridades dos EUA é bastante gráfico, porque os detidos foram acusados ​​de violar a lei relativas à conspiração de direitos autorais, para cometer crimes contra a propriedade intelectual e conspiração para cometer fraude monetária entre outras acusações, ou seja, de frente para 30 anos de prisão se for considerado culpado de todas as acusações.
Quatro dos detidos foram presos na Nova Zelândia, enquanto o FBI continua a ter os escritórios das empresas à procura de documentação que serve para documentar a atividade econômica, além de localizar centros Megaupload dados que estão localizados em servidores que suportam o serviço. Os detidos são responsáveis ​​por marketing, batata doce Finn, Benck Julius designer, o gerente de desenvolvimento de negócios Sven Echternach, co-fundador e diretor Mathias Ortmann, responsável pelo software de programação e Nommo Andrus supervisor Bram van der Kolk.
E agora? Essa é a grande questão, porque não se sabe se a indisponibilidade do serviço Megaupload é devido à apreensão de domínio, uma falha de servidor ou um problema de DNS, o que parece claro é que nós cara interferência nos dados armazenados no serviço em que, em muitos casos, dados privados para muitos usuários não serão capazes de acessar (e são os legítimos proprietários).

Opinião: Fim do MegaUpload comprova que PIPA e SOPA são desnecessárias

Por PC World/US

Publicada em 24 de janeiro de 2012 às 09h00 Site http://idgnow.uol.com.br/

Legislação americana e cooperação internacional com a Nova Zelândia permitiram o encerramento do site. Para que, então, normas ainda mais rígidas?

A semana passada foi dominada pela batalha entre os que defendem o direito à propriedade intelectual e os que priorizam a liberdade da Internet. Um dia após o “apagão” organizado online em protesto à SOPA – lei que visa combater a pirataria online – o governo dos Estados Unidos derrubou o site de compartilhamento MegaUpload, provando que os novos projetos não são tão necessários assim.
De um lado do debate, congressistas americanos favoráveis a normas mais rígidas para reduzir a pirataria na rede – e, por isso, defensores do da SOPA e da PIPA. Insistem que a violação de direitos autorais é como uma epidemia, e que a única forma de controlá-la é a partir de uma legislação draconiana.
A maioria dos internautas discorda. Começaram com um boicote ao GoDaddy.com – serviço de hospedagem – que decidiu apoiar os projetos. Em poucos dias, a atenção em relação ao assunto aumentou, assim como a oposição. Cientistas responsáveis pela tecnologia sobre a qual a Internet está estruturada elaboraram comunicado, em que pediam ao Congresso que recusasse as propostas. A pressão popular e política tomou tal dimensão que os legisladores não tiveram outra opção a não ser adiar a votação.
A pergunta, porém continuou no ar. Por que precisamos de uma nova legislação? A premissa dos que a defendem é que ela é necessária para combater o conteúdo distribuído ilegalmente a partir de sites que operam fora dos Estados Unidos, e, portanto, resguardados das leis norte-americanas. O MegaUpload era citado como um exemplo.
Ironicamente, a queda do portal serviu mais aos críticos da SOPA do que aos seus apoiadores. Afinal, mesmo sem ela – e vale lembrar que, possivelmente, mesmo com sua aprovação, o site conseguiria manter-se protegido – o governo dos EUA conseguiu fechar uma página sem sequer processá-la, e providenciar a detenção de seus responsáveis graças à cooperação internacional com a Nova Zelândia.
O caso do Departamento de Justiça contra o MegaUpload é baseado na legislação  ProIP, aprovada em 2008. Ela também enfrentou controvérsia, e possibilitou a criação de um cargo conhecido como “Czar do Copyright” – vinculado ao executivo, a pessoa nomeada pode atuar sem contatar o judiciário. Na época, muitos especialistas consideraram as leis autoritárias e desnecessárias, mas ouviram do governo que não haveria abuso.
As discussões quanto à atuação do Departamento de Justiça contra o site de compartilhamento, se ela é justificada ou um abuso do ProIP, só está começando. De qualquer forma, a ação não é inútil: serve para reforçar o quanto a SOPA e a PIPA são desnecessárias.
(Tony Bradley)

Depois do Megaupload, sites de troca de arquivos impõem autorrestrição  
Depois do fechamento da página de compartilhamento Megaupload pelo FBI e da prisão de seus proprietários, dezenas de empresas similares deletam arquivos ou saem do ar


Publicação:Estado de Minas 25/01/2012 

Amplie a imagem e veja  sites que saíram do ar ou mudaram suas configurações

Baixar um filme para ver no fim de semana ou aquele disco que tinha em vinil e nunca mais ouviu? Há anos a internet tem disponibilizado milhões de arquivos digitais para download livre. Milhões de pessoas certamente construíram sua própria filmoteca ou discoteca dentro de seus computadores ou HDs (hard disk, unidades de armazenamento) portáteis. No entanto, a festa de compartilhamento gratuito de arquivos na internet pode estar com dias contados.

Desde que o FBI (polícia federal dos Estados Unidos) fechou o site de compartilhamento Megaupload.com, há 10 dias, e prendeu seu dono, na Nova Zelândia, dezenas de outros sites passaram a fazer alterações e restringir acesso gratuito a arquivos. Mesmo com operações legais, sites como o File Sonic, Uploaded, Fileserve, VideoBB, Filepost, 4Shared, Uploaded.to e dezenas de outros fecharam suas operações, estão deletando arquivos ou restringiram acesso aos próprios usuários, permitindo apenas que quem carregou o arquivo tenha acesso a ele.

O proprietário do Megaupload, Kim DotCom, foi preso em sua mansão na Nova Zelãndia, assim como outros executivos da empresa. DotCom aguarda audiência em tribunal neozelandês e pelo menos um de seus sócios deve ser extraditado para julgamento nos Estados Unidos. A ação contra o Megaupload se baseou nas acusações de infração de direitos autorais. A medida foi tomada em meio a debates em torno das leis antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect Intelectual Property Act (Pipa). No momento, o projeto de lei Pipa teve votação adiado e a Sopa foi retirada da pauta do Congresso.

Na quinta-feira, o grupo de hackers Anonymous desencadeou uma operação de ataque a diversos sites do governo americano e de empresas de mídia que apoiam as controversas leis em defesa dos direitos autorais e contra a suposta pirataria na internet. A chamada Operação Megaupload se espalhou e teve consequências até no Brasil, com sites das grandes indústrias de entretenimento, como a Universal e o MGM, sendo atacados por sobrecarga. Ao todo, mais de 100 sites foram atacados e retirados do ar por determinados períodos. Desde então, operações isoladas têm sido feitas, mas até ontem não havia uma reação coordenada sobre as mudanças na internet. Na segunda-feira, o site da Sony foi hackeado por pessoas ligadas ao grupo Anonymous, que disponibilizou (por meio de arquivos torrent) todo o conteúdo – músicas e filmes – da companhia on-line.

Críticos das propostas e das ações do governo norte-americano argumentam que as leis ferem a liberdade de expressão e que a internet desempenha um importante papel educativo. Também classificam as ações do governo americano para fechar sites de compartilhamento como ilegais, na medida em que vários deles são hospedados em outros países e as prisões, no caso do Megaupload, foram feitas na Nova Zelândia e na Europa. De qualquer maneira, a legislação sobre direitos autorais e compartilhamento de arquivos na internet é falha e passa por debates em vários países. A Europa estuda regulamentação de sites de relacionamento para que os usuários sejam responsáveis pelo conteúdo que tornam público.

Em entrevista à rádio on-line Evolver.fm, um porta-voz do site de compartilhamento Rapidshare declarou: “Nós somos diferentes de serviços como o Megaupload em vários pontos cruciais. Um das principais diferenças é o fato de que nunca tivemos a intenção de nos abster de qualquer acesso legal de nenhuma autoridade”, acrescentando que tem endereço registrado na Suíça, nomes verdadeiros de seus proprietários plenamente declarados.

A primeira reação às alterações e fechamentos de sites de compartilhamento foi a ira de seus usuários. Boa parte desses sites cobram por seus serviços e os clientes se sentem lesados por perderem dados ou simplesmente terem suas contas abolidas, sem aviso prévio.

ANONYMOUS BRASIL

Os ataques de vingança por causa do fechamento do site Megaupload tiveram bastante repercussão no Brasil, com grande discussão no Twitter e várias pessoas aderindo aos ataques aos sites do governo americano na quinta-feira. No dia seguinte, sites brasileiros de empresas de entretenimento dos EUA também foram atacados e as páginas saíram do ar. Esta semana, porém, os ataques foram dirigidos a sites do Judiciário do estado de São Paulo e algumas páginas do governo estadual e federal. Boa parte dos comentários brasileiros no Twitter, sob a hashtag Anonymous se voltavam contra a ação da polícia de São Paulo na desocupação da área de Pineirinhos, em São José dos Campos, acusada de ser violenta.


=======   Essa eu pequei de um Blog de downloads. Retirei o que identifica o blog. =========


Sobre os Aconteçimentos Recentes

Como vocês puderam perceber, a internet virou um campo de batalha.
Começou uma guerra virtual contra a pirataria, sites de compartilhamentos e sites de download
(como o nosso). e como voçês sabem estamos a preste a fazer 3 anos do site e com toda essa lei
toda as nossas =====  viraram raridade.
nossas contas em servidores online estão sendo excluidas e nois da ==== vamos ficar de pé e é
capaz de postar a ======== ainda ^.^'
Abraços...Pessoal

Abaixo segue uma matéria sobre o que está acontecendo com os servidores ao redor do mundo.
Após grandes investidas da indústria de entretenimento, o governo americano por sua vez resolveu se mobilizar a favor da indústria.
No dia 19 de janeiro, a internet parou após o fechamento do maior site de compartilhamento de arquivos da história da internet até os dias de hoje. O FBI e o Governo americano, após várias investidas de combate a pirataria, acabou entrando em ação.
Tal caso teve uma repercussão gigantesca na internet no geral, que chegou a ser noticiado até por grandes redes de informação, desde jornais, revistas, até a televisão.
Vários manifestos foram feitos e ainda estão sendo feitos. O conhecido grupo hacker “Anonymous” efetuou vários ataques em sites governamentais, tendo apoio de outros braços estabelecidos em vários países, que acabaram realizando um blackout na internet, colocando todos os sites governamentais e das indústrias de entretenimento, que são as cabeças de todo o caos gerado na internet.
Após várias notícias sobre a apreensão dos responsáveis do megaupload, vários outros sites de compartilhamento do mundo entraram em desespero, o medo foi imenso, alguns sites chegaram a limpar todo o seu acervo de arquivos hospedados, um exemplo disto é o VideoBB e o VideoZer. Demais servidores, desativaram o compartilhamento de arquivo, permitindo somente o usuário baixar arquivos de sua própria conta, que é a situação do FileSonic. Outros já apelaram para o cancelamento do sistema de recompensas, foram extintos os pagamentos para ganhos com downloads de arquivos hospedados em seus servidores.
A situação chegou a um nível que muitos não têm certeza do que irá acontecer daqui pra frente, mas as esperanças estão bem restritas.
Após todo o problema o governo americano pediu apoio das demais nações que possuam tais servidores de compartilhamento em seu território. A Europa por sua vez, entregou tudo de bandeja ao FBI, deram total liberdade, agora todos os sites transgressores irão responder de acordo com a lei americana. Já outros como Japão, China e Korea deram um NÃO.
Ainda há esperança para sites do gênero, porém, só serão prósperos se forem hospedados em territórios do Japão, China e Korea.
Infelizmente, nenhuma certeza se tem se realmente os sites de compartilhamento irão acabar em sua maioria. Mas mesmo que não acabem, passaremos por um longo período de vacas magras. O conteúdo infrator pode chegar a ser extinto em grande maioria, mesmo que temporariamente.
Segue abaixo a situação dos principais servidores atualmente:
MegaUpload – Fechado.
FileServe – Fechando não vende premium.
FileJungle – Excluindo arquivos. Bloqueado nos EUA.
UploadStation – Bloqueado nos EUA.
FileSonic – as notícias estão arbitrarias (sob investigação do FBI).
VideoBB – Fechado! deve sumir em breve.
Uploaded – Banido dos EUA e o FBI vai atras dos donos que sumiram.
FilePost – Deletando todo material (so vão deixar executaveis, pdfs, txts)
VideoZer – Fechando e bloqueado nos paises afiliados aos USA.
4shared – Excluindo arquivos com copyright e aguarda na fila do FBI.
MediaFire – Convocado a depor nos proximos 90 dias e tera de abrir as portas pro FBI
Torrent org – poderá sumir com tudo em até 30 dias “ele esta sob investigaççao criminal”
Rede Share mIRC – aguarda a decisão do caso Torrent para continuar ou encerrar tudo.
KoshiKO – operando 100% japão não ira aderir ao SOPA/PIPA
Shienko Box – operando 100% china/korea não irão aderir ao SOPA/PIPA
ShareX BR – grupo UOL / BOL / iG dizem que não irão aderir ao SOPA/PIPA
Estaremos notificando de acordo que os acontecimentos são confirmados.