Magazine Luiza

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Tutorial internet e Navegadores, feita pela Google: 20 Lições que aprendi sobre navegadores e a web.


Outro dia vi uma pequisa on-line em um site sobre tecnologia sobre qual o melhor navegador da internet. Nas opções existiam Firefox, Internet Explorer, Opera ou Chrome. Como são as coisas, não? Houve uma época que falar em navegador na internet e Netscape era a mesma coisa. Igual falar sugar e exaustor. Hoje o Netscape ainda existe, é um dos melhores tecnicamente falando, mas ninguém nem sabe que ele um dia existiu... O Netscape chegou a ter mais de 90% do mercado dos navegadores. Ele foi ultrapassado pelo Internet Explorer quando a Microsoft que possuia 90% do mercado do sistema operacional disponibilizou o nevegador junto com o sistema peracional e quem era cru no assunto que o que ele visse primeiro é o que ele iria aprender. essa estratégia roubou do netscape o primeiro lugar, chegou a quase 70% dos usuários, mas tinha o probelma da qualidade. Com bastante falhas de seguranças, erros, consumo de memória e lentidão transformou a experiência de muitos iniciantes da internet em traumas difícil de superar. E abriu um buraco no mercado. Aqueles que começam a usar o Internet Explorer mas percebiam que poderia haver outras alternativas mais bem feita. A primeira que apareceu foi o Opera, melhor mas ainda sem muitas novidades. E veio a fundação Mozilla e com o Firefox abocanhou o mercado dessas pessoas que já entendiam sobre internet e queria algo melhor que IE, que ainda tem o público iniciante. 
Essa história toda está ilustrada de forma bem humorada aqui:
A Google com o seu Google Chrome entrou no mercado tentando tomar usuários desses dois principais até então: Firefox e Internet Explorer. Tecnicamente ele coseguiu um navegador tão bom quanto o firefox, com navegação por abas, salvar seção, favoritos/histórico, navegação privada, suporte a complementos, pluglins, cookies, etc... Com a vantagem de estar integrado com o motor de busca e o youtube.Um quadro comparativo entre os recursos tecnicos das atuais versões feita pelo super doanloads veja aqui
Mas como atingir o público que está começando na internet agora?

A resposta é esse livro digital, que não é uma novidade pois está aí desde 2010, que só vi agora e achei muito ineteressante! Trabalho de primeira! Um livro digital tutorial da internet que na verdade é uma grande propaganda para o próprio navegador e tem até uma pitadinha de campanha contra o quase monopólio de sistema operacional hoje da Microsoft.
20 Lições que aprendi sobre navegadores e a web.








Atualmente, muitas pessoas dependem da rede mundial para ter acesso a informações e entrar em contato com pessoas e eventos ao redor do globo instantaneamente. Essas experiências
on-line marcantes são possíveis devido a uma web aberta que pode ser acessada por qualquer pessoa por meio de um navegador, em qualquer dispositivo conectado à Internet no mundo.
Mas como funcionam nossos navegadores e a web? Como que a rede mundial evoluiu para algo que conhecemos e amamos? E o que precisamos saber para navegar com segurança e eficiência pela Internet?
"20 lições que aprendi sobre navegadores e a web" é um pequeno guia para todos que estiverem curiosos sobre os aspectos básicos de navegadores e da web. Aqui você encontrará:
Primeiramente, analisaremos a Internet, a estrutura básica que permite a existência da web. Também daremos uma olhada em como a web é usada hoje, por meio de computação em nuvem e de aplicativos da web.
A seguir, introduziremos os blocos de construção de página da web, como HTML e JavaScript, e analisaremos como sua invenção e evolução mudaram os sites que visitamos todos os dias. Também veremos os navegadores modernos e como eles ajudam os usuários a navegarem pela web com mais segurança.
Por fim, vislumbraremos as empolgantes inovações tecnológicas de navegadores e da web, as quais acreditamos que nos proporcionarão experiências ainda mais rápidas e mais inclusivas no futuro.
A vida dos cidadãos da web pode ser liberal e fortalecedora, mas também exige um pouco de educação por conta própria. Assim como desejamos conhecer, como cidadãos, diversos fatos básicos de nossas comunidades reais - qualidade da água, serviços fundamentais, empresas locais - é cada vez mais importante entender um conjunto similar de informações sobre nossas vidas on-line. Foi com esse espírito que escrevemos este guia. Muitos dos exemplos usados para ilustrar os recursos e a funcionalidade de navegadores referem-se ao Chrome, o navegador de código aberto que conhecemos tão bem. Esperamos que você divirta-se lendo este guia, assim como nos divertimos elaborando-o.
Feliz navegação!
Equipe do Google Chrome, com muitos agradecimentos a Christoph Niemann por suas ilustrações
Novembro de 2010

 

O que é Internet?

ou, eu digo A, você diz B

O que exatamente é a Internet? Para algumas pessoas, a Internet é onde mantemos contato com amigos, lemos as notícias, fazemos compras e jogamos jogos. Para outras, a Internet pode ser o provedor local de banda larga ou os cabos subterrâneos e de fibra ótica que
carregam dados por cidades e oceanos. Quem está certo?
Um ponto de partida útil está no princípio de tudo: 1974. foi o ano em que alguns pesquisadores inteligentes inventaram algo chamado de Internet Protocol Suite, ou TCP/IP. O TCP/IP criou uma série de regras que permitiram a computadores "falar" com outros computadores e trocar informações.
O TCP/IP é algo como a comunicação humana: quando falamos entre nós, as regras de gramática fornecem a estrutura do idioma e garantem que poderemos entender os outros e trocar ideias. De maneira similar, o TCP/IP fornece as regras de comunicação para garantir que os dispositivos conectados entre si se entenderão, de forma a poder trocar informações. Como aquele grupo de dispositivos interconectados cresceu de um domicílio para vários domicílios - e, em seguida, para vários prédios, e depois para várias cidades e países - a Internet foi criada.
Os primeiros criadores da Internet descobriram que os dados e as informações poderiam ser enviadas de maneira mais eficiente quando quebradas em partes menores, enviadas separadamente e reagrupadas. Essas partes são chamadas pacotes. Quando você envia um e-mail pela Internet, a mensagem de e-mail é quebrada em pacotes, enviada ao destinatário e reagrupada. O mesmo acontece quando você assiste a um vídeo em um site como o YouTube: os arquivos do vídeo estão segmentados em pacotes de dados que podem ser enviados de diversos servidores do YouTube pelo mundo e reagrupados para formar o vídeo que você assiste em seu navegador.
E a velocidade? Se o tráfego da Internet fosse comparado a uma corrente de água, a banda larga da Internet seria o equivalente à quantidade de água que passa pela corrente por segundo. Quando você ouvir engenheiros conversando sobre largura de banda, eles estarão se referindo à quantidade de dados que podem ser enviados para sua conexão de Internet por segundo. Esse é um indício da velocidade de sua conexão. Conexões mais rápidas já são possíveis devido a uma melhor infraestrutura física (como cabos de fibra ótica que enviam informações quase à velocidade da luz), assim como novas formas de codificar as informações no próprio meio físico, mesmo em meios antigos como os fios de cobre.
A Internet é um sistema fascinante e altamente técnico, mas para a maioria das pessoas, trata-se de um mundo amigável onde não vemos
e nem pensamos sobre os cabos e as equações envolvidas. A Internet também é a estrutura básica que dá forma à rede mundial que conhecemos e amamos: com uma conexão de Internet, podemos acessar um universo aberto e cada vez maior de páginas e aplicativos interligados. De fato, o número de páginas da web hoje em dia é o mesmo dos neurônios em nossos cérebros e o das estrelas na Via Láctea.
Nos próximos dois capítulos, analisaremos como a web é usada atualmente por meio de computação em nuvem e aplicativos da web.

em nuvem

ou, por que não tem problema se um caminhão passar por cima de seu laptop

A computação moderna na era da Internet é algo estranho e incrível. Enquanto se senta diante de seu laptop em casa e assiste a um vídeo no YouTube ou usa um mecanismo de pesquisa, você está se conectando a uma força de milhares de computadores agrupados que fornecem essas informações de salas espalhadas pelo mundo. É quase como se você tivesse um supercomputador à sua disposição, graças à Internet.
Esse fenômeno é o que chamamos
normalmente de computação em nuvem. Atualmente, lemos notícias, ouvimos músicas, fazemos compras, assistimos a programas de TV e armazenamos nossos arquivos na Internet. Algumas pessoas vivem em cidades nas quais praticamente quase todos os museus, bancos e instituições do governo possuem um site. O resultado final? Passamos menos tempo em filas ou ao telefone, já que esses sites nos permitem fazer de tudo, como pagar contas e efetuar reservas. A realização de muitas tarefas diárias on-line nos possibilita viver mais intensamente no mundo real.
A computação em nuvem também oferece outros benefícios. Algum tempo atrás, muitas pessoas preocupavam-se com a perda de documentos, fotos e arquivos se algo ocorresse com seus computadores, como a presença um vírus ou uma falha de hardware. Hoje em dia, nossos dados estão migrando para além das fronteiras de nossos computadores pessoais. Estamos transferindo nossos dados on-line para "a nuvem". Se você envia fotos, armazena arquivos importantes on-line e usa um serviço de e-mail baseado na web, como o Gmail ou o Yahoo! Mail, um caminhão poderia atropelar seu laptop e ainda assim seus dados estariam armazenados na web com segurança, acessíveis de qualquer computador conectado à Internet, em qualquer lugar do mundo.

Aplicativos da web

ou, a vida, liberdade e a procura da felicidade

Se você joga jogos on-line, utiliza um editor de fotos on-line ou confia em serviços baseados na web, como Google Maps, Twitter, Amazon, YouTube ou Facebook, você é um residente ativo no maravilhoso mundo dos aplicativos da web.
O que exatamente é um aplicativo da web? E por que devemos nos importar com isso?
Aplicativos também são chamados de programas ou softwares. Tradicionalmente, eles são desenvolvidos para realizar tarefas amplas e intensas, como contabilidade ou processamento de texto. No mundo on-line de navegadores e smartphones, os aplicativos normalmente são programas mais ágeis e focados em uma única tarefa. Aplicativos da web, em especial, executam essas tarefas dentro do navegador e frequentemente fornecem uma experiência rica e interativa.
O Google Maps é um bom exemplo de aplicativo da web. Ele é focado em uma tarefa: fornecer recursos úteis de mapeamento em um navegador da web. Você pode olhar panoramicamente ou dar zoom em um mapa, pesquisar por uma faculdade ou um café, além de obter orientações de direção, entre outras tarefas. Todas as informações necessárias são inseridas no aplicativo da web dinamicamente, sempre que você solicitá-las.
Isso nos leva às quatro virtudes dos aplicativos da web:

1. Posso acessar meus dados de qualquer lugar.

No mundo tradicional de aplicativos para computadores, os dados são normalmente armazenados no disco rígido do meu computador. Se estou de férias e deixo meu computador em casa, não posso acessar meu e-mail, minhas fotos ou quaisquer dados, se precisar. Neste novo mundo de aplicativos da web, meu e-mail e todos os meus dados estão armazenados on-line na web. Posso acessá-los por meio de um navegador em qualquer computador que estiver conectado à Internet.

2. Eu sempre acessarei a versão mais recente de qualquer aplicativo.

Que versão do YouTube estou usando hoje? E amanhã? A resposta: sempre a mais recente. Os aplicativos da web são atualizados automaticamente, ou seja, sempre haverá apenas uma versão: a mais recente, com todos os novos recursos e aperfeiçoamentos. Não é necessário atualizar manualmente para uma nova versão de tanto em tanto tempo. E não preciso ter que passar por um demorado processo de instalação para poder usar meus aplicativos da web.

3. Eles funcionam em qualquer dispositivo com um navegador da web.

Na computação tradicional, alguns programas funcionam somente em alguns sistemas ou dispositivos específicos. Por exemplo, muitos programas escritos para um PC não funcionam em um Mac. Manter os softwares adequados pode exigir tempo e dinheiro. Por outro lado, a web é uma plataforma aberta. Qualquer pessoa pode acessá-la de um navegador em um dispositivo conectado, independentemente de ser um computador desktop, um laptop ou um
telefone celular. Isso significa que posso usar meus aplicativos da web favoritos mesmo se estiver usando o laptop de um amigo ou o computador de um cybercafé.

4. É mais seguro.

Os aplicativos da web são executados em navegadores e eu nunca preciso fazer download para meu computador. Por causa dessa separação entre o código do aplicativo e o código do meu computador, os aplicativos da web não interferem em outras tarefas em meu computador ou no desempenho geral de minha máquina. Isso significa que estou mais protegido contra ameaças como vírus, malware e spyware.

HTML, JavaScript, CSS e muito mais

ou, este não é o AJAX da sua mãe.

As páginas da web são escritas em HTML, a linguagem de programação que informa os navegadores como estruturar e apresentar conteúdo em uma página. Em outras palavras, HTML fornece os blocos básicos de construção da web. Durante muito tempo, esses blocos de construção eram simples e estáticos: linhas de texto, links e imagens.
Hoje em dia, esperamos poder realizar diversas tarefas, como jogar xadrez on-line ou analisar um mapa de nossa região sem ter que esperar que a página seja carregada a cada movimento de peças ou mudança de mapa.
A ideia dessas páginas dinâmicas teve início com a invenção da linguagem de script JavaScript. O suporte a JavaScript pelos melhores navegadores significava que as páginas poderiam incorporar mais interações importantes em tempo real. Por exemplo, se você preencheu um formulário on-line e pressionou o botão "enviar", a página poderá usar JavaScript para verificar suas inserções em tempo real e alertá-lo quase que instantaneamente, caso você tenha preenchido o formulário incorretamente.
Entretanto, a web dinâmica, na forma como a conhecemos hoje, ganhou vida quando XHR (XMLHttpRequest) foi introduzido em JavaScript e usado pela primeira vez em aplicativos da web, como o Microsoft Outlook para a web, Gmail e Google Maps. O XHR permitiu que partes individuais de uma página, como um jogo, um mapa, um vídeo ou uma pesquisa, fossem alteradas sem a necessidade de carregar novamente toda a página. Como resultado, os aplicativos da web são mais rápidos e mais ágeis.

As páginas da web também se tornaram mais expressivas com a introdução de CSS (Cascading Style Sheets). A tecnologia CSS oferece aos programadores uma maneira fácil e eficiente de definir o layout e embelezar uma página com
elementos de design, como cores, cantos arredondados, gradientes e animação.
Os programadores da web utilizam com frequência essa potente combinação de JavaScript, XHR, CSS e outras tecnologias da web, como AJAX (Assynchronous JavaScript e XML). O HTML também continuou evoluindo, conforme mais recursos e aperfeiçoamentos eram incorporados a novas versões do HTML padrão.
A web de hoje evoluiu dos esforços contínuos de todos os profissionais de tecnologia, os pensadores, os codificadores e as organizações que desenvolveram essas tecnologias e garantiram que elas fossem suportadas em navegadores, como o Internet Explorer, o Firefox, o Safari e o Google Chrome. Essa interação entre tecnologias e navegadores transformou a web em uma plataforma de construção aberta e amigável para desenvolvedores, que deram à luz vários aplicativos úteis e divertidos que usamos diariamente.

HTML5

ou, no início não havia

Mais de duas décadas após a introdução do HTML, seguimos perguntando o que é a web e o que ela poderá se tornar. Que tipos de recursos e aplicativos nós, como usuários, consideramos divertidos, úteis ou mesmo indispensáveis? Que ferramentas os desenvolvedores precisam para criar esses sites e aplicativos fantásticos? Por fim, como que todas essas maravilhas podem ser apresentadas em um navegador da web?
Essas perguntas levaram à evolução da última versão do HTML, conhecido como HTML5, um conjunto de recursos que permite aos web designers e aos desenvolvedores a capacidade de criar a próxima geração de incríveis aplicativos on-line. Veja a tag de de HTML5, por exemplo.

No começo, os vídeos não faziam parte da web. Os usuários da Internet precisavam instalar softwares adicionais, chamados plug-ins, para assistir a vídeos em seus navegadores. Em pouco tempo, ficou claro que o fácil acesso a vídeos era um recurso muito desejado na web. A introdução da tag de em HTML5 permite que vídeos sejam facilmente incorporados e reproduzidos em páginas da web sem a utilização de softwares adicionais.
Outros excelentes recursos de HTML5 incluem opções off-line que permitem aos usuários interagir com aplicativos da web mesmo quando não tiverem conexão com a Internet, além de recursos do tipo "arrastar e soltar". No Gmail, por exemplo, os recursos de arrastar e soltar permitem que os usuários anexem com facilidade e rapidez um arquivo a uma mensagem de e-mail. Basta arrastar o
arquivo da área de trabalho do computador do usuário para a janela do navegador.
A tecnologia HTML5, assim como a própria web, está em constante evolução, com base nas necessidades e imaginação dos desenvolvedores. Sendo um padrão aberto, o HTML5 incorpora alguns dos melhores aspectos da web: funciona em qualquer lugar e em qualquer dispositivo com um navegador moderno. Mas assim como você só pode assistir a transmissões em alta definição usando televisões compatíveis com alta definição, você precisará usar um navegador atualizado e compatível com HTML5 para poder desfrutar de sites e aplicativos que utilizam os recursos do HTML5. Ainda bem que, como usuário da Internet, você dispõe de diversas opções de navegadores e, ao contrário das TVs, os navegadores da web podem ser baixados gratuitamente.

3D no navegador

ou, navegando com mais profundidade

Gráficos em 3D e animações podem ser realmente fascinantes com todos os detalhes posicionados corretamente: iluminação e sombras, reflexos e texturas realísticas. No entanto, até o momento tem sido difícil apresentar uma experiência em 3D convincente, em especial na Internet.
Por quê? Principalmente, porque criar uma experiência em 3D em jogos e outros aplicativos exige grandes quantidades de dados para exibir texturas e formas intricadas. No passado, esses grandes volumes de dados exigiam mais largura de banda de Internet e mais capacidade
de computação do que a maioria dos sistemas podia suportar. Tudo isso mudou recentemente e para melhor: chegou o 3D para navegadores.
A banda larga moderna ajudou a solucionar a necessidade de largura de banda. Muitos domicílios e escritórios já contam com velocidades de banda larga que reduzem a cinzas as conexões de dez anos atrás. Como resultado, é possível enviar grandes quantidades de dados pela Internet - dados necessários para exibir experiências realísticas em 3D nos navegadores. Além disso, os computadores usados atualmente são muito mais poderosos do que os antigos: os processadores e as memórias melhoraram de tal forma que mesmo um laptop ou desktop padrão suporta a complexidade de gráficos em 3D.
Nem a banda larga nem a capacidade de computação pura fariam diferença sem os grandes avanços nas capacidades dos navegadores. Diversos navegadores modernos adotaram tecnologias de web abertas, como WebGL e 3D CSS. Com essas tecnologias, os desenvolvedores podem criar excelentes efeitos em 3D para seus aplicativos da web, e nós podemos experimentá-los sem a necessidade de plug-ins adicionais. Além disso, muitos dos navegadores modernos aproveitam uma técnica conhecida como aceleração de hardware. Isso significa que o navegador pode usar a Unidade de processamento de gráficos (GPU) para acelerar as computações necessárias a fim de exibir conteúdos da web em 3D e no tradicional 2D.
Por que o 3D no navegador é tão importante? Porque ele une HTML5, JavaScript e outras novas tecnologias inteligentes no kit de ferramentas que os desenvolvedores podem usar para criar uma nova e poderosa geração de aplicativos da web. Para os usuários, isso significa novas formas de visualizar informações e mais diversão on-line com ambientes e jogos envolventes em 3D.
Mais importante, o 3D no navegador acompanha todas as vantagens dos aplicativos da web: você pode compartilhar, cooperar e personalizar os aplicativos mais recentes com amigos em todo o mundo. Com certeza, trata-se de mais dados e mais diversão que todos podem usar.

Ode ao navegador

ou, navegadores modernos versus antigos

Navegadores antigos e novosNão podem coexistir:Os navegadores modernos são mais rápidos, repletos de recursos e mais segurosOs navegadores antigos são lentos e, em último caso, um temido perigoAtaques maliciosos eles não conseguem eliminar.(com as devidas desculpas a Shakespeare)
A maioria das pessoas não percebe o quanto um navegador antigo e desatualizado pode influenciar negativamente nossas vidas on-line, em especial nossa segurança on-line. Você não dirigiria um carro antigo com pneus carecas, freios desgastados e motor corroído por muitos anos. É uma péssima ideia arriscar-se da mesma forma com o navegador que você usa para navegar por todas as páginas e todos os aplicativos na web.
A atualização de um navegador moderno, como a versão mais recente do Mozilla Firefox, do Apple Safari, do Microsoft Internet Explorer, do Opera ou do Google Chrome, é importante por três motivos:
Em primeiro lugar, os navegadores antigos são vulneráveis a ataques porque normalmente não são atualizados com as últimas correções e os últimos recursos de segurança. As vulnerabilidades de um navegador podem levar a senhas roubadas, softwares maliciosos penetrando secretamente em seu computador ou pior. Um navegador atualizado ajuda a evitar ameaças de segurança como phishing e malware.
Em segundo lugar, a web evolui rapidamente. Muitos dos recursos mais recentes em sites e aplicativos atuais não funcionarão em navegadores antigos. Somente navegadores atualizados apresentam as melhorias de velocidade que permitem a execução de páginas e aplicativos rapidamente, em conjunto com o suporte para tecnologias de ponta, como HTML5, CSS3 e JavaScript veloz.
Por último, os navegadores antigos atrasam a inovação da web. Se muitos usuários da Internet seguirem usando esses navegadores antigos, os desenvolvedores serão forçados a criar sites que funcionem com tecnologias antigas e atuais. Diante de tempo e recursos limitados, eles acabarão desenvolvendo tecnologias que sejam compatíveis com todos os navegadores e não poderão construir a próxima geração de aplicativos úteis e inovadores. Imagine se os engenheiros de tráfego de hoje tivessem que elaborar autoestradas de alta velocidade que fossem seguras para automóveis da década de 50. Por esse motivo, navegadores desatualizados são prejudiciais para os usuários em geral e para a inovação da web.
Não quer dizer que todos o culpem por manter-se leal a um navegador envelhecido. Em alguns casos, pode ser que você não consiga atualizar seu navegador. Se você perceber que não consegue atualizar seu navegador ou o computador de sua empresa, entre em contato com seu administrador de TI. Se não for possível atualizar uma versão antiga do Internet Explorer, o plug-in do Frame do Google Chrome poderá fornecer os benefícios da funcionalidade de alguns aplicativos modernos da web, levando os recursos do Google Chrome para o Internet Explorer.
Navegadores antigos e desatualizados são prejudiciais para os usuários e impedem a inovação da web. Reserve um momento para certificar-se de que você tenha atualizado para a versão mais recente de seu navegador moderno favorito.
Nota do editor: no momento desta publicação, as versões estáveis mais recentes dos principais navegadores são Firefox 3.6, Safari 5, Google Chrome 7, Internet Explorer 8 e Opera 10.63. Para verificar qual navegador você está usando, acesse www.whatbrowser.org.

Plug-ins

ou, calabresa para sua pizza de queijo

Nos primeiros tempos da rede mundial, as primeiras versões de HTML não podiam fornecer conteúdo pomposo, como vídeos. Texto, imagens e links era o limite.
Os plug-ins foram inventados para compensar as limitações da tecnologia inicial de HTML e fornecer mais
conteúdos interativos. Um plug-in é uma parte adicional de software, especializada em processar tipos específicos de conteúdo. Por exemplo, os usuários podem fazer download e instalar um plug-in, como o Adobe Flash Player, para visualizar uma página que contenha um vídeo ou um jogo interativo.
Qual o nível de interação entre um plug-in e um navegador? Curiosamente, quase nenhum. O modelo de plug-in parece muito com a função de imagem sobre imagem em uma TV: o navegador define um espaço específico na página para o plug-in e o deixa trabalhar. O plug-in é livre para operar naquele espaço, independentemente do navegador.
Essa independência significa que um plug-in em particular pode trabalhar em diversos navegadores. No entanto, essa onipresença também torna os plug-ins alvos principais de ataques de segurança contra navegadores. Seu computador estará ainda mais vulnerável a ataques de segurança se você estiver executando plug-ins que não estiverem atualizados, já que os plug-ins desatualizados não apresentam as correções de segurança.
O modelo de plug-in usado hoje em dia é,
em grande parte, o que foi herdado dos primeiros tempos da web. Mas a comunidade da web já está de olho em novas maneiras de modernizar os plug-ins, com métodos inteligentes de integrá-los mais organicamente, de forma que seus conteúdos sejam pesquisáveis, vinculáveis e que eles possam interagir com o resto da página. Mais importante, alguns fornecedores de navegadores e de plug-ins estão trabalhando em conjunto para proteger os usuários contra riscos de segurança. Por exemplo, as equipes do Google Chrome e do Adobe Flash Player vêm unindo esforços para integrar o Flash Player no navegador. O mecanismo de atualização automática do Chrome ajuda a garantir que o plug-in do Flash Player nunca esteja desatualizado e sempre receba as correções e atualizações de segurança mais recentes.

Extensões do navegador

ou, superpoderes para seu navegador

..
Quando as extensões de navegadores foram apresentadas pela primeira vez, os desenvolvedores geralmente precisavam criá-las usando linguagens de programação incomuns ou linguagens convencionais pesadas, como C++. Isso exigia muito trabalho, tempo e experiência. Além disso, o acréscimo de mais código ao navegador também gerava preocupações com relação à segurança, já que abria mais possibilidades para que hackers explorassem o navegador. Como os códigos eram muitas vezes secretos, as extensões também eram famosas por causar falhas nos navegadores.
Atualmente, a maioria dos navegadores permite que os desenvolvedores formulem extensões usando linguagens de programação mais compatíveis à web: HTML, JavaScript e CSS. Essas são as mesmas linguagens usadas para construir os aplicativos e as páginas mais modernas, de forma que as extensões atuais são parentes mais próximos dos aplicativos e das páginas com as quais trabalham. Elas são elaboradas mais rápida e facilmente, são mais seguras e são aperfeiçoadas em conjunto com os padrões de Internet sobre os quais foram desenvolvidas.
Para conhecer novas extensões, verifique a galeria de extensões de seu navegador. Você verá milhares de extensões que podem ajudá-lo a navegar de forma mais eficiente ou mais divertida. Algumas extensões permitem destacar e escrever notas em páginas enquanto você realiza pesquisas, outras exibem atualizações esportivas a cada jogada na interface de seu navegador.

Sincronizando o navegador

ou, por que não tem problema se um caminhão passar por cima de seu laptop, parte II

Então você está "nas nuvens"... parabéns! Você utiliza aplicativos da web para acessar e-mails, músicas e outras atividades. Você salva documentos importantes, fotos e arquivos on-line e os acessa de qualquer computador conectado à Internet, de qualquer lugar no mundo.
Se um caminhão passar por cima de seu laptop e destruí-lo em pedacinhos, nem tudo estará perdido. Basta encontrar outro dispositivo conectado à Internet e voltar a trabalhar com todas as informações vitais que você inteligentemente salvou on-line.

Mas espere: e o que acontece com as marcações de favoritos, as extensões e preferências de navegadores que você usa diariamente? Eles foram esmagados junto com seu laptop?
A resposta costumava ser "sim". Você precisaria procurar novamente por suas extensões favoritas e reunir todos os sites que havia marcado como favoritos com tanto esforço. Mas agora não! Muitos dos navegadores atuais, como o Firefox e o Chrome, começaram a construir um recurso conhecido como sincronização. A sincronização permite salvar suas configurações do navegador on-line, na nuvem, para que elas não sejam perdidas mesmo que seu computador derreta.
A funcionalidade da sincronização também simplifica sua vida se você usar diversos computadores, como um laptop no trabalho e
um computador desktop em casa. Não será necessário recriar manualmente a marcação de sites favoritos ou reconfigurar as configurações do navegador em cada computador que você possuir. As mudanças que você fizer ao seu navegador sincronizado em um computador aparecerão automaticamente em todos os outros computadores sincronizados em questão de segundos.
No Chrome, por exemplo, a sincronização salva todos os favoritos, as extensões, as preferências e os temas em sua Conta do Google. Utilize outro computador conectado à Internet, abra o Chrome e faça o login em sua Conta do Google por meio do recurso de sincronização do navegador. Voilá! Todas as suas configurações favoritas do navegador estão prontas para serem usadas no novo computador. Independentemente de quantos computadores você precisa usar, desde que haja conexão à Internet e um navegador moderno que esteja sincronizado com a nuvem, você está pronto. Mesmo que todos eles sejam atingidos pelo caminhão já mencionado.

Cookies do navegador

ou, agradeço pelas memórias

Cookie parece ser um nome incomum para um produto tecnológico, mas os cookies desempenham um papel importante no fornecimento da funcionalidade que os usuários de Internet desejam de sites da web: uma memória de visitas, já ocorridas ou em andamento.
Um cookie é um pequeno texto enviado ao seu navegador por um site que você visita. Ele contém informações sobre sua visita que você deseja que o site lembre, como seu idioma preferencial e outras configurações. O navegador armazena esses dados e os acessa
na próxima vez em que você visitar o site, tornando essa próxima visita mais simples e personalizada. Se você visitar um site de filmes e indicar que você gosta de comédias, por exemplo, os cookies enviados pelo site poderão lembrar isso. Dessa forma, você poderá visualizar comédias no começo de seu próximo acesso ao site.

Carrinhos de compras on-line também usam cookies. Enquanto navega por DVDs nesse site de compras de filmes, você observará que poderá adicioná-los ao carrinho sem precisar fazer login. Seu carrinho de compras não "se esquece" dos DVDs, mesmo que você visite outras páginas do site, porque eles estarão preservados pelos cookies do navegador. Os cookies também podem ser usados em publicidade on-line, lembrando seus interesses e mostrando a você anúncios relacionados enquanto você navega pela web.
Algumas pessoas preferem não permitir cookies. Por isso, os navegadores mais modernos possibilitam o gerenciamento de cookies para se enquadrar às suas preferências. É possível configurar regras de gerenciamento de cookies para cada site, permitindo um maior controle de sua própria privacidade. O que isso significa é que você pode escolher em
quais sites confia e permitir cookies somente para esses sites, bloqueando cookies de outras fontes. Como existem muitos tipos de cookies, incluindo "cookies de sessão única", que funcionam apenas durante a sessão de navegação, ou cookies permanentes, que existem durante diversas sessões, os navegadores modernos normalmente oferecem controles de sintonia fina, para que você possa especificar suas preferências com relação a diferentes tipos de cookies, como aceitar cookies permanentes como sendo de sessão.
No navegador Google Chrome, é possível observar algo extra nos menus de opções: um link direto para o gerenciador de configurações de armazenamento do Adobe Flash Player. Esse link facilita o controle de dados locais armazenados pelo Adobe Flash Player (também conhecidos como "cookies Flash"), que poderão conter informações sobre sites e aplicativos baseados em Flash que você acessa. Junto com o gerenciamento de cookies dos navegadores, você também pode controlar facilmente as configurações de cookies Flash.

Navegadores e privacidade

ou, opções para proteger sua privacidade no navegador

Segurança e privacidade estão intimamente ligadas, mas não são idênticas.
Considere a segurança e a privacidade de sua casa: trancas e alarmes ajudam a protegê-lo de ladrões, mas janelas e cortinas mantêm
sua intimidade privada de transeuntes.
Da mesma forma, a segurança do navegador ajuda a protegê-lo de malware, phishing e outros ataques on-line, enquanto os recursos de privacidade ajudam a manter a navegação
privada em seu computador.
Vamos analisar a privacidade com mais atenção. Veja essa analogia: digamos que você seja um corredor voraz que corre alguns quilômetros todos os dias. Se você carregar um dispositivo de GPS para ajudar a registrar suas corridas diárias, estará criando um diário de dados de corridas em seu dispositivo, ou seja, um registro do histórico de onde você corre, a distância percorrida, a velocidade média e as calorias consumidas.
Enquanto navega pela web, você gera um diário similar de dados do navegador, que são armazenados localmente em seu computador: um histórico de sites visitados, os cookies enviados ao navegador e os arquivos de download. Se você solicitou ao seu navegador para lembrar suas senhas ou dados de formulários, essas informações também estarão armazenadas em seu computador.
Algumas pessoas podem não saber que é possível limpar de nossos computadores todos esses dados dos navegadores a qualquer momento. É fácil de realizar essa tarefa acessando o menu "Opções" ou "Preferências" do navegador. Os nomes variam de navegador para navegador. De fato, as versões mais recentes de quase todos os navegadores modernos oferecem um modo "privado" ou "anônimo". Por exemplo, no modo de navegação anônima do Chrome, as páginas visualizadas não aparecerão no histórico de navegação. Além disso, todos os novos cookies são excluídos depois que você fecha as janelas abertas no modo de navegação anônima. Esse modo é especialmente útil se você compartilhar seu computador com outras pessoas, ou se utilizar um computador público em uma biblioteca ou cybercafé.

Todos esses recursos de privacidade do navegador permitem o controle sobre os dados de navegação localmente em seu computador ou sobre dados específicos que são enviados pelo seu computador a sites. As configurações de privacidade de seu navegador não controlam outros dados que esses sites possam ter sobre você, como informações enviadas anteriormente no site.
Existem maneiras de limitar algumas das informações que os sites recebem quando você os visita. Muitos navegadores permitem que você controle suas preferências de privacidade para cada site e faça suas próprias escolhas sobre dados específicos, como cookies, JavaScript e plug-ins. Por exemplo, é possível configurar regras para permitir cookies somente de uma lista específica de sites confiáveis e instruir o navegador a bloquear cookies de outros sites.
Sempre há um pouco de tensão entre
privacidade e eficiência. A coleta de dados agregados e de feedback de usuários do mundo real pode ajudar a melhorar produtos e a experiência dos usuários. O segredo é encontrar um bom equilíbrio entre os dois e manter fortes padrões de privacidade.
Veja um exemplo do mundo real: cookies de navegadores. Por um lado, com cookies, um site visitado frequentemente pode lembrar os conteúdos de seu carrinho de compras, manter você conectado e fornecer uma experiência mais útil e personalizada com base em visitas anteriores. Por outro lado, permitir cookies de navegadores significa que o site poderá coletar e lembrar informações sobre essas visitas anteriores. Se desejar, você pode bloquear cookies a qualquer momento. Assim, na próxima vez em que estiver curioso sobre a sintonia fina das configurações de privacidade de seu navegador, verifique as configurações de privacidade no menu "Opções" ou "Preferências" de seu navegador.

Malware, phishing e riscos de segurança

ou, se ele parece o que não é

Quando você utiliza um caixa 24h, deve olhar por cima do ombro para certificar-se de que ninguém esteja em volta para roubar sua senha (ou seu dinheiro). Na verdade, é provável que você verifique primeiramente se não se trata de um caixa falso. Quando você navega pela web e realiza transações on-line, dois riscos de segurança que devem ser observados: malware e phishing. Esses ataques são realizados por indivíduos ou organizações que buscam roubar suas informações pessoais ou invadir seu computador.

O que são exatamente ataques de phishing e malware?
Phishing ocorre quando alguém finge ser outra pessoa, normalmente por meio de um site falso, para enganá-lo e fazer você compartilhar informações pessoais. Chama-se "phishing" (semelhante à "pescaria", em inglês) porque essas pessoas lançam iscas eletrônicas e esperam até que alguém morda. Em um golpe de phishing típico, a pessoa envia um e-mail que parece ser de um banco ou de um serviço da web que você conhece e usa. A linha de assunto poderá dizer "Atualize suas informações bancárias". O e-mail contém links de phishing que parecem direcioná-lo ao site de seu banco, mas na verdade o apontará a um site impostor. Uma vez no site, você será solicitado a fazer login, revelando assim números de contas e de cartões de crédito, senhas ou outras informações confidenciais aos bandidos.
Malware, por outro lado, é um software malicioso instalado em seu computador, geralmente sem seu conhecimento. Você pode ser solicitado a fazer download de um antivírus que, na verdade, é o próprio vírus. Ou você pode visitar uma página que instala o software em seu computador sem nem mesmo solicitar. O software é desenvolvido para roubar números de cartões de crédito ou senhas de seu computador. Em alguns casos, ele poderá danificar sua máquina. Assim que o malware estiver em seu computador, não só é difícil removê-lo, como ele também terá liberdade para acessar todos os dados e arquivos que encontrar, enviar essas informações a qualquer lugar e causar estragos ao seu computador.

Um navegador moderno e atualizado é a primeira linha de defesa contra ataques de phishing e malware. A maioria dos navegadores modernos, por exemplo, pode ajudar a analisar páginas da web para buscar por sinais de malware oculto, alertando-o quando encontrarem algo.
Ao mesmo tempo, os ataques nem sempre usam técnicas sofisticadas para invadir seu computador. Em vez disso, eles poderão encontrar maneiras inteligentes de enganá-lo e fazer você tomar decisões equivocadas. Nos próximos capítulos, analisaremos como você pode tomar decisões inteligentes para se proteger quando estiver on-line, e como os navegadores e outras tecnologias podem ajudá-lo.

Como os navegadores modernos ajudam a proteger contra malware e phishing

ou, cuidado com os desocupados

Um navegador atualizado o protegerá contra ataques de phishing e malware quando você estiver navegando pela web. Isso será feito limitando três tipos de riscos de segurança quando você estiver on-line:

Risco 1: a frequência com que você entra em contato com um hacker

Você pode ser exposto a ataques por meio de sites falsos maliciosos ou ainda por um site familiar que tenha sido clonado. A maioria dos navegadores modernos verifica antecipadamente cada página a ser visitada e alerta se uma delas

for suspeita de ser maliciosa. Isso permite que você tome uma decisão consciente sobre visitar ou não a página.
Por exemplo, o Google Chrome usa a tecnologia de Navegação segura, também usada em outros navegadores modernos. Enquanto você navega pela web, cada página é verificada rapidamente para constatar se pertence a uma lista de sites suspeitos de phishing e malware. Essa lista é armazenada e mantida localmente em seu computador para ajudá-lo a proteger a privacidade de sua navegação. Se a página estiver na lista, o navegador solicitará mais informações ao Google. Essa solicitação é completamente sigilosa e o navegador não a envia em forma de texto simples. Se o Google confirmar a presença da página na lista, o Chrome mostrará uma página vermelha para alertá-lo de que a página que você está tentando acessar pode ser perigosa.

Risco 2: a vulnerabilidade de seu navegador em caso de ataque

Navegadores antigos que não foram atualizados têm mais probabilidade de apresentar vulnerabilidades de segurança que podem ser exploradas por hackers. Todos os softwares desatualizados, independentemente do sistema operacional, do navegador ou dos plug-ins, têm o mesmo problema. Por esse motivo, é importante usar a versão mais recente de seu navegador e instalar adequadamente as atualizações de segurança em seu sistema operacional e todos os plug-ins para que estejam sempre atualizados com as últimas correções de segurança.
Alguns navegadores buscam e instalam atualizações automaticamente ao serem iniciados pelo usuário. O Chrome e alguns outros navegadores vão além: eles são desenvolvidos com atualização automática. O navegador executa uma verificação de atualização periodicamente e
atualiza automaticamente para a versão mais recente sem interromper sua navegação. Além disso, o Chrome tem o Adobe Flash Player e um visualizador de PDF integrados ao navegador para que esses plug-ins populares também sejam atualizados automaticamente.

Risco 3: os danos causados por ataques, caso sejam encontradas vulnerabilidades em seu navegador

Alguns navegadores modernos, como o Chrome e o Internet Explorer, são desenvolvidos com uma camada extra de proteção, conhecida como "sandbox". Assim como uma caixa de areia ("sandbox") tem paredes para evitar o vazamento de areia, a sandbox de um navegador cria um ambiente fechado para evitar que malware e outras ameaças de segurança infectem seu computador. Se você abrir uma página maliciosa, a sandbox do navegador impede que códigos maliciosos
deixem o navegador e se instalem em seu disco rígido. Dessa forma, o código malicioso não poderá ler, alterar ou causar quaisquer danos aos dados em seu computador.
Em resumo, um navegador moderno pode protegê-lo contra ameaças de segurança de três maneiras: verificando se os sites que você está por visitar são suspeitos de possuir malware ou phishing, fornecendo notificações de


As extensões dos navegadores permitem adicionar novos recursos ao seu navegador, literalmente prolongando seu navegador.
Isso significa que você pode personalizar seu navegador com os recursos que são mais importantes para você. Considere as extensões como formas de adicionar superpoderes ao navegador.
Esses superpoderes podem ser modestos ou incríveis, dependendo de suas necessidades. Por exemplo, você pode instalar uma extensão de conversão de moeda que aparecerá como
um novo botão ao lado da barra de endereços do navegador. Clique no botão e ele converterá todos os preços exibidos na página atual em qualquer moeda que você especificar. Isso pode ser muito útil se você for um mochileiro de carteirinha que planeja e reserva suas viagens na web. Extensões como essas permitem aplicar o mesmo tipo de funcionalidade a cada página que você visita.
As extensões dos navegadores também podem agir por conta própria, fora das páginas da web. Uma extensão de notificação de e-mails pode estar inserida na barra de ferramentas de seu navegador, discretamente verificando a chegada de novas mensagens em sua conta de e-mail e informando você quando houver um novo e-mail. Nesse caso, a extensão estará sempre trabalhando, independentemente da página que você estiver acessando. Além disso, você não precisará fazer login em seu e-mail em outra janela para verificar se há novas mensagens.
Quando as extensões de navegadores foram apresentadas pela primeira vez, os desenvolvedores geralmente precisavam criá-las usando linguagens de programação incomuns ou linguagens convencionais pesadas, como C++. Isso exigia muito trabalho, tempo e experiência. Além disso, o acréscimo de mais código ao navegador também gerava preocupações com relação à segurança, já que abria mais possibilidades para que hackers explorassem o navegador. Como os códigos eram muitas vezes secretos, as extensões também eram famosas por causar falhas nos navegadores.
Atualmente, a maioria dos navegadores permite que os desenvolvedores formulem extensões usando linguagens de programação mais compatíveis à web: HTML, JavaScript e CSS. Essas são as mesmas linguagens usadas para construir os aplicativos e as páginas mais modernas, de forma que as extensões atuais são parentes mais próximos dos aplicativos e das páginas com as quais trabalham. Elas são elaboradas mais rápida e facilmente, são mais seguras e são aperfeiçoadas em conjunto com os padrões de Internet sobre os quais foram desenvolvidas.
Para conhecer novas extensões, verifique a galeria de extensões de seu navegador. Você verá milhares de extensões que podem ajudá-lo a navegar de forma mais eficiente ou mais divertida. Algumas extensões permitem destacar e escrever notas em páginas enquanto você realiza pesquisas, outras exibem atualizações esportivas a cada jogada na interface de seu navegador.

Sincronizando o navegador

ou, por que não tem problema se um caminhão passar por cima de seu laptop, parte II

Então você está "nas nuvens"... parabéns! Você utiliza aplicativos da web para acessar e-mails, músicas e outras atividades. Você salva documentos importantes, fotos e arquivos on-line e os acessa de qualquer computador conectado à Internet, de qualquer lugar no mundo.
Se um caminhão passar por cima de seu laptop e destruí-lo em pedacinhos, nem tudo estará perdido. Basta encontrar outro dispositivo conectado à Internet e voltar a trabalhar com todas as informações vitais que você inteligentemente salvou on-line.
Mas espere: e o que acontece com as marcações de favoritos, as extensões e preferências de navegadores que você usa diariamente? Eles foram esmagados junto com seu laptop?
A resposta costumava ser "sim". Você precisaria procurar novamente por suas extensões favoritas e reunir todos os sites que havia marcado como favoritos com tanto esforço. Mas agora não! Muitos dos navegadores atuais, como o Firefox e o Chrome, começaram a construir um recurso conhecido como sincronização. A sincronização permite salvar suas configurações do navegador on-line, na nuvem, para que elas não sejam perdidas mesmo que seu computador derreta.
A funcionalidade da sincronização também simplifica sua vida se você usar diversos computadores, como um laptop no trabalho e
um computador desktop em casa. Não será necessário recriar manualmente a marcação de sites favoritos ou reconfigurar as configurações do navegador em cada computador que você possuir. As mudanças que você fizer ao seu navegador sincronizado em um computador aparecerão automaticamente em todos os outros computadores sincronizados em questão de segundos.
No Chrome, por exemplo, a sincronização salva todos os favoritos, as extensões, as preferências e os temas em sua Conta do Google. Utilize outro computador conectado à Internet, abra o Chrome e faça o login em sua Conta do Google por meio do recurso de sincronização do navegador. Voilá! Todas as suas configurações favoritas do navegador estão prontas para serem usadas no novo computador. Independentemente de quantos computadores você precisa usar, desde que haja conexão à Internet e um navegador moderno que esteja sincronizado com a nuvem, você está pronto. Mesmo que todos eles sejam atingidos pelo caminhão já mencionado.

Cookies do navegador

ou, agradeço pelas memórias

Cookie parece ser um nome incomum para um produto tecnológico, mas os cookies desempenham um papel importante no fornecimento da funcionalidade que os usuários de Internet desejam de sites da web: uma memória de visitas, já ocorridas ou em andamento.
Um cookie é um pequeno texto enviado ao seu navegador por um site que você visita. Ele contém informações sobre sua visita que você deseja que o site lembre, como seu idioma preferencial e outras configurações. O navegador armazena esses dados e os acessa
na próxima vez em que você visitar o site, tornando essa próxima visita mais simples e personalizada. Se você visitar um site de filmes e indicar que você gosta de comédias, por exemplo, os cookies enviados pelo site poderão lembrar isso. Dessa forma, você poderá visualizar comédias no começo de seu próximo acesso ao site.

Carrinhos de compras on-line também usam cookies. Enquanto navega por DVDs nesse site de compras de filmes, você observará que poderá adicioná-los ao carrinho sem precisar fazer login. Seu carrinho de compras não "se esquece" dos DVDs, mesmo que você visite outras páginas do site, porque eles estarão preservados pelos cookies do navegador. Os cookies também podem ser usados em publicidade on-line, lembrando seus interesses e mostrando a você anúncios relacionados enquanto você navega pela web.
Algumas pessoas preferem não permitir cookies. Por isso, os navegadores mais modernos possibilitam o gerenciamento de cookies para se enquadrar às suas preferências. É possível configurar regras de gerenciamento de cookies para cada site, permitindo um maior controle de sua própria privacidade. O que isso significa é que você pode escolher em
quais sites confia e permitir cookies somente para esses sites, bloqueando cookies de outras fontes. Como existem muitos tipos de cookies, incluindo "cookies de sessão única", que funcionam apenas durante a sessão de navegação, ou cookies permanentes, que existem durante diversas sessões, os navegadores modernos normalmente oferecem controles de sintonia fina, para que você possa especificar suas preferências com relação a diferentes tipos de cookies, como aceitar cookies permanentes como sendo de sessão.
No navegador Google Chrome, é possível observar algo extra nos menus de opções: um link direto para o gerenciador de configurações de armazenamento do Adobe Flash Player. Esse link facilita o controle de dados locais armazenados pelo Adobe Flash Player (também conhecidos como "cookies Flash"), que poderão conter informações sobre sites e aplicativos baseados em Flash que você acessa. Junto com o gerenciamento de cookies dos navegadores, você também pode controlar facilmente as configurações de cookies Flash.

Navegadores e privacidade

ou, opções para proteger sua privacidade no navegador

Segurança e privacidade estão intimamente ligadas, mas não são idênticas.
Considere a segurança e a privacidade de sua casa: trancas e alarmes ajudam a protegê-lo de ladrões, mas janelas e cortinas mantêm
sua intimidade privada de transeuntes.
Da mesma forma, a segurança do navegador ajuda a protegê-lo de malware, phishing e outros ataques on-line, enquanto os recursos de privacidade ajudam a manter a navegação
privada em seu computador.
Vamos analisar a privacidade com mais atenção. Veja essa analogia: digamos que você seja um corredor voraz que corre alguns quilômetros todos os dias. Se você carregar um dispositivo de GPS para ajudar a registrar suas corridas diárias, estará criando um diário de dados de corridas em seu dispositivo, ou seja, um registro do histórico de onde você corre, a distância percorrida, a velocidade média e as calorias consumidas.
Enquanto navega pela web, você gera um diário similar de dados do navegador, que são armazenados localmente em seu computador: um histórico de sites visitados, os cookies enviados ao navegador e os arquivos de download. Se você solicitou ao seu navegador para lembrar suas senhas ou dados de formulários, essas informações também estarão armazenadas em seu computador.
Algumas pessoas podem não saber que é possível limpar de nossos computadores todos esses dados dos navegadores a qualquer momento. É fácil de realizar essa tarefa acessando o menu "Opções" ou "Preferências" do navegador. Os nomes variam de navegador para navegador. De fato, as versões mais recentes de quase todos os navegadores modernos oferecem um modo "privado" ou "anônimo". Por exemplo, no modo de navegação anônima do Chrome, as páginas visualizadas não aparecerão no histórico de navegação. Além disso, todos os novos cookies são excluídos depois que você fecha as janelas abertas no modo de navegação anônima. Esse modo é especialmente útil se você compartilhar seu computador com outras pessoas, ou se utilizar um computador público em uma biblioteca ou cybercafé.
Todos esses recursos de privacidade do navegador permitem o controle sobre os dados de navegação localmente em seu computador ou sobre dados específicos que são enviados pelo seu computador a sites. As configurações de privacidade de seu navegador não controlam outros dados que esses sites possam ter sobre você, como informações enviadas anteriormente no site.
Existem maneiras de limitar algumas das informações que os sites recebem quando você os visita. Muitos navegadores permitem que você controle suas preferências de privacidade para cada site e faça suas próprias escolhas sobre dados específicos, como cookies, JavaScript e plug-ins. Por exemplo, é possível configurar regras para permitir cookies somente de uma lista específica de sites confiáveis e instruir o navegador a bloquear cookies de outros sites.
Sempre há um pouco de tensão entre
privacidade e eficiência. A coleta de dados agregados e de feedback de usuários do mundo real pode ajudar a melhorar produtos e a experiência dos usuários. O segredo é encontrar um bom equilíbrio entre os dois e manter fortes padrões de privacidade.
Veja um exemplo do mundo real: cookies de navegadores. Por um lado, com cookies, um site visitado frequentemente pode lembrar os conteúdos de seu carrinho de compras, manter você conectado e fornecer uma experiência mais útil e personalizada com base em visitas anteriores. Por outro lado, permitir cookies de navegadores significa que o site poderá coletar e lembrar informações sobre essas visitas anteriores. Se desejar, você pode bloquear cookies a qualquer momento. Assim, na próxima vez em que estiver curioso sobre a sintonia fina das configurações de privacidade de seu navegador, verifique as configurações de privacidade no menu "Opções" ou "Preferências" de seu navegador.

Malware, phishing e riscos de segurança

ou, se ele parece o que não é

Quando você utiliza um caixa 24h, deve olhar por cima do ombro para certificar-se de que ninguém esteja em volta para roubar sua senha (ou seu dinheiro). Na verdade, é provável que você verifique primeiramente se não se trata de um caixa falso. Quando você navega pela web e realiza transações on-line, dois riscos de segurança que devem ser observados: malware e phishing. Esses ataques são realizados por indivíduos ou organizações que buscam roubar suas informações pessoais ou invadir seu computador.

O que são exatamente ataques de phishing e malware?
Phishing ocorre quando alguém finge ser outra pessoa, normalmente por meio de um site falso, para enganá-lo e fazer você compartilhar informações pessoais. Chama-se "phishing" (semelhante à "pescaria", em inglês) porque essas pessoas lançam iscas eletrônicas e esperam até que alguém morda. Em um golpe de phishing típico, a pessoa envia um e-mail que parece ser de um banco ou de um serviço da web que você conhece e usa. A linha de assunto poderá dizer "Atualize suas informações bancárias". O e-mail contém links de phishing que parecem direcioná-lo ao site de seu banco, mas na verdade o apontará a um site impostor. Uma vez no site, você será solicitado a fazer login, revelando assim números de contas e de cartões de crédito, senhas ou outras informações confidenciais aos bandidos.
Malware, por outro lado, é um software malicioso instalado em seu computador, geralmente sem seu conhecimento. Você pode ser solicitado a fazer download de um antivírus que, na verdade, é o próprio vírus. Ou você pode visitar uma página que instala o software em seu computador sem nem mesmo solicitar. O software é desenvolvido para roubar números de cartões de crédito ou senhas de seu computador. Em alguns casos, ele poderá danificar sua máquina. Assim que o malware estiver em seu computador, não só é difícil removê-lo, como ele também terá liberdade para acessar todos os dados e arquivos que encontrar, enviar essas informações a qualquer lugar e causar estragos ao seu computador.
Um navegador moderno e atualizado é a primeira linha de defesa contra ataques de phishing e malware. A maioria dos navegadores modernos, por exemplo, pode ajudar a analisar páginas da web para buscar por sinais de malware oculto, alertando-o quando encontrarem algo.
Ao mesmo tempo, os ataques nem sempre usam técnicas sofisticadas para invadir seu computador. Em vez disso, eles poderão encontrar maneiras inteligentes de enganá-lo e fazer você tomar decisões equivocadas. Nos próximos capítulos, analisaremos como você pode tomar decisões inteligentes para se proteger quando estiver on-line, e como os navegadores e outras tecnologias podem ajudá-lo.

Como os navegadores modernos ajudam a proteger contra malware e phishing

ou, cuidado com os desocupados

Um navegador atualizado o protegerá contra ataques de phishing e malware quando você estiver navegando pela web. Isso será feito limitando três tipos de riscos de segurança quando você estiver on-line:

Risco 1: a frequência com que você entra em contato com um hacker

Você pode ser exposto a ataques por meio de sites falsos maliciosos ou ainda por um site familiar que tenha sido clonado. A maioria dos navegadores modernos verifica antecipadamente cada página a ser visitada e alerta se uma delas

for suspeita de ser maliciosa. Isso permite que você tome uma decisão consciente sobre visitar ou não a página.
Por exemplo, o Google Chrome usa a tecnologia de Navegação segura, também usada em outros navegadores modernos. Enquanto você navega pela web, cada página é verificada rapidamente para constatar se pertence a uma lista de sites suspeitos de phishing e malware. Essa lista é armazenada e mantida localmente em seu computador para ajudá-lo a proteger a privacidade de sua navegação. Se a página estiver na lista, o navegador solicitará mais informações ao Google. Essa solicitação é completamente sigilosa e o navegador não a envia em forma de texto simples. Se o Google confirmar a presença da página na lista, o Chrome mostrará uma página vermelha para alertá-lo de que a página que você está tentando acessar pode ser perigosa.

Risco 2: a vulnerabilidade de seu navegador em caso de ataque

Navegadores antigos que não foram atualizados têm mais probabilidade de apresentar vulnerabilidades de segurança que podem ser exploradas por hackers. Todos os softwares desatualizados, independentemente do sistema operacional, do navegador ou dos plug-ins, têm o mesmo problema. Por esse motivo, é importante usar a versão mais recente de seu navegador e instalar adequadamente as atualizações de segurança em seu sistema operacional e todos os plug-ins para que estejam sempre atualizados com as últimas correções de segurança.
Alguns navegadores buscam e instalam atualizações automaticamente ao serem iniciados pelo usuário. O Chrome e alguns outros navegadores vão além: eles são desenvolvidos com atualização automática. O navegador executa uma verificação de atualização periodicamente e
atualiza automaticamente para a versão mais recente sem interromper sua navegação. Além disso, o Chrome tem o Adobe Flash Player e um visualizador de PDF integrados ao navegador para que esses plug-ins populares também sejam atualizados automaticamente.

Risco 3: os danos causados por ataques, caso sejam encontradas vulnerabilidades em seu navegador

Alguns navegadores modernos, como o Chrome e o Internet Explorer, são desenvolvidos com uma camada extra de proteção, conhecida como "sandbox". Assim como uma caixa de areia ("sandbox") tem paredes para evitar o vazamento de areia, a sandbox de um navegador cria um ambiente fechado para evitar que malware e outras ameaças de segurança infectem seu computador. Se você abrir uma página maliciosa, a sandbox do navegador impede que códigos maliciosos
deixem o navegador e se instalem em seu disco rígido. Dessa forma, o código malicioso não poderá ler, alterar ou causar quaisquer danos aos dados em seu computador.
Em resumo, um navegador moderno pode protegê-lo contra ameaças de segurança de três maneiras: verificando se os sites que você está por visitar são suspeitos de possuir malware ou phishing, fornecendo notificações de atualização ou atualizações automáticas quando uma versão mais nova e mais segura do navegador estiver disponível e usando a sandbox do navegador para conter códigos maliciosos e evitar que possam causar danos ao seu computador.
Nos próximos capítulos, daremos uma olhada em como o conhecimento básico de endereços da web pode ajudá-lo a tomar decisões informadas sobre os sites que você visita.


O uso dos endereços da web para ficar seguro

ou, meu nome é URL

Um URL (Uniform Resource Locator) pode parecer algo complicado de explicar. Mas não é: trata-se do endereço da web que digitamos no navegador para acessar uma página
ou um aplicativo da web específico.
Ao inserir o URL, o site é buscado no servidor que o hospeda em algum ponto do mundo, transportado por milhares de quilômetros de cabos até sua conexão de Internet local e finalmente exibido pelo navegador em seu computador. Veja alguns exemplos de URL:
...para acessar o site de notícias da BBC (".co.uk" indica registro no Reino Unido)
... para acessar o mecanismo de pesquisa do Google
...para acessar o site do Museo Nacional Del Prado, em Madrid. (".es" indica registro na Espanha)
... para acessar o site do Bank of America ("https://" indica uma conexão criptografada)
É fácil esquecer os URLs, já que os digitamos nos navegadores diariamente. Mas entender as partes de um URL pode ajudar a proteger-nos contra golpes de phishing ou ataques de segurança.
Vamos analisar um URL neste exemplo:
http://www.google.com/maps esquema nome do host caminho domínio de nível superior
A primeira parte do URL é chamada esquema. No exemplo acima, HTTP é o esquema e a sigla de HyperText Transfer Protocol.
A seguir, "www.google.com" é o nome do host onde o site reside. Quando uma pessoa ou empresa cria um novo site, ela registra o nome do host para si mesma. Somente ela poderá usá-la. Isso é importante, como veremos a seguir.
Um URL pode ter um caminho adicional após o nome do host, que o direciona a uma página específica nesse host, algo como pular para um capítulo ou uma página de um livro. Voltando ao nosso exemplo, o caminho informa o servidor do host que você deseja ver o aplicativo de mapas em www.google.com. Em outras palavras, o Google Maps. Às vezes, o caminho é colocado na frente do nome do host como um subdomínio, assim como "maps.google.com" ou "news.google.com", para o Google Notícias.
Agora, vamos falar de segurança. Uma maneira de verificar se você está indo diretamente para um golpe de phishing ou um site impostor é olhar cuidadosamente o URL na barra de navegação de seu navegador. Dê uma atenção especial ao nome do host. Lembre-se, somente o proprietário legítimo do nome do host poderá usá-lo.
Por exemplo, se você clica em um link e espera ser direcionado ao site do Bank of America:

LEGÍTIMO:

  • www.bankofamerica.é um URL legítimo, já que o nome do host está correto.
  • www.bankofamerica.com/smallbusiness também é um URL legítimo, já que o nome do host está correto. O caminho do URL aponta para uma subpágina sobre pequenos negócios (small business).

SUSPEITO:

  • bankofamerica.xyz.com não é o site do Bank of America. Em vez disso, "bankofamerica" é um subdomínio do site xyz.com.
  • www.xyz.com/bankofamerica também não é o site do Bank of America. Em vez disso, "bankofamerica" é um caminho dentro de www.xyz.com.
Se você estiver usando um site de banco ou efetuando uma transação on-line com informações delicadas, como sua senha ou o número de sua conta, verifique a barra de endereço em primeiro lugar. Certifique-se de que o esquema seja "https://" e de que haja um ícone de cadeado na barra de endereço do navegador. "https://" indica que os dados transportados entre o servidor e o navegador estão usando uma conexão segura.
Com uma conexão segura, o URL completo do site do Bank of America deve ser https://www.bankofamerica.com. Uma conexão segura garante que nenhuma outra pessoa bisbilhote ou interfira nas informações pessoais enviadas. Portanto, "https://" é um bom sinal. Mas lembre-se de que ainda é importante certificar-se de que você esteja acessando um site legítimo por meio da verificação do nome do host de um URL. Seria um contrassenso ter uma conexão segura com um site falso.
No próximo capítulo, analisaremos como um URL digitado na barra de endereço de um navegador o direciona ao site correto.

Endereços IP e DNS

ou, a cabine telefônica fantasma

Você se pergunta como seu navegador acessa a página correta ao digitar um URL na barra de endereços?
Cada URL (como "www.google.com") tem seu próprio protocolo de Internet ou endereço
IP numérico. Um endereço IP parece algo assim:
74.125.19.147
Um endereço IP é uma série de números que informa onde se encontra um dispositivo em particular na Internet, seja o servidor do google.com ou seu computador. É quase como o número de telefone de nossas mães: assim como o número de telefone informa ao operador para qual casa a ligação deve ser direcionada, para que você possa falar com sua mãe, um endereço IP informa seu computador com qual dispositivo na Internet ele deverá se comunicar para enviar e receber dados.
Seu navegador não conhece automaticamente cada endereço IP dos mais de 35 bilhões de dispositivos no planeta que estão conectados à Internet. Ele precisa procurar por cada um, usando algo chamado de Sistema de Nome de Domínio (DNS). O DNS é, em essência, um catálogo telefônico da web: enquanto um catálogo telefônico converte um nome, como "Pizzaria Acme" no número de telefone correto para ligar, o DNS converte um URL ou endereço da web (como "www.google.com") no endereço IP correto para acessar (como "74.156.19.47") a fim de obter as informações que você deseja (nesse caso, a página inicial do Google).
Por isso, quando você digita "google.com" em seu navegador, ele procura pelo endereço IP do google.com por meio do DNS e o acessa, aguarda por uma resposta para confirmar a conexão e então envia sua solicitação para a página do google.com com esse endereço IP. O servidor do Google nesse endereço IP retornará a página solicitada ao endereço IP de seu computador, exibindo-a em seu navegador.
De certa forma, buscar e carregar uma página da web é como fazer uma ligação telefônica. Quando você faz uma chamada, você procura o número, disca, aguarda até que alguém atenda, diz "alô" e aguarda por uma resposta antes de iniciar a conversa. Às vezes, é preciso discar novamente, se houver algum problema de conexão. Na web, um processo similar ocorre em um milésimo de segundo. Tudo que você sabe é que você digitou "www.google.com" no navegador e a página inicial do Google apareceu.
No capítulo seguinte, daremos uma olhada em como podemos verificar a identidade de um site que buscamos e carregamos no navegador por meio de um certificado estendido de validação.

identidades on-line

ou, "Dr. Ivo Pitanguy, eu suponho?"

No mundo físico, você pode ver as pessoas com as quais compartilha informações. Você conversa com essas pessoas intimamente ou as encontra em locais seguros, como uma agência bancária. Essa é a maneira pela qual você julga se deve confiar em alguém.
Mas no mundo on-line, é difícil saber quem está por trás de um site. As pistas visuais em que confiamos normalmente podem ser falsas. Por exemplo, uma página falsa pode copiar o logotipo, os ícones e
o design do site de seu próprio banco, como se eles tivesse instalado uma fachada de mentira em sua rua.
Por sorte, existem ferramentas que nos ajudam a determinar se um site é genuíno ou não. Alguns sites possuem um certificado de validação estendida que nos permite determinar

o nome da organização responsável pelo site. O certificado de validação estendida oferece as informações necessárias para ajudar você a certificar-se de que não esteja confiando suas informações a um site falso.
Veja um exemplo da validação estendida em ação no navegador. No site de um banco que foi verificado por meio da validação estendida, o nome do banco é exibido em uma caixa verde entre o ícone de cadeado e o endereço da web na barra de endereços:
Exemplo do indicador de validação estendida no Chrome
Na maioria dos navegadores, o indicador de validação estendida pode ser encontrado buscando o nome da organização na seção verde da barra de endereços do navegador. Você também pode clicar no indicador para ver as informações de segurança do site e inspecionar o certificado digital.
Para receber a certificação de validação estendida, o proprietário de um site precisa passar por uma série de verificações confirmando sua identidade e autoridade legais. No exemplo anterior, a validação estendida no bankofamerica.com confirma que sim, o site pertence ao Bank of America verdadeiro. Pense nessa certificação como algo que associa o nome do domínio do endereço da web a algum tipo de identidade no mundo real.
É importante compartilhar informações delicadas com um site somente se você confiar na empresa responsável pelo site. Portanto, na próxima vez em que você for realizar uma transação delicada, reserve um momento para analisar as informações de segurança do site. Você ficará feliz por tê-lo feito.

veloz

ou, aceleração de imagens, vídeo e JavaScript na web

A web atual é uma mistura espetacular, visual e interativa, abundante em imagens, fotos, vídeos e incríveis aplicativos da web.
Algumas das experiências mais intensas da web vêm de imagens e vídeos de álbuns compartilhados de famílias em férias e da cobertura on-line em vídeo de jornalistas em zonas de guerra.
É um longo caminho percorrido desde os textos e links simples que deram início a tudo. E isso significa que quando seu navegador carrega uma página da web, mais dados e códigos complexos precisam ser processados.
Quanto mais, e qual nível de complexidade? Algumas estatísticas impressionantes:
  • Imagens e fotos já representam cerca de 65% das informações em uma página normal, em termos de bytes por página.
  • 35 horas de vídeo são enviados ao YouTube a cada minuto. É como se Hollywood lançasse 130.000 novos filmes por semana, mas com menos pipoca.
  • Os programas em JavaScript cresceram de algumas linhas para muitas centenas de quilobytes de código-fonte que devem ser processados sempre que uma página ou aplicativo é carregado.
E esses enormes fluxos de dados não retardarão o carregamento de páginas no navegador? A Internet ficará cheia em breve?
É provável que não. Imagens e fotos tornaram-se comuns na web quando cientistas de computação descobriram formas de comprimi-los em arquivos menores que poderiam ser enviados e baixados mais facilmente. GIF e JPEG foram os sistemas de compressão de arquivos mais populares nos primeiros tempos. Enquanto isso, plug-ins eram inventados para compensar as primeiras limitações de HTML, possibilitando que vídeos fossem incorporados e reproduzidos em páginas da web.
Para o futuro, a tag de no HTML5 facilita a incorporação e reprodução de vídeos em páginas. O Google está trabalhando em conjunto com a comunidade da web e com a WebM para construir um formato de vídeo gratuito e de código aberto que possa se adaptar à força de computação e às condições de largura de banda na web, a fim de que a qualidade de vídeo possa ser a mesma em uma fazenda no Mato Grosso e em um smartphone no Japão.
Nesse meio tempo, é verdade que páginas da web com muitas fotos pesadas ou outras imagens demoram para carregar. É por isso que alguns engenheiros do Google estão fazendo experiências com novas formas de comprimir ainda mais as imagens, mantendo a mesma qualidade e resolução. Os primeiros resultados? Muito promissores. Eles criaram um novo formato chamado WebP que
diminui o tamanho médio de arquivos de imagens em 39%.
Os mecanismos que executam códigos em JavaScript nos navegadores modernos também foram desenvolvidos novamente para processar códigos com rapidez nunca vista. Esses mecanismos de JavaScript rápido, como o Google Chrome V8, já são parte fundamental de qualquer navegador da web moderno. Isso significa que a próxima geração de aplicativos incrivelmente úteis baseados em JavaScript não serão atrasados pela complexidade de mais códigos JavaScript.
Outra técnica usada por navegadores modernos, como o Chrome para buscar e carregar páginas mais rapidamente é chamada de "pré-resolução de DNS". O processo de conversão de um endereço da web em um endereço IP por meio de uma busca no DNS, ou vice-versa, é normalmente chamado de "resolução". Com a pré-resolução de DNS, o Chrome busca instantaneamente todos os outros links na página e resolve antecipadamente esses links em endereços IP de fundo. Por isso, quando você realmente clica em um dos links na página, o navegador está pronto para levá-lo à nova página instantaneamente. Com o tempo, o Chrome também aprende com visitas anteriores, de forma que na próxima vez em que você acessar uma página que já tenha visitado anteriormente, o Chrome saberá automaticamente como resolver antecipadamente todos os links e elementos relevantes da página.
No futuro, os navegadores poderão prever, antes que a página carregue, não apenas os links a resolver antecipadamente, mas também quais elementos do site (como imagens ou
vídeos) deverão ser buscados antes do tempo. Isso tornará a web ainda mais veloz.
Em breve, esperamos, o carregamento de novas páginas no navegador será tão rápido quanto virar as páginas em um livro de fotos.

Código aberto e navegadores

ou, apoiados em ombros de gigantes

A Internet de hoje sustenta-se em ombros de gigantes: os tecnólogos, os pensadores, os desenvolvedores e as organizações que continuam a ampliar os limites da inovação e compartilhar suas descobertas.
O espírito de compartilhamento está no
âmago de softwares de código aberto. "Código aberto" significa que o funcionamento interno (ou "código-fonte") de um software é disponibilizado a todos, e o software é escrito de maneira aberta e em cooperação. Qualquer pessoa pode olhar o código-fonte e ver como ele unciona, alterá-lo ou fazer acréscimos a ele e reutilizá-lo em outros produtos ou serviços.
Os softwares de código aberto desempenham papel fundamental em muitos aspectos da web, incluindo os navegadores atuais. O lançamento do navegador de código aberto Mozilla Firefox trilhou o caminho para muitas inovações empolgantes. O Google Chrome foi desenvolvido com alguns componentes do Mozilla Firefox e com o mecanismo de processamento de código aberto Web-Kit, entre outros. Com o mesmo espírito, o código do Chrome foi disponibilizado para que a comunidade da rede mundial pudesse usar as inovações do Chrome em seus próprios produtos ou mesmo melhorar o código-fonte do Chrome original.
Desenvolvedores da web e usuários do dia a dia não são os únicos a se beneficiar dos
navegadores de código aberto mais rápidos, mais simplificados e mais seguros. Empresas como o Google também aproveitam as ideias compartilhadas abertamente. Navegadores melhores significam uma melhor experiência da web para todos, tornando os usuários mais felizes e fazendo com que eles naveguem ainda mais. Navegadores melhores também permitem que as empresas criem aplicativos da web com recursos avançados, o que também deixa os usuários felizes.
Os navegadores não são a única parte da web que podem utilizar código aberto. Converse com qualquer grupo de desenvolvedores da web e você provavelmente ouvirá que eles usam o servidor de HTTP de código aberto Apache para hospedar e veicular seus sites ou que eles desenvolveram seus códigos em computadores equipados com o sistema operacional de código aberto Linux - para mencionar alguns exemplos. O bom trabalho da comunidade de código aberto continua a ajudar para a melhora da web: uma web que poderá ser a base de sustentação da próxima geração.

19 lições mais tarde...

ou, um dia nas nuvens

... e aqui estamos nas 20 lições. Vamos recapitular.
A web atual é colorida, visual, prática, movimentada, repleta de amizades, divertida e incrivelmente útil. Muitas pessoas vivem uma vida de computação em nuvem na Internet: lemos as notícias, assistimos a filmes, batemos papo com amigos e realizamos nossas tarefas diárias on-line com aplicativos baseados na web diretamente no navegador. Aplicativos da web permitem fazer tudo, de qualquer lugar do mundo, mesmo se deixarmos nossos laptops em casa.
Tudo isso é possível devido à evolução dos padrões da web, como HTML, JavaScript e CSS, assim como os plug-ins de navegadores. Novos recursos em HTML5 estão ajudando os desenvolvedores a criar a próxima geração de aplicativos da web realmente criativos.

O que mais está se formando nas nuvens?
  • É necessário um navegador moderno para aproveitar os recursos mais avançados da web.
  • Os navegadores modernos também ajudam a proteger contra malware e phishing.
  • O compartilhamento de códigos abertos tem proporcionado o desenvolvimento de navegadores melhores e uma web mais rápida, rica e complexa. E a inteligência dos códigos abertos está tornando o futuro da web ainda mais impressionante.
  • O que está incluído neste futuro incrível? Navegadores em 3D, velocidades mais rápidas e sincronia entre todos os dispositivos e muito mais.
  • Ser um cidadão informado da web exige um pouco de educação por conta própria. Por exemplo, aprender a controlar as
configurações de privacidade do navegador para diversos tipos de conteúdo, incluindo cookies.
  • A web também é mais segura quando prestamos atenção a pistas visuais no navegador, como a verificação de URLs aos quais somos direcionados e quando procuramos por uma conexão segura ou validação estendida em links “https://”.
As últimas dicas?
Antes de mais nada, use um navegador moderno. Ou experimente um novo e veja se oferece a navegação aperfeiçoada que se adapta melhor às suas necessidades.
A web seguirá evoluindo - substancialmente! Dê suporte às tecnologias de ponta da web, como HTML5, CSS3 e WebGL,
porque elas ajudarão a comunidade on-line a imaginar e a criar um futuro com aplicativos da web inovadores e sensacionais.
Por último, experimente coisas novas. A web torna-se um lugar novo e estimulante todos os dias. Portanto, experimente novas tarefas que você não acreditava que pudessem ser feitas on-line, como pesquisar por um ancestral de algumas gerações ou visualizar uma imagem em tempo real da base de um acampamento de escalada no Himalaia. Você poderá se surpreender com aquilo que descobrir.
  • Ilustração

    Christoph Niemann
  • Autores/Editores

    Min Li Chan, Fritz Holznagel, Michael Krantz
  • Responsável pelo projeto

    Min Li Chan &
    The Google Chrome Team
  • Design

    Fi
    Paul Truong
  • Desenvolvimento

    Fi

Agradecimento muito especial a

Brian Rakowski, Ian Fette, Chris DiBona, Alex Russell, Erik Kay, Jim Roskind, Mike Belshe, Dimitri Glazkov, Henry Bridge, Gregor Hochmuth, Jeffrey Chang, Mark Larson, Aaron Boodman, Wieland Holfelder, Jochen Eisinger, Bernhard Bauer, Adam Barth, Cory Ferreria, Erik Arvidsson, John Abd-Malek, Carlos Pizano, Justin Schuh, Wan-Teh Chang, Vangelis Kokkevis, Mike Jazayeri, Brad Chen, Darin Fisher, Johanna Wittig, Maxim Lobanov, Marion Fabing Nicolas, Jana Vorechovska, Daniele De Santis, Laura van Nigtevegt, Wojtek Cyprys, Dudley Carr, Richard Rabbat, Ji Lee, Glen Murphy, Valdean Klump, Aaron Koblin, Paul Irish, John Fu, Chris Wright, Sarah Nahm, Christos Apartoglou, Meredith Papp, Eric Antonow, Eitan Bencuya, Jay Nancarrow, Ben Lee, Gina Weakley, Linus Upson, Sundar Pichai & The Google Chrome Team