Magazine Luiza

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

In Memorian: Zygmunt Bauman


Morre aos 91 anos o sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman

por Deutsche Welle — publicado 09/01/2017 18h18,
(http://www.cartacapital.com.br/sociedade/morre-aos-91-anos-sociologo-e-filosofo-zygmunt-bauman)

Polonês ficou conhecido pelo conceito da "modernidade líquida", aplicado para analisar relações afetivas, econômicas e políticas


O sociólogo e filósofo polonês Zygmunt Bauman morreu nesta segunda-feira 9, aos 91 anos, em Leeds, na Inglaterra, cidade onde vivia desde a década de 70. A informação foi divulgada pelo jornal polonês Gazeta Wyborzca. A causa da morte não foi revelada.

Conhecido pelo conceito de "modernidade líquida", Bauman era um escritor prolífico, autor de dezenas de livros com reflexões sobre temas diversos como a pós-modernidade, as relações humanas, o consumismo, as mídias sociais e o amor.

Ele nasceu em 19 de novembro de 1925, em Poznan, na Polônia, em uma família judia. Quando o país foi invadido pelas tropas nazistas, em 1939, sua família fugiu para a União Soviética. Ele acabou servindo em uma unidade militar polonesa controlada pelos soviéticos, tomando parte em batalhas como a conquista de Berlim em 1945.

Nos anos 50, passou a estudar sociologia no país natal. Abandonou a Polônia no final dos anos 60, para escapar da perseguição política aos críticos do regime comunista e ao crescente antissemitismo no meio acadêmico polonês. Após uma estada em Israel, acabou se mudando para Leeds, na Inglaterra, onde passou a trabalhar na universidade local.

Lá desenvolveu a teoria da chamada "modernidade líquida", que foi aplicada para analisar relações afetivas, econômicas e políticas. Para Bauman, as relações humanas passaram a ser marcadas por uma crescente efemeridade, e a maior parte dos acordos e trocas na sociedade são cada vez menos duradouros.

O tema foi explorado em diversos livros do autor. No Brasil, suas obras foram publicadas pela Zahar, que tem 38 títulos de Bauman no catálogo, entre eles Vida para consumo, Tempos líquidos, Modernidade líquida, O mal-estar da pós-modernidade e Amor líquido.

Permaneceu trabalhando até o fim da vida. Sua última obra publicada no país é Estranhos à nossa porta, que deve chegar às livrarias ainda em janeiro. O livro aborda a ansiedade nas sociedades modernas provocada por ondas de refugiados. Bauman era casado com Janine Lewinson-Bauman. Ele deixa três filhas.




Mais sobre a Auditoria Cidadã da Dívida Pública que  divulgou essa foto:












Frases de Zygmunt Bauman

  • “A preocupação com a administração da vida parece distanciar o ser humano da reflexão moral”.
  • “Três décadas de orgia consumista resultaram em uma sensação de urgência sem fim”.
  • “O fim desta confiança engendra, por outro lado, um ambiente em que ‘ninguém assume o controle’, em que os assuntos do estado e seus sujeitos estão em queda livre, e prever com alguma certeza que caminho seguir, sem falar em controlar o curso dos acontecimentos, transcende a capacidade humana individual e coletiva”.
  • “Loucos são apenas os significados não compartilhados. A loucura não é loucura quando compartilhada”.
  • “Viver entre uma multidão de valores, normas e estilos de vida em competição, sem uma garantia firme e confiável de estarmos certos é perigoso e cobra um alto preço psicológico”.
  • “O que pensávamos ser o futuro está em débito conosco. Para superar a crise, temos de ‘voltar ao passado’, a um modo de vida imprudentemente abandonado”.
  • “Uma advertência: ‘crise de democracia’ é uma abreviação, uma noção limitada. Em países com constituições democráticas, a crise de um Estado-nação territorialmente confinado é culpa (afirmação fácil, mas não muito competente) de seus órgãos e características definidos constitucionalmente, com a divisão de poderes, liberdade de expressão, equilíbrio de poderes, direitos das minorias, para citar alguns”.
  • “A meu ver, os otimistas acreditam que este mundo é o melhor possível, ao passo que os pessimistas suspeitam que os otimistas podem estar certos... ”.
  • “Se Marx e Engels escrevessem o Manifesto Comunista hoje, teriam de substituir a célebre frase inicial – 'Um espectro ronda a Europa – o espectro do comunismo' – pela seguinte: 'Um espectro ronda o planeta – o espectro da indignação'”.
  • “O comunismo se encaixava nas medidas do século 19. O século 19 foi um período de grande otimismo. Em primeiro lugar, as pessoas estavam convencidas — e tinham orgulho disso — de que, com o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, seria possível refazer o mundo, virá-lo de cabeça para baixo”.










Zygmunt Bauman lembra que 

«diálogo não é um café instantâneo» 

e elogia papa Francisco

O sociólogo polaco Zygmunt Bauman, considerado um dos mais
rigorosos estudiosos da sociedade pós-moderna, considera que o
diálogo é uma «verdadeira revolução cultural», embora não seja
como «um café instantâneo», que dá efeitos imediatos.
Em entrevista publicada hoje no jornal italiano “Avvenire”,
concedida durante o encontro “Sede de paz”, que termina hoje em
Assis, o investigador acentua que «a única personalidade
contemporânea» que pondera «com realismo» as questões da
convivência multicultural e multirreligiosa e as faz chegar a cada
pessoa é o papa.

A sua intuição sobre a pós-modernidade líquida continua a
oferecer um olhar lúcido sobre o tempo presente. Mas nesta
liquidez regista-se uma explosão de nacionalismos e identidades
religiosas. Como se explicam?
Começamos pelo problema da guerra. O nosso mundo contemporâneo
não vive uma guerra orgânica, mas fragmentada. Guerras de interesses,
 por dinheiro, pelos recursos, para governar sobre as nações. Não a
chamo guerra de religião, são outros que querem que seja uma guerra
de religião. Não pertenço a quem quer fazer acreditar que haja uma
guerra entre religiões. Nem sequer a chamo assim. É preciso estarmos
atentos para não seguir a mentalidade corrente. Em particular a
mentalidade introduzida pelo politólogo de serviço, pelos meios de
comunicação, por aqueles que querem recolher o consenso, dizendo o
que se quer ouvir. Como bem sabe, num mundo permeado pelo medo,
este penetra a sociedade. O medo tem as suas raízes na ansiedade das
pessoas, e mesmo se temos situações de grande bem-estar, vivemos
num grande medo. O medo de perder posições. As pessoas têm medo
de ter medo, mesmo sem darem uma explicação do motivo. E este
medo tão móvel, por exprimir, que não explica a sua fonte, é um ótimo
 capital para todos aqueles que o querem utilizar por motivos políticos
ou comerciais. Falar assim das guerras e das guerras de religiões é uma
 das ofertas do mercado.

Ao pânico das guerras de religião junta-se o das migrações. Há
alguns anos Umberto Eco dizia que para quem queria capitalizar o
medo das pessoas, o problema da emigração tinha chegado como
um presente do céu…
Assim é. Guerras de religião e imigração são nomes diferentes dados
hoje para explorar este medo vago e incerto, mal expresso e mal
compreendido. Estamos, todavia, a cometer um erro existencial,
confundindo dois fenómenos diferentes: um é o fenómeno das
migrações e outro o fenómeno da imigração, como observou Umberto
Eco. Não são um fenómeno, são dois fenómenos diferentes. A
imigração é um companheiro da história moderna, do Estado moderno,
 porque a sua formação é também uma história de imigração. O capital
 precisa do trabalho, o trabalho precisa do capital. As migrações são
algo de diferente, é um processo natural que não pode ser controlado,
que faz o seu caminho.

Como é que se pode encontrar um equilíbrio para estes fenómenos?
A solução oferecida pelos Governos é a de apertar cada vez mais o
cordão das possibilidades de imigração. Mas a nossa sociedade é agora
 irreversivelmente cosmopolita, multicultural e multirreligiosa.
O sociólogo Ulrich Beck diz que vivemos numa condição cosmopolita
de interdependência e intercâmbio a nível planetário mas nem sequer
começámos a desenvolver a consciência disso. E gerimos este momento
com os instrumentos dos nossos antepassados. É uma armadilha, um
desafio a enfrentar. Não podemos voltar atrás e subtrair-nos ao viver
juntos.

Como integrar sem aumentar a hostilidade, sem separar os povos?
É a pergunta fundamental do nosso tempo. Não se pode sequer negar que
 estamos num estado de guerra e provavelmente será também longa esta
guerra. Mas o nosso futuro não é construído por aqueles que se
apresentam como “homens fortes”, que oferecem e propõem aparentes
soluções instantâneas, como construir muitos, por exemplo. A única
personalidade contemporânea que leva por diante estas questões com
realismo e que as faz chegar a cada pessoa é o papa Francisco. No seu
discurso à Europa fala do diálogo para reconstruir o tecido da sociedade,
 da equitativa distribuição dos frutos da terra e do trabalho, que não
representa uma pura caridade, mas uma obrigação moral. Passar da
economia líquida a uma posição que permita o acesso à terra com o
trabalho. De uma cultura que privilegie o diálogo como pate integrante
da educação. Que se tome atenção, repete-o: diálogo-educação.

Porque é que, no seu entender, o papa está convicto de que seja a
palavra que não devemos parar de repetir? No fim de contas, o que é
o diálogo?
Ensinar a aprender. O oposto das conversas normais que dividem as
pessoas: aquele no justo e outro no erro. Entrar em diálogo significa
superar o umbral do espelho, ensinar a aprender a enriquecer-se pela
diversidade do outro. Diferentemente dos seminários académicos, dos
debates públicos ou do tagarelar de guerrilha, no diálogo não há
perdedores, mas só vencedores. Trata-se de uma revolução cultural
em relação ao mundo em que se envelhece e morre ainda antes de
crescer. É a verdadeira revolução cultural em relação a quanto estamos
 habituados a fazer e é isso que permite repensar o nosso tempo. A
aquisição desta cultura não permite receitas ou escapatórias fáceis,
exige e passa através da educação que requer investimentos a longo
prazo. Devemos concentrar-nos em objetivos a longo prazo. E este é o
 pensamento do papa Francisco, o diálogo não é um café instantâneo,
não dá efeitos imediatos, porque é paciência, perseverança,
profundidade. Ao percurso que ele indica, acrescentarei uma só
palavra: assim seja, ámen.

Francisco, que apelou aos católicos para rezarem esta terça-feira pela
 paz, junta-se hoje aos cerca de 500 líderes religiosos que se reúnem
em Assis, por ocasião dos 30 anos do encontro inter-religioso
promovido na cidade italiana por iniciativa do papa S. João Paulo II.

Stefania Falasca  In "Avvenire"
Trad. / edição: Rui Jorge Martins Publicado em 20.09.2016








Especial: É tudo um assunto só!

Outro dia discutindo sobre as manifestações do dia 15, sobre crise do governo e a corrupção da Petrobrás eu perguntei a ele se tinha acompanhado a CPI da Dívida Pública. Então ele me respondeu: Eu lá estou falando de CPI?! Não me lembro de ter falado de CPI nenhuma! Estou falando da roubalheira... A minha intenção era dizer que apesar de ter durado mais de 9 meses e de ter uma importância ímpar nas finanças do país, a nossa grande mídia pouco citou que houve a CPI e a maioria da população ficou sem saber dela e do assunto... Portanto não quis fugir do assunto... é o mesmo assunto: é a política, é a mídia, é a corrupção, são as eleições, é a Petrobras, a auditoria da dívida pública, democracia, a falta de educação, falta de politização, compra de votos, proprina, reforma política, redemocratização da mídia, a Vale, o caso Equador, os Bancos, o mercado de notícias, o mensalão, o petrolão, o HSBC, a carga de impostos, a sonegação de impostos,a reforma tributária, a reforma agrária, os Assassinos Econômicos, os Blog sujos, o PIG, as Privatizações, a privataria, a Lava-Jato, a Satiagraha, o Banestado,  o basômetro, o impostômetro, É tudo um assunto só!...




A dívida pública brasileira - Quem quer conversar sobre isso?



Escândalo da Petrobrás! Só tem ladrão! O valor de suas ações caíram 60%!! Onde está a verdade?

A revolução será digitalizada (Sobre o Panamá Papers)


O tempo passa... O tempo voa... E a memória do brasileiro continua uma m#rd*


As empresas da Lava-jato = Os Verdadeiros proprietários do Brasil = Os Verdadeiros proprietários da mídia.

Desastre na Barragem Bento Rodrigues <=> Privatização da Vale do Rio Doce <=> Exploração do Nióbio



Sobre o mensalão: Eu tenho uma dúvida!



Trechos do Livro "Confissões de um Assassino Econômico" de John Perkins 

Meias verdades (Democratização da mídia)

Spotniks, o caso Equador e a história de Rafael Correa.

O caso grego: O fogo grego moderno que pode nos dar esperanças contra a ilegítima, odiosa, ilegal, inconstitucional e insustentável classe financeira.


A PLS 204/2016, junto com a PEC 241-2016 vai nos transformar em Grécia e você aí preocupado com Cunha e Dilma?!

A PEC 241. Onde as máscaras caem.

Uma visão liberal sobre as grandes manifestações pelo país. (Os Oligopólios cartelizados)


Depoimento do Lula: "Nunca antes nesse país..." (O país da piada pronta)
(Relata "A Privataria Tucana", a Delação Premiada de Delcidio do Amaral e o depoimento coercitivo do Lula para a Polícia Federal)


Seminário Nacional - Não queremos nada radical: somente o que está na constituição.

Seminário de Pauta 2015 da CSB - É tudo um assunto só...

UniMérito - Assembleia Nacional Constituinte Popular e Ética - O Quarto Sistema do Mérito 

Jogos de poder - Tutorial montado pelo Justificando, os ex-Advogados Ativistas
MCC : Movimento Cidadão Comum - Cañotus - IAS: Instituto Aaron Swartz


As histórias do ex-marido da Patrícia Pillar

A minha primeira vez com Maria Lúcia Fattorelli. E a sua?

As aventuras de uma premiada brasileira! (Episódio 2016: Contra o veto da Dilma!) 

A mídia é o 4° ou o 1° poder da república? (Caso Panair, CPI Times-Life)

O Mercado de notícias - Filme/Projeto do gaúcho Jorge Furtado

Quem inventou o Brasil: Livro/Projeto de Franklin Martins (O ex-guerrilheiro ouve música)

Eugênio Aragão: Carta aberta a Rodrigo Janot (o caminho que o Ministério público vem trilhando)


Luiz Flávio Gomes e sua "Cleptocracia"



Comentários políticos com Bob Fernandes.


Ricardo Boechat - Talvez seja ele o 14 que eu estou procurando...



PPPPPPPPP - Parceria Público/Privada entre Pilantras Poderosos para a Pilhagem do Patrimônio Público

Pedaladas Fiscais - O que são? Onde elas vivem? Vão provocar o impeachment da Dilma?

Como o PT blindou o PSDB e se tornou alvo da PF e do MPF - É tudo um assunto só!


InterVozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social

Ajuste Fiscal - Trabalhadores são chamados a pagar a conta mais uma vez


Resposta ao "Em defesa do PT"

Melhores imagens do dia "Feliz sem Globo" (#felizsemglobo)



Desastre em Mariana/MG - Diferenças na narrativa.

Quanto Vale a vida?!


Questões de opinião:

Eduardo Cunha - Como o Brasil chegou a esse ponto?




Sobre a Ditadura Militar e o Golpe de 64:

Dossiê Jango - Faz você lembrar de alguma coisa?


Comissão Nacional da Verdade - A história sendo escrita (pela primeira vez) por completo.


Sobre o caso HSBC (SwissLeaks):

Acompanhando o Caso HSBC I - Saiu a listagem mais esperadas: Os Políticos que estão nos arquivos.


Acompanhando o Caso HSBC II - Com a palavra os primeiros jornalistas que puseram as mãos na listagem.


Acompanhando o Caso HSBC III - Explicações da COAF, Receita federal e Banco Central.



Acompanhando o Caso HSBC V - Defina: O que é um paraíso fiscal? Eles estão ligados a que países?


Acompanhando o Caso HSBC VI - Pausa para avisar aos bandidos: "Estamos atrás de vocês!"... 


Acompanhando o Caso HSBC VII - Crime de evasão de divisa será a saída para a Punição e a repatriação dos recursos


Acompanhando o Caso HSBC VIII - Explicações do presidente do banco HSBC no Brasil

Acompanhando o Caso HSBC IX  - A CPI sangra de morte e está agonizando...

Acompanhando o Caso HSBC X - Hervé Falciani desnuda "Modus-Operandis" da Lavagem de dinheiro da corrupção.





Sobre o caso Operação Zelotes (CARF):

Acompanhando a Operação Zelotes!


Acompanhando a Operação Zelotes II - Globo (RBS) e Dantas empacam as investigações! Entrevista com o procurador Frederico Paiva.



Acompanhando a Operação Zelotes IV (CPI do CARF) - Apresentação da Polícia Federal, Explicação do Presidente do CARF e a denuncia do Ministério Público.

Acompanhando a Operação Zelotes V (CPI do CARF) - Vamos inverter a lógica das investigações?

Acompanhando a Operação Zelotes VI (CPI do CARF) - Silêncio, erro da polícia e acusado inocente depõe na 5ª reunião da CPI do CARF.

Acompanhando a Operação Zelotes VII (CPI do CARF) - Vamos começar a comparar as reportagens das revistas com as investigações...

Acompanhando a Operação Zelotes VIII (CPI do CARF) - Tem futebol no CARF também!...

Acompanhando a Operação Zelotes IX (CPI do CARF): R$1,4 Trilhões + R$0,6 Trilhões = R$2,0Trilhões. Sabe do que eu estou falando?

Acompanhando a Operação Zelotes X (CPI do CARF): No meio do silêncio, dois tucanos batem bico...

Acompanhando a Operação Zelotes XII (CPI do CARF): Nem tudo é igual quando se pensa em como tudo deveria ser...

Acompanhando a Operação Zelotes XIII (CPI do CARF): APS fica calado. Meigan Sack fala um pouquinho. O Estadão está um passo a frente da comissão? 

Acompanhando a Operação Zelotes XIV (CPI do CARF): Para de tumultuar, Estadão!

Acompanhando a Operação Zelotes XV (CPI do CARF): Juliano? Que Juliano que é esse? E esse Tio?

Acompanhando a Operação Zelotes XVI (CPI do CARF): Senhoras e senhores, Que comece o espetáculo!! ("Operação filhos de Odin")

Acompanhando a Operação Zelotes XVII (CPI do CARF): Trechos interessantes dos documentos sigilosos e vazados.

Acompanhando a Operação Zelotes XVIII (CPI do CARF): Esboço do relatório final - Ainda terão mais sugestões...

Acompanhando a Operação Zelotes XIX (CPI do CARF II): Melancólico fim da CPI do CARF. Início da CPI do CARF II

Acompanhando a Operação Zelotes XX (CPI do CARF II):Vamos poupar nossos empregos


Sobre CBF/Globo/Corrupção no futebol/Acompanhando a CPI do Futebol:

KKK Lembra daquele desenho da motinha?! Kajuru, Kfouri, Kalil:
Eu te disse! Eu te disse! Mas eu te disse! Eu te disse! K K K


A prisão do Marin: FBI, DARF, GLOBO, CBF, PIG, MPF, PF... império Global da CBF... A sonegação do PIG... É Tudo um assunto só!!



Revolução no futebol brasileiro? O Fim da era Ricardo Teixeira. 




Videos com e sobre José Maria Marin - Caso José Maria MarinX Romário X Juca Kfouri (conta anonima do Justic Just ) 





Do apagão do futebol ao apagão da política: o Sistema é o mesmo



Acompanhando a CPI do Futebol - Será lúdico... mas espero que seja sério...

Acompanhando a CPI do Futebol II - As investigações anteriores valerão!

Acompanhando a CPI do Futebol III - Está escancarado: É tudo um assunto só!

Acompanhando a CPI do Futebol IV - Proposta do nobre senador: Que tal ficarmos só no futebol e esquecermos esse negócio de lavagem de dinheiro?!

Acompanhando a CPI do Futebol VII - Uma questão de opinião: Ligas ou federações?!

Acompanhando a CPI do Futebol VIII - Eurico Miranda declara: "A modernização e a profissionalização é algo terrível"!

Acompanhando a CPI do Futebol IX - Os presidentes de federações fazem sua defesa em meio ao nascimento da Liga...

Acompanhando a CPI do Futebol X - A primeira Liga começa hoje... um natimorto...

Acompanhando a CPI do Futebol XI - Os Panamá Papers - Os dribles do Romário - CPI II na Câmara. Vai que dá Zebra...

Acompanhando a CPI do Futebol XII - Uma visão liberal sobre a CBF!

Acompanhando a CPI do Futebol XIII - O J. Awilla está doido! (Santa inocência!)

Acompanhando a CPI do Futebol XIV - Mais sobre nosso legislativo do que nosso futebol



Acompanhando o Governo Michel Temer

Acompanhando o Governo Michel Temer I